Reclamações públicas

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Cancelamento e má gestão do voo 7722

No dia 06/07, eu (Rita Lopes) e o passageiro André Silva tínhamos bilhetes para o voo EasyJet 7722 (reserva nº K9941QQ), com partida de Paris Orly para o Porto, agendado para as 21h40. Cerca das 20h40 fomos notificados de que o voo tinha sido cancelado. Ainda no aeroporto, um colaborador da EasyJet em Orly, chamado Roy, prestou um excelente apoio e conseguiu realocar-nos num novo itinerário com partida no dia 08/07, via Milão Malpensa, com destino final em Lisboa. A este novo voo foram também associados mais três passageiros que viajavam connosco com outras reservas: Paulo Teixeira (reserva K9N2M5D), Pedro Serrão e Vitoria Rocha (reserva K9M51W7) . Para chegarmos ao Porto a partir de Lisboa, tivemos de adquirir, por nossa conta, bilhetes de autocarro da Rede Expressos (viagem de 3h). Na noite de 06/07 para 07/07, conseguimos reservar, através da vossa aplicação, uma noite no Hotel Ibis Styles Paris Roissy Charles de Gaulle, para todos os passageiros mencionados. Esta opção estava limitada a uma noite, como indicado na plataforma. No dia 07/07, tentámos durante o dia inteiro (das 10h até às 20h) obter apoio da EasyJet para garantir o alojamento da noite seguinte. Contactámos inúmeras vezes a linha de apoio ao cliente, conforme instruções dos próprios operadores, que nos pediam para voltar a ligar de hora a hora, garantindo que nos dariam uma solução em breve. A colaboradora que mais acompanhou o nosso caso foi identificada como Verónica. Na última chamada do dia, às 19h45 (15 minutos antes da linha encerrar), foi-nos garantido que teríamos alojamento no mesmo hotel da noite anterior. Contudo, ao contactar a receção do hotel, confirmaram que não tinham recebido qualquer reserva da EasyJet (possuímos e-mails que comprovam esta informação). Pedimos explicitamente para falar com alguém da chefia da EasyJet, conforme o nosso direito enquanto consumidores. Somos conhecedores de que, perante uma solicitação deste tipo, os colaboradores têm o dever de encaminhar a situação para um supervisor ou responsável, o que não aconteceu em momento algum, apesar das promessas. Fomos apenas informados de que uma supervisora e um diretor estavam a tratar do caso, e que até eles próprios consideravam a situação "uma vergonha para a empresa". Garantiram-nos ainda que seríamos contactados entre as 20h e as 21h (hora de Portugal). Nenhum contacto nos foi feito. Além disso, durante um dos contactos telefónicos, outra colaboradora da EasyJet indicou-nos que deveríamos tratar de tudo por nossa conta – hotel, deslocações, alimentação – e que seríamos posteriormente reembolsados. Como se fosse razoável exigirem aos passageiros que assumam despesas no valor de 358€, causadas exclusivamente por erro da companhia, ignorando o facto de que nem todas as pessoas têm essa disponibilidade financeira de imediato. Importa ainda salientar que uma das passageiras, Vitoria Rocha, tem condições de saúde específicas e necessita de medicação contínua, o que foi mencionado nas comunicações com a EasyJet. Passou este período todo sem acesso à medicação, e ainda assim ninguém demonstrou qualquer preocupação ou prestou assistência específica, como é obrigação em casos de passageiros com necessidades médicas. Sem qualquer apoio da companhia, deslocámo-nos por conta própria ao Eurohotel Airport Orly Rungis, onde apenas confirmaram reservas para Paulo Teixeira e Pedro Serrão (sendo que este último viajava com Vitoria Rocha e só tinha um quarto individual atribuído). Foi mencionada uma reserva em nome de “Sydney Silva”, mas nada para Rita Lopes, André Silva ou Vitoria Rocha. Após muita insistência, o hotel acabou por encontrar uma solução para todos os passageiros, lamentando a gestão da EasyJet. Estamos profundamente insatisfeitos com a forma como a situação foi conduzida: ausência total de acompanhamento da chefia, comunicação inconsistente, desrespeito pelos direitos básicos dos passageiros e nenhum cuidado com situações de saúde sensíveis. Reservamo-nos o direito de apresentar todas as despesas incorridas, solicitar a devida indemnização, e apresentar queixa junto das entidades competentes (nomeadamente, Autoridade Nacional da Aviação Civil e DECO), pois consideramos que a EasyJet falhou gravemente na prestação do serviço e no cumprimento dos deveres legais para com os passageiros afetados. Aguardamos resposta urgente e concreta. Com os melhores cumprimentos, Rita Lopes (em nome dos passageiros lesados mencionados)

Encerrada
B. D.
09/07/2025

Encomenda não recebida

Olá, Efetuei o pedido 653703 na Leroy Merlin de Matosinhos no dia 29/03/2025 com previsão de entrega no dia 22/04. Essa entrega nunca foi efetuada e nunca obtive nenhuma resposta do motivo. Ja liguei para a loja e a mesma me respondeu no dia 14/05 atraves do email informando "Estimado cliente, no seguimento da sua exposição , solicitamos a máxima urgência no envio da mesma por CTT. Receberá sms logo que possível com a data de envio da mesma ." Porém nunca recebi nenhum codigo de envio e a loja ja parou de responder meus emails solicitando a data. Liguei novamente na quinta feira dia 02/07 solicitando novamente informações da minha entrega onde a atendende avisou que a loja possuia estoque e que iria entrar em contacto com a loja e que em 2 dias uteis alguem iria me contactar via email ou telefone. Porem obviamente ninguem me contactou e ja se passaram 5 dias uteis. Gostaria de saber quando irei receber a minha encomenda pois ja se passaram mais de 3 meses e ate agora não obtive nenhuma resposta.

Encerrada
C. A.
09/07/2025

Encomendei um artigo e recebi outro completamente diferente. Os emails indicados vem devolvidos.

Exmos. Senhores, Encomendei um vestido preto xxl e enviaram me um vestido azul e branco estampado tamanho m. Enviei email para os endereços indicados e vem devolvidos. Pretendo o envio do artigo correto ou devolução do dinheiro, 34,99€. Cumprimentos.

Encerrada
J. R.
09/07/2025

Solicitação de esclarecimento técnico e defesa de direitos de consumidor - Reparação Samsung Galaxy

Exma. Worten, Venho, por este meio, manifestar o meu desagrado relativamente ao processo de reparação do meu equipamento Samsung Galaxy Z Fold3, entregue na vossa loja/autorizada da marca situada no NorteShopping em 15 de Junho de 2025. O motivo da minha solicitação de reparação foi a substituição do ecrã frontal externo, que se encontrava danificado. Apesar de o dispositivo apresentar também danos no ecrã interno e na tampa traseira, a minha intenção foi claramente realizar apenas a substituição do componente frontal, por razões de prioridade e orçamento. Fui informado de que não seria possível proceder unicamente à substituição do ecrã externo, sendo imposta a troca dos restantes componentes. Sendo assim, esta prática poderá configurar uma "venda casada", proibida ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), nomeadamente do artigo 9.º, número 6, salvo se devidamente justificada com base em motivos técnicos, de segurança ou garantia. Acrescento ainda, que a reparação não foi finalizada por falta da peça da Tampa Traseira. O que contradiz o argumento da necessidade da reparação total. Nesse sentido, solicito: 1. Que me seja fornecida, por escrito, uma justificação técnica detalhada que comprove a impossibilidade de efetuar exclusivamente a substituição do ecrã frontal externo. Além da explicitação, caso aplicável, de qualquer política da marca que impeça a reparação parcial fora do âmbito da garantia. OU 2. Reparação do dano causado. Gostaria de resolver esta situação com a máxima brevidade e transparência, mantendo o profissionalismo que se espera da Worten. Aguardo resposta num prazo razoável. Caso contrário, reservo-me o direito de apresentar reclamação, para além dessa, junto do Portal da Queixa, ASAE e do Livro de Reclamações Eletrónico. Com os melhores cumprimentos, Alberto Rosa. N.º de reparação: WO-32812179

Encerrada
J. R.
09/07/2025

Solicitação de esclarecimento técnico e defesa de direitos de consumidor - Reparação Samsung Galaxy

Exma. Samsung Portugal, Venho, por este meio, manifestar o meu desagrado relativamente ao processo de reparação do meu equipamento Samsung Galaxy Z Fold3, entregue na vossa loja/autorizada situada na Worten do NorteShopping em 15 de Junho de 2025. O motivo da minha solicitação de reparação foi a substituição do ecrã frontal externo, que se encontrava danificado. Apesar de o dispositivo apresentar também danos no ecrã interno e na tampa traseira, a minha intenção foi claramente realizar apenas a substituição do componente frontal, por razões de prioridade e orçamento. Fui informado de que não seria possível proceder unicamente à substituição do ecrã externo, sendo imposta a troca dos restantes componentes. Sendo assim, esta prática poderá configurar uma "venda casada", proibida ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), nomeadamente do artigo 9.º, número 6, salvo se devidamente justificada com base em motivos técnicos, de segurança ou garantia. Nesse sentido, solicito: 1. Que me seja fornecida, por escrito, uma justificação técnica detalhada que comprove a impossibilidade de efetuar exclusivamente a substituição do ecrã frontal externo. Além da explicitação, caso aplicável, de qualquer política da marca que impeça a reparação parcial fora do âmbito da garantia. OU 2. Reparação do dano causado. Gostaria de resolver esta situação com a máxima brevidade e transparência, mantendo o profissionalismo que se espera da Samsung. Aguardo resposta num prazo razoável. Caso contrário, reservo-me o direito de apresentar reclamação, para além dessa, junto do Portal da Queixa, ASAE e do Livro de Reclamações Eletrónico. Com os melhores cumprimentos, Alberto Rosa. N.º de reparação: WO-32812179

Resolvida
P. P.
09/07/2025
MEO

Pedido de cancelamento sem penalização (base legal: LCE e ANACOM)

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato de serviços MEO (NIF associado: 294329021, contrato n.º 1453023995), venho, por este meio, apresentar reclamação formal e solicitar a cessação imediata do serviço de telecomunicações (serviço fixo/internet + TV) associado à morada de [Rua Dr. Miguel Bombarda, 16, 2.º Andar, 2840-514 Seixal], com fundamento legal na Lei das Comunicações Eletrónicas (Lei n.º 16/2022). Em dezembro de 2024, solicitei à MEO a adição de um serviço "2.ª residência" com internet fixa para outra morada minha (Santarém), permanecendo como cliente fidelizada no serviço M7 no Seixal. Em junho de 2025, decidi entregar a casa do Seixal e transferir o serviço para uma nova localização (Camping no Meco), propriedade minha, onde a MEO confirmou inexistência de cobertura de fibra e impossibilidade de fornecer um serviço equivalente (internet e TV com 110 canais), oferecendo apenas serviço satélite com limitações de velocidade e conteúdo. A imposição de penalizações de cerca de 300€ pelo cancelamento do serviço no Seixal não é legalmente admissível. De acordo com o artigo 134.º da Lei n.º 16/2022, o cliente pode resolver o contrato sem encargos quando o operador não consegue assegurar o fornecimento do serviço nas condições contratadas em nova morada. Solicito, assim: O cancelamento imediato do contrato referente ao serviço do Seixal sem qualquer penalização ou encargos adicionais; A emissão de documento de confirmação do cancelamento sem débito de valores, no prazo legal de 5 dias úteis. Informo que esta situação será devidamente comunicada à DECO PROTESTE e à ANACOM, e que apresentarei também reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Alves Prado 926193023 eng.civil.prado@gmail.com NIF 294329021

Resolvida
M. F.
09/07/2025
Sofás da Fábrica Low Cost

Denúncia contra a empresa “Sofás da Fábrica – Low Cost”

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa “Sofás da Fábrica – Low Cost”, com estabelecimento na Avenida Central de Astromil, 726 C/V, 4585-820 Astromil – Paredes e na IC2, Rua de Leiria - Pombal, pelo incumprimento de obrigações legais enquanto entidade vendedora de bens de consumo. No dia 3 de agosto de 2023, adquiri neta loja ( Astromil-Paredes) um colchão “Memo Sleep” da ergoflex conforme se pode verificar na nota de entrega que junto em anexo. Desde o início de março de 2025, tenho vindo a reportar um defeito grave no colchão, nomeadamente a formação de uma cova profunda e desgaste anormal, incompatíveis com o tempo de uso e com os cuidados que tivemos com o produto. Durante praticamente 4 meses fui sujeito a sucessivas desculpas, promessas de contacto, e ausência de qualquer solução concreta. No passado dia 25 de Junho, a empresa deu me uma resposta inaceitável e recusou-se a reparar ou substituir o produto defeituoso. Alegando “mau uso” da minha parte. Tendo ainda sugerido que eu compre outro colchão a preço de custo na mesma loja. O que rejeito veementemente. Pois o colchão teve uso normal e foi mantido com os cuidados adequados (incluindo rotação a cada quinzena) Além disso, no momento da compra, a empresa sugeriu a não emissão de fatura, para que o valor fosse mais baixo. (Na qual eu concordei) Foi me entregue apenas uma nota de entrega manuscrita. No passado dia 26 de Junho, depois de uma última tentativa da minha parte para a resolução amigável do problema (via telefone) e depois da mesma, (via e-mail), voltaram a recusar uma solução e ainda me incentivaram a recorrer aos meios legais para apresentar queixa. Dado que o produto se encontra dentro da garantia legal (3 anos desde 2022), e a empresa recusa-se a cumprir com as suas obrigações legais, solicito-vos: Que a situação seja fiscalizada e investigada e que a empresa seja responsabilizada pelas infrações cometidas. Aqui deixo em anexo a nota de entrega. Agradeço a atenção e fico à disposição para prestar qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
M. O.
09/07/2025
MEO

Avaria não solucionada

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º (142 874 50 16), comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: estou sem acesso à internet e preciso dela, pois faço teletrabalho. Já agendaram 3 vezes a visita do técnico e sempre desmarcam, isso é um descaso com o cliente Cumprimentos.

Resolvida
J. A.
09/07/2025
MCM AGRI ENGINEERING & PRODUCE LTD

Burla automóvel

No passado dia 17/06/2025 encontrei um anúncio automóvel no site pisca pisca.pt ao qual me interessou tratava se de um automóvel no valor 5450 euros. Entrei em contato via email com o suposto vendedor Sr Micael Mota Fernandes nome que aparecia no anúncio online, pedi-lhe informações sobre a viatura, respondeu me de imediato via email apresentando a viatura e suas características explicou também que o automóvel estava no Reino Unido e se chegasse a fazer negócio colocaria o carro em Portugal sem qualquer custo para mim, o valor total da viatura era 5450 euros e não teria que pagar mais nada e recebia o carro em Portugal . Interessei me pelo negócio e avancei dizendo lhe que estava interessado em fazer negócio , o vendedor respondeu via WhatsApp com o número +351 912 789 699 dizendo me que vai contatar uma empresa transportadora para me trazer o carro para Portugal, passados poucos minutos a empresa MCM AGRI ENGINEERING & PRODUCE LTD contacto via email apresentando uma fatura proforma com os dados para pagamento da viatura. Eu realizei a transferência bancária para a empresa transportadora que confirmou o pagamento e informou me de que iria iniciar o transporte até Portugal e que me iria informando da localização do carro até Portugal. O vendedor manteve contato comigo via WhatsApp onde me informava também da localização do carro. No dia 23/06/2025 fui informado pela empresa de que o automóvel tinha chegado a Portugal e encontrava se a espera do pagamento da nota de liquidação para me fazer a entrega enviando me os dados para pagamento no valor de 1900 euros, entrei em contato imediatamente com o vendedor para lhe perguntar que valor era aquele e quem é que pagava, respondeu-me que teria que ser eu a pagar, confrontei com o fato de ele me ter dito que só teria que pagar o valor do carro, disse me que era imprinscidivel fazer esse pagamento para poder descarregar o carro na minha morada, informei de que não tinha esse valor disponível, perguntou me quando poderia ter eu disse lhe que no final do mês receberia o meu ordenado e poderia pagar esse valor uma vez que segunda a empresa o valor era devolvido quando recebesse o carro, no final do mês efetuei o pagamento dos 1900 euros envie comprovativo para a empresa transportadora e para o vendedor, confirmaram o pagamento e informaram que iriam entregar o carro no dia seguinte, isso não aconteceu passaram alguns dias cerca de 4 dias , voltaram a contatar dizendo agora que teria que pagar mais 1000 euros para custos de registo de carro e para a entrega do ser feita, já não efetuei o pagamento e denuncio as autoridades competentes.

Encerrada
I. K.
09/07/2025

Recusa ilegal do direito de resolução - Violação da Diretiva UE 2011/83/EU

Exmos. Senhores, Em (03/06/2025) comprei-vos, através do vosso site, um/uma (smartwatch Garmin Fenix 8 Sapphire Titanium) por (€959.99). A referência da encomenda é (2518494001132). Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, cancelei a encomenda, como é meu direito. Recebi, entretanto, a vossa comunicação de (quando eles recusaram - put the date you got their refusal) em que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei. Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. A vossa recusa baseia-se incorretamente no "selo partido", mas a Diretiva UE 2011/83/EU Artigo 16(e) apenas exclui bens selados por razões de higiene/saúde - não eletrónicos. O Artigo 14(2) permite explicitamente o exame de bens para avaliar suas características. Como compra online, tenho direito incondicional de resolução de 14 dias. Já iniciei processo de chargeback bancário e apresentei queixa às autoridades devido ao vosso incumprimento da legislação europeia de proteção do consumidor. Cumprimentos.

Encerrada

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