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Barramento indevido de seerviços
Exmos. Senhores Desde o dia 17 de Julho verifiquei que estou barrado de fazer comunicações internacionais ou de valor acrescentado, através do telemóvel 963230024. Tentei já por diversas vezes levantar este barramento através de contacto ao 16990 (sempre impedido e quando liga ao fim de uns minutos de contacto a chamada cai) e pela aplicação MyNos. Esta situação impede-me de contactar os meus familiares no estrangeiro e até de contactar outros operadores de comunicações para resolver problemas com ligações. Esta situação ocorreu após ter efectuado dois contactos par a linha de apoio da MEO. Agradecia que fosse de imediato retirado o barramento indevido, sob pena de proceder ao cancelamento do meu contrato com justa causa (restrição de utilização do serviço ou falta na entrega do serviço contratado. Com os melhores cumprimentos Luis Filipe Quintino C148821801
Migração com portabilidade
Exmos. Srs. Resumidamente: Na noite do dia 22 de julho terá sido efetuada a migração da Nowo para a Digi. Coloquei o cartão Digi e fiquei sem serviço. Na manhã do dia 23 de julho procurei assistência no posto Digi, no Fórum Montijo. Foi colocado outro cartão Digi, 2.ª via, e fui informado que até ao final desse dia teria novamente serviço. Tal não sucedeu. Hoje, dia 24 de julho, pela manhã, contactei telefonicamente (com outro telemóvel, claro...) e, após largos minutos de esperas e passagens de técnicos para técnicos, desligaram a chamada. Conclusão, são já 36 horas sem serviço móvel.
Suspensão do serviço, funcionalidades prometidas não disponibilizadas e diversas falhas de qualidade
**Título:** Suspensão do serviço, funcionalidades prometidas não disponibilizadas e diversas falhas de qualidade Sou cliente da DIGI há cerca de dois meses e, neste momento, encontro-me totalmente sem comunicações. Antes de mais, pretendo saber se esta situação resulta de uma avaria técnica ou se o serviço foi suspenso devido ao não pagamento da última fatura. Caso tenha sido suspenso por esse motivo, considero importante esclarecer que apresentei várias reclamações logo após a instalação do serviço, muito antes de terminarem os primeiros 15 dias de utilização, e até à data continuo sem uma solução satisfatória. Antes de aderir à DIGI fui muito claro com o comercial que me contactou. Expliquei, por diversas vezes, que apenas mudaria da MEO para a DIGI se estivessem disponíveis duas funcionalidades que eram absolutamente indispensáveis para mim: a possibilidade de gravar programas nas boxes e o serviço **One Number** para utilização com o meu **Apple Watch**. Expliquei que pretendia utilizar o Apple Watch de forma autónoma, através de um eSIM associado ao meu número de telemóvel, permitindo-me efetuar e receber chamadas, mensagens e utilizar dados móveis sem necessidade de transportar o iPhone. O comercial garantiu-me que essas funcionalidades existiam. Foi com base nessa informação que rescindi o contrato com a MEO, onde era cliente há cerca de dez anos, e aderi à DIGI, optando inclusivamente pelo serviço Premium. Após a instalação fui informado de que a DIGI não disponibilizava nem a gravação de programas nas boxes (apenas o serviço Flash Back de 7 dias), nem o serviço One Number. Se esta informação me tivesse sido transmitida antes da contratação, nunca teria mudado de operadora. Para além disso, tenho vindo a reportar diversos problemas que continuam por resolver: * Guia TV com horários incorretos, fazendo com que os programas comecem ou terminem fora da programação apresentada; * Qualidade de imagem abaixo das expectativas; * Interface das boxes muito rudimentar; * Acesso ao catálogo de filmes que me foi apresentado como incluído e que deixou de estar disponível cerca de um mês depois da adesão; * Diversas falhas de cobertura móvel, incluindo na Autoestrada A5; * Ausência da funcionalidade de aviso por SMS de chamadas perdidas quando o telemóvel esteve sem rede; * Perdas frequentes de ligação aos dados móveis 5G, obrigando-me a desligar e voltar a ligar o telemóvel para recuperar o serviço; * Velocidades da rede 5G muito inferiores às expectáveis, com resultados que, nos testes efetuados, se aproximam mais de uma rede 3G/4G do que de uma verdadeira rede 5G. Quero também referir que considero os preços praticados pela DIGI bastante competitivos e acredito que a entrada da empresa no mercado trouxe benefícios para os consumidores. No entanto, um preço competitivo não pode justificar informações prestadas no momento da contratação que não correspondem ao serviço efetivamente disponibilizado, nem um nível de qualidade abaixo do esperado. Neste momento, a minha confiança na DIGI encontra-se profundamente abalada e começo seriamente a arrepender-me de ter deixado a MEO. Aguardo uma resposta concreta da DIGI, bem como uma solução para todas estas situações. Caso contrário, avançarei com a rescisão do contrato e, se necessário, recorrerei às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Descumprimento de contrato
Encontro-me temporariamente no Brasil e, neste momento, não estou a utilizar qualquer serviço da MEO, seja internet, televisão ou outro. No mês passado, antes de viajar, tentei contactar a MEO por diversas vezes. Após várias tentativas, consegui finalmente ser atendido e foi acordada a redução da minha fatura para cerca de 16 euros mensais, correspondente apenas a uma taxa básica, mantendo-se o atual período de fidelização. Aceitei essa solução e cheguei, inclusive, a assinar o plano que me foi enviado. No entanto, hoje fui surpreendido com uma nova fatura superior a 45 euros, praticamente no mesmo valor que pagava anteriormente. Esta situação é absolutamente inaceitável e representa um claro incumprimento do acordo celebrado. Contactei a MEO várias vezes, foi-me apresentada uma solução concreta, aceitei as condições e assinei a documentação enviada. Não compreendo, por isso, como é possível que o valor acordado não tenha sido aplicado. Solicito a correção imediata da fatura e a aplicação das condições acordadas. Informo ainda que já não me encontro em Portugal e apenas regressarei em janeiro, pelo que não poderei atender chamadas telefónicas. Qualquer contacto deverá ser efetuado exclusivamente por e-mail ou WhatsApp. Manifesto a minha profunda insatisfação com esta situação e solicito a intervenção da ANACOM, para que sejam tomadas as devidas providências relativamente ao incumprimento da MEO e para que o meu caso seja resolvido com urgência. Alem disso, entraram em contato comigo atraves da reclamaçao no LIVRO DE RECLAMAÇÕES: ROR00000000045667777 E eu havia respondido inumeras vezes que nao podia receber ligaçao e nem ter ninguem em casa, mas eles so fazem ligar!!!!!!! Eles so podem ser burros mesmo ou estao a agir de má fé! Eu falei por DIVERSAS vezes que nao poderei atender ligação alguma por está sem telemovel e ainda assim me ligam, a meo precisa escolher: ou assumem serem burros ou estao a agir de má fé. Em ambos os casos deveriam se envergonharem. Empresa lixo! NAO HÁ NINGUEM NO IMOVEL, NINGUEM IRÁ ATENDER-LOS, VOCES SAO UMA VERGONHA PARA PORTUGAL. EU NAO VOU PAGAR QUALQUER FATURA. VOCES PROMETERAM E NAO CUMPRIRAM. EXIJO O MEU DIREITO! EU PEDI ALTERAÇAO DO CONTRATO, FUI ATENDIDO EM JUNHO PRA PAGAR MENOS, AINDA ASSIM ESTAO A COBRAR UM VALOR ALTO SENDO QUE NAO HA CONSUMO, NAO HA NINGUEM NA MORADA!
Falhas sistemáticas de internet
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Há mais de 2 meses que reporto falhas constantes na Internet, esta semana contactei-vos 2 vezes, enviaram técnico e mantem-se a falta de Internet. Para além da falta de Internet o tempo gasto a contactar-vos, esperar por verificações remotas e receber os técnicos tornam-se inaceitáveis. Assim sendo, solicito a resolução imediata ou a rescisão com justa causa. Cumprimentos. Alzira Silva
Contestação de penalização por incumprimento contratual
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., relativamente à fatura n.º FT A/870434814, emitida a 14 de julho de 2026. Referente ao número de cliente 137 091 36 65 e á conta 144 814 02 01. Contesto especificamente a aplicação da "Penalização por incumprimento contratual" no valor de 256,98 €, a qual considero totalmente injustificada. Mais cumpre destacar que, aquando da adesão inicial ao serviço, nunca me foi prestada qualquer informação sobre a existência deste encargo. Esta penalização só foi referida e comunicada pela primeira vez na derradeira chamada telefónica, constituindo uma surpresa e uma falta de transparência na comunicação contratual. Solicito a anulação imediata deste valor cobrado na referida fatura. Com os melhores cumprimentos, Miguel Nunes
Atendimento ao cliente
Exmos senhores após nova reclamação com o nº ROR00000000045662381 dia 15/07 foi enviada resposta e realizado contacto pela operadora em que recomendavam para melhor resolução do problema que nos deslocássemos á loja, o que foi feito dia 20/07, na loja o que nos fizeram foi colocar em contacto com a linha de apoio o que faríamos em casa sem necessidade do meu pai realizar 46Km e solução nada!. Ainda nesse dia falei novamente com a linha de apoio com uma senhora de nome Anabela Sousa em que no decorrer da conversa foi muito desagradável, em que só faltou me chamar de mentirosa em relação ao assunto que estávamos a falar naquele momento. Dia 22/07 finalmente conseguimos cancelar o serviço mas mesmo este foi muito dificil, após 30min a falar com uma senhora Jessica esta diz que para cancelar não era com ela, teriamos de ligar para outro serviço ou então enviar uma carta! quando a 1ª pessoa que nos atendeu quando se disse que era para tratar de um cancelamento de serviço passou para esta senhora!
Informações contraditórias, recusa de suspensão da inscrição e falsa apresentação como supervisora
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Fitness UP Picoas, em Lisboa, devido a informações contraditórias prestadas no momento da adesão, à recusa posterior de suspensão da inscrição, à forma desrespeitosa como fui tratada e à possível falsa identificação da pessoa que me contactou como supervisora do ginásio. No momento em que fiz a minha inscrição, informei expressamente a colaboradora responsável de que iria realizar um período de Erasmus fora de Portugal e que, por esse motivo, necessitaria de suspender a minha inscrição durante três meses. A colaboradora garantiu-me, de forma clara, que essa suspensão seria possível e afirmou inclusivamente que essa possibilidade se encontrava prevista no contrato. Esta informação foi determinante para a minha decisão de aderir ao ginásio, uma vez que não teria celebrado o contrato nas mesmas condições se soubesse que teria de continuar a pagar as mensalidades durante o período em que estaria ausente do país e impossibilitada de utilizar as instalações. Quando solicitei posteriormente a suspensão da inscrição, fui informada pelo Fitness UP Picoas de que não seria possível realizá-la e de que o contrato previa precisamente o contrário daquilo que me tinha sido garantido no momento da adesão. Foi-me ainda dito que a colaboradora que efetuou a minha inscrição já não trabalhava no ginásio e que, por esse motivo, nada poderia ser feito. Foi afirmado que se tratava da “minha palavra contra a dela” e foi inclusivamente insinuado que eu poderia estar a mentir sobre a informação que me tinha sido transmitida. Considero esta posição absolutamente inaceitável. A informação foi-me prestada por uma representante do próprio ginásio durante o processo comercial e influenciou diretamente a minha decisão de celebrar o contrato. O facto de essa colaboradora já não trabalhar no local não elimina a responsabilidade da empresa pelas informações prestadas pelos seus funcionários no exercício das suas funções. Para agravar a situação, fui contactada telefonicamente por uma pessoa que se apresentou como supervisora do ginásio. Durante essa chamada, a pessoa adotou um tom rude, hostil e acusatório, procurando transferir toda a responsabilidade para mim e afirmando que eu era culpada por não ter lido corretamente o contrato. Apesar de eu ter explicado que me tinha sido dada uma garantia verbal clara no momento da adesão, essa informação foi ignorada. A pessoa insistiu que nada poderia ser feito, acusou-me indiretamente de poder estar a mentir e terminou a chamada desligando-me o telefone na cara. Posteriormente, vim a saber que a verdadeira supervisora do Fitness UP Picoas se encontra de férias. Assim, a pessoa que me contactou e se apresentou como supervisora aparentemente não exerce essa função. Esta situação suscita sérias dúvidas relativamente à identidade, às funções e à autoridade da pessoa que me contactou em nome do ginásio. Considero particularmente grave que alguém possa apresentar-se como supervisora, adotar uma posição oficial em nome da empresa, fazer afirmações sobre o meu contrato e tratar-me de forma desrespeitosa, quando, aparentemente, não ocupa esse cargo. Solicito, por isso, que seja esclarecido quem foi a pessoa que me contactou, qual a função que efetivamente exerce, com que autorização se apresentou como supervisora e se a direção do Fitness UP Picoas tem conhecimento da forma como essa chamada foi conduzida. Na sequência destes acontecimentos, apresentei já uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, dando conhecimento da informação incorreta que me foi prestada, da recusa da suspensão e do comportamento da pessoa que me contactou. Entretanto, falei com um colaborador de outro estabelecimento Fitness UP, que me informou de que é possível suspender a inscrição durante um período máximo de três meses por motivo de ausência do país e que essa possibilidade se encontra prevista no regulamento da cadeia. Esta informação contradiz diretamente o que me foi dito pelo Fitness UP Picoas. Assim, existem atualmente várias informações incompatíveis entre si. Até ao momento, o Fitness UP Picoas não me apresentou, de forma clara e por escrito, a cláusula específica do contrato ou do regulamento que alegadamente impede a suspensão, nem esclareceu de forma transparente se esta regra varia entre clubes da mesma cadeia. Solicitei também uma cópia integral do regulamento e das condições aplicáveis à minha adesão, especialmente da versão em vigor na data em que celebrei o contrato, bem como a indicação concreta da cláusula relativa à suspensão ou congelamento da inscrição por ausência temporária do país. Perante esta situação, solicito a intervenção e orientação da DECO PROteste relativamente aos seguintes pontos: 1. Se o ginásio pode recusar a suspensão da inscrição quando essa possibilidade foi expressamente garantida por uma colaboradora no momento da adesão e foi determinante para a celebração do contrato; 2. Se o Fitness UP deve assumir responsabilidade pelas informações prestadas pelos seus funcionários durante o processo de contratação; 3. Se existe fundamento para exigir a suspensão da inscrição durante os três meses do Erasmus, sem cobrança das respetivas mensalidades; 4. Se o ginásio tem o dever de disponibilizar o regulamento integral e a versão das condições contratuais em vigor na data da minha inscrição; 5. Como devo proceder perante as informações contraditórias prestadas por diferentes estabelecimentos da mesma cadeia; 6. Que consequências poderá ter o facto de uma pessoa se ter apresentado como supervisora sem, aparentemente, exercer essa função; 7. Que outras diligências ou entidades devo contactar, caso o Fitness UP continue a recusar uma solução. O que pretendo é que seja cumprida a condição que me foi apresentada no momento da adesão: a suspensão da minha inscrição durante os três meses em que estarei fora do país, sem cobrança de mensalidades nesse período. Pretendo ainda obter a identificação e função da pessoa que me contactou, uma resposta formal relativamente à sua conduta e um esclarecimento escrito e inequívoco sobre as regras de suspensão aplicáveis ao meu contrato.
COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um litígio que mantenho com a NOS Comunicações, S.A., que continua sem resolução apesar das várias tentativas efetuadas da minha parte. Na sequência da mudança para uma nova morada, solicitei a transferência do serviço contratado com a NOS. Contudo, fui informada pela própria empresa de que não era possível instalar o serviço de fibra na nova habitação por inexistência de cobertura, pelo que me foi comunicado telefonicamente que o contrato seria cancelado por esse motivo. Assim, a impossibilidade de prestação do serviço não resultou de qualquer incumprimento da minha parte, mas sim de uma limitação técnica da própria operadora. Posteriormente, comecei a receber cartas de cobrança relativas a um valor que considerei indevido. Apresentei reclamação junto da NOS e, após análise do processo, foi-me comunicado que a dívida seria cancelada. No entanto, algum tempo depois, voltei a receber novas cartas de cobrança, bem como uma comunicação a informar que os meus dados tinham sido comunicados para a base de dados de incumprimento utilizada pelas empresas de telecomunicações, situação que considero extremamente grave, uma vez que me poderá causar prejuízos na contratação de serviços junto de outras operadoras. Além disso, continuei a receber cartas com exigência de pagamento e referências à possibilidade de recurso aos tribunais caso a quantia reclamada não fosse paga. (O valor só tem vindo a aumentar de carta para carta). Perante esta situação, voltámos a contactar telefonicamente a NOS, voltamos a explicar o que aconteceu. Enviamos novamente e-mail, e sem resposta uma vez mais. Confirmaram também novamente que é referente à morada Rua dos Camponeses, morada essa que pedimos transferência, e foi negado pois não havia fibra com a NOS. E foi por esse motivo que a própria NOS informou que teriam que cancelar o contrato, pois não iam conseguir colocar FIBRA na nova morada (Tivemos várias semanas sem TV sem net, a aguardar resposta final da NOS, que foi dada como não sendo possível) e teríamos que fazer com outra operada. Entregamos os equipamentos e foi tudo cancelado na altura, devido a essa situação e fomos obrigados afazer com outra operadora que tivesse fibra, assim como, os nosso vizinhos que vieram para a mesma morada. Com o objetivo de obter prova do que me tinha sido transmitido telefonicamente, enviei posteriormente um e-mail à NOS solicitando o envio das gravações dessas chamadas. Nesse mesmo e-mail expus novamente toda a situação e solicitei a regularização definitiva do processo. Até à presente data, a NOS nunca respondeu ao meu e-mail, nunca disponibilizou as gravações solicitadas e nunca prestou qualquer esclarecimento relativamente às cobranças que continuam a ser efetuadas. Considero que sempre atuei de boa-fé, procurando resolver esta situação diretamente com a empresa antes de recorrer a outras entidades. Apesar disso, continuo a receber comunicações de cobrança relativamente a uma dívida que me foi anteriormente comunicada como cancelada e mantenho a preocupação de que esta situação possa causar-me prejuízos adicionais. Assim, venho solicitar o apoio da DECO para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora e para que esta situação seja definitivamente resolvida, nomeadamente através de: * confirmação de que não existe qualquer dívida em meu nome; * cessação imediata de todas as cobranças relacionadas com este processo; * remoção de qualquer comunicação ou registo efetuado na base de dados de incumprimento das empresas de telecomunicações, caso os meus dados aí permaneçam; * esclarecimento definitivo da situação por parte da NOS. Agradeço, desde já, toda a atenção e apoio que possam prestar. Com os melhores cumprimentos,
Incumprimento do prazo de agendamento e falhas no apoio ao cliente
Boa tarde! Contratei recentemente um serviço da DIGI e, até ao momento, a experiência tem sido extremamente dececionante. No momento da contratação, fui informada de que o prazo máximo para ser contactada por um técnico para agendamento da instalação seria de 7 dias. Hoje passaram 6 dias desse prazo e continuo sem qualquer contacto. Se nem o simples contacto para agendar a visita acontece dentro do prazo indicado, é inevitável questionar quanto tempo demorará a instalação propriamente dita. O mais frustrante, no entanto, tem sido a forma como a situação tem sido gerida. Ao longo destes seis dias, liguei diariamente para o apoio ao cliente para tentar perceber o ponto de situação. Em todas as chamadas sou transferida entre diferentes departamentos, passo largos períodos em espera e recebo sempre a mesma resposta: garantem-me que o agendamento pode ser tratado telefonicamente e que vão passar a chamada. Quando finalmente sou atendida, dizem que afinal não o podem fazer e que apenas irão "avisar o técnico" para entrar em contacto comigo. Este ciclo repetiu-se todos os dias, sem qualquer evolução ou resolução. O problema deixa de ser apenas o atraso e passa a ser a falta de organização, de comunicação e de respeito pelo tempo do cliente. Se a DIGI não tem capacidade para cumprir os prazos que comunica, não deveria criar expectativas que sabe não conseguir corresponder. É inaceitável obrigar os clientes a gastar horas em chamadas telefónicas, serem sucessivamente encaminhados entre departamentos e, no final, continuarem exatamente na mesma situação. Esperava um serviço mais eficiente e, acima de tudo, uma gestão mais transparente. Neste momento, a imagem que fica é a de uma empresa que promete mais do que consegue entregar e cujo apoio ao cliente é incapaz de resolver um problema tão básico como o agendamento de uma instalação. Não recomendo a ninguém, sendo que cancelei o meu processo e terei de começar do zero com outra operadora porque aqui claramente não valorizam o cliente e as suas necessidades.
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