Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
K. R.
06/03/2026

Cobrança de taxa de mala Indevida e violencia e discriminação da companhia

Bom dia Tive dois problemas no meu embarque no dia 04/03 em Porto Portugal. Uma funcionária da empresa Ryanair me cobrou uma taxa extra mesmo sendo de 10 kg e com as dimensões corretas, ela alegou que nao poderia viajar com duas maletas, mesmo eu tendo uma passagem prioritaria e questionou a dimensão da mesma que coube perfeitamente no medidor, me tratou mal, e me disse que se eu não pagasse eu perderia o voo, e iria ter que pagar de qualquer jeito outro voo e mala extra para eu deixar de falar tanto, me mandou ficar quieta e calada pra conseguir embarcar, uma falta de respeito com o usuario que não tem a possibilidade nem ao menos de perguntar o questionar seus direitos, um absurdo! ademais deixou passar outras pessoas com as maletas de tamanho iguais a minha, com toda certeza foi algo pessoal, descriminario e pouco profissional inclusive a funcionaria tirou o celular da minha mão no vídeo que fiz das outras malas que deixaram passar, eu viajo sempre com a mesma mala de 10kg, inclusive esse foi um voo de transferencia no qual sai do Brasil e não tive nenhum tipo de questionamento , nunca tive esse problema, e o segundo problema é que depois de todo esse transtorno, essa funcionária gritava para eu passar rápido o cartão de crédito, e foi feita a cobrança duas vezes, me cobraram 140Euros, entrei em contato com a empresa que me respondeu que iria fazer um estorno do que foi duplicado, mas que a questão da taxa eles nso podem fazer nada, necessito a apuração as provas por gentileza

Em curso
I. S.
06/03/2026

Cobrança Cartão indevida

Tive uma compra feita pela Edreams e não efetuei desconsidero e quero reembolso imediato do meu dinheiro, qualquer compra feita imediatamente pois não estava em nenhum site de compra.

Em curso
J. C.
06/03/2026

Taxa de serviço não devolvida após concerto cancelado

Efectuei a compra de dois bilhetes na Ticketline para um concerto a realizar no dia 28 de Março de 2026, Fábrica Xarlie -Leiria, tendo o mesmo sido cancelado.Devolveram-me o valor dos bilhetes, mas não me devolveram a comissão de serviço no valor de €1,77.

Em curso
M. R.
06/03/2026

Pedido de apoio – prática comercial enganosa plataforma Uniplaces

Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a uma situação ocorrida com a plataforma Uniplaces. Efetuei o pagamento de 558€ para confirmar a reserva de um quarto anunciado por 310€ por mês em Lisboa. Este valor correspondia ao primeiro mês de renda e à taxa de serviço da plataforma. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados novos encargos obrigatórios que não estavam claramente indicados antes da transação, incluindo taxas administrativas, depósito de segurança e pagamento antecipado do último mês de renda. Esses encargos elevaram o custo total do alojamento para mais de 1500€, valor completamente diferente do que foi apresentado no anúncio inicial. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, o que impossibilitou qualquer avaliação prévia por parte do consumidor. Nunca usufruí do serviço, nunca fiz check-in e nunca tive acesso ao alojamento. Considero que esta situação poderá configurar prática comercial enganosa, nomeadamente por violação: – da Diretiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores – do Decreto-Lei n.º 24/2014 relativo aos contratos celebrados à distância – do Decreto-Lei n.º 57/2008 relativo às práticas comerciais desleais – da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) Encontro-me atualmente a contestar a transação junto do banco através de processo de chargeback. Solicito a vossa orientação e eventual apoio para garantir a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Raul Maugi

Em curso
N. B.
06/03/2026

Reembolso injusto ao comprador após devolução do artigo em pior estado

Exmos Senhores,, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a plataforma Vinted, relativa a uma venda efetuada na referida plataforma, na qual fui prejudicada como vendedora devido a uma decisão injusta de reembolso total ao comprador, apesar de provas claras de que o artigo sofreu deterioração material significativa durante a posse do comprador. Fatos e Cronologia: 1. Em 11.02.2026 vendi um iPad Pro 12.9” de 2ª geração (2017), 64 GB, com ecrã partido, mas totalmente funcional. No anúncio publiquei várias fotografias claras do dispositivo ligado e a funcionar normalmente (ecrã exibindo conteúdo, sistema iOS carregado), O título e descrição do anúncio indicavam explicitamente: «Ecrã partido mas liga e funciona». 2. Antes da compra, o comprador solicitou informações adicionais no chat da Vinted. Enviei fotografias suplementares e descrições detalhadas do estado do iPad, incluindo imagens do dispositivo ligado e a funcionar, bem como do estado desligado com a tecla virtual AssistiveTouch visível. Confirmei que o iPad carregava normalmente, sem necessidade de tempos prolongados de carga, e que não apresentava qualquer problema de inicialização ou ciclos de reinício (boot loop). 3. Após receber o artigo, o comprador abriu uma disputa alegando que o iPad «não liga mesmo após meia hora de carga» («non si accende è mezz’ora che è in carica»). A Vinted apoiou integralmente a reclamação do comprador e autorizou a devolução com reembolso total de 55,00 €. 4. Ao receber o artigo devolvido, gravei um vídeo de 17 minutos da abertura imediata da embalagem e teste de carga (link: https://drive.google.com/file/d/1Y1arJqTya7KrDtGmC6Imkg7m9ydpyUpc/view?usp=drivesdk )No vídeo verifica-se que o iPad não apresentava qualquer resposta ao ser conectado ao carregador: aparecia apenas o ícone de bateria vermelha, sem logotipo da Apple, sem vibração e sem qualquer sinal de vida — situação muito diferente do estado funcional enviado. 5. Após várias horas de carga contínua, o iPad finalmente ligou, mas entrou em ciclo infinito de reinício (boot loop): o logotipo branco da Apple aparece por alguns segundos e o ecrã apaga completamente para preto, repetindo-se continuamente (vídeo adicional anexado/link: https://drive.google.com/file/d/1fVMcfOOQZv5LxsXPGomz9pSDJIPs0tjw/view?usp=drivesdk). Antes do envio este problema não existia: o dispositivo carregava o sistema iOS completamente e permitia o uso normal da tecla virtual AssistiveTouch. 6. A tecla virtual AssistiveTouch, instalada e ativa antes do envio (visível nas fotografias enviadas ao comprador e no anúncio), desapareceu por completo ao retorno. Este facto indica que o dispositivo foi utilizado, reiniciado, manipulado ou sofreu danos adicionais (ex.: quedas, tentativas de reparo, sobrecarga da bateria), o que afetou a bateria, o controlador de energia ou a placa lógica — danos inexistentes antes do envio. 7. O número de série do iPad coincide exatamente com o do artigo enviado (fotografias y vídeos comparativas anexadas), confirmando que se trata do mesmo dispositivo, mas em condição significativamente deteriorada. 8. Apresentei apelação à Vinted com todas as provas acima referidas, mas recebi recusa final em 4.03.2026 com a seguinte justificação:
«After reviewing the photos you provided regarding the issue raised by the buyer, we have determined that the same problems were reported by the buyer when you accepted the return of the item. Consequently, the transaction has been cancelled, and a refund for the item that the buyer complained about has been processed. Unfortunately, we are unable to assist you further in this matter.»
(Email anexado). Fundamentação da Reclamação: A Vinted violou as suas próprias políticas de proteção ao vendedor e resolução equitativa de disputas, ao ignorar provas objetivas e irrefutáveis de que o artigo sofreu deterioração material grave durante a posse do comprador (de funcional com ecrã partido para inoperável com boot loop). A decisão favorece indevidamente o comprador, recompensando possível dano causado por ele ou negligência, e penaliza o vendedor que agiu de boa-fé e forneceu todas as informações e provas solicitadas. Anexos / Provas: • Capturas de ecrã do anúncio original (dispositivo ligado e funcional, AssistiveTouch visível) • Capturas de ecrã do chat com o comprador (fotografias adicionais enviadas, incluindo dispositivo ligado) • Vídeo de 17 minutos de desempacotamento e teste inicial de carga (link: [ссылка]) • Vídeo do boot loop atual (ciclo de reinício: logo Apple aparece e apaga repetidamente) (link: [ссылка]) • Fotografias comparativas do número de série (anúncio vs. devolução) • Captura de ecrã da reclamação do comprador • Email de recusa final da Vinted (de Mona) • Comprovativo da venda e reembolso (número do pedido: [вставь номер заказа]) Pedido: Solicito a intervenção urgente da DECO PROTESTE para: • Mediar com a Vinted UAB; • Exigir a reversão do reembolso concedido ao comprador; • Restaurar o valor total de 55,00 € na minha conta Vinted; • Eventualmente conceder compensação pelos danos morais, tempo e custos incorridos. Estou disponível para fornecer esclarecimentos adicionais ou para escalar o caso para instâncias judiciais competentes (Julgados de Paz ou tribunal cível). Agradeço desde já a atenção e o apoio. Com os melhores cumprimentos, [Твоё полное имя] [Дата: DD/MM/2026]

Em curso
B. C.
05/03/2026

Encomenda não recebida/inumeras tentativas de contato sem suporte

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda através de uma plataforma online com o número de tracking: GLS 1259268711 Pedi que fosse entregue num cacifo locky. A encomenda não é entregue no cacifo e não consigo alterar para outra parcel shop. Recebo um email todos os dias a dizer que a encomenda saiu para entrega. Tento contatar as linhas de apoio e não consigo falar com ninguém. Não sei onde a encomenda está nem como a posso levantar sequer. Agradeço que resolvam a situação.

Em curso
D. M.
05/03/2026

Recusa ilegal de garantia, cobrança abusiva de taxa (59€) e retenção de sinal

Em 20/10/2024 efetuei uma encomenda de mobiliário diverso (Pedido SFLRTGLPE, valor de 2.057€) com montagem incluída. Passado mais de um mês, a encomenda não foi entregue e os meus contactos foram ignorados. Tive de me deslocar à loja presencialmente, onde me informaram que desconheciam o paradeiro da encomenda. Como precisava de mobilar a casa urgentemente, pedi a devolução da caução, o que me foi recusado de forma categórica e ilegal. Fui assim coagido a reformular toda a encomenda ali mesmo no computador da loja, limitando-me ao que tinham em stock imediato. Fiquei com móveis de estética e qualidade inferiores para não perder o meu dinheiro. De notar que, logo nessa altura, a equipa de montagem deixou as cadeiras de jantar a abanar e instáveis (facto que reportei publicamente na altura). Resultado: poucos meses após a entrega, as cadeiras apresentaram graves defeitos estruturais. O plástico cedeu e rasgou completamente nos pontos de fixação das pernas (conforme provam as fotografias que possuo de março de 2025). Ao acionar a garantia legal agora, a Webmóveis exige-me o pagamento antecipado de 59€ para uma verificação técnica, alegando falsamente por escrito que, como "já passou mais de um ano", não podem garantir o defeito. Isto viola de forma grosseira o Decreto-Lei n.º 84/2021: O Artigo 14.º estipula que faltas de conformidade nos primeiros 2 anos presumem-se existentes à data de entrega (ainda para mais quando já abanavam na montagem). O ónus da prova é exclusivo do vendedor. O Artigo 18.º dita que a reposição de conformidade tem de ser efetuada «a título 100% gratuito», sem custos de avaliação ou deslocação prévios. Face a este historial inaceitável de retenção indevida de sinal, coação na troca de artigos e agora cobrança ilegal na garantia, exijo a resolução 100% gratuita (recolha e substituição das cadeiras por modelo sem defeito ou reembolso do valor das mesmas). Informo que já avançou igualmente queixa formal para a ASAE via Livro de Reclamações Eletrónico.

Em curso

Avarias PEUGEOT 5008

Exmos. Senhores, Gostaria de apresentar uma queixa, relativa à marca PEUGEOT e à prestação de serviços das oficinas oficias da marca, em específico em relação à oficina de STELLANTIS em PAÇO DE ARCOS. Sou proprietária de um automóvel Peugeot 5008 adquirido novo, no stand da Peugeot Oeiras, em julho de 2019. Até à data da primeira avaria, em maio de 2024, todas as revisões do carro foram realizadas na oficina Stellantis de Paço de Arcos. A primeira avaria dá-se no sistema Adblue, cuja reparação teve um custo de cerca de 1.000,00€. Por se tratar de um defeito da responsabilidade do fabricante exigi que a marca assumisse a despesa da reparação. Embora tivesse tido de insistir a marca acabou por assumir a reparação e entregou-me o carro com um depósito novo. A segunda avaria dá-se cerca de um ano depois, em junho de 2025, numa viagem a caminho do Algarve. O carro deixou de funcionar ficando imobilizado na A2, com aviso no painel de “defeito do travão de estacionamento”. Depois de ser rebocado o carro foi levado, no dia 17.06.2025, para a oficina Stellantis de Paço de Arcos. A partir desse momento todo o serviço prestado pela oficina, bem como as informações fornecidas, foram sempre pouco transparentes e pouco rigorosas. Foram apresentando primeiro um valor de 138€ para fazer um diagnóstico, depois um valor de 525,00€+IVA para abrir o motor, sem nunca revelarem ou assumirem que se tratava, mais uma vez, de um defeito da responsabilidade do fabricante. Tudo isto com o carro na oficina e sem uma data prevista para a reparação do mesmo. Voltei a exigir que a marca assumisse as despesas de reparação, que naquela atura estimaram que pudessem chegar aos 7.000,00€, mas a oficina insistiu que nada podia fazer pois a última revisão do carro não tinha sido realizada na oficina. O carro apenas me seria entregue no dia 01.08.2025, cerca de 1 mês e meio depois de ter entrado na oficina, e apenas porque me vi obrigada a suportar o arranjo, que se cifrou nos 3.613,75€, relativo à avaria da correia da árvore de cames. A resposta ao processo, entretanto aberto na Peugeot, apenas viria no dia 07.08.2025, com a rejeição do reembolso do valor já suportado, alegando que para que houvesse lugar ao reembolso a última revisão teria de ter sido feita nas oficinas da marca. Muito insatisfeita com toda a situação, por ter adquirido um carro novo que nos primeiros 100mil km teve duas avarias, por ter tido despesas com reparações de valor muito avultado, por ter estado sem carro por mais de 6 semanas, por ter tido despesas extraordinárias para alugar um carro nessas mesmas 6 semanas, e por ter perdido a confiança na marca e na oficina, fiz uma queixa formal no portal da queixa onde a marca voltou a responder o mesmo que havia respondido antes, ignorando assim o defeito de fabrico, ao qual o proprietário é totalmente alheio. Infelizmente, e depois de tudo isto, deu-se uma nova avaria. A terceira avaria aconteceu em janeiro de 2026, cerca de 1 ano e meio depois da primeira avaria e cerca de 6 meses depois da segunda, tendo o carro voltado a indicar defeito antipoluição. Por estar relacionado com o sistema Adblue (e para acionar a garantia do depósito novo colocado em maio de 2024) levei o carro, no dia 29.01.2026, novamente à oficina da Stellantis em Paço de Arcos. Importa referir que quando entreguei o carro não tinha nenhuma queixa, para além da luz de alerta que aparecia no painel. O carro devia ter ficado pronto no dia seguinte, dia 30.01.2026, mas até hoje, dia 05.03.2026, ainda não me foi entregue. Acontece que no dia 30.01.2026, fomos contatados, durante a manhã, pela oficina que nos informou que haviam realizado um diagnóstico ao carro e se tratava de um problema com os injetores, que não estava abrangido pela garantia do depósito Adblue. Apresentaram um custo de reparação de 160,00€ que aprovamos, apenas e só para que o carro nos fosse entregue ainda nesse dia. De forma algo caricata, umas horas depois, fomos novamente contatados pela oficina, informando que tinha havido uma falha de informação pois afinal não se tratava de um problema nos injetores, mas era sim um problema de programação. O valor da reparação manteve-se nos 160,00€ e o carro seria entregue na oficina a partir das 18h00. Antes das 17h00 ligaram novamente, informando que o primeiro diagnóstico que nos tinham dado estava incorreto, o segundo também estava incorreto e afinal o problema estava no catalisador cujo arranjo iria ascender aos 2.000,00€. Tendo recusado pagar tal valor, por se tratar de um problema relacionado com o sistema antipoluição e portanto abrangido pela garantia do depósito colocado há menos de 2 anos, e não tendo confiança em nenhum dos 3 diferentes diagnósticos que nos deram ao telefone, solicitamos que a marca assumisse uma posição e nos informasse formalmente da mesma. Até hoje ainda aguardamos resposta. Após 5 semanas o carro continua na oficina. No espaço de menos de 2 anos já nos vimos confrontados com 3 avarias decorrentes de defeitos da responsabilidade do fabricante e nos últimos 9 meses o carro esteve na oficina 11 semanas, cerca de 2 meses. Para além do imenso período sem carro, já suportamos uma reparação no valor de 3.613,75€, decorrente de um defeito da responsabilidade do fabricante, ao qual somos alheios. Esta situação é totalmente inadmissível e no nosso entender configura um tremendo abuso de poder pois como clientes não temos acesso ao carro, o contato com a oficina, via telefone, é inexistente, nas deslocações à oficina esta empurra a responsabilidade para a marca, a marca vai deixando andar e não responde nem toma uma posição e neste impasse desgastam o cliente para que se sinta pressionado pela falta do carro e acabe por pagar as reparações. Posto isto exijo que procedam à reparação do meu carro, considerando as garantias em vigor para a substituição de todos os componentes defeituosos. Exijo ainda que me devolvam o dinheiro que paguei à data de 01.08.2025, para reparação da segunda avaria. Aguardo que resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
L. C.
05/03/2026
MEO

Incumprimento na instalação do serviço

Exmos. Senhores, No dia 16 de dezembro de 2025 celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., relativo à instalação de um serviço de internet por fibra. No momento da celebração do contrato foi agendada a instalação para o dia 19 de dezembro de 2025. Nessa data, fui informado que não existia infraestrutura disponível para proceder à instalação do serviço, impossibilitando a sua ativação. Foi-me então comunicado que a situação seria resolvida no prazo máximo de 30 dias, prazo esse que terminaria a 16 de janeiro de 2026. Posteriormente, no dia 15 de janeiro, fui novamente contactado pela MEO e informado de que o problema ainda não tinha sido resolvido, sendo solicitado um prazo adicional de 10 dias, que terminaria a 25 de janeiro de 2026. Contudo, até à presente data, 05 de março de 2026, o serviço continua sem estar instalado e sem qualquer data concreta para a sua resolução, tendo já decorrido mais de dois meses e meio desde a celebração do contrato. Durante este período realizei diversos contactos com o serviço de apoio ao cliente da MEO, mas nunca me foi apresentada uma solução definitiva nem uma data concreta para a instalação, e a bola anda a saltar de mão em mão sendo que o apoio ao cliente diz não conseguir dar mais informações porque a equipa técnica responsável pela instalação da infraestrutura não dá resposta às tentativas de contacto. Importa ainda referir que apresentei uma reclamação formal através do Livro de Reclamações Online no dia 26 de janeiro de 2026, com o número ROR00000000045490229, à qual não obtive qualquer resposta até à presente data, apesar de já ter decorrido o prazo legal previsto para resposta. Esta situação está a causar-me prejuízos significativos, uma vez que trabalho em regime de teletrabalho e tenho atividade profissional dependente de uma ligação estável à internet. A ausência prolongada de instalação do serviço contratado está a gerar transtornos profissionais, dificuldades operacionais e um impacto direto na minha atividade e rendimentos. Considero particularmente preocupante que tenha sido celebrado um contrato de prestação de serviços sem que existissem condições técnicas asseguradas para a sua instalação, colocando o consumidor numa situação de total incerteza durante um período já bastante prolongado. Assim, através da presente exposição, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de obter esclarecimentos por parte da MEO relativamente: • ao motivo do atraso prolongado na instalação do serviço contratado • à ausência de resposta à reclamação apresentada no Livro de Reclamações • e à indicação de uma data concreta e definitiva para a instalação do serviço. Com os melhores cumprimentos

Em curso
M. C.
05/03/2026

Apoio ao Cliente - envio de fatura

Serviço de apoio ao cliente e faturação absolutamente inaceitável. Por motivos de reembolso de despesas do meu seguro de saúde solicitei ao hospital que me enviasse cópia de fatura detalhada relativa ao meu parto com data a 26/12/2025. Contactei por diversas vezes o apoio ao cliente, que indicou sucessivas vezes que o pedido estava reencaminhado e que teria de aguardar. Todas as semanas ligo e peço para entrar em contacto com o departamento financeiro, que se recusa a falar comigo. Estou nesta situação há quase 3 meses e não consigo obter o reembolso da despesa (de valor avultado) porque o hospital se atrasa (ou recusa!) a enviar a fatura solicitada . O envio de uma fatura que deveria ser um processo célere atrasa-se há meses e ninguém do apoio ao cliente parece ter interesse ou profissionalismo suficiente para resolver esta situação, que é inaceitável para um hospital privado, que se diz pautar por padrões de elevado profissionalismo. Tenciono avançar com medidas judiciais adequadas uma vez que o hospital está a obstar a que eu possa obter o reembolso de uma despesa que me é devida. Serviço deplorável .

Em curso

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