Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Processamento IMT

Boa tarde! Vim à inspeção, sem ter recebido qualquer tipo de carta da marca, e o meu Opel chumbou devido à não alteração de uma peça no airbag (ok). Tirei um dia de trabalho para poder resolver a questão, tive de me deslocar 1h e mais 20 min para o centro de inspeções. Voltei ao centro de inspeções e o veículo vai chumbar porque a “comunicação não foi feita.” Vou ter de tirar mais um dia e pagar mais 37,5€. Tenho um documento da oficina a comprovar a troca da peça, e o airbag visivelmente “novo” e alterado, mas pelos vistos não serve pq não foi feita a comunicação. Isto é um absurdo de uma piada, são más 37,5€ + 40€ de gasóleo e um dia de trabalhado por uma palhaçada destas. O sistema está feito a pensar que toda a gente tem os mesmos acessos e sem absoluta lógica nenhuma

Resolvida

Mota na garantia e não substituem a peça

Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa a um defeito de conformidade detetado na minha moto Yamaha Ténéré 700 de matricula BF-86-SQ, adquirida em dezembro de 2023. O painel TFT apresenta leituras erradas e incoerentes de consumos médios e quilometragem (odómetro), impossibilitando a utilização correta das funções do veículo. Após contacto com a Yamaha Motor Portugal em 11-05-2026, a marca respondeu por escrito admitindo o problema ("assumimos a nossa responsabilidade de melhoria"), mas recusou-se a proceder à reparação imediata, alegando aguardar por uma solução futura/recall. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, o vendedor tem o dever de repor a conformidade do bem num prazo máximo de 30 dias, o qual já foi ultrapassado. A solução paliativa proposta pela marca (fazer "reset" manual) não é aceite, uma vez que não resolve o defeito de fabrico e compromete o histórico de manutenção e valor de revenda do veículo. Desta forma, exijo: A reparação denitiva ou substituição do painel TFT e respetiva unidade de controlo (CCU), conforme os meus direitos de garantia. Que seja registada a suspensão do prazo de garantia para estes componentes, nos termos do Artigo 11.º do DL 84/2021, até que a conformidade seja reposta, salvaguardando o meu direito para além de dezembro de 2026.

Encerrada
J. P.
28/05/2026

envio grátis anunciado mas não aplicado

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Powerplanet relativamente à encomenda n.º 1630014. No momento da compra, a página do produto apresentava de forma destacada as mensagens “Envio: Grátis!” e “Envio grátis 24h a partir de 30 euros!”. A minha encomenda tinha valor superior a 30€, pelo que realizei a compra com a expectativa legítima de que o envio seria gratuito. Posteriormente, verifiquei que o envio grátis não foi aplicado. Contactei a Powerplanet através do ticket 704280, tendo a empresa respondido que a promoção apenas se aplicava à modalidade Nacex Shop e não à modalidade Nacex Express. Contudo, considero que a informação comercial apresentada no site não era suficientemente clara. A mensagem principal transmitida ao consumidor era a de envio grátis, enquanto a limitação relativa à modalidade Nacex Shop surgia apenas em informação secundária/tooltip, sem o mesmo destaque da promessa principal. Acresce que, após perceber a situação, tentei alterar o método de entrega, mas tal não me foi permitido, tendo a encomenda sido processada e enviada. Após nova insistência, a Powerplanet recusou rever a situação e limitou-se a remeter para a informação anteriormente prestada. Considero que a comunicação comercial apresentada induziu o consumidor em erro, ao destacar o envio grátis como benefício da compra sem apresentar, com igual clareza e destaque, que esse benefício dependia exclusivamente da escolha de uma modalidade específica de entrega. Solicito, por isso: 1. Reembolso do valor cobrado pelo envio; 2. Resposta fundamentada sobre a comunicação comercial utilizada; 3. Correção da apresentação da informação no site, para que a limitação da promoção seja clara e destacada no momento da compra. Junto/anexo prints da página do produto, da informação sobre envio grátis, da condição apresentada no tooltip, da encomenda e da troca de mensagens com a Powerplanet. Com os melhores cumprimentos, João Palma

Em curso
P. C.
28/05/2026

Carro com avaria

Exmos. Senhores, reclamação (C1JX35184) Adquiri a viatura Volkswagen Tiguan, e adquiri antes um Mercedes onde também os sensores não funcionavam e não apresentei reclamação mas informei o meu Gestor da Auto1. Após a entrega da viatura, verifiquei que os sensores de estacionamento e a câmara de marcha-atrás não funcionam, situação que não foi mencionada no relatório da viatura nem comunicada previamente à compra. Nos termos do Decreto‑Lei n.º 84/2021, nomeadamente dos artigos 7.º, 12.º, 13.º e 15.º, estamos perante uma falta de conformidade do bem, pela qual o vendedor é legalmente responsável. Assim, solicito a reposição da conformidade da viatura, através da reparação dos referidos sistemas, sem qualquer custo para mim, no prazo legalmente razoável. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de apresentar reclamação no Livro de Reclamações, bem como recorrer às entidades competentes de arbitragem de consumo e vias judiciais. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.

Encerrada
D. S.
28/05/2026

Produto entregue com um furo

Gostaria de expor um litígio de consumo com a empresa Deporvillage e alertar os restantes utilizadores da plataforma. Adquiri um fato de natação infantil no website da Deporvillage (encomenda S00001919385). O artigo, comprado no dia 14/05/2026 chegou à minha residência no dia 15/05/2026 com um defeito visível: um furo na parte traseira do fato. Sendo um defeito de conformidade detetado no momento da abertura do pacote, contactei de imediato a empresa para acionar a garantia e solicitar a devolução do dinheiro. A resposta da Deporvillage foi vergonhosa: recusaram a assistência alegando que o furo teria sido provocado por uma unha. Ora, o artigo foi denunciado como danificado no exato dia em que o recebi. O ónus da prova de que o bem foi entregue sem defeitos cabe ao vendedor, e a empresa não pode simplesmente presumir a culpa do consumidor para se esquivar às suas obrigações legais de garantia em vendas à distância. O furo existia previamente à entrega. Perante a recusa arbitrária da marca em resolver o problema, já avancei com queixa no Livro de Reclamações Eletrónico e irei recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Coimbra. Exponho aqui a situação para que a Deporvillage reavalie a sua postura e proceda à resolução do contrato com a devida devolução do valor pago, e para que outros consumidores fiquem cientes da forma como a empresa descarta o apoio pós-venda em caso de artigos defeituosos.

Encerrada
A. P.
28/05/2026

Cancelamento de contrato

Venho por este meio reclamar desta empresa, que eu mudei de casa para casa, e eles não tem serviço de fibra, na nova morda, já solicitei vários contatos com a empresa e eles exigem que passe a casa para meu nome, vistos que ja veio cá um técnico da partes deles e o proprio tecnico disse que nao tinham fibra, so tinham serviço de sátelite, mas como nao tenho rede movel e sou da nos, disse que não queria serviço satelite, porque ia ter o mesmo problema se nao tinha rede. Mesmo assim e sem a minha autorização, a nos fez um novo contrato, contrato esse que eu disse que nao queria, satelite, e colocou a nova morada em autorização. E agora não me querem cancelar o contrato, se nao pagar, ou passar a casa para meu nome.

Encerrada
J. R.
28/05/2026

Encomenda não entregue OT-PT00046458

Exmos. Senhores, Em 28/04/2025 adquiri uns ténis Tokuten, da marca Onitsuka Tiger, pelo valor de 175 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 3/05/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (por telefone: dias 11,13, 20 e 27 de Maio; por e-mail: dias 11, 18 e 28 de Maio) e obtive a resposta de que o bem está extraviado e que aguardam resolução. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
C. P.
28/05/2026

Registo no mapa de responsabilidades indevido

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa ATTICUS - STC, S.A., na sequência da comunicação de um alegado incumprimento junto da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Tomei conhecimento da existência de um registo de incumprimento em meu nome, relativo a um suposto contrato de crédito pessoal com origem reportada ao ano de 2001, com incumprimento desde 2002 e término em 2004. Sucede que não reconheço a existência de qualquer dívida perante essa entidade, desconhecendo em absoluto a origem do alegado crédito, não me tendo sido apresentada, até à presente data, qualquer prova documental da sua existência, designadamente contrato, histórico de movimentos ou eventual cessão de crédito. Acresce que, atendendo à antiguidade dos factos, qualquer eventual crédito encontra-se, em qualquer caso, manifestamente prescrito. Apesar disso, a entidade mantém a comunicação de incumprimento junto do Banco de Portugal, o que tem como consequência direta a limitação do meu acesso ao crédito bancário e a afetação da minha reputação financeira. Refira-se que já foi apresentada reclamação junto do Banco de Portugal, bem como interpelação direta à entidade reclamada, aguardando-se resposta. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de: a) Obter esclarecimentos da entidade reclamada quanto à origem e fundamento da alegada dívida; b) Promover a correção ou eliminação do registo indevido junto da Central de Responsabilidades de Crédito, caso não seja comprovada a existência e exigibilidade do crédito; c) Salvaguardar os direitos do consumidor, designadamente quanto à sua situação creditícia. Caso a situação não seja resolvida, reservo-me o direito de recorrer aos meios judiciais competentes, incluindo pedido de indemnização pelos danos sofridos.

Encerrada
L. K.
28/05/2026

Encomenda não recebida - burla

Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à encomenda n.º LS_34608, efetuada no dia 28/04/2026 através da vossa loja online. No momento da compra, o vosso website indicava expressamente que “a sua encomenda será processada e enviada num prazo máximo de 5 dias úteis”. Posteriormente, no dia 07/05/2026, fui informada de que a encomenda teria sido enviada para a transportadora. Contudo, à data de hoje, 28/05/2026, ainda não recebi qualquer encomenda, tendo já decorrido um mês desde a realização da compra. Desde então, as únicas respostas recebidas por parte da vossa empresa referem alegados atrasos devido à falta de pessoal. No entanto, essa justificação não corresponde aos prazos de envio e entrega anunciados no vosso website no momento da compra nem os que estão anunciados neste momento.  Já pedi reembolso diversas vezes através do e-mail e site e fui sempre ignorada. É importante referir que no vosso site afirmam ter Livro de Reclamações oficial. Contudo, ao tentar apresentar reclamação através da plataforma oficial, não foi possível localizar a empresa, nem através do nome nem do NIF indicado. Deste modo estão a entrar em incumprimento com o Decreto-Lei n.º 156/2005. Face à ausência de solução, à falta de transparência e ao incumprimento verificado, vejo-me obrigada a considerar a apresentação de uma queixa formal junto das autoridades competentes, incluindo a PSP e as entidades de defesa do consumidor, por existirem indícios que colocam seriamente em causa a credibilidade da vossa atividade comercial. Vou fazer essa queixa no dia 2 de Junho. Com os melhores cumprimentos, Lyudmyla Kucheryava

Encerrada
V. C.
28/05/2026

Aumento sem suporte

Venho apresentar reclamação relativamente à gestão da minha reserva de viagem organizada para Cabo Verde (Ilha do Sal), associada ao processo PD2600008047, bem como ao agravamento adicional posteriormente comunicado no valor de €75,00 por passageiro (€450,00 no total da reserva). No dia 25 de maio de 2026, após contactos relacionados com a regularização do pagamento final da viagem, foi-me comunicado um agravamento adicional associado alegadamente a aumento de combustível/custos operacionais relacionados com a operação charter dos voos TAP. Contudo, apesar dos vários pedidos de esclarecimento efetuados ao longo da troca de e-mails, nunca me foi disponibilizado qualquer suporte documental concreto que permitisse validar objetivamente: * a comunicação específica do agravamento aplicável à presente reserva; * a data efetiva em que o agravamento foi aplicado; * a metodologia de cálculo do valor de €75,00 por passageiro; * a fundamentação concreta do montante exigido; * ou qualquer documento/comunicação do operador turístico ou da companhia aérea que permitisse ao cliente verificar objetivamente o agravamento aplicado. Ao longo das comunicações foram ainda transmitidas informações distintas relativamente à origem do agravamento, tendo sido referido, em momentos diferentes: * que o agravamento teria sido comunicado pela TAP; * que a informação teria origem no operador turístico; * que não existia documento oficial emitido pela companhia aérea; * e posteriormente referências a “documento por parte da TAP”. As respostas prestadas limitaram-se essencialmente a referências genéricas ao aumento dos custos operacionais, combustível, situação no Médio Oriente, contexto internacional e enquadramento legal das viagens organizadas, sem disponibilização de suporte específico relativo à operação correspondente à minha reserva. Acresce ainda que, ao longo do histórico de comunicações, a agência continuou sempre a referir e a trabalhar sobre o valor inicialmente contratado da viagem, tendo o agravamento surgido posteriormente como um ajuste adicional comunicado apenas por e-mail, sem emissão de documentação contratual atualizada ou suporte específico que permitisse validação objetiva do novo montante total apresentado ao cliente. Adicionalmente, verificou-se comunicação faseada e pouco clara ao longo do processo, nomeadamente: * referência ao prazo de pagamento até 19 de maio, apesar da referência Multibanco ter sido enviada apenas no próprio dia 19 de maio, às 14h45; * procedimentos associados ao pagamento noutras lojas apenas comunicados posteriormente; * sucessivas alterações ou esclarecimentos relativamente ao enquadramento do agravamento comunicado; * pressão para regularização imediata do montante adicional sob indicação de eventual cancelamento da viagem por falta de pagamento. Importa ainda referir que o pagamento do valor adicional foi efetuado apenas para salvaguardar a manutenção da reserva e evitar o cancelamento da viagem, não constituindo concordância quanto ao fundamento ou validação do agravamento aplicado. Não contesto necessariamente a existência legal de mecanismos de atualização de preço em viagens organizadas. Contudo, considero que a ausência de documentação específica de suporte ao agravamento comunicado, associada à forma como a informação foi sendo transmitida ao longo do processo, não permitiu uma validação clara, transparente e objetiva do montante adicional exigido ao cliente. Solicito, assim, apreciação da presente situação e validação da conformidade da atuação adotada relativamente à fundamentação, transparência e informação disponibilizada ao cliente no âmbito do agravamento aplicado à reserva em causa.

Encerrada

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