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Encomenda online que não chega
Fiz uma encomenda online no site da guess.eu dia 26 de Novembro e ainda não a recebi. No rastreamento da mesma,diz que está na empresa correos express em Barcelona desde o dia 16 de Dezembro. Já liguei para a guess mas só falam inglês e eu não entendo. A correos express diz que não se responsabiliza. Não sei o que fazer.
Extensão garantia
MEDIAMARKTMEDIAProblema com compra on-line com extensão de garantia________________________________________Assunto: Bug sistemaExmos. Senhores,Fiz compra on-line em vosso site: “Frigorífico Combinado Samsung RB30J3000SA/EF 311L No Frost Inox PROTEÇÃO EXTRA: Garantia 5 Anos”Estava bem claro que a garantia é de 5 anos.Após receber o mesmo, fui emitir a fatura mas em nenhum sitio mencionava a garantia de 5 anos. Fui a loja mostrei o link que recebi após a compra, ONDE AINDA PODEMOS LER CLARAMENTE QUE A GARANTIA É DE 5 ANOS:https://mediamarkt.pt/27001230/orders/cf117f8cd25ad865888aed8681f141deNa loja disseram que realmente eram 5 anos mas tinha que entrar em contato por mail. A resposta que obtive por mail é que foi um bug no sistema e que devo pagar outro valor diferente do que o site me indicou no dia do compra.Eu não tenho culpa se foi um bug.Ao efetuar a compra, durante o pagamento e no final estava bem claro que a garantia era de 5anos. Fiz o pagamento como me foi indicado.Peço que me enviem a documentação que comprove a garantia dos 5 anos em conformidade com a compra que fiz.Aguardo resposta por escrito Com os melhores cumprimentos,Édison Farinha Vieira Lopes
Empresa não assume despesa total de reparação
Terminada a construção, começamos a residir na casa construída pela CASEMA em Março 2020, casa essa de construção em madeira. Constatámos de imediato alguns problemas e reportámos primeiramente a questão da porta de acesso à garagem que se encontra na sala, porta essa que rente ao chão tinha um espaçamento de cerca de 2,5 cm de um dos lados e no outro apenas ficava a escassos milímetros do chão. Estava torta assim como o chão junto à mesma.A resposta da CASEMA a este assunto foi para comprarmos um vedante/tapa portas para disfarçar o espaçamento e assim deixar de entrar o frio. Não aceitámos!Depois de alguma insistência o Sr. Nuno Rebocho da CASEMA deslocou-se ao local e referiu que o problema seria o telhado que estaria a fazer peso e que a viga teria cedido, mas que era normal neste tipo de casas (facto que estranhei e me preocupou). Insistimos na questão da porta, pois esta estava completamente desalinhada e abria-se sozinha. O Sr. Nuno da CASEMA informou que havia inclusivamente clientes que assim o solicitavam (o que estranhamos também), mas não foi o nosso caso porque não pedimos nenhuma porta a fechar ou a abrir sozinha.Não aceitámos nenhuma destas justificações e foi-nos então proposto pelo Sr. Nuno Rebocho mudar a porta e virar o sentido de abertura, pois assim o problema ficava resolvido. Foi feita a troca por uma nova e o problema manteve-se. A nosso pedido, a meados de 2021 tivemos novamente uma visita do Sr. Nuno onde falámos do assunto da porta, do chão torto, dos barulhos que o chão estruturante da casa fazia e mostramos-lhe vários outros problemas, relacionados com maus acabamentos. Falou-nos em várias soluções para a questão da porta e do chão e que seria enviado um técnico para resolver estes assuntos.Passaram-se mais alguns meses, tivemos que voltar a insistir e foi já em Novembro 2021 que tivemos a visita de um técnico enviado pela CASEMA que verificou que o chão se encontra desnivelado junto a esta porta. Este técnico veio num dia combinado arranjar a situação da porta e neste momento esta ficou com menos espaçamento em relação ao chão, no entanto agora fecha-se sozinha. Não consideramos o problema resolvido.O mesmo técnico referiu que o chão estava torto e que não era normal fazer tantos barulhos em vários pontos, como cozinha, quarto, closet, etc, e que teria de levantar mais chão além daquele local (junto á porta) e que poderia danificar algumas peças, portanto precisaria de ter chão flutuante igual ao nosso disponível.De referir que a placa (Chão estruturante da casa) é feita em placas OSB colocada pela CASEMA, placas essas que estão encostadas umas às outras e assentes em vigas de madeira. O chão flutuante é laminado e por decisão nossa foi colocado por um técnico credenciado da marca EGGER (marca do próprio chão).Inicialmente a CASEMA informou que iria tratar do assunto e que até poderia ser resolvido por baixo (teto da cave existente) e posteriormente informou que levantaria o chão flutuante para poder chegar ao chão em placas OSB, onde estará o problema dos ruídos. Nesta fase e ao saber que temos uma caixa do chão que foi adquirido por nós para situações pontuais futuras, pediu-nos para a usar. Nós indicámos que não o faríamos porque não iria chegar para todo o chão que é necessário levantar, como o próprio técnico enviado pela CASEMA também confirmou.Ao tentar saber onde se poderia adquirir mais deste chão, nós próprios e a CASEMA ficámos a saber que o nosso chão já não é fabricado. Existe uma referência nova da mesma marca muito semelhante, mas com outro tipo de encaixe, assim como a cor que é ligeiramente diferente.Após o Sr. Nuno Rebocho saber desta situação enviou um email a informar que não iria reparar nada e para fazermos o que quiséssemos pois não assumia qualquer responsabilidade por ter construído uma casa nova que tem o chão torto.Fez questão de atribuir a culpa ao técnico que foi contratado por nós para colocar o chão flutuante por este não ter visto que o chão não estava direito. No entanto e mesmo sabendo que não é responsabilidade de quem coloca o chão flutuante fazer esta verificação, mas sim de quem constrói a estrutura que suporta o chão flutuante (neste caso a CASEMA), o técnico disse-me que verificou sim em alguns sítios, mas como é natural não o fez em todos os centímetros do chão da casa, pergunto-me se o técnico que estava a colocar o chão tivesse reparado naquele defeito junto à porta se iria parar o seu trabalho, se teria de endireitar, ou se nos teria de dizer e consequentemente informar a CASEMA para o defeito e desta forma perder um dia de trabalho por um trabalho que foi feito por outro.Reclamamos entre vários outros aspetos mal acabados na nossa casa, as portas desalinhadas e o chão estruturante estar torto e fazer imensos ruídos que são muito incomodativos e desconfortáveis, chegando a acordar quem está a descansar, caso alguém se movimente, pois, o soalho vai abaixo com o caminhar natural.Esta situação é insuportável e provoca nervos e ansiedade a quem aqui reside. Aquando da compra da casa esta situação não nos foi informada que poderia acontecer e muito menos que poderia ter o chão torto e portas a fechar ou a abrir sozinhas.O problema do ruído tem vindo a agravar-se e causa grande incómodo e muito desconforto e achamos que a responsabilidade para a resolução deste problema é da construtora CASEMA.
comprei um colchão em 18/12/2021 e ele ainda não foi entregue
Comprei um colchão, uma base e 2 almofadas Emma diretamente com a empresa, em 18/12/2021, confiando no prazo de entrega e no sistema de aviso quanto a entrega noticiado no site. Ocorre que, em 21/12, recebi um e-mail avisando da entrega ~ depois que ela aconteceu! ~ o que impediu que eu me organizasse para recebê-la e, desde então, em contato constante com os atendentes, não fui feliz em obter qualquer previsão para a nova entrega e/ou alguma compensação pelos dissabores, vez que estou a dormir no chão (venho de outro país, aluguei apto sem mobilia e me organizei para, quando entrasse no imóvel, tivesse pelo menos uma cama).Para além disso, a empresa não disse que a base da cama seria entregue por uma empresa diferente daquela que entregaria o colchão e as almofadas. Soubemos disso na semana passada, num dos tantos telefonemas que fizemos (e estamos a fazer) para a Emma. Como a atendente não sabia o que nos dizer, nos forneceu o telefone desta outra empresa e, ao falarmos com eles, nos contaram que não tinham entregue ainda pq a nossa casa era em zona histórica (oi?! como se as pessoas não vivessem em tal local, não fizessem compras, encomendas, recebessem correspondências...). Contamos para eles que estávamos sem cama e se compadeceram a entregar a base no dia seguinte. Assim que a base chegou, em 31/12, constatamos que estava toda danificada e não a recebemos. Não temos previsão de entrega de nada - tudo é jogado para as transportadoras, e não fora ofertada qualquer alternativa para solução.
FRAUDE DR MARTENS PORTUGAL, OUTLET
No passado dia 24 de dezembro de 2021 adquiri umas botas no valor de 89.93€, com portes incluídos (15.26€) num site que aparentava ser da Dr. Martens (grafismo igual), chamado DrMartensPT. Estranhei não ter recebido nenhum email de confirmação, mas na minha área de cliente estava indicada a aquisição.Não observando qualquer evolução passados alguns uns dias, procurei contactá-los. A única forma era um formulário online. Assim o fiz, preenchi-o e não obtive qualquer resposta.Entretanto decidi procurar na internet para ver se alguém se encontrava na mesma situação que eu e por infelicidade minha li reclamações semelhantes. Pelos vistos, é um site fraudulento.Será que me podem ajudar a reaver o dinheiro?Aguardo uma resposta.
Problema com devolução
Venho por este meio fazer uma reclamação da empresa Levi's relativamente ao método de devoluções.Fiz uma compra de 29€ e após uns dias quis devolver, não me fizeram a devolução pois tinha pago a dinheiro e só faziam devoluções quando pago com cartão (a info estava escrita numa tableta perto da caixa e no talão, eu não li nenhuma das coisas porque pensei poder devolver uma vez que nunca vi esta regra em loja nenhuma).Gostaria de saber se este método é legal, Obrigada!
Recusa de aplicação de garantia
Exmos Srs,Venho por este meio reclamar o serviço da Seat Portugal referente há correção de umaavaria no painel de instrumentos do meu carro Seat Ibiza.Para contextualizar toda a situação quero referir que desde que tenho o veículo que tenho tido apenas problemas em diversos sistemas elétricos e que até ao ano de 2020 dirigi-me sempre à oficina da Santogal de Alfragide para resolver os problemas. Sendo que em agosto de 2020 foi necessário inclusive a substituição na integra do painel de instrumentos por uma peça nova de fábrica. Esta substituição foi coberta pela garantia do carro pois esta ainda não tinha excedido o seu período.O problema que venho apresentar nesta reclamação começa após ter-me dirigido à oficinaCaetano Retail (representante da Seat assim como a Santogal) e ter sido detetada novamente uma avaria no painel de instrumentos no mês em que acabava a garantia do carro. A razão pela qual me dirigi à Caetano foi puramente por descontentamento no serviço da Santogal. Uma vez detetada a avaria na oficina da Caetano, foi me dito que teria de ser feita uma substituição do painel de instrumentos por uma peça nova de fábrica. No entanto, como referido, este painel já tinha sido substituído na Santogal de Alfragide em agosto de 2020, o que quer dizer que este painel avariado tem pouco mais de 1 ano. Informei a Caetano Retail de toda esta situação, há qual disseram-me que eu teria de me deslocar à Santogal para substituir a peça, porque a peça ainda se encontra na garantia e que apenas a Santogal pode cobrir essa substituição. Caso eu quisesse trocar a peça na Caetano eu teria de acarretar com os custos da peça.Ainda assim, paguei pouco mais de 50 euros pela deteção da falha no painel de instrumentos feita pela Caetano Retail e com isto, saí da oficina da Caetano com o mesmo painel avariado e sem o erro a aparecer no painel (isto porque efetuaram alguma limpeza nos erros do carro para eu poder deslocar-me com o carro até à Santogal).Assim que saí da Caetano, entrei então em contacto novamente com a Santogal de Alfragide a explicar a situação e fiz uma marcação para levar o carro à oficina e para explicar o problema do painel.No dia 06/12/2021 quando fui deixar o carro de manhã na Santogal disseram-me que se o painel tivesse uma avaria e precisasse realmente de ser substituído por um novo, que a Santogal não iria cobrir os custos do painel, relembrando que este painel tinha sido substituído por eles há pouco mais de um ano, em agosto de 2020. Ou seja, disseram-me que não existe garantia de peças, sendo que, estamos a falar não de uma peça de desgaste como pastilhas, ou pneus, mas sim de uma peça de eletrónica fulcral para o funcionamento do carro.Ainda assim, eu insisti em deixar lá o carro porque a Caetano disse-me literalmente para medirigir à Santogal e explicar o problema e entrei em contacto com a SEAT para saber como é que é possível a Santogal estar a dizer-me que não existia garantia da peça e a Caetano dizer-me que existia, sendo estas duas entidades representantes da mesma marca. Posto isto e após deteção da mesma avaria por parte da Santogal, foi me dito que a marca cobria apenas 30% do custo da reparação como cortesia e que se eu quisesse avançar para a substituição da peça teria de pagar o resto. Ou seja, garantia não, mas desconto sim, o que não faz sentido.Após então ter entrado em contacto com a marca SEAT para esclarecer tudo, foi-me dito o seguinte: Apesar da grande qualidade dos produtos Seat podem surgir esporadicamente algumas avarias. No entanto, as Oficinas Autorizadas dispõem dos meios que lhes permitem efetuar as respetivas reparações, garantindo naturalmente os padrões definidos pelo Fabricante.Sobre a questão que V.Exa. teve a amabilidade de nos comunicar informamos que a garantia da viatura termina como um todo, não termina por partes, pelo que não há componentes que sejam substituídos dentro da garantia que fiquem com extensão de garantia.Segundo fomos informados a situação não pode já ser revista ao abrigo da garantia pelo que propôs a Oficina um desconto como cortesia comercial no sentido de minimizar os custos da reparação, optando V.Exa. por não aceitar a proposta precedendo ao levantamento da viatura. Facto que naturalmente lamentamos.Esta resposta não vai de encontro com a informação que se encontra disponível no site do governo ao qual vou passar a citar:Mandei para reparação um bem dentro da garantia, qual o prazo de garantia das peças que foram colocadas em virtude da reparação?As peças colocadas gozam de um prazo de garantia de 2 anos, independentemente do prazo da garantia do bem reparado. Deixo aqui o link com a fonte de informação: https://www.consumidor.gov.pt/pagina.aspx?f=1&lws=1&mcna=0&lnc=undefined&parceiroid=0&codigoms=0&codigono=61916283AAAAAAAAAAAAAAAAPortanto, a Seat recusa-se a dar a garantia do painel de instrumentos e a Santogal defende-se dizendo que apenas a Seat é que pode dar autorização para a reparação do carro.Assim, visto que já recorri ao email e outros solicito a vossa ajuda para a melhor resolução deste problema.Com os melhores cumprimentos,Pedro Lopes
Venda de viatura usada com problemas
Adquiri a minha viatura Ford S-MAX 2.0 TdCI 180 CV (48-TM-54) com caixa automática PowerShift, a 5 de Novembro de 2021 na Carnext em Carnaxide, tendo sido vendida pelo Sr. Luis Rodrigues. Mal a adquiri, fiz alguns quilómetros com a mesma e comecei logo a detectar que algo não estava bem. Liguei para o Sr. Luís Rodrigues, tendo sido informado que não me teria de preocupar porque se algo existiria na viatura seria coberto pela garantia da Carnext. Prontamente o Sr. Luís Rodrigues me colocou em contacto com o chefe da oficina Mforce da Leaseplan de Carnaxide e fomos fazer um ensaio de estrada à viatura. Mal entrou na viatura e começámos a andar ele disse-me logo que algo não estava bem, realmente. Quando se acelerava a viatura tremia (tendo logo sido colocada a hipótese de problema com o volante do motor). Continuamos o ensaio e na subido dos cabos ávila foi possível demonstrar ao chefe de oficina que se ouvia um ruído estranho quando a viatura estava em esforço (colocou-se a hipótese de ser caixa de velocidades - a viatura tem caixa automática Powershift da Ford) tendo ainda sido colocada a hipótese de um problema num rolamento do lado esquerdo.De imediato entrei em contacto com a Carnext, que me informou das oficinas disponíveis para colocar a viatura para reparação. Disseram-me que a MForce não era uma opção. Indicaram-me a Euromaster em Carnaxide. Dirigi-me ao local, mas fui informado que só teriam vaga para o final de Dezembro. Como não me sentia seguro a conduzir uma viatura com problemas, voltei a ligar para a Carnext e fui informado de outras oficinas que tinha protocolo com eles para a garantia, nomeadamente a CAM Alfragide. Liguei para a CAM e tinham vaga para o dia 13 de Dezembro. Nesse dia deixei a viatura na CAM. entretanto liguei para a Carnext a solicitar uma viatura de substituição. Fui informado que apenas tinham a possibilidade de me arranjar uma viatura do tipo A durante 10 dias ou do tipo B durante 7 dias. Logo aqui fiquei indignado com a situação. Não compreendo como é que uma empresa como a Carnext que no seu site transmite tanta confiança e segurança e honestidade aos seus clientes, me coloca estas restrições. Enviaram-me para a Turiscar onde me entregaram por 10 dias um Citroen C3 1.0 a Gasolina. Em primeiro lugar esta viatura nada tem a ver com a viatura que adquiri, além de que eu não tenho culpa que a viatura me tenha sido entregue com problemas. Gostava de reforçar que uma das bandeiras da Carnext é que todas as viaturas são verificadas em n pontos para garantirem que o cliente está a adquirir uma viatura em condições. Aqui denoto uma falha muito grande por parte da Carnext, visto que não detectaram nenhum problema na viatura, no entanto bastou o chefe de oficina da Mforce se entrar na viatura comigo e logo no arranque ele me disse que a viatura tinha problemas.... Uma falta de profissionalismo por parte da Carnext e uma quebra grave de confiança por parte dos clientes (em particular no meu caso...). Será que a viatura foi efetivamente testada e avaliada antes da entrega? Será que foi um mero pró-forma?A CAM fez todos os testes possíveis à viatura, inclusive reprogramou a caixa de velocidades com o apoio da Ford, de modo a tentar resolver o problema. Entretanto fui informado pelo Sr. Carlos da CAM que não havia nada a fazer e seria necessária a substituição do volante do motor e da caixa de velocidades.Qual não é o meu espanto quando ontem recebi uma chamada da CAM a me informarem que a viatura iria ser transportada em reboque para outra oficina. Pergunto-me.... O dono da viatura quem é? Eu deixei a viatura na CAM em Alfragide. Não tenho de ser informado pela Carnext de nada? Que tipo de apoio ao cliente tem esta empresa? Ligo para a Carnext e fico a saber que a viatura iria ser transferida para a Arruda dos Vinhos (imaginem só!!!) para uma oficina que desconheço de todo....Pelos vistos vão tentar efetuar a reparação numa caixa de velocidades automática (que a marca afirma que não há nada a fazer - só uma nova). Depois de todo este espetáculo... as minhas questões são as seguintes: - Não deveria ter sido informado a tempo das intenções da Carnext?- O cliente existe só para pagar o carro?- A viatura não é minha?- Será que a viatura irá ficar em condições? Ou apenas a vão desenrascar até daqui a algum tempo poderem dizer que o problema foi de desgaste de material e que a culpa é minha (tendo de ser eu a pagar a caixa nova?- Tenho um filho de 13 anos a fazer tratamentos diários no IPO (O Sr. Luís conheceu-o no ato da entrega da viatura)e necessito de uma viatura que me permita ter uma cadeira de rodas (portanto nunca de uma classe A...). Em que nível tiveram isso em atenção até agora? Ou o cliente apenas serve para pagar?Exijo uma explicação de quem de direito por escrito sobre toda esta situação e a minha viatura reparada na CAM como eu lá a deixei.
Acidente/Queda dentro das Instalações do estabelecimento
Venho por este meio comunicar a Vossas Exas. a situação ocorrida e a resolução proposta para a mesma, por parte do Mercadona – Irmãdona Supermercados S.A.No passado dia 26 de Dezembro de 2021, desloquei-me ao supermercado Mercadona sito em Canidelo, na R. Emissor 381, 4400-436 Vila Nova de Gaia, por volta das 17h30.Esse passado dia era um dia chuvoso de Inverno e como tal, ao entrar nas primeiras portas automáticas do estabelecimento, tive o cuidado de tentar secar os pés, para evitar algum deslize. Ainda assim, nas próximas portas, onde o piso é diferente, mal entro, escorrego e caio no chão, numa queda da minha própria altura. Nesse mesmo instante, um colaborador de nome André, estava a passar por mim e ajudou-me a levantar do chão, depois de assistir à minha queda. Eu estava sozinha.Senti as dores no coxis e no pulso, que, na altura considerei normais. Tive o cuidado de verificar que não existia qualquer placa de sinalização para o facto de o chão se encontrar escorregadio e pude ouvir o colaborador a solicitar em seguida que os serviços de limpeza viessem secar o piso húmido.Realizei a minha pequena compra de um artigo, conforme programado, ainda com algumas dores, a colaboradora da caixa questionou-me se me havia magoado e eu respondi que estava com algumas dores no punho, no entanto, saí.Cheguei a casa e tentei atenuar as dores que ainda sentia, no entanto, no dia seguinte, segunda-feira 27 de Dezembro de 2021 acordei com imensas dores e sem mobilidade no pulso, estando impedida de ir trabalhar. Desloquei-me devido a esse facto às urgências do Hospital Privado de Gaia, onde, após a realização de exames e o devido relatório médico, me foi informado que tinha um traumatismo no punho esquerdo, resultante da queda descrita, sendo que teria de utilizar uma ortótese de punho durante 15 dias e realizar a medicação devida.Posto isto, desloquei-me novamente às instalações do Mercadona de Canidelo com o intuito de acionar o seguro multirriscos e de responsabilidade civil, obrigatório e existente para estas situações. O gerente de loja informou-me que reportou a incidência e que eu teria de entrar em contacto por telefone com o departamento de Responsabilidade Civil da marca para reportar o sucedido e dar seguimento ao caso. Assim o fiz.Foi-me dito nessa linha de apoio, onde me deram o número de incidência 202150281129.No entanto, foi-me também informado, nessa mesma linha de apoio telefónico de que iriam recolher as informações sobre a ocorrência junto da loja na morada supra indicada e que posteriormente me iriam informar a mim de quais os dados necessários da minha parte. Qual não é o meu espanto quando na manhã do dia seguinte, 28 de Dezembro, sou informada via telefone de que a marca não se iria responsabilizar pelo ocorrido dentro das suas próprias instalações pois consideraram que não foi por negligência, nem responsabilidade dos mesmos. Ora a minha questão foi então no sentido de apurar qual o motivo para terem chegado à conclusão de que eu caí e me lesionei no punho, dentro das suas instalações, com um piso escorregadio e sem sinalização, sem que isso esteja dentro das suas responsabilidades, ao qual, a única resposta que obtive da colaboradora da linha de apoio foi de que essa era a decisão da marca e não tinha qualquer outra informação que me pudesse dar. Eu questionei então quais eram as circunstâncias em que um acidente do género, resultando duma queda e de um traumatismo, dentro das suas instalações seriam responsabilidade da marca e a fariam acionar os seguros obrigatórios existentes para tratar destas situações. A resposta foi que não tinha como me dar essa informação. Também questionei a colaboradora da linha de apoio da Responsabilidade Civil do Mercadona sobre quais as outras formas de recorrer dessa decisão de que forma poderia proceder, e fui informada de que não havia mais a quem me dirigir por parte da empresa, que essa era a decisão, não tinham qualquer outra informação para me dar e que, se quisesse, que agisse da forma que desejasse, mas que a comunicação com a empresa estava terminada. Posto isto, a primeira coisa que procurei fazer foi, no mesmo dia, solicitar o livro de reclamações do Mercadona de Canidelo e reportar o ocorrido no mesmo. (Reclamação nr. 27814878, 27814879, 27814880, 27814881)O que é facto é que eu escorreguei, num piso húmido, caí e lesionei-me dentro das instalações do Mercadona de Canidelo e a marca descarta-se de qualquer responsabilização do ocorrido e dos danos resultantes. Visto que eu sou a maior lesada e, como é compreensível, não tenho qualquer benefício ou satisfação em estar a solicitar que a marca acione os seguros e meios de que dispõe para colmatar este acidente, nem tiro qualquer proveito da situação, antes pelo contrário.Considero de lamentar esta postura de descarte por qualquer pessoa dentro das instalações dos supermercados Mercadona, pois aquilo que ocorreu comigo poderia ter ocorrido com um idoso, uma criança, um funcionário, ou qualquer outra pessoa e eu não considero que o facto de entrar na loja, limpar os pés na entrada, caminhar normalmente e ainda assim escorregar e lesionar-me tenha sido originado por qualquer comportamento de risco ou negligente da minha parte, sendo que, ao abrigo de ter ocorrido dentro das instalações do estabelecimento, incorre na sua responsabilidade civil, tal como previsto nos seguros obrigatórios existentes para o efeito.Assim sendo, e preocupando-me não só com o meu estado físico atual mas também com a possibilidade de o mesmo ocorrer com outra pessoa qualquer, tendo provavelmente o mesmo desfecho onde a empresa se descarta das suas responsabilidades, venho por esta forma apresentar a minha reclamação, indignação, incompreensão e também a minha necessidade de que a empresa tenha em atenção as minhas necessidades como consumidora e se responsabilize pelos possíveis e prováveis danos (como foi o caso), dentro das suas instalações, como previsto legalmente. Posto isto, aguardo não só u
Rejeitada a entrada num restaurante Pingo Doce
Boa tarde,Venho por este meio fazer a reclamação que o meu direito de acesso ao restaurante Pingo Doce no Braga Parque foi-me barrado nos dias 26 e 29 de Dezembro (hora de almoço). Foi-me pedido certificado de vacinação ou recuperada covid e não foi aceite o meu certificado de teste negativo.A lei portuguesa em vigor visa que todos os estabelecimentos nacionais têm de aceitar o certificado de teste negativo.É inaceitável que um grande grupo como o Pingo doce (Jerónimo Martins) desconheça a lei em vigor há meses ou que conhecendo-a não a cumpra.Infelizmente por motivos de saúde não posso ser vacinada e tenho de usar os certificados de teste covid para poder aceder a restaurantes/cinemas/etc…Cumprimentos,Susana Martins
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