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Entrega na morada errada
Empresa de entrega de baixa qualidade, primeiro recebi um e-mail para escolher um local de recolha, quando tinha no site da Amazon dado a minha morada para entrega, não entregaram no ponto que escolhi nem ligaram a tentar solucionar a questão, entregaram num ponto de recolha que nem sequer é da minha cidade. Muito mau
Débito e Subscrição Não autorizados
Deixei de usar os serviços desta entidade em fevereiro por resolução da minha parte. estive ausente sem comunicações dos próprios desde janeiro de 2026, agora de repente aparece um débito na minha conta de renovação da subscrição ainda por cima com um recibo em que 3/4 respondem a consulta de nutrição ( serviço que usei apenas por 3 meses por estar a ser seguido por uma nutricionista, certamente será para benefícios fiscais dos próprios) ) e quando apresentei a reclamação informaram que cancelaram a subscrição a partir de outubro, ou seja, este período continua ativo e sem direito a reembolso.
Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam
Exmos. Senhores, No passado dia 18 e 19 de junho de 2026 apresentei uma reclamação relativa à minha apólice de seguro automóvel, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta (Refª nº 16653206 e Refª nº 16652763). N.º da Apólice: **********04 Matrícula: **********07 Venho, assim, reiterar formalmente a minha reclamação. Na sequência do acidente que sofri, fui informado pelo mediador de seguros de que a minha apólice não incluía a cobertura de choque, colisão e capotamento, motivo pelo qual o sinistro não poderia ser regularizado ao abrigo dos danos próprios. Esta informação causou-me enorme surpresa, pois sempre tive a convicção de que possuía um seguro com cobertura de danos próprios ("contra todos os riscos"). Em nenhum momento me foi explicado, quer verbalmente, que a minha apólice não incluía aquela cobertura essencial. Todo o processo de contratação e renovação foi tratado por correio eletrónico, nunca tendo recebido qualquer contacto telefónico, explicação personalizada ou alerta para a inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento ou para qualquer alteração relevante das garantias contratadas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação e esclarecimento que impendem sobre o mediador de seguros e sobre a seguradora, impedindo-me de tomar uma decisão consciente e devidamente informada relativamente ao contrato de seguro. Caso tivesse sido devidamente informado da inexistência desta cobertura, teria optado por contratar uma apólice que efetivamente garantisse os danos decorrentes de choque, colisão e capotamento. Informo que solicitei ao atual mediador, que procedesse à alteração das minhas condições contratuais, que incluíssem choque, capotamento e colisão, atos de vandalismo assim como viatura de substituição em caso de acidente. Esta apólice irá iniciar a partir do dia 01 de Agosto até ao fim da minha apólice (03/04/2027). Solicito, por isso: Uma resposta fundamentada à reclamação apresentada em 18 e 19 de junho de 2026; O envio de toda a documentação que comprove que fui devidamente informado via telefone, da inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento, bem como de qualquer alteração das coberturas da minha apólice; A identificação da data, forma e conteúdo dessa alegada informação, caso entendam que a mesma foi prestada; A reapreciação da situação, atendendo ao incumprimento dos deveres de informação e aconselhamento. Informo que a minha viatura, na falta de resposta da vossa parte, dei indicação à minha oficina habitual, para proceder à reparação, pois necessito da viatura para o meu dia a dia. Não tendo sequer direito à viatura de substituição, uma vez que esta não está incluída na apólice, tive de proceder ao aluguer de uma viatura por 28 dias, causando-me como é óbvio, danos financeiros e não só. Aguardo uma resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, JP
Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam
Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda no seguinte. No passado dia 18 de Junho de 2026, sofri um acidente sozinho, em que não reparei que ao fazer a curva estava em cima de uma coluna de sustentação das coberturas do parque de estacionamento do supermercado Mercadona de Fânzeres. Eu, como sempre desejei ter sempre o carro segurado com danos próprios, e uma vez que estou a pagar pelo seguro, a quantia anual de 434 euros, sempre pensei que o meu seguro tinha a cobertura choque, colisão e capotamento. Ao entrar em contato com o meu mediador da seguradora, diz-me de imediato que o meu seguro não cobre o acidente que sofri. É evidente que recebi no meu e-mail e também no WhatsApp as condições do seguro. A questão é que confiei no mediador, pensando sempre que a cobertura atrás estava incluída no meu seguro. Senti-me enganado e fui mal informado, uma vez que as condições do seguro foram sempre tratadas via e-mail e WhatsApp. Nunca mas nunca houve um telefonema da parte do mediador, a alertar-me para o fato. Tanto é que solicitei junto do mediador, um acrescento da cobertura choque, colisão e capotamento a juntar ao meu atual seguro, pagando mais 196 euros, com viatura de substituição, caso accionar o seguro. Pretendo que seja ressarcido de todos os valores pagos até ao momento pela minha companhia ou mediador, da reparação, do aluguer de uma viatura e também dos gastos com a Uber. Daí solicitar a vossa intervenção, Com os melhores cumprimentos, JP
Reembolso Cancelamento de Voo
Exmos Senhores No dia 28 de junho de 2026, o meu voo de Roterdão para Lisboa, (reserva n.º X9BVFY), voo HV-5243, foi cancelado por motivos técnicos. Reclamei no vosso site, apresentei as despesas bem como o IBAN para promoverem o depósito da quantia que me era e é devido, em 14/07/2026 recebi um e-mail a darem-me razão e que ia receber a quantia que me era devida, contudo devia (novamente) apresentar o IBAN/SWIFT em formato PDF, devidamente certificado pelo meu banco e enviar via e-mail. Foi o que tentei fazer, via e-mail contudo deu sempre erro. Voltei a fazê-lo via formulário no vosso site da Transavia e até à presente data não há resposta nem pagamento nos termos do Regulamento UE 261/2004. O meu pedido tem a vossa referência FC-8160003. O que posso fazer mais?
Cobrança indevida de seguro e taxas sem consentimento e atendimento desrespeitoso
No ano passado, desloquei-me a uma loja da Worten para adquirir um telemóvel da marca Oppo, modelo A5, cujo preço de venda anunciado era de 129 euros. Durante o atendimento, o funcionário questionou-me sobre a adesão a um seguro, ao qual respondi expressamente que não era necessário. No entanto, verifiquei mais tarde — e comprovei agora ao solicitar a respetiva fatura — que a Worten incluiu indevidamente um seguro e taxas sem o meu consentimento e contra a minha recusa explícita, elevando o valor total cobrado para 187 euros. Para além desta prática comercial abusiva e da cobrança de um serviço que nunca contratei nem aceitei, o equipamento acabou por ser furtado posteriormente. Ao tentar acionar o seguro, fui confrontado com a recusa do mesmo, acumulando o prejuízo de ter pago por um serviço forçado que de nada me serviu. Recentemente, ao solicitar a fatura de 187 euros na loja, fui ainda alvo de um atendimento extremamente rude e desrespeitoso por parte dos funcionários, demonstrando uma total falta de profissionalismo e respeito pelo cliente. Exijo por este meio a anulação retroativa do seguro e a devolução imediata do valor cobrado indevidamente (a diferença de 58 euros entre o valor do equipamento e o montante faturado à força), bem como uma tomada de posição por parte da gestão da Worten face à conduta dos seus colaboradores.
Worten recusa devolução de AC portátil, contrariando a Política de Satisfação publicada no próprio s
Sou aderente do serviço Worten Life, cujos termos e condições publicados em worten.pt garantem "devoluções de produtos vendidos pela Worten, durante 30 (trinta) dias após a data de compra". Em 29/06/2026 comprei na loja Worten Amoreiras um ar condicionado portátil Becken BAC10172WH por 255,99 € (fatura FT HRX011/016969). No ato da compra, o vendedor garantiu-me verbalmente que poderia experimentar o equipamento em casa e devolvê-lo se não servisse. Testei-o na minha sala e concluí que as minhas janelas não são adequadas a este tipo de máquina. Em 25/07/2026 - 26.º dia após a compra, dentro do prazo de 30 dias - desloquei-me à loja para efetuar a devolução, com o produto completo, na caixa de origem, em bom estado e com todos os acessórios. A devolução foi recusada com fundamentos sucessivamente diferentes: Primeiro, que o produto seria um "grande eletrodoméstico" excluído da Política de Satisfação. Ora, a política oficial publicada no site da Worten ("Quais são os produtos excluídos da Política de Satisfação para compras em loja física?") diz expressamente: "Grandes eletrodomésticos (exceto AC Portáteis)". O meu produto está, por isso, abrangido pela política. Quando apresentei a política oficial, o responsável de loja invocou um novo fundamento: a caixa não estaria "nas mesmas condições" da compra. Pedi que me mostrasse onde consta esse requisito nos termos e condições - não me foi mostrado, porque a política exige apenas a entrega "na caixa de origem ou em embalagem Worten", requisito que cumpro integralmente. Constatei ainda, e documentei fotograficamente, que o expositor com a política afixada na loja omite a exceção dos AC portáteis, estando em desconformidade com a política oficial publicada no site - o que induz os consumidores em erro no próprio local de venda. Sublinho que não se trata de um caso isolado: existe pelo menos uma reclamação pública de julho de 2026 no Portal da Queixa em que a Worten recusou a devolução de um ar condicionado portátil com a mesma justificação ("grande eletrodoméstico"), o que sugere uma prática reiterada em contradição com a política publicitada pela própria empresa. Fundamentos jurídicos: a política de devolução publicitada vincula a Worten nos termos do art. 7.º, n.º 5, da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e do art. 43.º do DL n.º 84/2021 (garantia comercial: as condições constantes da declaração e da publicidade associada são exigíveis). A recusa com fundamentos inexistentes e a afixação de condições desconformes configuram prática comercial desleal (DL n.º 57/2008). Diligências já efetuadas: reclamação no livro de reclamações físico da loja (folha n.º 38284683, de 25/07/2026); reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045672912 (25/07/2026, remetida à ASAE); email formal à Worten - (26/07/2026). Nota: na folha física consta por lapso a data de compra "29/07/2026"; a correta é 29/06/2026, conforme fatura. Pretensão: reembolso integral de 255,99 € pelo mesmo método de pagamento, mediante entrega do equipamento. Caso a mediação da DECO não tenha êxito, pretendo recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa ao abrigo da Lei n.º 63/2019 (arbitragem necessária por opção do consumidor até 5.000 €). Documentos disponíveis: fatura; captura de ecrã da política oficial online; fotografia da política afixada em loja (sem a exceção); fotografias da caixa de origem; duplicado da folha de reclamação.
Reembolso de encomenda
Boa tarde, fiz uma encomenda de um vestido no valor de 41.81€ nesse site mas com os passos a seguir até ao fim de fazer a encomenda foi me dado descontos onde cliquei feitas as contas estava a encomendar vários vestidos senão parasse não sei quantos seriam, acabou por serem 3 , o K me foi retirado da conta o valor dos vestidos de valores diferentes, mandei mails ao k responderam a alguns fora de horas, e agora mandaram que não fazem reenbolso que tenho que escolher outras coisas mas eu já não quero nem um exijo o reembolso dos três que tem o valor de 120€ , já cancelei cartão fiz queixa no banco , por isto trata se de um caso de burla…. As respostas não são fiáveis . Agradecida vou enviar uns anexos
Reclamação contra Uber Eats Portugal – Incumprimento de Serviço e Recusa de Reembolso
Olá, boa tarde, Preciso da vossa ajuda para resolver um problema com a Uber Eats. No dia 23 de julho fiz um pedido no Burger King de Castelo Branco através da aplicação da Uber Eats. Paguei 8,21 € por MB Way, mas a comida nunca me foi entregue. Tentei resolver a situação de todas as formas: Liguei para o Burger King de Castelo Branco, mas disseram-me que não podiam fazer nada e que a culpa era da Uber Eats. Falei com o suporte da Uber Eats no chat da app e recusaram-se a devolver o meu dinheiro, dizendo exatamente o oposto: que a culpa era do restaurante por ter estafetas próprios. O estafeta também alega que me contactou, o que não é verdade. Fiquei sem a comida e sem o dinheiro. Paguei à Uber Eats pela aplicação deles, por isso acho inaceitável que lavem as mãos e fiquem com os meus 8,21 €. Agradeço se me puderem ajudar a exigir o reembolso deste valor. Junto envio os comprovativos do pagamento, recibo, registo das chamadas para o restaurante
UAb recusa bolsa PRR por lapso formal corrigível
Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Apesar de ainda faltarem vários dias para terminar o prazo de entrega das candidaturas, ninguém me informou da existência de qualquer irregularidade. A Universidade manteve silêncio. Só depois de terminado o prazo fui informado de que a candidatura tinha sido excluída porque, alegadamente, faltava a digitalização da página do verso do formulário onde constava a assinatura. Ou seja, existiu tempo para alertar o candidato e permitir a correção da situação, mas a Universidade optou por nada dizer enquanto o prazo decorria, invocando essa deficiência apenas quando já era impossível corrigi-la. Acresce que a Universidade conhecia perfeitamente a minha identidade, possui todo o meu histórico académico, todos os meus dados administrativos e toda a restante documentação exigida. Nunca esteve em causa a autenticidade da candidatura nem o cumprimento dos requisitos materiais para atribuição da bolsa. O mais preocupante é que o regulamento do Projeto UAb Impulso2025 não prevê que uma situação desta natureza determine automaticamente a exclusão da candidatura. Também verifico que a própria Universidade não cumpriu integralmente o regulamento ao enviar a comunicação inicial apenas para o endereço de correio eletrónico pessoal, quando o regulamento prevê a utilização do endereço institucional. Perante esta decisão apresentei um pedido de reconsideração, expondo os fundamentos jurídicos e solicitando a reapreciação da candidatura. A resposta recebida limitou-se a afirmar que a responsabilidade era do candidato e que os documentos eram necessários para auditoria do PRR, sem responder à questão essencial: Porque razão não fui alertado durante o prazo de candidatura, quando bastaria um simples email para corrigir uma irregularidade meramente formal? Mais grave ainda, uma reclamação posteriormente apresentada através da plataforma SITCON deixou de estar visível no histórico dessa plataforma, situação cuja origem continuo sem conseguir compreender. Estamos a falar de um programa financiado por fundos públicos destinado a incentivar a qualificação dos estudantes. No entanto, neste caso, um estudante que cumpria todos os requisitos materiais, concluiu a formação com elevada classificação e entregou a documentação dentro do prazo acabou excluído por um lapso formal que poderia ter sido resolvido em poucos minutos caso os serviços tivessem atuado com diligência. A Administração Pública deve servir os cidadãos com legalidade, proporcionalidade, boa-fé e colaboração, e não transformar pequenas irregularidades sanáveis em motivos de exclusão quando estas não colocam em causa a autenticidade da candidatura nem prejudicam o interesse público. Apresento esta reclamação para que a Universidade Aberta esclareça publicamente este procedimento, reavalie a decisão tomada e adote práticas mais transparentes, proporcionais e conformes com os princípios da boa administração. Gostaria igualmente de saber se existem outros estudantes que tenham sido excluídos por motivos semelhantes, pois considero importante perceber se este foi um caso isolado ou se revela uma prática administrativa recorrente.
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