Reclamações públicas
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Contestação de responsabilidade por alegado dano no contador e corte de abastecimento de água
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Águas do Ribatejo. Foi-nos comunicado que o contador de água da nossa habitação estaria danificado e que a responsabilidade seria nossa, sendo exigido o pagamento de um valor absurdo e muito elevado pela substituição do contador. No entanto não concordamos com esta acusação. Nas fotografias enviadas pela própria empresa é possível verificar que o vidro do contador se encontra intacto, estando apenas danificada a parte vermelha do mecanismo interior. Não compreendemos como é possível sermos responsabilizados por um dano interno quando o vidro de proteção não está partido nem existem sinais visíveis de manipulação. Importa ainda referir que nenhum elemento do agregado familiar mexeu ou tentou mexer no contador, até porque não temos qualquer conhecimento técnico nem acesso ao interior do mesmo. Apesar de termos contestado a situação por email e explicado que não aceitávamos a responsabilidade por este dano, o fornecimento de água à habitação acabou por ser cortado. Consideramos esta decisão extremamente injusta e desproporcional, sobretudo tendo em conta que já tinham sido pagos valores relativos ao consumo de água. Pedimos assim que esta situação seja analisada com atenção e que seja apresentada uma explicação técnica clara que justifique a acusação feita à nossa família, bem como a cobrança deste valor. Consideramos injusto sermos responsabilizados por um dano que não causámos e esperamos que esta situação seja revista de forma justa.
Entrega negligente: Máquina de lavar a obstruir saída e recusa de recolha de equipamento antigo
Venho apresentar uma reclamação formal e urgente relativa à entrega da máquina de lavar efetuada no dia 05/03/2026. O serviço prestado foi não só negligente, como colocou em causa a segurança da residente. No ato da compra, contratei o serviço de entrega no domicílio com recolha do equipamento velho, o qual foi devidamente pago. No entanto, o entregador procedeu da seguinte forma: 1. Obstrução de Saída: A máquina nova foi deixada à porta da fração, impedindo a abertura e o fecho total da porta. Esta situação é inadmissível, pois bloqueia a única via de saída em caso de emergência. 2. Abuso de Vulnerabilidade: A pessoa que recebeu a máquina tem 60 anos e pesa menos de 50 kg. O entregador, confrontado com a impossibilidade física da cliente de mover o equipamento, ignorou o pedido de auxílio e a obrigação de colocação do aparelho no local correto. 3. Recusa de Recolha: O entregador recusou-se a levar a máquina antiga, alegando estar "demasiado longe", apesar de o serviço de recolha ter sido pago e ser obrigatório por lei quando contratado.
Cobranças abusivas/cancelamento de contrato
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ginásio FitnessUp Miraflores. Encontrei-me desempregada enquanto tinha o contrato ativo e em período de fidelização. Por esse motivo, pedi o cancelamento da minha inscrição, pois já não tinha condições financeiras para continuar a pagar as mensalidades. Desloquei-me à receção para tratar da baixa, mas foi-me dito que não era possível porque a pessoa responsável não estava presente. Perante esta impossibilidade, cancelei o débito direto. Pouco tempo depois, tive de regressar ao meu país de origem devido à minha situação financeira, mas continuei a insistir por telefone para que procedessem ao cancelamento da minha inscrição. Ainda assim, continuaram a exigir o pagamento de uma taxa de cancelamento de 50€, indicando que só poderia evitá-la se apresentasse comprovativo de desemprego. Enviei esse comprovativo por email, mas mesmo assim continuaram a contactar-me insistentemente para pagar. Mais tarde, pediram que preenchesse um formulário de cancelamento e, de seguida, apresentaram-me um valor em “dívida” superior a 130€, referente a um serviço do qual já não usufruía. Considero esta política extremamente injusta, uma vez que o desemprego é uma situação inesperada que afeta diretamente a capacidade de cumprir compromissos financeiros. Exigir pagamentos adicionais nestas circunstâncias, mesmo perante comprovativos válidos, demonstra falta de sensibilidade, transparência e flexibilidade contratual. Peço, por isso, que a DECO Proteste avalie a legalidade desta prática e, se possível, intervenha para que esta cadeia de ginásios reveja as suas regras de cancelamento em casos comprovados de desemprego ou dificuldades económicas. Saliento ainda que, passados quase dois anos, continuo a ser contactada de forma excessiva e rude, sendo-me agora exigido o pagamento de cerca de 600€. Com os melhores cumprimentos,
Burla em compra online – loja FutHub
No dia 10/02/2026 efetuei uma compra online na loja FutHub, no valor de 69,90 €, paga por MB Way, referente à encomenda n.º 7360. Apesar do pagamento confirmado, a empresa nunca enviou a encomenda. Limitou‑se a criar um registo de envio com o código CTT DB239552274PT, que permanece no estado “aguarda entrada nos CTT”, o que indica que o objeto nunca foi entregue fisicamente. Em várias mensagens (Instagram), a empresa prometeu datas de envio e, mais tarde, um reembolso total, que até hoje não foi concretizado. Verifiquei, ainda, inúmeras reclamações públicas de outros consumidores por situações idênticas, o que indica um padrão de atuação. Solicito: 1. A intervenção da entidade reguladora competente para obrigar a FutHub a cumprir o envio ou a proceder ao reembolso imediato do valor pago. 2. A análise desta conduta reiterada, que pode configurar prática comercial desleal e burla aos consumidores. Junto comprovativo de pagamento MB Way, confirmação de encomenda e prints das conversas com a empresa.
Cancelamento imediato
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o cancelamento imediato e definitivo do meu plano de saúde Medicare, com efeitos previstos para o dia 5 de março de 2026. Reitero que a minha intenção de cancelamento foi comunicada pela primeira vez no dia 19 de dezembro, o que podem comprovar na gravação que foi efetuado em uma ligação que recebi da Medcare às 15:02 da tarde com duração de 16 minutos( o que pode ser comprovado pois a gravação foi gravada). Na ocasião, a vossa assistente informou-me, erradamente, que o pedido só poderia ser formalizado no dia 4 de fevereiro. (Aproveito para atualizar esse dado importante, visto que Me equivoquei anteriormente dizendo ser dia 5/2/2026, mas tenho tudo anotado e ao conferir vi que o dia que ela me disse para cancelar foi dia 4/2/2026. Infelizmente, devido à passagem da tempestade Kristin, fiquei privada de rede telefónica, internet e energia elétrica na data indicada pela vossa colaboradora, o que impossibilitou o contacto nesse dia específico. Só foi possível formalizar o pedido no dia 06/02/2026. Considerando que houve um erro de informação por parte do vosso serviço de apoio no dia 19/12, e ocorreu uma situação de força maior (falta de comunicações por catástrofe natural) que impediu o contacto no dia 04/02; Atualmente, encontro-me numa situação de carência financeira que me impede de manter o plano; Uma outra situação ocorreu em outra ligação que recebi dia 23/02/2026 às 12:28 com duração de 15 min, onde expliquei o ocorrido ao atendente e o mesmo me disse que eu podia ter feito o cancelamento antes de 30 dias, mas se a própria atendente da Medicare me deu o dia para ser feito o cancelamento como eu duvidaria. Informo que já formalizei esta queixa no Livro de Reclamações Online e no Portal da Queixa, cujas referências anexo a este e-mail. Solicito a confirmação do cancelamento imediato por justa causa e a anulação de quaisquer cobranças futuras, sob pena de recorrer a instâncias judiciais e de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Cleidiane Rosangela da Silva Ferreira
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( NÚMERO DE CONTRATO). Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – (DESCRIÇÃO DO ERRO). Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja
Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja Apresenta-se esta queixa porque existem várias situações dentro da loja que estão a gerar grande preocupação entre os colaboradores e que levantam sérios problemas éticos. Existem várias relações pessoais entre chefias e colaboradores que trabalham na mesma loja e em áreas que dependem diretamente umas das outras. Há casos entre responsáveis de departamentos como BAC e Logística, bem como entre Transportes e TNB. Quando chefias mantêm relações pessoais e continuam a trabalhar em funções que influenciam decisões umas das outras, cria-se um claro conflito de interesses. Alguns colaboradores referem situações em que decisões de trabalho acabam por beneficiar diretamente pessoas com quem essas chefias têm relações, incluindo casos em que materiais ou processos passam por familiares ou parceiros que trabalham na mesma estrutura. Por exemplo, quando há entregas de material ou decisões operacionais que acabam por envolver marido ou mulher que trabalham dentro da mesma área. Isto levanta sérias dúvidas sobre ética, imparcialidade e cumprimento das regras de conduta dentro da empresa. Na área de Caixas também existem situações muito comentadas pelos colaboradores. Alguns Team Leaders terão subido de posição não por mérito ou capacidade, mas por amizades e envolvimentos pessoais com outros colaboradores e até com chefias. Isto cria um ambiente de injustiça e desconfiança dentro das equipas. Também são conhecidas situações de envolvimento pessoal entre uma Team Leader de Caixas e elementos da segurança. Estes comportamentos tornaram-se assunto dentro da loja e chegaram mesmo a circular fotografias entre colaboradores de uma situação em que essa Team Leader se encontrava de baixa médica há algum tempo e foi vista a sair e a conviver com um elemento da segurança. Tudo isto cria um ambiente pouco profissional, levanta dúvidas sérias sobre a conduta de algumas chefias e contribui para um clima de desconfiança entre os trabalhadores. Quando relações pessoais influenciam decisões de trabalho, promoções ou processos internos, deixa de existir igualdade e transparência. Por estes motivos, estas situações devem ser analisadas com urgência e seriedade, porque afetam diretamente o ambiente de trabalho, a confiança nas chefias e o respeito pelas regras básicas de ética dentro da empresa.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 23/11/2025 adquiri dois vestidos, da marca Hope Brand, pelo valor de 136,50€. O pagamento foi efetuado no momento. Até ao momento apenas recebi um e-mail de confirmação da encomenda, não tendo recebido a respetiva fatura e os vestidos ainda não me foram entregues. No site da marca, em https://hope-brand.com/policies/shipping-policy, está descrito que o envio pode demorar até 20 dias úteis, prazo já muito ultrapassado. Já efetuei vários contactos junto dos serviços da marca, que não atende telefonemas e apenas responde por mensagem. A empresa transfere a responsabilidade para a empresa de transportes. Fui contactada pela suposta empresa de transportes (DLS Transportes), empresa da qual não encontro qualquer registo online e que me pediu para agendar a entrega. Tentei agendar para 26 de fevereiro de 2026 (95 dias depois da encomenda) e disseram que não era possível efetuarem a entrega. Pediram que indicasse nova data, indiquei o dia 04/03/2026 e não me deram resposta. Estou a tentar contactá-los por e-mail e por telefone e não obtenho qualquer resposta. Assim sendo, dado que já foi ultrapassando há muito tempo o prazo estipulado na política de envio da loja online, solicito a devolução do valor pago pela encomenda que nunca recebi. Cumprimentos.
Débito Não autorizado da empresa CHUBB
Exmos. Senhores, Sou titular da conta NºPT50003300004560348338905 no Banco Millennium e, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 2X 12,99 (25,98 neuros) euros, em um mesmo dia (03-03-2026). Verificar o printid Solicito o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro . Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Wander Sampaio
ENCOMENDA NAO RECEBIDA
Tenho três encomenda Express , primeiro foi dada como entregue e não recebi , porque o destinatário não se encontrava em casa , Tento contactar não consigo contactar um operador humano e-mails ninguém responde. A encomenda nº 212193862735 A encomenda nº 212193862737 A encomenda 212193862739 As compras foram feitas online na Zara.
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