Reclamações públicas
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Prazos
Perante este cenário de total inércia, falta de comunicação e desrespeito pelos prazos legais, que se prolonga há mais de um mês e meio após a entrega do equipamento, não resta qualquer confiança na vossa capacidade ou vontade de assegurar os direitos que a lei me confere. Assim, e nos termos legais aplicáveis, EXIJO: A resolução imediata do contrato de compra e venda. O reembolso integral do valor total pago, no montante de 1.729,00 € (valor do equipamento: 1.590,00 € + valor da mala de transporte essencial para a sua correta proteção: 139,00 €), cujos comprovativos anexo. 4. Conclusão: Esta reclamação serve de último aviso antes de avançar com todas as ações legais e judiciais ao meu dispor, incluindo a participação às entidades de fiscalização e a instauração de processo para ressarcimento integral dos montantes em dívida, com os juros legalmente previstos, sem prejuízo de reclamar os danos morais a que tal procedimento dá lugar. Aguardo a vossa resposta urgente e a confirmação do reembolso no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis. Com os melhores cumprimentos, Bruno Varela 914955108 varicapvarela@gmail.com
Encomenda não entregue
Exmos Senhores, No dia 19 de dezembro entreguei uma encomenda dirigida a San Sebastian. Fazendo o seguimento, online, verifico que está na central em San Sebastian há vários dias e que não sai de lá . Tentei saber com que número podia ser seguida em Espanha, para tentar resolver a situação,uma vez que o que foi atribuído em Portugal não funcionava, deram-me um número que , também está errado. Reclamei dia 7 , telefonicamente com os serviços competentes. Disseram que a resposta me seria comunicada por email. Voltei a ligar 24 horas depois, disseram-me que tinha que aguardar.Ao fim de 48 horas está tudo igual, como se não houvesse formas expeditas de comunicação entre Portugal e Espanha. Tamanha falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente é chocante. Jamais voltarei a utilizar CTT Express. Maria de Jesus Ramalho
Reclmação ao Stand do Sr.Ramiro
Venho por este meio informar o meu desagrado na compra do meu carro no Stand do Senhor Ramiro, o mesmo na época da compra afirmou que o carro era um carro econômico que não consumia muito, iniciamos com a compra no mês de Agosto, o carro que ficou com uma prestação de 265€ por mês. Após a compra do carro, no mês seguinte (Setembro) o carro começou a pedir óleo, contactamos com o proprietário do Stand ( Ramiro ) o mesmo indicou para irmos ao mecânico resolver a situação e assim foi, fomos ao mecânico por o óleo fizeram a revisão ao carro e meteram óleo para fazer 10.000kms e o serviço ficou concluído. Mês seguinte (Outubro) o carro fez 2.000kms voltou a pedir óleo novamente, voltamos a contactar com o proprietário do stand e novamente indicou para irmos ao mecânico e assim o fizemos, os mecânicos afirmaram que não era normal o carro estar a pedir mudança de óleo a 2.000kms a 2.000kms, voltamos a contactar o dono do stand e o mesmo chegou-se a frente, a afirmar que iria resolver o problema assim foi, inicialmente resolveu o problema que foi mudança de um retentor e feito a mudança de óleo para 5.000kms, mesmo assim no mês seguinte (Novembro) o carro torna a fazer os 2.000kms e volta a pedir óleo novamente, voltamos a contactá-lo e o mesmo muda de opinião ao dizer que era normal o carro estar a pedir óleo a 2.000kms a 2.000kms e os mecânicos afirmam que não era normal. No mês seguinte (Dezembro) o carro volta a fazer os 2.000kms e volta a pedir óleo contactamos novamente com o proprietário do Stand e voltou a dizer para irmos ao mecânico para voltar a por óleo só que dessa vez meteu um 1L de óleo e os mecânicos informam novamente que não era normal o carro estar a pedir óleo mês a mês e dessa vez o mecânico por qual fui atendido aconselhou-me que se o carro acende-se a luz vermelha do óleo para eu encostar o veículo imediatamente para não danificar o motor do veículo, também me informa-me que o cabo de cablagem estava queimado que iria ser necessário uma troca de um cabo novo e indicou me em regressar dia 5 de janeiro de 2026 ao mecânico, mas entretanto não fomos porque tenhamos compromisso com o proprietário do stand nessa data para resolver a situação e fazer troca por outro veículo no entanto iriamos trocar por outro veículo mas acabou por ficar sem efeito porque o orçamento dessa prestação iria aumentar 94€, a prestação ficava nos 359€ logo fugia do meu orçamento de 265€ mensais, o mesmo disse que não podia fazer nada porque a minha dívida era maior do que o preço do veículo, o qual que custou 17.500€ e a dívida nesse momento está nos 18.400€ devido aos juros que ambos sabemos que é normal, ainda propôs entregar o veículo e pagar a diferença e não trazer nenhum em troca o mesmo disse que era possível mas só que não tenha interesse em compra-lo de volta. Entretanto como no dia 5 de janeiro não pode comparecer devido ter compromisso com o proprietário do stand fui no dia 7 de janeiro de 2026 dirigi-me novamente ao mecânico que recusou-se ao fazer o atendimento para não me prejudicar, ao dizer que não podia mexer nem fazer algum serviço para eu não perder a garantia do veículo que tinha de ter a permissão do Sr.Ramiro para fazer seja o que fosse no carro, logo de seguida convidaram me a entrar na oficina para me mostrar o manual que o Ramiro tenha mandado a eles (Mecânicos) após terem me mostrado o manual mudaram de opinião ao dizer que era normal estar a pedir óleo a 2.000kms a 2.000kms sendo que sempre afirmaram que não era normal sempre que o proprietário do stand dizia que era, lembrando que são os mecânicos desse stand. Fora desse problema de óleo, ainda tem outros problemas como a ventoinha disparava e só parava depois de esgotar com a bateria do veículo entretanto contactamos o proprietário do stand em que logo por sua iniciativa veio buscar o veículo a minha residência e resolveu o problema, ou não porque desde de então a ventoinha nunca mais disparou, tanto ele tanto os mecânicos dizem ser normal não estar a disparar sendo que antes disparava para poder fazer o arrefecimento do veiculo , como também o reservatório tá cheio na sua medida habitual de agua e pede para ser abastecido porque no painel do carro aparece o sinal de refrigeração e fui esclarecer com o mecânico para me esclarecer essa duvida e ele responde que era normal que não deveria me preocupar-me logo que não ultrapassa-se a meia barra do aquecimento do carro no painel que não tinha problema, e ainda após de um mês ter o carro na minha posse pede para mudar as pastilhas de travão em que ele diz que o carro não é novo e que não tem culpa . Lembrando que das 4 vezes que o veículo foi ao mecânico só paguei 1 vez logo o proprietário do stand tem a outras 3 faturas. Por essas razões não estou satisfeita com esse veículo.
deficiente na regulação de ar no interior do veiculo
Problema de entrada de ar no interior da viatura (peugeot 3008GT Hybrid BO43PL) comprado a em 2024. Queixa com a oficina da peugeot em Setubal, confrontação no inverno de 2025 e no inverno de 2026. O problema continua e a resposta que obtive é de que é normal esta entrada de ar. Não é possivel aceitar esta resposta do concessionário da marca quando o mesmo constata que realmente existe uma entrada de ar do exterior (em tempos frios é insuportável conduzir pois o pé direito fica gelado) e que é normal nos peugeot. Tive conversa com um outro cliente que comprou um vieculo igual mas mais novo meses e que não tem este problema, Já efetuei queixa no apoio ao cliente da Peugeot mas a resposta foi de que não existe nada a fazer pois a concessionária não diagonosticou nenhum problema. Como posso garantir que não exita algo de deficiência na montagem? Gostaria de ajuda. Obrigado
Reclamação – Impossibilidade de movimentação de fundos próprios em conta bancária (BPI)
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação que considero abusiva e injustificada por parte do Banco BPI, solicitando o vosso apoio e esclarecimento. Sou titular de uma conta bancária no Banco BPI, a qual se encontra atualmente ativa, embora limitada ao modo “apenas consulta”, por não operar a mesma há algum tempo. Recentemente, por lapso, efetuei um levantamento de fundos no valor de 80€ a partir da plataforma Betclic para essa conta BPI. O montante foi corretamente creditado na conta. No entanto, ao tentar transferir ou movimentar o valor para outra conta da minha titularidade, verifiquei que tal não é possível devido às limitações impostas à conta. Contactei o apoio ao cliente do Banco BPI, que me informou que teria de efetuar uma nova adesão aos canais digitais. Contudo, foi-me igualmente transmitido que, mesmo com essa adesão, não me seria garantida a possibilidade de movimentar o dinheiro, o que considero incompreensível. Estamos a falar de fundos que são exclusivamente meus e que se encontram retidos numa conta bancária ativa, sem que me seja dada uma solução imediata e eficaz para aceder ou dispor do meu próprio dinheiro. Esta situação parece-me desproporcionada e potencialmente violadora dos direitos do consumidor, uma vez que o banco aceita a entrada de fundos, mas impede a sua livre movimentação, sem apresentar uma alternativa clara e célere. Considero que o Banco BPI deveria permitir, no mínimo, uma das seguintes opções: a movimentação do montante para outra conta da minha titularidade; o levantamento do valor ao balcão; ou a transferência do saldo aquando do eventual encerramento da conta. Assim, solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar esta situação, esclarecer a legalidade da atuação do banco e, se possível, apoiar-me na resolução deste problema, de forma a poder aceder aos meus fundos sem entraves injustificados. Com os melhores cumprimentos, Diogo Santos.
Devolução de produto com defeito
Fiz reclamação de um desumidificador que comprei e não cumpre com o que promete, vieram buscar para testa- lo. Me informaram agora que o produto não está avariado, e ainda estão a cobrar a entrega. Fui atendida muito mal, fiquei a horas à espera, e sempre desligavam o telemóvel. Simplesmente um descaso com o consumidor.
Entrega de um artigo errado
Exmos. Senhores, Realizei uma encomenda do site "https://sapatoscorreia.com/" onde foi encomendado umas botas tamanho 40 e o método de pagamento ter sido á cobrança. Ao chegar a encomenda verifiquei que não era o artigo que eu pedi nem sequer o tamanho estava correto. Após entrar em contacto com a marca disseram-me que não era possível realizar a trocar devido ás suas políticas de privacidade e que estava explicito anteriormente. Isto não é de todo verdade pois ao ler as políticas de privacidade da marca reparei que diziam implicitamente o contrário como é possível perceber pelas fotos anexadas. Vou deixar também anexado todo o diálogo com eles por email e os artigos que não constavam na minha encomenda que foi enviado por eles. Pedia que me pudessem resolver esta situação o quanto antes pois tratou-se de uma prenda de natal ao qual me trouxe um grande transtorno.
Objeto ainda não entregue
Desde o dia 02 de janeiro estamos com dificuldade em confirmar o recebimento na Itália do objeto em meu nome. A embalagem não contém ABSOLUTAMENTE nenhum item perigoso, pelo contrário, são instrumentos musicais da minha filha e peluches. A loja CTT do centro da Maia não consegue identificar o real status do envio e pediu que fossemos ao centro de distribuição de Perafita que também não foi relevante quanto as informações sobre o recebimento. As pessoas que trabalham na loja CTT Maia não tem a instrução e autonomia mínima para solução, a loja é sempre lotada e nada é resolvido. Solicito simplesmente que o objeto seja entregue o quanto antes, pois na próxima semana já não estarei mais em Portugal e um simples envio está me causando esse transtorno.
Abandono de obra e incumprimento contratual
Apresento esta reclamação no âmbito de um contrato de empreitada celebrado com um franchisado da marca MELOM / Querido Mudei a Casa – Obras, para a realização de obras de reabilitação na minha habitação. O empreiteiro responsável pela obra abandonou os trabalhos antes da sua conclusão, não cumpriu os prazos acordados, deixou o imóvel inabitável e cessou praticamente toda a comunicação, apesar de terem sido efetuados pagamentos significativos. Face à gravidade da situação, recorri diretamente à administração da MELOM, que acompanhou parcialmente o processo através de visitas técnicas, mas que acabou por informar que o franchisado em causa teve o contrato de franchising rescindido por incumprimento. Apesar desse facto, os prejuízos para mim enquanto cliente já estavam consumados, tendo sido obrigada a suportar custos adicionais elevados, nomeadamente rendas e encargos bancários, bem como despesas relacionadas com a segurança e salubridade do imóvel. Considero que a atuação do franchisado, associada à utilização da marca durante todo o processo, gerou uma expectativa legítima de segurança e acompanhamento que não se concretizou, deixando-me numa situação de grande vulnerabilidade enquanto consumidora. Solicito o apoio da DECO PROTESTE na análise desta situação, no enquadramento dos meus direitos e na avaliação da responsabilidade da marca no âmbito do modelo de franchising utilizado.
Encomenda não entregue
Comprado e pago em 29 122025 Com indicação de envio em 24/48 horas e indicação de entrega ao domicílio. Consta na fatura que está em trânsito desde essa data para entrega num ponto ctt e sem informação adicional hoje 9 01 2026 ainda não foi entregue. Agradeço ajuda
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