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Importrust - Falta de transparência e veículo estacionado em saibro ao relento: processo(3685)
Na qualidade de proprietário do veículo com (Chassis: JSAFJB43V00170927) com o numero de processo na importrust 3685, venho formalizar esta exposição relativa ao serviço de importação prestado pela Importrust , face ao que considero ser um desvio grave das condições que prometem. 1. Incumprimento de Prazos e Incongruência de Informação: O serviço foi aceite com base numa expectativa de prazo de 4 a 6 semanas. Decorridas 11 semanas e 5 dias que paguei o veiculo ao stand(13/12/2025) transferência imediata, o processo permanece inconcluído. Fui informado por escrito de que o processo se encontrava 'em análise no IMT', contudo, ontem após diligências próprias junto do centro de inspeções, apurei que o veículo não realizou a Inspeção B (etapa tecnicamente precedente à homologação). Mais informo que recebi emails da importrust depois de muita insistência com as comunicações automáticas do IMT (29/01, 12/02 e 04/03) que demonstram a submissão de formulários com campos técnicos fundamentais (CO2 e Eixos) por preencher, provavelmente o que terá motivado sucessivas reiterações e atrasos por parte da entidade pública. 2. Obstrução ao Acesso à Informação: Solicitei provas documentais da submissão correta do processo, foram-me enviados ficheiros tecnicamente ilegíveis ou bloqueados (ex: 'blocked.gif' como envio prova em anexo), impedindo-me de exercer o meu direito de fiscalização sobre o estado real da legalização do meu património. Esta prática compromete a transparência devida ao consumidor. É de salientar a estranha coincidência de que, após silêncios ás minhas questões e respostas vagas, a empresa retomou o contacto minutos depois de eu ter ligado pessoalmente para o centro de inspeções da Controlauto (Pinhal Novo) para localizar o meu veículo, ainda assim com alguma informação enviada vindo com ficheiros em blocked.gif. Este facto demonstra que a empresa não estava a acompanhar o processo com a diligência devida, agindo apenas por reação à minha iniciativa própria de fiscalização do paradeiro do meu património. 3. Condições de Custódia e Acondicionamento: É um veículo já com alguns anos que adquiri para coleção, encontra-se imobilizado há mais de 5 semanas num parque logístico no Pinhal Novo-Palmela (controlauto). Conforme evidências fotográficas e confirmado (04/03/2026) pela chamada que efetuei para a controlauto para saber do veiculo, o automóvel está parqueado ao relento e sobre pavimento de saibro/terra. Atendendo à sensibilidade mecânica do modelo (chassis de longarinas), este acondicionamento expõe o bem a humidade ascendente e corrosão prematura, configurando uma aparente falta de zelo pela conservação do veículo. Uma coisa é o veiculo estar parqueado nessas péssimas condições o tempo que prometem que já não deveria ser correto, mas continuar a estar nessas condições ainda e saber lá mais quanto tempo, é inadmissível. 4. O serviço que promovem: A empresa promove o seu serviço com a garantia de atualizações constantes e total clareza em todas as etapas do processo. Contudo, a experiência real no meu processo revela uma omissão sistemática de dados. Fui forçado a realizar diligências próprias junto de centros de inspeção para obter informações básicas sobre o paradeiro inspeção e o estado do meu veículo, as quais a empresa falhou em fornecer ou prestou de forma contraditória. Esta discrepância entre o marketing da empresa e a prática operacional constitui uma quebra de confiança e uma falha grave na prestação do serviço de consultoria contratado. 5. Gestão de Contacto Criativa e Falta de Profissionalismo: Como nota final sobre a 'clareza' do serviço, refiro o episódio em que o gestor do meu processo me reencaminhou para um colega, alegando estar ausente até terça-feira. Contudo, para minha surpresa, ao ligar para o número geral da empresa minutos depois, foi o próprio gestor 'ausente' que atendeu a chamada. Esta tentativa de evitar o contacto direto com o cliente, simulando ausências inexistentes, é reveladora do nível de seriedade e compromisso que a Importrust dedica a quem já pagou a totalidade do veículo(pago em 13/12/2025 transferência imediata) e também já pagou metade do serviço da importrust(pago em 11/12/2025 transferência imediata). Exijo um prazo de entrega do veiculo a regularização imediata do processo e o agendamento da inspeção técnica e o acondicionamento do veiculo em local seguro e protegido. Reservo-me o direito de solicitar uma peritagem técnica independente no ato da entrega e de exigir a respetiva reparação ou compensação por qualquer degradação (oxidação, bateria ou componentes mecânicos) resultante deste período de imobilização em condições desadequadas. Esta exposição visa apenas o restabelecimento da verdade contratual e a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. P.S.: Junto em anexo, a título de exemplo, o registo de e-mails enviados onde consta ficheiro tecnicamente inacessível ('blocked.gif'), o que ilustra a referida falta de transparência. Anexo o print de e-mail recebido onde não está preenchido os campos do Co2 e eixos, anexo também a resposta dado no WhatsApp. Caso estas informações sejam desmentidas ou a situação não seja regularizada de imediato, não hesitarei em atualizar esta reclamação anexando a totalidade do histórico de comunicações contraditórias, bem como as evidências fotográficas que comprovam o estado de acondicionamento do veículo sobre um chão (terra batida/saibro e ao relento.), para que não restem dúvidas sobre a natureza do serviço prestado até ao momento
chauvinismo e xenofobia
Denuncio o chauvinismo e a xenofobia contra uma europeia casada com um português Sou estrangeiro, pago impostos em Portugal e sou proprietário de um apartamento num prédio gerido pela Adigal. Não vivo aqui permanentemente, não consigo aprender completamente a língua local. Compreendo o escrito e, em parte, o oral. Até agora, quando me deslocava ao escritório da Adigal, conseguia comunicar em inglês, que a secretária sentada no primeiro escritório domina perfeitamente. Hoje, quando fui pagar a minha conta anual, recusaram-se a comunicar comigo em inglês. A mesma pessoa, que normalmente o fazia perfeitamente, hoje só aceitou comunicar em português. Usei um tradutor online para fazer a minha pergunta, à qual a mesma senhora respondeu da mesma forma. Fiz uma pergunta adicional à primeira senhora em resposta à sua resposta escrita, também com a ajuda do programa de tradução, mas ela recusou-se a responder. A segunda senhora, que estava a tratar da minha conta, levantou-se e começou a gritar em português, a insultar-me e a recusar-se a fazer a minha conta. Segundo ela, toda a gente deve falar a língua local. Outro proprietário de apartamento que acabara de entrar também ouviu a conversa. Considero este comportamento totalmente inadequado, pouco profissional, xenofobe e chauvinista. Não honra nem a Adigal nem Portugal.
Falha de entrega e redirecionamento indevido
Assunto: Reclamação formal – Falha de entrega e redirecionamento indevido da encomenda nº 1263028969 Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela transportadora GLS na entrega da minha encomenda nº 1263028969. (Encomenda que solicitou o meu namorado Lucas Almeida, do PRÉMIO Deco Proteste!) Inicialmente recebi indicação de que a entrega não foi realizada por “ausência do destinatário”, informação que não corresponde à verdade. No momento da alegada tentativa de entrega encontravam-se pessoas na morada, inclusive familiares no exterior da rua. Após essa situação, entrei em contacto com o apoio ao cliente para esclarecer o sucedido e indicar novamente a localização da morada. Durante a chamada expliquei detalhadamente como chegar à minha morada! A colaboradora afirmou inclusive que estava a verificar a localização através do Google Maps. Apesar disso, verifiquei posteriormente que a encomenda foi redirecionada para um Parcel Shop na Avenida Amália Rodrigues nº10, sem qualquer pedido ou autorização da minha parte. Voltei a contactar a GLS e fui informada de algo ainda mais surpreendente: que o estafeta não entrega na minha rua alegando que esta estaria “interdita” e que existiriam buracos na estrada que teriam provocado danos num veículo anteriormente. Esclareço que esta informação é completamente falsa. A rua onde resido não está interditada e é utilizada diariamente por todos os moradores da zona. Caso tenham existido obras ou irregularidades pontuais no passado, tal não justifica a recusa permanente de entrega numa morada válida e habitada. Considero esta situação extremamente grave pelos seguintes motivos: • Foi registada uma falsa tentativa de entrega por “ausência”. • A encomenda foi redirecionada para um ponto de recolha sem o meu consentimento. • Foram apresentadas justificações que não correspondem à realidade da situação da via. • O cliente é obrigado a deslocar-se a um ponto de recolha apesar de ter solicitado e pago uma entrega na morada indicada. Enquanto cliente considero este comportamento inaceitável e revelador de falta de profissionalismo e de respeito pelo destinatário. Solicito que esta situação seja analisada internamente e que me seja prestado um esclarecimento formal relativamente: • à falsa tentativa de entrega, • à recusa de entrega na minha morada, • e ao redirecionamento não autorizado da encomenda.
CANCELAMENTO E DEVOLUÇÃO DE MATRICULA
Exmos. Senhores da DECO, O meu nome é Natane Ribeiro e venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação com a empresa Master.D – Formação Profissional. No dia 04/03/2026, assinei um contrato para frequência do curso de Gestão de Marcas e Publicidade na Master.D do Porto virtualmente, após atendimento pelo colaborador Sra. Margarida. Em momento algum me foi informado de forma clara e destacada que tinha 14 dias para exercer o direito de livre resolução do contrato, informação essencial e protegida por lei. No entrando, não prossegui com a inscrição do curso que deveria ser feita presencialmente por motivo de dificuldade de estar comparecendo para prosseguir com a inscrição, motivo pelo qual solicitei o cancelamento da matrícula. No entanto, a empresa recusou o meu pedido, alegando que o prazo de 14 dias já tinha expirado, algo que desconhecia por não ter sido informado no momento da assinatura. Informações importantes sobre o funcionamento do curso, como a possibilidade de hibernação, só me foram explicadas mais tarde, o que demonstra que as informações iniciais foram incompletas. Sinto-me prejudicada e enganada, estando vinculada a um serviço que não frequentei. Solicito o vosso apoio para interceder junto da Master.D e conseguir o cancelamento imediato da matrícula e a devolução da mesma, antes que prossigam com as cobranças de um curso que sequer finalizei a inscrição. Eles me farão ficar e pagar outros meses, não aceito, tenho os meus direitos de consumidora essencialmente por não ter finalizado a inscrição e não ter tido acesso a nada referente ao curso. O contrato foi digital e não foi concluida a inscrição que deveria ser presencialmente, essa empresa é perigosa. Ao pesquisar sobre a empresa, verifiquei que existem muitas reclamações registadas contra a Master.D, incluindo problemas semelhantes relacionados com falta de informação e dificuldades no cancelamento de matrículas, o que demonstra que não se trata de um caso isolado, eu preciso ter essa situação resolvida urgentemente. Atenciosamente, Natane Ribeiro +351 936 439 847 nath.natane12@gmail.com
Aplicação indevida de exclusões no seguro de saúde
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao seguro de saúde Médis associado à empresa Elenco das Pétalas – Unipessoal, Lda., NIF 517 565 366, celebrado em janeiro de 2024. (N.º do cartão Médis: A3821919100) Aquando da adesão ao referido seguro, prestei todas as informações solicitadas com total transparência e boa-fé, declarando que tinha sido submetida a uma cirurgia à coluna no ano de 2009, bem como que, na altura, tinha tido dois miomas uterinos. Importa, contudo, referir que tais situações ocorreram há vários anos e que, desde então, nunca mais voltei a apresentar quaisquer problemas relacionados com a coluna lombar nem com miomas uterinos que secaram. Importa ainda esclarecer que a única situação ocasional que tenho sentido ao longo dos anos está relacionada com a zona cervical, situação distinta da cirurgia lombar realizada em 2009 e que não tem qualquer relação direta com a mesma. Apesar de se tratar de situações clínicas ultrapassadas há muitos anos, fui penalizada com exclusões no seguro, o que considero manifestamente injusto e desproporcional. Recordo que a legislação portuguesa consagra o denominado “direito ao esquecimento”, previsto na Lei n.º 75/2021, que estabelece que não deve existir discriminação no acesso a seguros ou condições contratuais baseada em antecedentes clínicos já ultrapassados. Assim, não considero aceitável que factos clínicos ocorridos há mais de uma década continuem a ser utilizados como fundamento para exclusões ou limitações num contrato de seguro de saúde celebrado em 2024. Face ao exposto, solicito a reavaliação da presente situação e a revisão das exclusões aplicadas, em conformidade com os princípios legais aplicáveis e com o direito ao esquecimento consagrado na legislação portuguesa. Informo igualmente que sou associada da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor e que, caso esta situação não seja devidamente analisada e corrigida, ponderarei recorrer às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Neste momento só tenho a simulação, não tenho o contrato, terei que o solicitar. Aguardo a vossa resposta e a devida análise da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Sandra Maria Carvalho Coelho
Reclamação Formal – Práticas Abusivas da Empresa “Quarto e Quartos”
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente às práticas adotadas pela empresa Quarto e Quartos, que aparentam violar diversos direitos fundamentais dos arrendatários previstos na legislação portuguesa. Têm sido reportadas, por vários inquilinos, situações recorrentes que levantam sérias preocupações quanto ao cumprimento da lei e das boas práticas no arrendamento habitacional. Entre essas situações destacam-se: 1. Não devolução da caução no final do contrato Existem diversos relatos de inquilinos que, após cessarem o contrato e entregarem o quarto em condições adequadas, não recebem a devolução da caução. Nos termos do Código Civil Português, nomeadamente do artigo 1076.º, a caução tem como finalidade garantir o cumprimento das obrigações do arrendatário e deve ser devolvida no final do contrato caso não existam danos ou valores em dívida devidamente comprovados. A retenção injustificada deste valor pode constituir uma prática abusiva. 2. Transferência indevida de responsabilidades de manutenção para os inquilinos Foi igualmente reportado que a empresa exige que os residentes paguem reparações relacionadas com problemas estruturais ou de manutenção do imóvel. De acordo com o artigo 1031.º do Código Civil, é obrigação do senhorio assegurar que o imóvel se encontra em condições de servir para o fim a que se destina, sendo também responsável pelas obras de conservação necessárias, salvo quando os danos resultem comprovadamente de mau uso por parte do arrendatário. 3. Práticas de intimidação em caso de atraso mínimo no pagamento da renda Existem relatos de comunicações intimidatórias quando ocorre um atraso de apenas dois dias no pagamento da renda. Embora o pagamento pontual seja uma obrigação do arrendatário (artigo 1038.º do Código Civil), a lei estabelece mecanismos formais para resolução de incumprimentos e não legitima práticas de pressão ou intimidação por parte do senhorio ou da entidade gestora. 4. Entrada em quartos arrendados sem autorização do inquilino Uma das situações mais graves relatadas refere-se à entrada de colaboradores da empresa nos quartos arrendados sem consentimento ou aviso prévio dos inquilinos. Esta prática pode configurar violação do direito à privacidade e do domicílio do arrendatário, protegido pela legislação portuguesa, nomeadamente pelo artigo 34.º da Constituição da República Portuguesa, que estabelece a inviolabilidade do domicílio, bem como pelos princípios gerais do regime de arrendamento urbano. Face à gravidade das situações relatadas, solicita-se que as entidades competentes analisem estas práticas e verifiquem se a empresa Quarto e Quartos está a cumprir as suas obrigações legais enquanto entidade gestora de arrendamentos. Caso se confirmem irregularidades, solicita-se a adoção das medidas necessárias para garantir: - A proteção dos direitos dos arrendatários; - A devolução de cauções indevidamente retidas; - O cumprimento das obrigações legais por parte da empresa; - O respeito pela privacidade e segurança dos residentes. Esta reclamação é apresentada no interesse da defesa dos direitos dos consumidores e arrendatários, esperando que sejam tomadas as devidas diligências para averiguar estas práticas e prevenir a sua continuidade.
Tentativa de devolução por produto diferente do anunciado
Exmos. Senhores, Em 15/02/2026 comprei-vos, através do vosso site, uma Base de Chuveiro em SMC por 138€. A referência da encomenda é 26046L23510-A. A 24/02/2026, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato, devido ao artigo (comprado online) não ser igual a como demonstrava na foto (pois tinha as riscas das covas e pessoalmente era toda lisa). Comunicam-me agora que irão devolver-me o que paguei, mas descontado de 45€ a título de uma suposta taxa de devolução. Como a lei determina que não terei que suportar qualquer custo adicional pelo exercício do meu direito, exijo a devolução da totalidade do preço que paguei ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Atendimento Provedoria NOS e falta de transparencia contratual
No dia 05-03-2026 pelas 10:50h. fui contactado pelo numero "219016994" por colaboradora que se identificou como pertencente a Provedoria da NOS na sequencia de reclamação sobre divergência de 0,50 euros na fatura FT 202616 782643. O atendimento foi arrogante com interrupções constantes ausencia de escuta ativa e comentario totalmente improprio ao referir que se a "DIGI" me faz melhor oferta é de aproveitar. A colaboradora mastigava chiclete durante a chamada, deixava ruidos audíveis de call center e nao demonstrou qualquer postura institucional adequada a um departamento denominado Provedoria. Questionei ainda situação tecnica criada pela NOS quando fui aconselhado a mudar de numero devido a spam. O número foi alterado apenas no ultimo digito via call center. Atualmente o equipamento reconhece o número antigo. Foi-me dito que para obter segunda via do cartão SIM tenho obrigatoriamente de pagar, mesmo nao sendo culpa do cliente. Confrontei com informação dada em loja NOS onde foi dito que via call center poderia nao ter custo. A colaboradora afirmou que a informação foi mal dada. Reportei ainda cabos da rede NOS soltos na Rua de Tardinhade 38 representando risco para peoes e viaturas. A resposta foi desvalorização do problema. Solicito auditoria a gravacao da chamada, resposta formal escrita, esclarecimento tecnico e verificação urgente da situação na via publica.
Apropriação indevida de encomenda
Efectuei uma compra online e pedi para ser entregue na morada pretendida( Av. da República 294). O estafeta por engano entregou na loja Vodafone sita na mesma Avenida, no número 268. Pediu-me desculpa e perguntou se eu não me importava de ir lá tratar pessoalmente do caso. Como é próximo, desloquei-me a esse estabelecimento, expliquei a situação. Mostrei as fotografias que o estafeta me enviou do interior da loja com a minha encomenda na mão aquando da entrega. Informaram-me que não tinham lá nenhuma encomenda em meu nome, que a fotografia do estafeta não provava nada, que ele podia ter tirado a foto e ter ficado com a encomenda. Pedi se podiam verificar as imagens internas do dia e da hora que constam na fotografia do estafeta aquando da entrega. Disseram-me que para aceder às imagens teriam de ter um auto da polícia. Informaram-me que todos os dias recebem encomendas pessoais, que o chefe de loja não tem de responsabilizar pela sua equipa. No mesmo dia, informaram um colega meu que tinham lá a trabalhar uma colega com o mesmo nome que eu e que poderia ter acontecido essa pessoa ter ficado com a minha encomenda por engano. Essa funcionária de nome Paula Cristina Graça, ligou-me no dia 4 de Março a comunicar que estava doente, que tinha recebido uma encomenda que coincidentememente tinha os mesmos artigos que eu encomendei, mas que eram de uma encomenda que ela própria tinha feito. Pediu-me que lhe enviasse um print dos artigos que comprei, pedido ao quals acedi. Eu pedi que também me enviasse o print da sua encomenda. Enviou-me umas imagens, sem data de compra, sem data de entrega. Quando a questionei em relação a isso, enviou mensagens que não tinha saúde para andar com estas desconfianças, que o pai tinha sido polícia, que não queria o nome dela a ser falado, que preferia pagar o valor da encomenda que eu alegava que a loja tinha ficado indevidamente. Expliquei que a questão não era o valor monetário, que esse prejuízo a empresa assumia. A urgência é nos artigos. Pretendo por isso que me entreguem a encomenda que está em meu nome e que foi retida indevidamente loja da Avenida da República em Vila Nova de Gaia.
Falta de compensação
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à empresa responsável pelo arrendamento do quarto onde resido, em Lisboa. O meu quarto apresentou infiltração no teto e paredes, com humidade visível, tinta a descascar e zonas inchadas. Foram realizados trabalhos de reparação que se prolongaram por 10 dias. Durante esse período, o quarto esteve afetado por infiltração e obras, não reunindo condições normais de habitabilidade. Apesar disso, foi-me cobrada a totalidade da renda mensal, sem qualquer redução proporcional pelos 10 dias em que o espaço esteve comprometido. Solicitei formalmente a aplicação de desconto proporcional. A empresa informou que a compensação seria “discutida internamente”, mas até à data não apresentou qualquer decisão concreta. Adicionalmente, pouco mais de uma semana após a conclusão das obras, a parede voltou a apresentar descamação e sinais de humidade, indicando que a reparação poderá ter sido meramente superficial, sem resolução da causa da infiltração. Solicito apoio na clarificação dos meus direitos enquanto arrendatária e orientação quanto aos mecanismos formais para exigir a redução proporcional da renda e a resolução definitiva do problema. Disponho de registos fotográficos e comunicações escritas que comprovam a situação.
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