Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
falta de cumprimento na devolução da caução
Eu, Hassan Talmouste, abaixo assinado,NIF 319985695; venho por este meio apresentar uma reclamação contra a agência de aluguer "Quartoequartos" quanto à falta de cumprimento na devolução da minha caução, quantia esta de 450€ (euros). Aluguei um quarto à agência "Quartoequartos" por um período de quatro meses, conforme contrato de arrendamento celebrado no dia 1 de outubro de 2025. No final deste período, a 31 de janeiro de 2026, libertei o quarto e cumpri com todas as minhas obrigações: (Limpar o quarto, lavar os lençóis e reparar eventuais danos). Contudo, até à data e apesar de diversos pedidos feitos via telefone e email, a agência ainda não me devolveu os 450€ que me são devidos e que constituem a caução paga na assinatura do contrato de arrendamento. Este não cumprimento constitui uma violação dos meus direitos enquanto antigo inquilino e uma infração à legislação em vigor relativa à devolução de depósitos de renda. Assim sendo, venho por este meio, solicitar a resolução desta situação em que a agência veja-se no dever de cumprir com a legistação em vigor e consequentemente em devolver-me o valor em dívida. Em anexo, encontram-se todos os documentos comprovativos desta reclamação. Agradeço, desde já, a V.Exas, pelo tempo tomado neste assunto, que tenham em consideração a minha reclamação e que seja devidamente orientado sobre o procedimento a seguir para fazer valer os meus direitos.
falta de cumprimento na devolução da caução
venho por este meio apresentar uma reclamação contra a agência de aluguer "Quartoequartos" quanto à falta de cumprimento na devolução da minha caução, quantia esta de 450€ (euros). Aluguei um quarto à agência "Quartoequartos" por um período de quatro meses, conforme contrato de arrendamento celebrado no dia 1 de outubro de 2025. No final deste período, a 31 de janeiro de 2026, libertei o quarto e cumpri com todas as minhas obrigações: (Limpar o quarto, lavar os lençóis e reparar eventuais danos). Contudo, até à data e apesar de diversos pedidos feitos via telefone e email, a agência ainda não me devolveu os 450€ que me são devidos e que constituem a caução paga na assinatura do contrato de arrendamento. Este não cumprimento constitui uma violação dos meus direitos enquanto antigo inquilino e uma infração à legislação em vigor relativa à devolução de depósitos de renda. Assim sendo, venho por este meio, solicitar a resolução desta situação em que a agência veja-se no dever de cumprir com a legistação em vigor e consequentemente em devolver-me o valor em dívida.
Cobrança Irregular
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero abusiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. A minha filha, Carolina Carnielli, celebrou contrato de subarrendamento de um quarto em Lisboa com a empresa MODORAMO – Gestão Imobiliária, Unipessoal, Lda. No início do contrato foi pago o valor de €400,00 a título de caução, valor que até ao momento não foi devolvido.No momento da entrada no imóvel, foram realizados vídeos e fotografias que comprovam o estado do quarto. Não foi identificado qualquer dano relevante além de marcas compatíveis com desgaste normal de utilização. O contrato estabelece que, no momento da restituição do imóvel, deveria ser realizada vistoria na presença do(s) subarrendatário(s), com elaboração de auto descrevendo eventuais anomalias e fixação de prazo para correção (ponto 9 do contrato). Contudo, no momento da entrega das chaves, não houve vistoria presencial, nem foi elaborado qualquer auto ou concedido prazo para eventual reparação. As chaves foram entregues no dia 15 de janeiro, embora o contrato terminasse apenas a 31 de janeiro (tendo sido solicitada a entrega antecipada por iniciativa nossa, pois minha filha já estava fora do apartamento desde o dia 18 de dezembro por questão de férias). Apenas no dia 20 de fevereiro fomos informadas da existência de alegados danos. Até ao presente momento (dia 02/03/2026): - Não nos foi enviado relatório formal; - Não foram apresentadas fotografias comprovativas; - Não foi concedido prazo para correção; - A empresa insiste na cobrança automática de €99 por alegado dano, acrescido de outros valores; - A caução de €400,00 permanece retida. Tememos que a caução venha a ser indevidamente utilizada ou parcialmente retida sob alegação genérica de realização de obras ou reparações, sem que exista comprovação formal dos danos ou cumprimento do procedimento contratualmente previsto. Importa referir que o próprio contrato estabelece que o arrendatário responde apenas por danos decorrentes de culpa ou negligência, ressalvando expressamente o desgaste proveniente da normal utilização e do decurso do tempo. Reitero que não estamos a nos furtar de qualquer responsabilidade. Pelo contrário: caso exista algum dano, de verdade, efetivamente comprovado e que não decorra de desgaste normal, estamos totalmente disponíveis para proceder à respetiva reparação, conforme previsto no contrato. Apesar disso, a empresa recusa-se a agendar vistoria presencial e insiste na cobrança sem apresentação de prova concreta (fotos com laudo). Adicionalmente, tomámos conhecimento de que outros locatários estão enfrentado situação semelhante com a mesma empresa, envolvendo retenção de caução e alegações genéricas de danos após a saída do imóvel, o que nos causa ainda maior preocupação. Consideramos que: - Não foi cumprido o procedimento contratual obrigatório de vistoria; - Não nos foi dada oportunidade de contraditório; - Está a ser aplicada penalização sem prova formal; - Existe risco de retenção indevida da caução. Diante disso, sentimos que estamos sendo burladas pela empresa e solicitamos orientação e eventual intervenção dessa entidade para análise da situação e defesa dos nossos direitos enquanto consumidoras. Ficamos ao dispor para demais esclarecimentos Com os melhores cumprimentos, Cirlene Carnielli 966 000 719 cirlenecarnielli74@gmail.com
Burla/Falta de transparência/Incumprimento contratual
No dia 28/11/2025, foi marcado uma visita ao quarto. Na visita somente fui comunicado para pagar 400€ para a reserva do quarto e no dia 01/12/2025 para a entrada devo pagar a caução: 400€ + 45€ - como taxa de administração, nunca foi explícito ou implícito nenhuma outra taxa. Como consumidor fui perguntar no que vai consistir o processo no dia da entrada, e a agente da visita, informou-me que vou ser atendido sem nenhuma irregularidade mesmo sendo um feriado, nenhuma menção perante outras existentes importâncias à pagar. Em todos os momentos de contacto, durante os dias 28/11/2025, 30/11/2025 e até no dia 01/12/2025, tendo acesso aos todos os meus contactos, em nenhum momento fui comunicado explícito ou implícito que no dia 01/12/2025 haverá de pagar mais taxas acrescidas relativamente à das 45€ da taxa de administração. No dia 01/12/2025, na entrada fui sujeito a pagar uma taxa de 34,99€ sem alguma indicação ou informação prévia. Assim, não reflete com congruência, informação apresentada e celebrada no contrato, nem no contrato foi explícito alguma informação perante taxas ocultas como essa. Por fins de identificação, os agentes com quem estive em contacto e não me foi comunicado sobre as taxas acrescidas: +351 910 171 674 e +351 935 046 116, refiro ainda a extrema falta de pontualidade, profissionalismo, transparência, respeito pelo cliente e obrigação contratual tanto como legal por parte dos agentes tanto da empresa. No dia 28/11/2025 fiquei à espera por perto das 2 horas e o mesmo aconteceu no dia 01/12/2025. No dia 02/12/2025, liguei ao número +351912107902, confirmado pela uma das agentes como o contacto do seu chefe responsável, quando foi recebido o contacto, o próprio senhor mentiu na cara e disse a mim que tinha ligado à telepizza. Parecia-me que já tinham bloqueado o meu número.
Burla Fraude
Fui roubada por essa turma pela segunda vez em 2025 , coagida a pagar um valor extra no check in por uma funcionaria ! Estelionato . Gravei tudo quando percebi que tinha caído em uma armadilha ! Para minha surpresa , essa é uma pratica recorrente desse grupo , tem vários relatos semelhantes , isso é caso de policia . De onde venho isso é estelionato ! A uniplaces esconde o nome do senhorio e o vende como de confiança ! Tem dezenas de relatos de burla . Como podem ser de confiança ? A empresa também esta envolvida no esquema . Em 2023 eu nunca havia feito esse tipo de aluguel , recebi da plataforma o contato desse senhor e mandei mensagem uma semana antes da viagem , sem retorno . Ao chegar no aeroporto fui xingada por e mail e descubro que o quarto foi alugado !
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