Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. A.
25/07/2026

Worten recusa devolução de AC portátil, contrariando a Política de Satisfação publicada no próprio s

Sou aderente do serviço Worten Life, cujos termos e condições publicados em worten.pt garantem "devoluções de produtos vendidos pela Worten, durante 30 (trinta) dias após a data de compra". Em 29/06/2026 comprei na loja Worten Amoreiras um ar condicionado portátil Becken BAC10172WH por 255,99 € (fatura FT HRX011/016969). No ato da compra, o vendedor garantiu-me verbalmente que poderia experimentar o equipamento em casa e devolvê-lo se não servisse. Testei-o na minha sala e concluí que as minhas janelas não são adequadas a este tipo de máquina. Em 25/07/2026 - 26.º dia após a compra, dentro do prazo de 30 dias - desloquei-me à loja para efetuar a devolução, com o produto completo, na caixa de origem, em bom estado e com todos os acessórios. A devolução foi recusada com fundamentos sucessivamente diferentes: Primeiro, que o produto seria um "grande eletrodoméstico" excluído da Política de Satisfação. Ora, a política oficial publicada no site da Worten ("Quais são os produtos excluídos da Política de Satisfação para compras em loja física?") diz expressamente: "Grandes eletrodomésticos (exceto AC Portáteis)". O meu produto está, por isso, abrangido pela política. Quando apresentei a política oficial, o responsável de loja invocou um novo fundamento: a caixa não estaria "nas mesmas condições" da compra. Pedi que me mostrasse onde consta esse requisito nos termos e condições - não me foi mostrado, porque a política exige apenas a entrega "na caixa de origem ou em embalagem Worten", requisito que cumpro integralmente. Constatei ainda, e documentei fotograficamente, que o expositor com a política afixada na loja omite a exceção dos AC portáteis, estando em desconformidade com a política oficial publicada no site - o que induz os consumidores em erro no próprio local de venda. Sublinho que não se trata de um caso isolado: existe pelo menos uma reclamação pública de julho de 2026 no Portal da Queixa em que a Worten recusou a devolução de um ar condicionado portátil com a mesma justificação ("grande eletrodoméstico"), o que sugere uma prática reiterada em contradição com a política publicitada pela própria empresa. Fundamentos jurídicos: a política de devolução publicitada vincula a Worten nos termos do art. 7.º, n.º 5, da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e do art. 43.º do DL n.º 84/2021 (garantia comercial: as condições constantes da declaração e da publicidade associada são exigíveis). A recusa com fundamentos inexistentes e a afixação de condições desconformes configuram prática comercial desleal (DL n.º 57/2008). Diligências já efetuadas: reclamação no livro de reclamações físico da loja (folha n.º 38284683, de 25/07/2026); reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045672912 (25/07/2026, remetida à ASAE); email formal à Worten - (26/07/2026). Nota: na folha física consta por lapso a data de compra "29/07/2026"; a correta é 29/06/2026, conforme fatura. Pretensão: reembolso integral de 255,99 € pelo mesmo método de pagamento, mediante entrega do equipamento. Caso a mediação da DECO não tenha êxito, pretendo recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa ao abrigo da Lei n.º 63/2019 (arbitragem necessária por opção do consumidor até 5.000 €). Documentos disponíveis: fatura; captura de ecrã da política oficial online; fotografia da política afixada em loja (sem a exceção); fotografias da caixa de origem; duplicado da folha de reclamação.

Encerrada
L. S.
25/07/2026
Catarina Braga

Reembolso de encomenda

Boa tarde, fiz uma encomenda de um vestido no valor de 41.81€ nesse site mas com os passos a seguir até ao fim de fazer a encomenda foi me dado descontos onde cliquei feitas as contas estava a encomendar vários vestidos senão parasse não sei quantos seriam, acabou por serem 3 , o K me foi retirado da conta o valor dos vestidos de valores diferentes, mandei mails ao k responderam a alguns fora de horas, e agora mandaram que não fazem reenbolso que tenho que escolher outras coisas mas eu já não quero nem um exijo o reembolso dos três que tem o valor de 120€ , já cancelei cartão fiz queixa no banco , por isto trata se de um caso de burla…. As respostas não são fiáveis . Agradecida vou enviar uns anexos

Encerrada
S. O.
25/07/2026

Reclamação contra Uber Eats Portugal – Incumprimento de Serviço e Recusa de Reembolso

Olá, boa tarde, ​Preciso da vossa ajuda para resolver um problema com a Uber Eats. ​No dia 23 de julho fiz um pedido no Burger King de Castelo Branco através da aplicação da Uber Eats. Paguei 8,21 € por MB Way, mas a comida nunca me foi entregue. ​Tentei resolver a situação de todas as formas: ​Liguei para o Burger King de Castelo Branco, mas disseram-me que não podiam fazer nada e que a culpa era da Uber Eats. ​Falei com o suporte da Uber Eats no chat da app e recusaram-se a devolver o meu dinheiro, dizendo exatamente o oposto: que a culpa era do restaurante por ter estafetas próprios. O estafeta também alega que me contactou, o que não é verdade. ​Fiquei sem a comida e sem o dinheiro. Paguei à Uber Eats pela aplicação deles, por isso acho inaceitável que lavem as mãos e fiquem com os meus 8,21 €. ​Agradeço se me puderem ajudar a exigir o reembolso deste valor. ​Junto envio os comprovativos do pagamento, recibo, registo das chamadas para o restaurante

Encerrada
P. C.
25/07/2026

UAb recusa bolsa PRR por lapso formal corrigível

Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Apesar de ainda faltarem vários dias para terminar o prazo de entrega das candidaturas, ninguém me informou da existência de qualquer irregularidade. A Universidade manteve silêncio. Só depois de terminado o prazo fui informado de que a candidatura tinha sido excluída porque, alegadamente, faltava a digitalização da página do verso do formulário onde constava a assinatura. Ou seja, existiu tempo para alertar o candidato e permitir a correção da situação, mas a Universidade optou por nada dizer enquanto o prazo decorria, invocando essa deficiência apenas quando já era impossível corrigi-la. Acresce que a Universidade conhecia perfeitamente a minha identidade, possui todo o meu histórico académico, todos os meus dados administrativos e toda a restante documentação exigida. Nunca esteve em causa a autenticidade da candidatura nem o cumprimento dos requisitos materiais para atribuição da bolsa. O mais preocupante é que o regulamento do Projeto UAb Impulso2025 não prevê que uma situação desta natureza determine automaticamente a exclusão da candidatura. Também verifico que a própria Universidade não cumpriu integralmente o regulamento ao enviar a comunicação inicial apenas para o endereço de correio eletrónico pessoal, quando o regulamento prevê a utilização do endereço institucional. Perante esta decisão apresentei um pedido de reconsideração, expondo os fundamentos jurídicos e solicitando a reapreciação da candidatura. A resposta recebida limitou-se a afirmar que a responsabilidade era do candidato e que os documentos eram necessários para auditoria do PRR, sem responder à questão essencial: Porque razão não fui alertado durante o prazo de candidatura, quando bastaria um simples email para corrigir uma irregularidade meramente formal? Mais grave ainda, uma reclamação posteriormente apresentada através da plataforma SITCON deixou de estar visível no histórico dessa plataforma, situação cuja origem continuo sem conseguir compreender. Estamos a falar de um programa financiado por fundos públicos destinado a incentivar a qualificação dos estudantes. No entanto, neste caso, um estudante que cumpria todos os requisitos materiais, concluiu a formação com elevada classificação e entregou a documentação dentro do prazo acabou excluído por um lapso formal que poderia ter sido resolvido em poucos minutos caso os serviços tivessem atuado com diligência. A Administração Pública deve servir os cidadãos com legalidade, proporcionalidade, boa-fé e colaboração, e não transformar pequenas irregularidades sanáveis em motivos de exclusão quando estas não colocam em causa a autenticidade da candidatura nem prejudicam o interesse público. Apresento esta reclamação para que a Universidade Aberta esclareça publicamente este procedimento, reavalie a decisão tomada e adote práticas mais transparentes, proporcionais e conformes com os princípios da boa administração. Gostaria igualmente de saber se existem outros estudantes que tenham sido excluídos por motivos semelhantes, pois considero importante perceber se este foi um caso isolado ou se revela uma prática administrativa recorrente.

Resolvida
A. F.
25/07/2026

Desconto não efetuado

No passado dia 17, fiz um abastecimento num posto Moeve e paguei com o cartão de crédito Wizink Moeve, esperando usufruir do desconto de 16 cêntimos por litro, tal como é publicitado. No entanto, apesar das várias tentativas dos operadores, não conseguiram aplicar o desconto. Ficaram com o meu contacto para me darem uma resposta, mas até hoje ninguém me contactou. Adicionalmente, enviei uma exposição escrita para o apoio ao cliente e continuo sem qualquer resposta. É lamentável esta falta de acompanhamento e resolução da situação.

Resolvida
S. S.
25/07/2026

Anuncio errado na enviaram segunda unidade

No dia [20/06/26], efetuei a compra de um conjunto anunciado como "2 espreguiçadeiras" através do marketplace da Brico Depôt (Encomenda N.º 2000118986-A), tendo o pagamento correspondente sido devidamente processado e faturado.Aquando da entrega, verifiquei que apenas foi enviada 1 unidade. Ao contactar os vossos serviços, foi-me indicado que a situação se deveu a um "erro no anúncio" e que a segunda unidade não seria enviada.Venho por este meio rejeitar formalmente essa justificação. De acordo com a legislação de defesa do consumidor, a proposta contratual constante no anúncio vincula o operador económico. O erro de inserção de conteúdos ou preços na plataforma é um risco gerido pelo comerciante e não pode ser imputado ao consumidor após a celebração e pagamento do contrato.Como tal, exijo:O envio imediato da segunda espreguiçadeira em falta, sem qualquer custo adicional, cumprindo integralmente o contrato celebrado.Caso mantenham a recusa, informo que avançarei com uma queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico contra ambas as entidades por publicidade enganosa e incumprimento contratual, bem como junto da DECO e do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo

Encerrada
I. L.
25/07/2026

Reclamação – Máquina de Depósito de Embalagens (Programa Volta) – Continente Seia

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida no Continente de Seia. No dia 24 de julho de 2026, por volta das 10h30, dirigimo-nos à máquina do programa Volta para efetuar o depósito de várias embalagens. Quando o valor acumulado atingiu 9,20 €, a máquina bloqueou inesperadamente, impossibilitando a emissão do talão com o respetivo valor. De imediato tentámos entrar em contacto com o apoio ao cliente, mas sem qualquer sucesso. Perante essa situação, acabámos por abandonar o local, uma vez que não nos foi possível resolver o problema. No dia seguinte, regressámos ao Continente de Seia e solicitámos ajuda no balcão de atendimento. No entanto, fomos informados de que, por já ter passado o fecho do dia anterior, não era possível fazer qualquer verificação ou recuperação do valor, alegando que já não tinham acesso à informação. Consideramos esta situação completamente inaceitável. Depositámos as embalagens de boa-fé e, devido a uma avaria da máquina, ficámos sem as embalagens e sem o respetivo valor de 9,20 €, sem que nos tenha sido apresentada qualquer solução. Solicitamos, por isso, que esta situação seja analisada com a maior brevidade possível e que nos seja devolvido o valor correspondente ao depósito efetuado. Aguardamos uma resposta e uma resolução célere para este problema. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. P.
25/07/2026
Ironhack

Fraude

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao bootcamp de UX/UI Design da Ironhack, pelo qual paguei 7.500 €, um investimento extremamente elevado que fiz com a convicção de que estava a dar um passo importante para uma mudança de carreira. A decisão de frequentar este bootcamp foi baseada na informação que me foi transmitida antes da inscrição. Foi-me apresentado como um curso capaz de proporcionar uma verdadeira mudança profissional, sendo referido que não eram necessários conhecimentos prévios nem uma licenciatura para ingressar na área de UX/UI Design. A ideia transmitida era a de que, através da formação e do acompanhamento da Ironhack, seria possível entrar no mercado de trabalho mesmo para quem vinha de uma área completamente diferente. Outro dos fatores determinantes para a minha decisão foi a forte ênfase dada ao apoio à empregabilidade. Durante o processo de candidatura, foi-me criada a expectativa de que existiria um acompanhamento próximo após a conclusão do curso, com apoio ativo na procura de emprego, preparação para entrevistas e facilitação da entrada no mercado de trabalho. Essa confiança foi determinante para justificar um investimento de 7.500 €. Infelizmente, a realidade revelou-se completamente diferente da expectativa criada. Após concluir o bootcamp, o único apoio significativo que recebi foi uma revisão do meu currículo. Fora isso, nunca existiu um acompanhamento contínuo, um plano estruturado de inserção profissional ou qualquer ajuda ativa que correspondesse ao apoio que me foi transmitido antes da inscrição. Na prática, senti que, após o pagamento do curso e a sua conclusão, fiquei praticamente sozinho no processo de procura de emprego. Já passaram mais de dois anos desde que terminei a formação. Durante esse período enviei **mais de 800 candidaturas** através do LinkedIn, Indeed e diversas outras plataformas de recrutamento. Apesar de todo o tempo investido, do esforço contínuo e da persistência demonstrada, consegui apenas **duas entrevistas** relacionadas com UX/UI Design. Estes números demonstram, pelo menos no meu caso, que a promessa de uma transição profissional apoiada pela Ironhack ficou muito longe de se concretizar. Importa ainda referir que a principal ferramenta utilizada durante toda a formação foi o Figma, software essencial para qualquer profissional de UX/UI Design. A licença desta ferramenta estava incluída durante o bootcamp, sendo utilizada diariamente em praticamente todos os projetos desenvolvidos. No entanto, após a conclusão da formação, perdi o acesso ao Figma. Quando questionei a Ironhack sobre esta situação, foi-me enviada exatamente a seguinte resposta: "Compreendo sua preocupação com o e-mail do Figma sobre o seu acesso educacional (Education Edu). Infelizmente, devido a atualizações recentes nos termos de serviço do Figma, após concluir o bootcamp, você deixa de ser elegível para o plano educacional." Compreendo que possam existir alterações nas políticas comerciais do Figma. Contudo, do ponto de vista do aluno, o resultado foi perder o acesso à principal ferramenta utilizada durante o curso precisamente quando mais precisava dela: durante a construção do portefólio, melhoria dos projetos e preparação para entrevistas de emprego. Considero que esta situação agravou ainda mais as dificuldades encontradas após a conclusão da formação. Outro aspeto que considero relevante é o facto de ter conhecido colegas da própria Ironhack noutros países, nomeadamente na Alemanha, que frequentaram exatamente o mesmo bootcamp sem qualquer custo para eles, através de programas de financiamento existentes nesse país. Quando lhes referi que tinha pago 7.500 € pelo mesmo curso, ficaram genuinamente surpreendidos com o valor investido. Existe ainda uma situação administrativa que considero particularmente grave. Solicitei expressamente, por mais do que uma ocasião, que a faturação fosse emitida com o NIF da minha mãe, de forma a que a despesa pudesse ser considerada para efeitos de IRS. Esse pedido nunca foi respeitado, apesar de o ter efetuado repetidamente. Como consequência direta, foi perdida uma vantagem fiscal que poderia ter reduzido o impacto financeiro deste investimento. Quero deixar claro que esta reclamação não pretende colocar em causa o profissionalismo ou dedicação dos formadores. Reconheço o esforço desenvolvido durante a componente letiva do bootcamp e os conhecimentos adquiridos. A minha reclamação prende-se com a discrepância entre as expectativas criadas durante a comercialização do curso e a realidade vivida após a sua conclusão, sobretudo no que diz respeito ao apoio à empregabilidade e ao acompanhamento prometido. Pagar 7.500 € por uma formação representa um enorme esforço financeiro para a maioria das pessoas. No meu caso, esse investimento foi feito acreditando que existiria uma probabilidade elevada de conseguir uma mudança de carreira, apoiada pela própria instituição. Mais de dois anos depois, após mais de 800 candidaturas enviadas e apenas duas entrevistas obtidas, considero legítimo afirmar que a minha experiência ficou muito aquém daquilo que me foi transmitido antes da inscrição. Por todos estes motivos, solicito que esta situação seja devidamente analisada e escrutinada pelas entidades competentes, nomeadamente no que respeita à forma como a formação é divulgada, às expectativas criadas junto dos candidatos, ao acompanhamento efetivamente prestado após a conclusão do bootcamp e às práticas administrativas relacionadas com a faturação. Considero igualmente que os prejuízos financeiros, profissionais e pessoais decorrentes desta situação justificam que seja analisada uma compensação adequada, incluindo a devolução total ou parcial do valor pago pela formação. Apresento esta reclamação não apenas pelo meu caso, mas também para que futuros alunos possam tomar uma decisão plenamente informada antes de investirem 7.500 € numa formação que, na minha experiência (e não só) não correspondeu às expectativas que legitimamente me foram criadas.

Encerrada
V. R.
25/07/2026
MEO

Avaria

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à avaria ocorrida no serviço de gravações, à forma como a mesma foi gerida pela MEO e à recusa de atribuição da devida compensação. No dia 30/06, o serviço de gravações começou a apresentar falhas, impedindo a sua normal utilização. No dia 04/07, contactei a MEO, tendo sido aberta uma incidência para resolução do problema. Na ausência de qualquer resolução efetiva, fui obrigado a voltar a contactar os vossos serviços nos dias 07/07, 11/07 e 20/07, procurando obter informação e uma solução para a avaria. Durante um desses contactos, fui expressamente informado por um colaborador da MEO de que seria efetuado automaticamente um desconto na fatura seguinte, como compensação pelas falhas verificadas no serviço. Em alternativa, foi-me oferecida internet ilimitada ou acesso ao MEO Go fora de casa, propostas que recusei por não constituírem uma compensação adequada pela indisponibilidade da funcionalidade contratada. Acresce que a incidência aberta em 04/07 foi dada como concluída pela MEO no dia 20/07, apesar de a avaria não se encontrar resolvida nessa data. O serviço apenas ficou parcialmente resolvido em 22/07, pelo que o encerramento da incidência foi manifestamente prematuro e não refletiu a realidade. Para meu espanto, no dia 23/07 fui contactado por outro colaborador da MEO que informou que não existiria qualquer compensação na faturação, alegando que apenas as falhas totais do serviço conferem esse direito. Esta posição contradiz frontalmente a informação anteriormente prestada por outro colaborador, revelando uma evidente falta de coerência, transparência e fiabilidade na informação transmitida ao cliente. Não posso concordar com esta decisão. Nos termos da Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto (Lei das Comunicações Eletrónicas), designadamente do artigo 137.º, os utilizadores finais têm direito a compensação quando exista incumprimento dos níveis de qualidade do serviço contratados. O facto de a falha afetar apenas uma funcionalidade do serviço não elimina o incumprimento contratual, uma vez que o serviço contratado deixou de ser prestado nas condições acordadas durante um período prolongado. Durante cerca de três semanas permaneci privado da normal utilização do serviço de gravações, tendo sido necessário efetuar sucessivos contactos para acompanhar uma avaria cuja resolução se revelou excessivamente demorada. Além disso, a própria MEO reconheceu inicialmente a existência de fundamento para compensação, ao garantir a aplicação de um desconto automático na faturação, posição que veio posteriormente a ser injustificadamente alterada. Assim, solicito: 1. A reapreciação da decisão de recusa de compensação; 2. O acerto da faturação, proporcional ao período em que o serviço de gravações não foi prestado nas condições contratadas; 3. A fundamentação legal e contratual da alegação de que apenas uma interrupção total do serviço confere direito a compensação, indicando expressamente a cláusula contratual ou disposição legal em que essa decisão assenta. Aguardo uma resposta escrita, devidamente fundamentada, dentro dos prazos legalmente aplicáveis. Com os melhores cumprimentos, Uriel Rio

Resolvida
C. M.
25/07/2026

Encomenda na6o recebida

Encomendei minhas leggings em 06/06/2026 e até hoje não as recebi (25/07/2026. Já contatei a empresa diversas vezes via email e só recebo respostas genericas por IA e nada foi feito para entender o que houve com meu pedido. NÃO COMPREM DESSA MARCA. Eles não respeitam o consumidor.

Encerrada

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