Reclamações públicas

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F. P.
19/01/2026

Excederam o prazo de agendamento de visita técnica após acionar garantia

Exmos senhores venho reclamar o seguinte: comprei uma máquina de lavar roupa da marca hisense no dia 24/08/2025 que avariou no mês de dezembro de 2025 acionei a garantia no dia 6 de janeiro de 2026com a loja onde efetuei a compra, onde me informaram que iria ser contactada para agendamento de visita técnica no prazo de 48h . Até agora ninguém agendou absolutamente nada, tenho ligado uma vez por dia para o apoio ao cliente da marca ao que me dão todos os dias a mesma informação. Pedem desculpa não sabem dizer porque ainda não me contactaram. Não percebo de todo esta situação, estou profundamente revoltada. Gostaria de ver esta situação resolvida o mais rápido possível.

Em curso
J. O.
19/01/2026

Encomenda não recebida e Retenção indevida de reembolso

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Amazon.es relativa ao pedido n.º 406-7144614-1568337, efetuado no dia 1 de janeiro de 2026, referente a uma placa gráfica 9070 XT no valor de 649,55 €. Abaixo, descrevo a cronologia dos factos que demonstram uma falha grave de serviço, falsificação de registos de entrega e uma acusação infundada de má conduta por parte da Amazon contra um cliente. A gravidade da situação é exacerbada pelo facto de a própria transportadora (Paack) ter admitido formalmente, por escrito, a ocorrência de uma incidência logística e a impossibilidade de concluir a entrega, contradizendo diretamente a postura de recusa de reembolso mantida pela Amazon 1. A Falsa Entrega (07 de janeiro): No dia 7 de janeiro, às 15:42, recebi uma notificação da Amazon e da transportadora Paack indicando que a encomenda tinha sido entregue a uma pessoa chamada "Ana", identificada como minha esposa. Esta informação é comprovadamente falsa: sou solteiro, resido sozinho e ninguém tocou à campainha no horário indicado. Trata-se de uma falsificação de registo de entrega por parte do estafeta. 2. Procedimento de Investigação e Duplicidade de Tickets (09 e 10 de janeiro): Após contactar o suporte da Amazon por chat e telefone, foi-me solicitado um auto de denúncia policial. Nos dia 09 e 10 de janeiro, recebi dois e-mails de da Amazon, com dois IDs de caso distintos e dois links de upload. Para garantir o cumprimento das instruções, submeti a denúncia policial em ambos os links. 3. Acusações Infundadas de Fraude (11 de janeiro): No dia 11 de janeiro, recebi uma mensagem da Amazon alegando que a minha conta estava vinculada a "várias contas" e que o número de reembolsos era superior ao esperado. Esta acusação é absurda e tecnicamente infundada: Em 5 anos de histórico de compras, realizei apenas um reembolso. Não possuo nem opero quaisquer outras contas. 4. Admissão de Falha pela Paack (12 de janeiro): No dia 12 de janeiro, recebi um e-mail oficial da transportadora Paack (que anexo a esta reclamação) onde a empresa admite textualmente: "Informamos que o seu pedido sofreu uma incidência logística, e, portanto, não poderemos mais realizar a entrega. Por favor, entre em contato com Amazon para que ele possa oferecer uma solução...". Este documento prova que a notificação de entrega do dia 7 de janeiro foi fictícia e que a mercadoria nunca chegou ao destino. 5. Rejeição Ilegal de Documento Oficial (14 e 15 de janeiro): Apesar da confissão da transportadora, contactei a Amazon no dia 14. No dia 15, recebi uma resposta informando que "não puderam verificar os detalhes da denúncia policial" e que a mesma "não é válida". É inadmissível que o departamento de "Account Specialists" da Amazon ignore um documento oficial emitido pelas autoridades policiais portuguesas e, simultaneamente, ignore a admissão de culpa da sua própria subcontratada (Paack). Fundamentação Legal: De acordo com a Diretiva 2011/83/UE e a legislação de consumo em vigor tanto em Portugal como em Espanha, o risco de perda ou dano dos bens transfere-se para o consumidor apenas no momento da posse física dos mesmos. Dado que a transportadora admite não ter efetuado a entrega, a responsabilidade é integralmente da Amazon.es. A retenção do valor de 649,55 € perante estas provas constitui um enriquecimento sem causa e uma violação dos direitos do consumidor. Pedido: Exijo o reembolso imediato do valor de 649,55 € no método de pagamento original. Atentamente, J. Oliveira

Resolvida
P. M.
19/01/2026

Atraso no débito

Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação ao facto de estarmos no terceiro mês em que a faturação não é cobrada. Este atraso e respectivos problemas que têm apresentado , estão a criar um acumular de faturas com valores altos. Tentei contactar várias vezes a linha de apoio mas sem sucesso. Recentemente enviaram um sms com um plano de pagamento em prestações sem qualquer autorização por parte do cliente. Assim sendo , aguardo que seja regularizado o mais rapidamente possível de forma a que consiga rescindir contrato com esta operadora de energia. Sem mais assunto , Priscillia Moreira

Em curso
A. S.
19/01/2026

Atraso

Pedido 3439586 Boa noite!!! Fiz uma compra do whey protein,dia 12 de Janeiro,dia 13 foi enviado e até o momento não recebi,nem a empresa do transporte não recebeu....agora estou sem o produto,se cancelar só recebo algo tipo valor e cupon usado, só quando o produto que sumiu voltar para zumub,espero muito que se resolva o.mais rápido possível,contatos por e-mail,só dizem que lamenta e que esperam chegar mais rápido possível,só que não passa disso, DECEPÇÃO!!!sem produto,sem dinheiro!

Resolvida
S. C.
19/01/2026

Reclamação garantia

No seguimento da reclamação já registada no Livro de Reclamações na vossa loja homy casa venho reforçar a minha posição relativamente ao sofá adquirido, o qual apresenta um defeito grave e recorrente. Após cerca de dois meses de utilização, o sofá começou a apresentar uma quantidade excessiva de borboto. Foi solicitada assistência técnica ao domicílio, tendo o próprio técnico confirmado o mau estado do artigo e indicado que o mesmo seria substituído. Posteriormente, e após ter sido informada em loja de que não existiam outras reclamações sobre o modelo, aceitei a substituição por um sofá exatamente igual. No entanto, passados cerca de três meses, o segundo sofá apresenta exatamente o mesmo problema, com borboto excessivo em toda a superfície, incluindo assentos, costas e pés, o que demonstra tratar-se de um defeito do próprio artigo e não de mau uso. Importa ainda referir que, apesar de ter sido alegado que o problema se devia ao uso de mantas, tal afirmação não corresponde à realidade, uma vez que nunca utilizei mantas no sofá, nem foi efetuada qualquer nova verificação técnica ao domicílio para sustentar essa alegação. Face ao exposto, e considerando que já foi efetuada uma substituição sem resolução do problema, reitero o meu pedido de reembolso total do valor pago, nos termos da legislação em vigor relativa à defesa do consumidor. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e definitiva, informo que recorrerei a outros meios legais ao meu dispor, nomeadamente aos Julgados de Paz ou a um Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, sem prejuízo de outras diligências que se revelem necessárias. Aguardo uma resposta escrita e uma solução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Sofia Custódio 910085896

Em curso
G. R.
19/01/2026

Subscrição

No dia 04/01 comprei passagens de ida e volta para a Londres pela e-dreams. No dia 19/01, tive um débito que não foi autorizado no valor de €89,90 referente a uma subscrição. Em contacto com a empresa, me foi dito que nada poderiam a fazer a não ser um voucher no valor de €89,90 para compra de passagens acima de €300. Pela recusa, me foi oferecido um reembolso de €45 mais €45 de voucher que também recusei. Gostava que a empresa me fizesse o reembolso do montante descontado, pois como não tenho interesse nessa tal subscrição, não faz sentido eles fazerem o reembolso em forma de voucher, até porque não foi pago em voucher.

Em curso
J. F.
19/01/2026

Pedido de apoio jurídico – burla bancária / fraude por engenharia social

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a um caso de burla/fraude por engenharia social, envolvendo operações bancárias realizadas . No dia 24/12/2025, foram efetuadas 10 operações bancárias num período aproximado de 5 horas, num valor bastante alto , associadas à minha conta. Dessas operações, 2 foram realizadas por MB Way e as restantes por transferência bancária. Embora as operações tenham sido autorizadas por mim, a autorização foi concedida sob indução em erro, manipulação psicológica e pressão de terceiros, enquadrando-se claramente numa situação de fraude por engenharia social. Já tomei as seguintes medidas: Apresentei queixa-crime junto da GNR; Abri processo de fraude junto do Banco Santander; Reuni e preservei todas as provas relevantes (mensagens, comprovativos, dados das operações). No entanto, necessito de apoio jurídico especializado para: Avaliar a responsabilidade do banco, nomeadamente no dever de prevenção e deteção de operações atípicas; Apoiar a reclamação formal junto do banco e, se necessário, do Banco de Portugal; Avaliar a viabilidade de recuperação total ou parcial dos valores, incluindo as operações realizadas por MB Way; Definir os passos legais seguintes, nomeadamente eventual recurso a Julgado de Paz ou outra via adequada. Atendendo ao valor elevado, ao número de operações, ao curto espaço de tempo em que ocorreram e ao contexto de manipulação, agradeço a vossa orientação e acompanhamento neste processo. Fico disponível para enviar toda a documentação necessária. Com os melhores cumprimentos, Numero de processo RFZ0000835364

Encerrada
V. M.
19/01/2026

Beliani ignora direitos do consumidor e decisão arbitral definitiva do CICAP (P‑1823/2025)

Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a Beliani (DE) GmbH / beliani.pt pela forma sistemática como desrespeitou direitos do consumidor e ignorou uma decisão arbitral definitiva. Comprei um conjunto de jardim em 2024. Menos de um ano depois, apresentou defeitos claros. Depois de apresentar uma reclamação formal à Beliani, demorei muito tempo a obter qualquer resposta. Só após contactar a sede é que a empresa reagiu. Primeiro tentou convencer‑me de que o defeito “não era defeito”; depois procurou resolver a situação com propostas muito inferiores ao razoável – reembolsos simbólicos ou vouchers para futuras compras – em vez de assumir a responsabilidade pelo produto vendido. Perante esta postura, tive de recorrer ao CICAP. No processo P‑1823/2025, o tribunal arbitral deu‑me razão e condenou a Beliani a reembolsar €579,98 (preço pago) e a pagar €20,94 de custas. A decisão é final e executória em Portugal. A resposta da empresa foi, novamente, ignorar: não pagou qualquer quantia e não apresentou qualquer plano de cumprimento. Enviei sucessivos e‑mails, incluindo uma carta de 26/11/2025 e um novo contacto em janeiro de 2026, em que cheguei a propor um acordo por valor inferior ao fixado na sentença, apenas para encerrar o assunto. A Beliani optou pelo silêncio. Entretanto, já assumi custos adicionais (certidões, taxas, tempo despendido) apenas para tentar fazer valer um direito básico de consumidor que já foi reconhecido por um centro de arbitragem. A sensação é que, para uma empresa sediada na Suíça e a vender ativamente na UE, as regras de proteção do consumidor portuguesas e as decisões dos centros de arbitragem são, na prática, opcionais. Quem compra fica exposto: se algo corre mal, enfrenta um percurso longo, caro e desgastante, e no fim a empresa limita‑se a ignorar até uma decisão definitiva. Na minha opinião, um operador com este comportamento não deveria poder atuar livremente no mercado interno europeu sem um escrutínio muito mais rigoroso. Solicito à DECO Proteste que registe este caso, o enquadre no histórico de reclamações da Beliani e avalie a necessidade de intervenção junto da empresa e de sinalização às autoridades competentes em matéria de defesa do consumidor. Estou disponível para enviar cópia da sentença arbitral, da certidão de trânsito em julgado e da correspondência trocada. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
R. M.
19/01/2026

Impedimento de devolução e ausência de apoio ao cliente (Encomenda 31074378583)

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Tommy Hilfiger (PVH Stores Portugal Unipessoal Lda) por impedirem o exercício do meu direito de devolução relativo à encomenda 31074378583.  Efetuei a compra de umas calças "Regular Chinos" (€83,94) como visitante e pretendo proceder à sua devolução, mas deparo-me com os seguintes obstáculos intransponíveis:  • Má Condição da Embalagem e Ausência de Etiqueta: A caixa da encomenda chegou ao destino em péssimas condições, estando totalmente rasgada e amolgada. Além disso, ao contrário do habitual na marca, a embalagem não incluía a etiqueta de devolução da UPS no seu interior.  • Falha Técnica no Portal: Ao tentar aceder ao portal de visitante para descarregar a etiqueta, a opção "Download return label" não é disponibilizada na página de detalhes da encomenda, impossibilitando a resolução autónoma do problema. • Inexistência de Suporte ao Cliente: Tentei por diversas vezes o contacto telefónico através do número gratuito 00800-86669445, mas a linha limita-se a reproduzir uma mensagem gravada em loop sem nunca atenderem a chamada. Já enviei três e-mails para o endereço oficial de suporte e não obtive qualquer resposta até ao momento. Considerando que a fatura tem data de 02-01-2026 e que estou a tentar devolver o artigo dentro do prazo legal de 30 dias indicado no vosso site, exijo que a marca me envie de imediato a etiqueta de devolução da UPS por e-mail. Não aceitarei que o atraso causado pela vossa inoperacionalidade técnica e falta de apoio ao cliente prejudique o meu direito ao reembolso. No caso de esta situação não ser resolvida a tempo, não terei outra alternativa senão a de avançar com outros meios legais ao meu dispor, incluindo a queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico e o recurso a centros de arbitragem de conflitos de consumo.

Resolvida
L. A.
19/01/2026

Recusa indevida da NOS em aplicar medidas de apoio por dificuldade económica (beneficiária de CSI)

Venho por este meio apresentar reclamação contra a NOS Comunicações, S.A., por recusa injustificada em aplicar as medidas de apoio em situação de dificuldade económica que a própria empresa divulga no seu site oficial. Sou beneficiária do Complemento Solidário para Idosos (CSI), situação que se enquadra explicitamente nos critérios indicados pela NOS para acesso a medidas de apoio a clientes em dificuldade económica. Após obter a respetiva declaração oficial da Segurança Social, dirigi-me a uma loja da NOS para entregar o documento. Fui informada de que “não existe nada a esse respeito” e que apenas existem “campanhas”, o que contradiz claramente a informação pública disponível no site da empresa. Posteriormente, fui contactada por telefone por diferentes colaboradores da NOS, que: demonstraram desconhecimento total das medidas publicadas; forneceram informações contraditórias; afirmaram, sem qualquer base escrita, que a aplicação dessas medidas implicaria alteração contratual e fidelização; desligaram chamadas abruptamente, deixando-me a falar sozinha. Considero esta atuação desinformada, abusiva e discriminatória, sobretudo tendo em conta a minha condição de idosa e beneficiária de prestação social, configurando uma prática comercial desleal e potencial assédio telefónico. Face à recusa em loja, apresentei reclamação no Livro de Reclamações, estando agora a aguardar resposta formal. Solicito o apoio da DECO no sentido de: Esclarecer os meus direitos enquanto consumidora e beneficiária de CSI; Intervir junto da NOS para que esta cumpra o que publicita no seu próprio site; Garantir que nenhuma alteração contratual ou fidelização seja imposta como condição para acesso a medidas de apoio social. Encontro-me disponível para enviar toda a documentação necessária,incluindo: Declaração de beneficiária de CSI; Provas da informação constante no site da NOS; Cópia da reclamação apresentada.

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