Reclamações públicas

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B. F.
31/07/2026

Recusa de devolução após 4 tentativas falhadas de reparação.

Exmos. Senhores, Dia 15/12/2024 adquiri um Microsoft Surface Pro 11th Edition por 949,99€. O equipamento apresenta uma avaria persistente e grave no sistema gráfico/ecrã. Por esse motivo, o artigo já deu entrada nos serviços de assistência técnica da Worten por 4 (quatro) vezes consecutivas, regressando SEMPRE com a mesma avaria por resolver (Processo N° WO-33442369, WO-35327148, WO-36709877, WO-36981761). Ser submetido a 4 reparacões falhadas ultrapassa qualquer limite razoável e viola o princípio do mínimo de transtorno ao consumidor. Eu não sou obrigada a aceitar reparações infinitas. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a responsabilidade legal perante o consumidor cabe à Worten enquanto vendedora do equipamento, e não ao centro técnico da marca. Quem me vendeu o produto foi a Worten e é a Worten que tem de responder pela garantia, ponto. A Worten não pode usar a marca como desculpa para não cumprir a lei. Exijo que se pronunciem no prazo máximo de 5 dias. Recuso nova tentativa de reparação e exijo o reembolso do valor do equipamento (949,99€), sob pena de recorrer aos meios judiciais e de arbitragem ao dispor do consumidor. Cumprimentos.

Encerrada
D. D.
31/07/2026

Televisão com defeito

No dia 31/05/2026 comprei uma televisão LG OLED de 77 polegadas na Castro Electrónica. O equipamento foi entregue no dia 03/06/2026, por volta das 13h15. Durante a instalação, ao seguir a indicação da aba/autocolante no ecrã para remover a película de proteção, ao puxar manualmente essa aba (sem utilizar qualquer ferramenta), uma camada do painel veio agarrada à película. Mal percebi que algo estava errado, parei imediatamente a remoção. Refiro que a televisão nunca chegou sequer a ser ligada. Pelas 14h57, contactei telefonicamente a loja e pediram-me para enviar um e-mail com fotografias, o que fiz nesse mesmo dia às 16h29. Responderam dizendo apenas para contactar a LG. A LG analisou o caso unicamente com base em fotografias, concluiu que o dano tinha sido provocado pelo utilizador e recusou garantir a reparação ou substituição, sem sequer inspecionar a televisão presencialmente. Solicitei várias vezes esclarecimentos técnicos e questionei a ausência de instruções sobre como remover corretamente a película, mostrando-me disponível para que um técnico analisasse o equipamento. No entanto, nunca vieram ver a televisão nem enviaram qualquer técnico. Todas as decisões foram sempre tomadas à distância. Mais tarde, a própria LG confirmou que a documentação NÃO inclui instruções escritas sobre a remoção da película, dizendo apenas que existem ilustrações, mas nunca me esclareceram quais. A Castro Electrónica limitou-se a repetir sempre a posição da LG, recusando assumir qualquer análise própria à reclamação e remetendo a decisão para o fabricante, sem nunca promover qualquer avaliação independente ao equipamento. Chegaram a citar um dos meus e-mails de forma descontextualizada, afirmando que eu admitia a existência de ilustrações com procedimentos de remoção da película, quando o que escrevi foi precisamente o contrário: existia uma imagem que parecia mostrar a remoção manual da película, mas não explicava como distingui-la de outras camadas do painel, nem continha qualquer procedimento claro de remoção. Apesar de lhes ter pedido que identificassem essas supostas instruções, nunca me deram resposta. Durante todo o processo, senti sempre que não houve verdadeira vontade da Castro Electrónica em ajudar-me ou procurar perceber de facto o que se passou. Desde o início, partiram logo do princípio de que a responsabilidade seria do cliente, sem promover uma análise imparcial e aprofundada que poderia esclarecer se existia anomalia ou defeito de fabrico. Perdi a confiança na forma como as duas marcas trataram o tema e tive mesmo de recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Partilho a minha experiência para alertar outros consumidores sobre as más políticas desta empresa, desaconselhando a compra de equipamentos na mesma.

Encerrada
R. P.
31/07/2026

Conta permanentemente suspensa injustamente

A minha conta foi suspensa pela Vinted sem qualquer aviso prévio ou motivo claro. Sou estudante universitária e, devido à dificuldade em encontrar trabalho este verão, optei por vender algumas roupas que já não uso para conseguir algum dinheiro extra. Ontem, dia 30 de julho, quando acedi à app percebi que a minha conta estava bloqueada sem qualquer mensagem de alerta ou avisos posteriores. Reclamei e apenas me disseram que iam avaliar o caso em cerca de cinco dias. Estou à 20 horas sem resposta alguma. Com esta suspensão, uma encomenda que tinha em andamento foi automaticamente cancelada sem que eu pudesse sequer explicar ao comprador o que aconteceu. Além disso, fiquei sem acesso ao estado de outras encomendas, que estão agora sem acompanhamento por minha parte. Perdi 7 euros devido à encomenda cancelada — pode parecer pouco, mas para mim tem bastante impacto. Ao questionar o motivo da suspensão, informaram-me que se devia a uma possível suspeita sobre um produto, mas tenho provas de que o artigo (uma saia) é totalmente legítimo, pois fotografei todos os detalhes e etiquetas importantes. Além dos problemas com as encomendas, utilizei "bumps" pagos para promover os meus anúncios, que estão a ser gastos mesmo sem eu conseguir aceder à conta e tirar partido deles. Só peço que a situação seja resolvida rapidamente e a minha conta seja reposta, pois trata-se da minha única fonte de rendimento neste momento e esta suspensão inesperada já me prejudicou financeiramente, tanto nas encomendas como nos "bumps" pagos desperdiçados.

Encerrada
S. L.
31/07/2026
Kinderkraft

Problema na segurança no carrinho Kinderkraft

Exmos. Senhores, No dia 07-02-2026 adquiri no site oficial da Kinderkraft em Portugal um sistema de carrinho de bebé (Kinderkraft Nea 2) e um sistema de cadeiras auto com sistema isofix (ENDURA SAFE Modular System). A escolha destes produtos deveu-se especificamente porque ambos são apresentados pela marca como sendo totalmente compatíveis entre si. No entanto, após o nascimento da minha bebé em junho-2026, e com a utilização do sistema detetei que, quando a cadeira auto é colocada na estrutura do carrinho, a minha bebé fica numa posição claramente não anatómica e potencialmente insegura. Como é possível verificar nas fotografias e no vídeo que envio em anexo, a cabeça da bebé fica significativamente mais baixa do que os pés, colocando-a numa posição quase de cabeça para baixo. Esta situação verifica-se mesmo com o redutor para recém-nascidos colocado. Sem o redutor, o problema torna-se ainda mais evidente, ficando a bebé praticamente deitada de cabeça para baixo, o que não é, de todo, a posição recomendada para um recém-nascido. Esta situação foi observada e considerada preocupante por vários profissionais de saúde, nomeadamente pediatras, enfermeiras especialistas em pediatria e uma fisioterapeuta pediátrica, que alertaram para o facto de esta posição poder comprometer o alinhamento adequado da cabeça, do pescoço e da coluna, além de não corresponder à posição fisiológica esperada numa cadeira auto corretamente instalada no carrinho. Além disso, referiram ainda que a posição em que a bebé se encontra quando a cadeira está acoplada ao carrinho pode agravar sintomas de refluxo ou causar RISCO DE ENGASGAMENTO. Escolhi estes produtos precisamente porque a Kinderkraft informa que são compatíveis. Contudo, a posição em que a bebé fica quando o ovo é montado no carrinho leva-me a questionar seriamente essa compatibilidade, ou a eventual existência de um defeito de fabrico ou de conceção. Tentei enviar reclamação para o formulário oficial da marca mas apenas obtive resposta automática do site e tentei contactar a linha de apoio ao cliente (tanto o número espanhol como o polaco) e nunca me atenderam. Assim, solicito que esta situação seja analisada com a máxima urgência e que me seja feita a devolução do valor da encomenda para eu poder proceder à compra de um novo sistema, adequado e seguro para a minha bebé. Sendo esta uma questão diretamente relacionada com a segurança de um recém-nascido, agradeço uma resposta célere. Cumprimentos.

Resolvida
A. T.
31/07/2026

Cancelamento Abusivo / Falsa Rutura de Stock

Assunto: Cancelamento unilateral abusivo de encomenda por falsa rutura de stock N.º da encomenda 83226044. No passado dia 21 de Julho de 2026, efetuei a compra de um carrinho de bebé no site da Worten por um valor promocional de 133,66€, tendo recebido a respetiva confirmação e efetuado o pagamento regulamentar.Após quase 10 dias de espera, recebi uma comunicação escrita a informar o cancelamento unilateral da encomenda sob o pretexto de "rutura de stock", tendo a empresa procedido à devolução do montante sem o meu consentimento prévio.Contudo, verifiquei que o exato mesmo produto, comercializado pelo mesmo vendedor (KINDERKRAFT), continua listado como disponível para compra imediata no site da Worten, encontrando-se atualmente inflacionado para o valor de 379,00€.Esta conduta configura uma clara violação do princípio da boa-fé contratual (Artigo 406.º do Código Civil) e uma prática comercial enganosa (Decreto-Lei n.º 57/2008), comummente designada como "venda isco", onde se publicita um preço promocional sem intenção de cumprir o stock indicado. A dita rutura de stock serve apenas de pretexto para contornar a venda pelo preço mais baixo.Dado que existe stock real disponível no vosso portal, recuso a resolução do contrato através do reembolso forçado. Exijo a reposição das condições contratadas: a reativação da encomenda original para que possa proceder novamente ao pagamento dos 133,66€ acordados e a consequente entrega do artigo.

Resolvida
D. S.
31/07/2026

Produto recebido defeituoso e dificuldades no processo de reembolso

No dia 9 de Julho de 2026 eu efetuei a compra (Nº do pedido: 3074681146705922) de 4 lâmpadas com sensores de movimento (https://pt.aliexpress.com/item/1005008688503389.html?gatewayAdapt=glo2bra), além de outros itens na Aliexpress, sendo que as lâmpadas foram adquiridas especificamente do vendedor Shop1102777072 Store (https://pt.aliexpress.com/store/1102777072?spm=a2g0o.detail.0.0.210bSzWkSzWkN4). Quando finalmente as recebi, no dia 23 de Julho de 2026, notei que todas as quatro lâmpadas não funcionam. Sendo que, na verdade, pareciam se tratar de simulacros do produto encomendado. Uma completa fraude e golpe perpetrado pelas duas empresas em causa. Ainda no dia 23 de Julho de 2026 eu tentei fazer uma reclamação junto à Aliexpress, sem sucesso, porque o site não tem meios de contato direto o que viola as normas de operação para qualquer e-commerce na União Europeia e em Portugal. Então às 11:14:04 eu pedi reembolso dos referidos produtos e, como solicitado, enviei um vídeo demonstrando que os mesmos não funcionavam. Às 23:32:44 o vendedor propôs me devolver 1/4 do valor pago, o que, mais uma vez, só demonstra se tratar de um golpe gerido e suportado pela Aliexpress, uma clara violação aos meus direitos como consumidor. O que prontamente eu recusei. No dia 30 de Julho de 2026 às 17:14:53, 7 dias depois de pedir o reembolso e 1 dia depois do prazo estipulado pela própria Aliexpress em seu Termos e Condições para que o vendedor fornecesse uma morada de devolução, outra clara violação dos meus direitos o vendedor e a Aliexpress estão a exigir que eu pague os portes para efetuar a devolução de um engodo, portes que custam mais que os produtos falsos enviados pelo vendedor. O que mais me surpreende é que todo o processo que permitiu que eu fosse vítima desse golpe foi suportado e apoiado pela empresa Aliexpress, que ao invés de reconhecer o problema e tentar tratá-lo da forma adequada exigida pela legislação da União Europeia e de Portugal foi cúmplice. Tendo disto tudo isso, comunico que estou a fazer a devida queixa à Direção-Geral do Consumidor, à Direção-Geral da Justiça e dos Consumidores (DG JUST) e ao Centro Europeu do Consumidor (CEC) informando-lhes sobre o golpe perpetrado pela Aliexpress e a Shop1102777072 Store - já que, apesar de operar em Portugal, a Aliexpress não possui um Livro de Reclamações como é exigido a qualquer empresa que opera no país.

Encerrada
P. F.
31/07/2026
AHLC - Promoção Imobiliária

Incumprimento da devolução de sinal por cancelamento de contrato de pré-reserva

No dia 3/Julho/25 assinei um contrato de pré-reserva de um apartamento T0+1 num novo empreendimento designado Ribamar, da empresa espanhola Aedas Homes, através da sua representante em Portugal - Garvetur, aparentemente o escritório de vendas do empreendimento. Com a assinatura desse contrato, foi feito, no mesmo dia, um pagamento de um sinal no valor de 15.000€. Posteriormente, no dia 5/Ago do mesmo ano, isto é cerca de 1 mês depois, procedemos a um aditamento ao contrato original, para substituição da reserva do T0+1 por um apartamento T1+1. Esta alteração ficou oficialmente contratada a 8/Ago. Esta pré-reserva viria a ser confirmada a 8/Set, por uma empresa designada AHLC - Promoção Imobiliária, identificada no contrato como promotor, num contrato de Reserva. Nesta altura, era anunciada uma calendarização da obra com o inicio de construção previsto para o 1º trimestre de 2026 e a data de entrega do apartamento para o primeiro semestre de 2030. Em Abril deste ano, desloquei-me pessoalmente ao escritório de vendas para confirmar que se mantinha o calendário inicialmente anunciado, tendo tido a confirmação de que não havia nenhuma alteração aos planos iniciais. Ate aqui, nada disto é matéria de reclamação, apenas informação de contexto. No dia 24/Abr, apenas poucos dias após o meu contacto pessoal, fui surpreendido por um email (não um email de caráter pessoal, mas um mailing standard presumo eu enviado a todos os clientes com contratos de reserva asinados) a anunciar um novo calendário em que a obra estava agora prevista iniciar-se em Abril de 2027, isto é, cerca de 1 ano mais tarde do que o inicialmente previsto, e a solicitar a a minha assinatura de concordância com o novadats prevista para a assinatura do CPCV. Face a estas significativas alterações de calendário, mas sobretudo pelo desagrado quanto à forma impessoal, automática e insuficiente desta comunicação (só após um pedido de esclarecimentos fui informado que afinal a data de conclusão e entrega do apartamento estava agora prevista para 2030, e já não em 2028), decidi solicitar o cancelamento do meu contrato de pré-reserva. Esse cancelamento foi confirmado contratualmente a 30/Jun/26, estando nele explicitamente estabelecido que "a proprietária procederá à devolução do montante entregue a título de pré- reserva, sem qualquer penalização pela desistência dos clientes, efetuando a transferência bancária para a conta indicada pelos CLIENTES, no prazo máximo de 1 mês a contar da assinatura do presente documento, do montante de QUINZE MIL EUROS (15.000,00€)". Tendo esse prazo já expirado, estando portanto perante um incumprimento contratual, venho apresentar esta reclamação, solicitando do contratante incumpridor a respetiva reparação do impacto deste incumprimento.

Encerrada
C. P.
30/07/2026

nao recebi a encomenda

Ex Sr por este meio venho expor uma reclamação a empresa que comprei 10 paneis de cofragem em 23-07-2026 a empresa sequencia cordial contribuinte N 518041948 fez o pagamento e nao me entraram o produto ligaram me passado alguns dias a dizer que faziam a entrega ate hoje nada me foi entregue obrigado pela ajuda

Encerrada

Campanha da Peugeot

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Olá a Peugeot está realizando uma campanha de modernização do seu produto (motor) mas infelizmente no meu caso não foi realizada a reparação ou modernização da junta, pelo que saiba isto é de fabricação o erro da junta, e é a grande dor de cabeça desses motores, continuo cm o carro a Deitar óleo l, conforme as imagens em anexo. Então saber como é que fica esta situação que é erro da Peugeot e não do cliente. Simplesmente só foi feito actualização de software no carro. Cumprimentos.

Encerrada
L. T.
30/07/2026

Encomenda não tecebida

Boa tarde, no dia 08.06 efectuei a encomenda de um corta legumes no valor de 16,98€, paguei e ainda não recebi.

Resolvida

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