Na sequência da reclamação apresentada, informo que a NOS procedeu à troca do router, intervenção que não resultou em qualquer melhoria, mantendo-se o serviço de internet instável, com falhas constantes e qualidade manifestamente insuficiente.
Face à inexistência de melhorias, voltei a contactar o apoio ao cliente para solicitar nova assistência e o cancelamento do contrato por falta de serviço. Foi-me indicado que o cancelamento poderia ser equacionado e que seria contactada no prazo de 24 horas.
Esse contacto nunca ocorreu, tendo sido necessário voltar a ligar por minha iniciativa.
Nesse novo contacto, a NOS recusou novamente o cancelamento do contrato, informando que apenas existiam duas opções:
Alteração para fibra, com acréscimo de novo período de fidelização;
Pagamento adicional mensal (2 a 3 euros) para aquisição de extenders.
Importa referir que já utilizei extenders anteriormente, sem qualquer sucesso, e que já solicitei por várias vezes a migração para fibra, sem que a NOS tenha procedido a essa alteração, o que torna estas “opções” ineficazes e desadequadas.
Perante a recusa de qualquer solução gratuita, foi-me indicado que a única opção sem custos seria a alteração da localização do router, do primeiro para o segundo piso da habitação, solução que aceitei exclusivamente por ser a única alternativa apresentada.
No entanto, fui expressamente informada de que, caso esta intervenção não resolvesse o problema, a NOS se recusaria a apresentar qualquer outra solução gratuita, obrigando-me a escolher uma das opções pagas referidas, sendo esta a única forma de “eventualmente” ser libertada do contrato.
Reitero que a correção de um serviço defeituoso é da exclusiva responsabilidade da operadora, não podendo ser condicionada à imposição de custos adicionais, aumento de fidelização ou contratação de serviços extra.
Mantém-se, assim, o incumprimento contratual grave e continuado, bem como a recusa injustificada de cancelamento por justa causa.