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Criação indevida de cartão e ainda retiram dinheiro da conta
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (introduzir número de conta) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrada a comissão no valor de (introduzir valor) euros. Sendo que a referida comissão é indevida, reitero o meu pedido de estorno do valor cobrado. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Cobrança indevida (na minha opinião)
Boa noite, Espero que se encontre bem. Registei-me no jobleads e para ver uma oferta de emprego tinha que me inscrever no premium. Havia uma promoção de 2,99 euros por 15 dias. Não vi nenhuma informação de que o premium renovava automaticamente e que o valor passava para 69,99 euros/mês. Contudo reparei que saiu da minha conta esse valor no dia 28/09/2025. Assim sendo cancelei o débito direto e fui ao site deles e cancelei, no entanto estão a cobrar outra mensalidade. No entanto não utilizei mais nenhuma vez o serviço (apenas uma vez para ver a proposta e a proposta já nem estava válida e a qual era redirecionada para o linkedin). Obrigada, Soraia Magalhães
Pedido de apoio – Relatório incorreto da seguradora Mapfre e imputação indevida de responsabilidade
Exmos. Srs. Venho solicitar apoio relativamente a um conflito com a seguradora Mapfre, no âmbito do processo de sinistro n.º 2025201008443/1, associado ao meu seguro multirrisco habitação. Após participação de infiltrações reclamadas pelo vizinho da fração inferior, foi realizada vistoria técnica. O perito e os serviços da Mapfre confirmaram-me sempre verbalmente que a infiltração tem origem em partes comuns do edifício, não sendo da minha responsabilidade. Contudo, o relatório escrito da Mapfre contém informações incorretas, ao assumir que as obras realizadas no meu terraço foram feitas para corrigir infiltrações. Tal não é verdade. As obras foram uma opção de melhoria, limitadas à colocação de um novo piso. A impermeabilização foi feita apenas por precaução, e nunca foram contratados trabalhos em paredes, que são da responsabilidade do condomínio. A Mapfre utiliza este pressuposto falso para me imputar responsabilidade por danos no prédio. Após contactar novamente o perito, este confirmou a origem comum das infiltrações e ficou de falar com a seguradora. Ainda assim, a Mapfre disse-me que se recusa a falar com o perito e afirmou que não irá corrigir o relatório. Existe ainda uma contradição evidente: em situação anterior, quando as guardas do terraço se partiram, a Mapfre recusou intervir, alegando que o terraço era parte comum. Agora, pretende responsabilizar-me por esses mesmos elementos. Este comportamento está a causar-me sérios prejuízos perante o condomínio e podre obrigar-me a arranjar fissuras em paredes que são da responsabilidade do condomínio e não da minha. Solicito apoio para que a seguradora seja instada a: 1. A emissão de um relatório técnico corrigido, que elimine pressupostos falsos sobre as obras realizadas e identifique de forma clara que a origem das infiltrações é em partes comuns do edifício; ou, em alternativa, 2. Uma declaração escrita formal da Mapfre confirmando que a infiltração não tem origem na minha fração autónoma. Em anexo, junto o relatório emitido pela Mapfre. Com os melhores cumprimentos, Carla Caldeira Lima
Prémio seguro 2025
Ex.mos Senhores, Sou vosso cliente desde 2021, na altura com prémio seguro de € 177,74. Em 2023 o prémio foi corrigido para € 179,92. Neste ano por ter havido uma participação de sinistro o prémio em 2024 foi de € 264,56. Em 2025 mantendo-se tudo (mesma morada, mesma viatura, e sem ter havido qq sinistro). tendo em 2023 sido um acto isolado, não se compreende qual a razão para o valor pago quase em dobro de € 518,85. Neste sentido, apresento esta reclamação, solicitando em detalhe qual a fórmula de calculo para o valor do prémio apresentado em 2025. Com os melhores cumprimentos, Maria de Lurdes Taborda Rui Cunha (marido) / DECO nº 281461-64
Assédio via chamadas telefónicas.
O meu telefone fixo 214712345, é constantemente assediado com chamadas provenientes desta empresa. Em último caso, terei de participar à polícia judiciária.
Fidelidade se recusa a fazer um reembolso que tenho direito
Exmos. Senhores. Eu fui contactado pelo telefone por um agente de seguros, me oferecendo dois seguros, um deles o seguro para animais, já que estavam a fazer uma campanha. A princípio não tinha grande interesse, mas o agente não desistiu e acabei por fazer o seguro para o meu gato, que entrou em vigor em julho de 2025. Passado mais de 3 meses, decidi fazer uma consulta de prevenção, dentro da rede da seguradora, conforme oferta contratual. Nessa ocasião o veterinário me informou que as análises estavam bem, mas que ele precisava tratar dos dentes. Como a clínica com acordo com a seguradora fica a mais de 40km de minha casa, achei mais apropriado contactar o veterinário que faz serviço na Câmara Municipal. Ele analisou o meu gato e disse que o melhor seria fazer uma cirurgia para resolver o problema dos dentes. Eu aceitei, mas antes de fazer a cirurgia, contactei o agente se havia algum problema para o seguro, ele disse que não, já tinha passado o período de carência e só tinha que juntar um relatório para poder pedir o reembolso. Esses passos foram dados. Mas qual foi o meu espanto quando depois a seguradora me vem pedir para enviar exames do diagnóstico do problema. Eu informei que não tenho exames porque nunca foram feitos exames ou análises antes da consulta de prevenção realizada em 8-10-2025. Até ao dia de hoje a seguradora nunca deu resposta, contactei o meu agente várias vezes, ele também contactou a seguradora, mais tarde veio me pedir para o veterinário fazer outro relatório, então foi feito outro relatório, ele disse que para ele estava bem, mas o certo é que nem resposta nem reembolso da seguradora. Fica claro que eu sempre agi de boa fé, nunca foi minha intenção usar a seguradora para fazer cirurgias sobre doenças identificadas antes de fazer o seguro. Se a seguradora suspeita que é uma doença pré-existente antes de fazer o seguro, devia prover uma consulta antes de formalizar o contrato. Apólice RA66119351 Cumprimentos Rui Marques
Paguei mbway e não recebi qualquer informacao
Bom dia, fiz um pagamento por mbway no dia 6 de Janeiro 2026 onde já fiz outras compras, mas com pagamento em paypal. Desta vez, com pagamento em mbway não recebi qualquer informação acerca da encomenda e nem está no histórico da empresa onde costumo comprar. A empresa que recebe o pagamento é a PPRO PAYMENT SERVICES SA conforme no comprovativo de mbway. Gostaria de reaver o estorno do pagamento, visto que já percebi que o produto também não vai chegar. Obrigada pela atenção
Cobrança indevida com nome sujo no banco de Portugal
Caros senhores, venho pelo presente meio apresentar a seguinte reclamação. Esta empresa colocou o meu nome na lista de devedores do banco de Portugal, diz que tenho uma dívida que eu não reconheço relativa à compra através de crédito de um aspirador que custa milhares de euros que eu nunca adquiri. Dizem que essa dívida remonta ao ano 2000 (quando eu tinha apenas 20 anos de idd) e ascende os 2500€. Já me fizeram várias chamadas telefónicas com várias ameaças e enviaram mensagens SMS para pagar direto 500€ e que o restante ficaria perdoado caso eu fizesse esse pagamento imediato. Estou impedida de fazer qualquer tipo de crédito em Portugal por causa desta empresa mentirosa e sem escrúpulos. Exijo que removam o meu nome imediatamente desta lista pois não tenho qualquer dívida em Portugal e nunca deixei de honrar os meus compromissos financeiros e nunca fiz nenhum crédito no passado. Quero abrir o meu próprio negócio e ter acesso a linhas de crédito e por causa desta empresa duvidosa não consigo. Nunca fiz crédito algum para comprar aspirador. Nunca! Agradeço resposta rápida, caso contrário accionarei o meu advogado e todos os meios legais disponíveis e apresentarei reclamação junto do BDP. Sem mais! Rita Cunha
Cobrança Indevida
Em Outubro de 2025, recorri ao site voo-atrasado.pt uma vez que o meu voo foi cancelado. Entretanto pedi por mim própria sem a ajuda deles uma indeminização à companhia aérea em questão. Como tal, quando a voo-atrasado voltou a mandar-me email disse que já tinha recebido a indeminização que não foi feita por parte deles nem com a ajuda deles, volto a salientar, e que não queria mais os serviços deles. Mandei um email novamente a dizer que queria cancelar o serviço, o qual foi ignorado. Depois de meses sem resposta ao meu pedido mandam-me um email a cobrar pelos serviços inexistentes e que eu pedi que fossem cancelados. Ou seja continuaram com o dito contrato sem o meu consentimento e sem a minha vontade. Como tal, não irei proceder ao pagamento e já entrei em contacto com o meu advogado.
Generali - Tranquilidade: Perda total abusiva e incumprimento contratual
Ex.mos Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a seguradora acima identificada, na qualidade de tomadora de seguro e condutora lesada, em virtude da forma como foi gerido o sinistro automóvel ocorrido em 06‑01‑2025, em Lisboa, e do consequente incumprimento das obrigações contratuais, com grave prejuízo patrimonial e não patrimonial para mim. Síntese dos factos • Em 06‑01‑2025 o meu veículo Skoda Citigo, matrícula 25‑NL‑77, foi embatido quando me encontrava dentro do cruzamento da Av. Prof. Gama Pinto com a Alameda da Universidade, em Lisboa, por uma carrinha Mitsubishi L200 de caixa aberta, que se aproximou pela direita em velocidade excessiva, tendo o respetivo condutor assumido estar com pressa dado que a sua esposa ia ser operada dentro de instantes no Hospital Santa Maria. • Eu era titular da apólice n.º 1022375170, com cobertura de choque, colisão e capotamento até ao capital de 2.500 €, bem como cobertura de despesas de tratamento do condutor até ao montante de 3.750 €. • A seguradora mandou realizar peritagem, que apurou um custo de reparação de 2.542,00 €, tendo expressamente indicado que o veículo não era irrecuperável. • A seguradora declarou unilateralmente “perda total”, alegando que o custo de reparação excederia o capital seguro, e fixou o valor do salvado em 1.200 €, pagando‑me apenas 1.000 € (capital seguro de 2.500 € menos franquia de 300 € e salvado de 1.200 €). • Obtive um primeiro orçamento detalhado de oficina credenciada (Metalúrgica de Carriche), que demonstra ser possível reparar integralmente o veículo por 2.491,29 € (IVA incluído), valor inferior ao capital seguro contratado. • Obtive um orçamento alternativo da LHSL – Serviços Unipessoal Lda, que me reparou o veículo por 2.090,95 € (IVA incluído), tendo este sido entregue, totalmente reparado, no dia 09-05-2025. • Apesar de confrontada com os dois orçamentos, a seguradora recusou‑se a reconsiderar a perda total e a autorizar a reparação, mantendo o pagamento de apenas 1.000 €. • No âmbito das despesas de saúde, a seguradora informou‑me que o plafond para tratamento do condutor seria de 350 €, quando as condições particulares da apólice preveem despesas de tratamento do condutor até ao limite de 3.750 €, o que constitui erro grave e violação do dever de informação. • Em fase posterior, a seguradora chegou mesmo a comunicar por escrito que não teria direito a estorno do prémio anual pago em 31‑12‑2024, tendo, contudo, procedido ao estorno e transferência para a minha conta em 07‑04‑2025, sem explicação, revelando falta de coerência e transparência na gestão do contrato. • Para poder continuar a trabalhar – sou trabalhadora comercial e o veículo é instrumento essencial da minha atividade – fui obrigada a suportar os custos de reparação, no valor constante da fatura junta, bem como diversas despesas de saúde devido a problemas provocados e/ou acentuados pelo acidente (ortopedia, acupuntura, osteopatia, psicoterapia e medicação), e sofri um impacto relevante no meu desempenho profissional, não tendo recebido, em 2025, o prémio anual a que vinha acedendo nos anos de 2021 a 2024 (média de 12.000 €/ano). Fundamentos da reclamação Entendo que: • A classificação de “perda total” é abusiva e não encontra suporte nas próprias peças da seguradora, uma vez que: o A peritagem indica veículo “não irrecuperável”; e o O orçamento de reparação por 2.090,95 € situa‑se abaixo do capital de 2.500 €, inexistindo excesso relevante face ao capital seguro. • A seguradora violou as condições do contrato ao recusar a reparação até ao limite do capital seguro e ao não atender a um orçamento credenciado mais baixo, insistindo numa perda total lesiva para o segurado. • A indicação de um limite de 350 € para despesas de tratamento do condutor constitui violação frontal das condições particulares, que estabelecem um limite de 3.750 €, traduzindo (uma tentativa de incumprimento) contratual e violação de deveres de informação e boa‑fé. • O conjunto de contradições (estorno de prémio, plafonds, comunicação deficiente) e a recusa em ressarcir a totalidade dos danos patrimoniais e não patrimoniais consubstanciam uma atuação desconforme com as boas práticas do setor segurador. Atentamente, Maria de Castro
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