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Cancelamento impede acesso a subscrição já paga
Exmos. Senhores, Após contacto convosco, via chat, venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao cancelamento de uma subscrição partilhada através da Sharesub. A subscrição referente ao mês de setembro já se encontrava integralmente paga. No dia 1 de setembro procedi ao cancelamento da subscrição, tendo sido posteriormente informada de que o cancelamento deveria ter sido efetuado antes do início do mês para evitar a cobrança/perda do período seguinte. No entanto, considero esta situação manifestamente injusta e solicito que seja revista. Se o valor correspondente ao mês de setembro já foi pago, não considero aceitável que, simplesmente por ter efetuado o cancelamento no dia 1, me seja imediatamente retirado o acesso ao serviço sem qualquer reembolso e sem possibilidade de usufruir do período que já foi pago. O cancelamento de uma subscrição deveria impedir a renovação/cobrança do período seguinte, mas não deveria significar a perda imediata de um período de utilização que já foi integralmente pago. Caso contrário, estou a pagar por um serviço que não posso utilizar. Compreendo que possam existir regras específicas relativamente ao prazo para cancelamento, mas essas regras não devem resultar numa situação em que o cliente fica simultaneamente sem o valor pago e sem o serviço correspondente a esse pagamento, especialmente quando o cancelamento ocorreu apenas no início do período já pago. Assim, solicito: A reposição do meu acesso à subscrição até ao final do período já pago, ou seja, até 30 de setembro; ou, caso tal não seja possível, O reembolso proporcional do período que não me é permitido utilizar. Considero que esta situação deve ser corrigida de forma a garantir que o cliente não fica a suportar o custo de um serviço que lhe foi retirado antes do final do período contratado e pago. Aguardo uma resposta e a respetiva resolução da situação. Com os melhores cumprimentos.
cobrança indevida de valor por rescisão de contrato
bom dia venho por este meio fazer a minha reclamação enquanto cliente insatisfeito da MEO. após fazer contrato com esta operadora foi me dito que no prazo máximo de 6 meses seria trocado o serviço de satélite para fibra. passou quase um ano e nada mudou, fiz reclamações via chamada , via cliente MEO por o serviço de internet não estar a cumprir os parâmetros contratados e não passar a velocidade dos 10 MBPS. Na qual me dizem que não tem melhoria de serviço na minha zona , na qual digo que vou então ter que mudar de operadora uma vez que a operadora NOS disponibiliza para a minha casa o serviço de fibra, em que a menina de atendimento me diz que sim, que tenho todo o direito uma vez que não funciona bem a internet. Fiz então o cancelamento na área de cliente e passado dois dias sou contactado a dizer que iria receber uma carta com o cancelamento mas que iria ser cobrado o valor por incumprimento de prazo do contrato e ainda me dizem que para não pagar teria que ficar então com o contrato de televisão uma vez que funciona bem. Mas cabe na cabeça de alguém eu ser obrigado a pagar e a manter um serviço que funciona mal ou não funciona para não pagar indemnização? Dirigi-me então a uma loja da MEO expliquei a situação mostrei todas as capturas de ecra com os speedtest e o senhor diz que o serviço é uma vergonha e que tinha o total direito de rescindir contrato sem penalização mas que ele não pudia fazer nada que tinha que ser mesmo com MEO. Ligo então mais uma vez e atende uma senhora que me diz que não posso cancelar o serviço e que se a internet funciona abaixo dos 10 de velocidade não tem culpa mas ao menos está a funcionar. Agradeço ajuda na situação e saber se é legal o que a MEO está a fazer ao me obrigar a pagar a indeminização uma vez que TENHO UM SERVIÇO QUE NÃO ESTÁ A FUNCIONAR COM CONTRATADO.
Cobrança do seguro anual com aumento do valor sem comunicação prévia
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida com o ginásio Fitness UP, onde sou sócia. No ano anterior, foi-me cobrado o valor de 12,50 € referente ao seguro anual. Este ano, foi efetuada uma cobrança de 17,50 €, correspondente ao mesmo seguro, representando um aumento de 5,00 €. A cobrança de 17,50 € foi efetuada separadamente da cobrança habitual do ginásio. No mesmo dia foram realizados dois movimentos distintos na minha conta bancária: um de 17,60 €, correspondente à cobrança habitual, e outro de 17,50 €, correspondente ao seguro anual. O meu principal problema não é apenas o aumento do valor, mas sobretudo o facto de não ter sido previamente informada dessa alteração nem do novo valor que iria ser debitado. Não recebi qualquer comunicação individual através de e-mail, SMS, telefone ou outro meio que me informasse previamente de que o seguro anual passaria de 12,50 € para 17,50 €. No contrato que celebrei com o Fitness UP não encontro indicação do valor do seguro anual, nem uma indicação clara que me permita perceber em que condições ou mediante que procedimento esse valor pode ser alterado. Só tive conhecimento de que o valor tinha aumentado quando consultei os movimentos da minha conta bancária e verifiquei o débito de 17,50 €. Perante esta situação, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, solicitando, entre outros aspetos, a devolução da diferença de 5,00 €. Entretanto, o Fitness UP respondeu à reclamação, apresentando a seguinte justificação: "Agradecemos o seu contacto e lamentamos o desagrado causado pela alteração do valor do seguro anual. Gostaríamos de esclarecer que houve uma atualização da tabela de preços. No entanto, o valor da mensalidade manteve-se sem qualquer alteração. A alteração verificou-se apenas relativamente ao valor do seguro anual, que passou a ser de 17,50€. A informação relativa à atualização do valor do seguro encontrava-se afixada na receção do ginásio, estando assim disponível para consulta pelos nossos sócios. Compreendemos, contudo, a sua insatisfação por ter tomado conhecimento do novo valor através do movimento bancário e lamentamos o transtorno que esta situação lhe possa ter causado." Considero esta resposta insuficiente, uma vez que a empresa confirma que a alteração do valor do seguro ocorreu, mas apenas refere que a informação estava afixada na receção do ginásio. No meu caso, não tive conhecimento dessa informação antes da cobrança. A entrada para o ginásio é junto à receção, mas não existe necessidade de passar diretamente em frente ao balcão para entrar nas instalações, pelo que não me apercebi da existência de qualquer aviso. Além disso, a própria resposta do Fitness UP reconhece expressamente que tomei conhecimento do novo valor através do movimento bancário, ou seja, apenas depois de a cobrança ter sido efetuada. Gostaria, por isso, de saber se, do ponto de vista dos direitos do consumidor, a simples afixação de um aviso na receção do estabelecimento pode ser considerada comunicação prévia adequada de uma alteração do valor de uma cobrança anual, particularmente quando essa cobrança é efetuada automaticamente e de forma separada da mensalidade habitual. Gostaria também de saber se, não estando indicado no contrato o valor do seguro anual nem, aparentemente, um mecanismo claro para a sua atualização, o ginásio pode proceder unilateralmente a esta alteração e efetuar a cobrança do novo valor sem uma comunicação prévia dirigida ao consumidor. Já solicitei a devolução dos 5,00 € correspondentes à diferença entre o valor anteriormente cobrado e o valor atualmente cobrado, mas a resposta apresentada pelo Fitness UP não contempla qualquer devolução nem esclarece estes aspetos. A reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico encontra-se atualmente em análise. Assim, agradeço à DECO PROteste que me possa esclarecer: 1. Se o procedimento adotado pelo Fitness UP relativamente à alteração do valor do seguro anual e à sua comunicação é compatível com a legislação de defesa do consumidor; 2. Se a afixação de informação na receção pode ser considerada suficiente como comunicação prévia de uma alteração deste tipo; 3. Se a inexistência, no contrato, de indicação do valor do seguro ou de uma cláusula clara relativa à sua atualização é relevante para a validade desta alteração; 4. Se tenho fundamento para exigir a devolução dos 5,00 € cobrados adicionalmente; 5. E quais os próximos passos que recomendam para fazer valer os meus direitos perante o Fitness UP. Tenho disponíveis o contrato, os comprovativos dos débitos bancários e a reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico, bem como a resposta entretanto apresentada pelo Fitness UP, podendo facultar esses documentos para análise. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento. Com os melhores cumprimentos, Sofia Figueiredo
Refª Worten 18609415
Exma Apoio Clientes da Worten, Na sequência da vossa comunicação, na qual me foi inicialmente confirmado que a correção dos danos seria realizada no dia 21/08/2026, entre as 09h00 e as 13h00, venho manifestar formalmente a minha profunda insatisfação com a forma como esta situação tem sido tratada. Apesar da garantia dada pela vossa equipa de que não existiriam falhas, o agendamento do dia 21/08 não foi cumprido. Posteriormente, foi indicada uma nova data, 29/08/2026, que, mais uma vez, não foi cumprida. O que considero ainda mais grave é que, relativamente ao incumprimento do segundo agendamento, nem sequer me foi prestada qualquer satisfação, explicação ou contacto por parte da vossa equipa. Considero esta situação inaceitável, principalmente porque se trata de uma intervenção que já foi agendada e confirmada por mais do que uma vez, sem que até ao momento tenha sido efetivamente realizada. Face ao sucessivo incumprimento e à ausência de qualquer esclarecimento, informo que, caso esta situação não seja resolvida de forma imediata, irei avançar com uma reclamação junto da DECO, bem como recorrer aos restantes meios de defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Solicito, por isso, uma resposta urgente, por escrito, com uma explicação concreta para o sucedido e a indicação de uma data definitiva para a realização da intervenção, que deverá ser efetivamente cumprida. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Perpétua Guimarães
Inexistência de saneamento
Exmos. Senhores Desde há mais de 60 anos que vivo nesta casa, Sempre paguei os serviços relacionados com o saneamento, mesmo quando nem existia! Desde que existe, esta casa nunca teve direito a esse serviço, mesmo sendo pago mensalmente e em conformidade, Chega de abuso! É uma vergonha, uma sonegação de direitos, um atentado à saúde, aquilo a que me sujeito diariamente! Tenho 87 anos e tenho que fazer as necessidades num balde para despejar, não posso tomar banho sem ter que posteriormente despejar a água suja manualmente, não posso lavar a loiça sem o receio de a água despejada fazer retorno, e com isso danificar e sujar todo o piso! Estamos em 2026, mas nesta rua parece que ainda vivemos na era medieval! Ou tratam deste problema de imediato, ou irei tratar eu, via JUDICIAL!
Encomenda veio com as molas partidas do colchão
Bom dia venho por este meio fazer uma reclamação da parte da Temu ! Encomendei um colchão na qual estou a precisar a muito tempo! Veio fiquei toda feliz por ter chegado mas ainda não tinha visto o problema desembalei para ele encher! Estive fora 16 horas e vejo o que ?! Que o colchão ao ir me deitar nele que ele estala as molas por baixo e na lateral as molas sentem se ! Não estão em sacadas ! Estão dobradas nota se é a minha filha de um 1 anos aleijou se !!! A raspar as costas na lateral do colchão !! Já reclamei umas 13 vezes estão me sempre a tirar bilhete dizem sempre que não reembolsam mesmo devolvendo o colchão negam me !!! O vendedor da loja e os chat ao a vivo a mesma coisa andam a dizer sempre vou deportar o acontecimento e nada quer que tire sempre fotos e dizem que é não nítido quando é bem nítido ! Mandei um vídeo a fazer os barulhos !!! Mandei do colchão inteiro ! Das laterais e da parte de trás !!! E da etiqueta como dizem que não parece o colchão ?’ É só desculpas e eu quero o meu reembolsam que estão me sempre a negar estou nisto desde o primeiro dia que veio !! O vendedor é o icho house
Avaria carro
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO numa situação que considero extremamente grave e prejudicial enquanto consumidora, relacionada com o meu Renault Captur, matrícula AT-20-VR, adquirido em agosto de 2023 nas instalações da Motorpor de Évora. Trata-se de uma viatura de 2022, que anteriormente tinha sido utilizada como veículo de serviço. A situação teve início em maio de 2025, quando a viatura ainda se encontrava dentro do período de garantia. Nessa altura, a 2.ª mudança ficou bloqueada e comuniquei imediatamente o sucedido por email ao vendedor da viatura, Armindo CuCo, que atualmente me indicou que não viu o meu e-mail porque não consegue dar atenção a tudo o que recebe. Penso que essa resposta é a falta de interesse em ajudar indicam como os serviços da Motorpor de Évora se encontram. Inclusive porque no ato da venda fui informada de certos serviços que poderia usufruir caso completasse os 3 anos de revisão na marca, que se prolongaria para 5 anos. Afinal, agora que necessito de ajuda todos mostraram desinteresse e até afirmaram que as coisas são ditas de boca e que não podemos seguir à regra tudo. Tenho esse email e posso comprovar que a anomalia foi comunicada dentro do período de garantia (dentro dos 3 anos). Posteriormente, próximo da revisão periódica, o problema voltou a manifestar-se, desta vez com dificuldade em retirar a marcha-atrás. Informei expressamente a oficina da Motorpor e pedi que a situação fosse analisada. No entanto, segundo me foi transmitido, limitaram-se a experimentar o veículo e, como a anomalia não se manifestou naquele momento, informaram-me que não tinham detetado qualquer problema. Considero que esta situação deveria ter sido analisada de forma mais aprofundada, uma vez que já existia uma comunicação anterior sobre uma anomalia semelhante e tratava-se de um problema intermitente. Em junho de 2026, a situação agravou-se significativamente. Enquanto conduzia, não consegui retirar a mudança engrenada e, depois de conseguir libertá-la, o veículo deixou de permitir engrenar qualquer mudança com o motor ligado. Por questões de segurança, deixei de utilizar a viatura e acionei a assistência em viagem. O veículo deu entrada na oficina da Motorpor de Évora no dia 22/06/2026. A partir desse momento iniciou-se uma situação que considero completamente inadmissível. Durante semanas, não fui contactada pela oficina para ser informada sobre o estado da viatura. Fui sempre eu quem teve de insistir, telefonar e deslocar familiares à oficina para tentar obter informações. Entre os dias 29/06 e 03/07 procurei repetidamente obter informações, tendo apenas conseguido ser atendida no final do dia 03/07. Foi-me dito que estavam a realizar testes e que ainda não tinham identificado a avaria. Chegaram inclusivamente a dizer-me que, caso necessitasse do carro, o poderia ir buscar, apesar de a avaria ainda não estar identificada ou resolvida. Mais tarde, nesse mesmo dia, fui novamente contactada e informada de que a viatura tinha, afinal, apresentado a avaria nas instalações da oficina. No dia 07/07/2026, dois familiares meus deslocaram-se à oficina para tentar obter informações, tendo-lhes sido dito que estavam a tentar compreender melhor a avaria e que eu seria contactada até ao final dessa semana. Esse contacto nunca aconteceu. No dia 20/07/2026, ligaram a informar de que poderia ir buscar o carro, sendo que nunca indicaram a avaria nem o orçamento. No dia 21/08/2026, levantei a viatura após ter pago 152,03€ por uma intervenção realizada pela Motorpor. Levantei o carro por volta das 10h30. Contudo, aproximadamente às 14h30 do mesmo dia, tive de voltar a entregá-lo na oficina porque continuava a apresentar o mesmo problema. Considero extremamente grave ter pago uma reparação que não resolveu a avaria e ter ficado novamente sem a viatura apenas algumas horas depois. No dia 31/07/2026 fui contactada pela Motorpor para dar autorização para uma intervenção na caixa de velocidades, tendo dado imediatamente a autorização solicitada. Contudo, após essa data, voltei a não receber qualquer informação sobre o veículo. No dia 24/08/2026, desloquei-me pessoalmente à oficina e fui informada de que a caixa de velocidades ainda nem sequer tinha sido desmontada. Posteriormente, no dia 01/09/2026, fui novamente informada de que continuavam sem realizar qualquer intervenção na caixa de velocidades. Neste momento, a viatura encontra-se na oficina há mais de dois meses e, segundo a informação que me foi prestada, continuam sem efetuar a intervenção na caixa de velocidades que autorizei no dia 31/07/2026. Esta situação está a causar-me enormes transtornos pessoais, profissionais e financeiros. Necessito diariamente de uma viatura para me deslocar para o trabalho, uma vez que não resido na mesma localidade onde trabalho, e para as minhas restantes deslocações pessoais. Não disponho de outro veículo. Durante este período, apenas tive direito a cinco dias de veículo de substituição através do seguro. A Motorpor nunca me apresentou uma solução alternativa, apesar de ter conhecimento da minha necessidade diária de transporte. Como consequência, fui obrigada a alugar viaturas com o meu próprio dinheiro. Inclusive, tive um período de férias que não consegui usufruir devidamente devido à falta de transporte e aos custos que fui obrigada a suportar para conseguir deslocar-me. Considero que não devo ser responsabilizada pelos custos resultantes desta situação. Comuniquei a anomalia ainda durante o período de garantia e voltei a reportá-la posteriormente à oficina. Na minha perspetiva, o facto de a avaria ter sido inicialmente intermitente não pode prejudicar-me, sobretudo quando procurei atempadamente obter uma solução. Também considero que devem ser analisados os custos que já suportei, nomeadamente: * Os 152,03€ pagos por uma intervenção que não resolveu a avaria; * Os custos suportados com o aluguer de viaturas; * Os restantes prejuízos diretamente resultantes da indisponibilidade prolongada da minha viatura. *Ser indemnizada por todo o transtorno. Já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Online e continuo a tentar obter uma solução diretamente junto da Motorpor e da Renault. Contudo, até ao momento, não obtive uma resolução efetiva. Assim, solicito o apoio e a intervenção da DECO para que seja analisada esta situação e para que a Motorpor e a Renault sejam chamadas a esclarecer as suas responsabilidades. Pretendo, em particular: 1. Que seja efetuada uma reparação correta, definitiva e urgente da viatura; 2. Que seja analisada a responsabilidade pela reparação, tendo em consideração que os primeiros sintomas foram comunicados durante o período de garantia; 3. Que seja revisto o valor de 152,03€ que paguei por uma intervenção que não resolveu a avaria; 4. Que sejam analisados os custos que tive de suportar com o aluguer de viaturas devido à ausência de uma solução alternativa; 5. Que seja prestada uma resposta concreta sobre o motivo pelo qual a viatura permaneceu mais de dois meses na oficina sem uma resolução efetiva e sem que a intervenção autorizada na caixa de velocidades tivesse sido realizada; 6. Que seja encontrada uma solução com a maior brevidade possível, pois continuo sem o meu único meio de transporte. 7. Ser indemnizada por todo o transtorno. Tenho na minha posse documentação e provas que podem comprovar toda a situação, incluindo o email enviado durante o período de garantia, as comunicações posteriores, os emails trocados com a Motorpor, o comprovativo do pagamento de 152,03€, bem como outros documentos relacionados com os custos que fui obrigada a suportar. Agradeço, assim, a intervenção e orientação da DECO para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Lopes Paulino Belo Janeiro
Pedido de garantia sem resposta desde 23/07/2026
No dia 23 de julho de 2026, apresentei à Deporvillage um pedido de garantia relativo a umas sapatilhas adquiridas através da plataforma, que apresentam um buraco na parte da frente. As sapatilhas têm menos de um ano de utilização e não atingiram os quilómetros máximos indicados pelo fabricante para o produto. Na sequência do pedido de garantia, enviei à Deporvillage todas as fotografias e informações que me foram solicitadas para análise do defeito. Desde 23 de julho de 2026, não obtive qualquer decisão relativamente à aceitação ou rejeição da garantia. Apesar dos vários contactos efetuados, a empresa limita-se a enviar respostas genéricas, indicando que devo aguardar e que estão a trabalhar para obter uma resposta, sem apresentar uma decisão concreta nem indicar um prazo efetivo para a resolução do processo. No dia 31 de agosto de 2026, voltei a contactar a Deporvillage, manifestando expressamente o meu descontentamento com a demora e informando que, caso continuasse sem uma resposta, iria apresentar uma reclamação. Até à presente data, 2 de setembro de 2026, continuo sem qualquer decisão sobre o pedido de garantia. Considero que o período decorrido desde a apresentação do pedido, tendo já fornecido toda a documentação e fotografias solicitadas, é excessivo e está a prejudicar os meus direitos enquanto consumidor. Disponho de todos os comprovativos, incluindo fatura/recibo da compra, fotografias do defeito, emails enviados e respostas recebidas pela Deporvillage, que poderei apresentar para comprovar os factos acima descritos.
Fraud and Breach of Contract
Exmos. Senhores, Sou titular da reserva com o ID 6139544914, efetuada na plataforma Booking para o Hôtel du Jardin des Plantes, em Paris (França), com estadia prevista de 19 a 22 de novembro de 2026, no valor contratado de € 262,62, em regime pré-pago com pagamento direto no alojamento. Após realizar a reserva, fui confrontado com mensagens fraudulentas através do chat oficial da Booking.com. Ao contactar o apoio ao cliente, foi-me confirmado verbalmente que a página do referido hotel tinha sido pirateada e que a Booking.com iria tratar da realocação manual do meu processo, garantindo a tarifa contratada. No entanto, no dia de hoje, 2 de setembro de 2026, recebi um comunicado oficial emitido pela gerência do próprio hotel real no chat da aplicação, informando que a página continua comprometida, que as reservas efetuadas não são válidas e que a propriedade não garante o alojamento. Para agravar a situação, o assistente (Emanuel L.) informou-me ontem, de forma totalmente leviana e inadmissível, que eu não me deveria preocupar e que, "no pior dos cenários, se ao chegar a Paris no dia 19 de novembro a reserva não constar no hotel, a Booking.com fará a realocação na hora". Não bastando a extrema incompetência desta resposta, o mesmo assistente tentou ainda descartar a responsabilidade da plataforma sugerindo que "a reserva é perfeitamente cancelável e que eu poderia simplesmente cancelá-la se quisesse". Recusei firmemente essa tentativa de coerção. Como profissional com vasta experiência na gestão de alojamento turístico, conheço perfeitamente os meus direitos. Efetuei a compra de total boa-fé, a reserva consta como "CONFIRMADA" no vosso sistema e exijo o cumprimento completo do contrato celebrado. Considero a postura do suporte uma quebra grave dos deveres de assistência e uma profunda falta de respeito pelo consumidor. É absolutamente inaceitável que a Booking.com sugira que um cliente realize uma viagem internacional com a incerteza de ter um teto onde dormir, ou que tente empurrar o cliente para um cancelamento voluntário apenas para camuflar as falhas de segurança e os erros operacionais da própria plataforma. A Booking.com tem a obrigação legal e solidária de mitigar o risco e garantir a minha estadia antes do início da viagem. Exijo, por isso, a intervenção imediata para que me seja fornecida: A confirmação definitiva, formal e por escrito (emitida diretamente pelo sistema central da Booking.com e validada pelo hotel real) de que o meu quarto está garantido no Hôtel du Jardin des Plantes ou, caso não haja vaga por via do ataque informático, a minha realocação antecipada e imediata num hotel de igual ou superior categoria estritamente dentro do 5º Arrondissement de Paris, mantendo escrupulosamente a tarifa contratada de € 262,62. A inclusão imediata do nome da segunda hóspede na respetiva reserva.. Recuso-me a aceitar mais respostas automáticas, telefonemas que caem a meio do atendimento ou sugestões abusivas para "cancelar" ou "esperar pelo dia da viagem". Exijo uma resolução clara, formal e por escrito. No aguardo de uma resposta célere. Rogério Filho
Encomenda não enviada e ausência de resposta – pedido de cancelamento e reembolso
Prezados , No dia 13/08/2026 efetuei a encomenda n.º #2170PT, no valor de 77,66 €, através da empresa Meu Brasil Online (LOUBR EUROPA, UNIPESSOAL LDA), tendo o pagamento sido realizado. Após contactos anteriores, fui informada pela empresa de que a encomenda seria enviada no início da semana passada e que receberia o respetivo código de rastreio assim que fosse expedida. No entanto, a encomenda continua sem ser enviada e não recebi qualquer código de rastreio nem uma nova previsão concreta para a expedição. Na segunda-feira voltei a contactar a empresa por e-mail, solicitando informações sobre o estado da encomenda, o motivo do atraso e uma previsão concreta para o envio. Até ao momento, não recebi qualquer resposta efetiva, apenas uma resposta automática. Acresce que, atualmente, o próprio website da empresa informa que está temporariamente indisponível e que não está a aceitar novos pedidos. Perante o atraso, a ausência de expedição e a falta de uma resposta concreta por parte da empresa, já não tenho interesse em aguardar pelo envio da encomenda. Solicito, por isso, o cancelamento da encomenda n.º #2170PT e o reembolso integral dos 77,66 € pagos. Tenho disponíveis a confirmação da encomenda, o comprovativo de pagamento e o histórico das comunicações realizadas com a empresa, caso sejam necessários para comprovar a situação.
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