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Dívida / roubo ao cliente
Exmos. Senhores, No dia 29 de outubro de 2025, desloquei-me ao stand com o intuito de adquirir um veículo automóvel, tudo foi avançando e entreguei como sinal para reserva do veículo escolhido, a quantia de €1.000 (mil euros), que os mesmos pediram. Devido ao fato de não ter sido aprovado o financiamento solicitado para a compra do veículo, o negócio não se veio a concretizar. Perante este desfecho, a Martimaxcars comprometeu-se a devolver integralmente o valor do sinal entregue, no montante referido. Contudo, e apesar dos sucessivos contactos e solicitações efetuados, para que honrassem o compromisso assumido, a Martimaxcars , têm vindo a recusar ou a ignorar sistematicamente os pedidos, mantendo-se na posse indevida do referido valor. Assim, venho por este meio pedir a vossa ajuda , pois esta empresa tem vindo a enganar vários clientes . Sempre arranjam desculpas e ficam com o dinheiro dos clientes. Em anexo envio provas que comprovam o sucedido.
Burla na encomenda
Boa tarde. Recebi no dia 19 de Novembro uma encomenda pelos CTT nr DS929017925PT enviada pela zyshop. Informo que o que recebi não tem nada a ver com o que encomendei e paguei. Solicito devolução do valor pago que foi 138,00. O email do vendedor é 19925158809@163.com, já enviei email também a reclamar mas nunca respondeu. Poderiam ajudar Obrigado António Montez
Catawiki
Boa Trade Desde Agosto de 2025 que fiz compras na Catawiki , paguei 10200€ em lotes que deveriam ter cativado o valor e não debitar em conta. A Catawiki cancelou todos os lotes num valor de taxas de cerca de 3000€ Já pedi milhares de vezes o reembolso e até hoje nunca deram uma resposta. Pretendo a vossa ajuda na resolução do pendente, pois preciso do dinheiro para fazer tratamentos e exames do cancro da minha esposa na Fundação Gulnenkian Junto o anexo da lista de compras e pagamentos realizados
Produto com defeito e informações erradas
Se eu puder dar um conselho não comprem No dia 19/10/2025 fiz a compra de uma Dyson airwrap co-anda2x straight+wavy na loja no dubai mall,o que eu não sabia era que o produto quando comprado fora a garantia só vale no país de compra ou seja devia ser completamente proibido vender a turistas um aparelho tão caro quanto a esse que pode avariar e não poder enviar. Usei meu aparelho uma única vez e na segunda vez o aparelho começou a piscar uma luz vermelha e desligar sozinho. Entrei em contato primeiro em ligação e uma pessoa fez chamada de vídeo e me ajudou pediu que eu resetasse o produto e voltasse a ligar até então parecia ter voltado ao normal delisguei e guardei.quando fui usar pela segunda vez ele começou novamente com o msm problema e então entrei em contato no chat do WhatsApp e expliquei tudo e pediram que eu enviasse para reparo.agendei a retirada e ninguém veio fizeram eu esperar o dia todo em casa.no dia seguinte liguei e disseram q era um problema com a empresa q fazia retirada q não prestavam mais serviço e então emitiram uma etiqueta e eh fui entregar em um cacifo no dia 12/11/2025 fiquei esperando 5 dias e nada de atualizar o rastreio tive q ligar novamente e no dia q liguei eles disseram q iam ver o que ocorreu e me enviava email,no msm dia atualizou q tinha sido retirado aquele dia o aparelho somente ontem dia 24/11/2025 que chegou na assistência lá na espanha assim que chegou recebi um email e em menos de 20 min recebi outro que o reparo tinha sido cancelado porque o aparelho nao tinha suporte na oficina de reparação. Então porque me fizeram enviar algo que eles já sabiam que não tinha suporte ? Entrei em contato e não souberam me dizer quando eu receberia meu aparelho de novo e hoje recebi uma ligação e era um entregador com meu aparelho em um endereço errado e não me enviaram nenhum código de rastreio para devolução ,minha caixa veio completamente um lixo toda estragada e suja ou seja foram 650 euros jogados no lixo pq não consigo o reparo de um produto caríssimo que usei apenas uma vez.eu tinha muita vontade de ter o produto então estou completamente decepcionada realmente esperava mais da marca e agora pesquisando vejo somente coisas ruins sobre a máquina e muitas pessoas reclamando que o aparelho está com o msm problema que o meu.eles vendem produtos com problemas técnicos e não estão nem aí para o preju ou da gente
Cobrança incorreta, falta de resposta
O processo de contratação do serviço da Prosegur foi iniciado integralmente através do meu endereço de correio eletrónico, ou seja, todas as comunicações preliminares, esclarecimentos e envio de proposta comercial realizadas. Embora o contrato tenha sido posteriormente formalizado em nome do atual titular, meu marido, na qualidade de co-proprietário do imóvel onde o serviço seria instalado, toda a fase pré-contratual e as condições apresentadas pela empresa foram tratadas diretamente comigo, facto que é verificável através das comunicações trocadas. No dia 12 de maio de 2025, recebi da Prosegur uma proposta escrita com indicação clara de que a mensalidade seria de 34 € (IVA incluído) durante os primeiros 12 meses e de 44,55 € após esse período. Esta proposta foi a base da decisão de contratar. No entanto, desde o início da prestação do serviço, a Prosegur começou a cobrar mensalidades superiores a 44 €, valor que não correspondia ao que tinha sido proposto e aceite durante a fase pré-contratual. A partir de 12 de junho comecei a contactar repetidamente a empresa, por telefone e por e-mail, solicitando a correção dos valores indevidamente cobrados. Apesar das várias tentativas, a Prosegur não regularizou a situação nem forneceu qualquer explicação formal. Face à ausência de resposta e à manutenção da cobrança errada, no dia 19 de agosto enviei um e-mail a solicitar informação sobre o procedimento formal para rescindir o contrato, tendo em conta o incumprimento. Este pedido não mereceu qualquer resposta. Dois dias depois, a 21 de agosto, reiterei o pedido de rescisão contratual. Esta comunicação recebeu apenas uma mensagem genérica no dia 23 de agosto informando que o assunto estava “em análise”, sem que alguma vez tivesse sido prestado um esclarecimento formal ou orientação adequada sobre como proceder. No final de agosto recebi a fatura referente ao mês de setembro já com o valor corrigido para os 34 € inicialmente propostos, mas essa alteração foi feita sem aviso prévio, sem reconhecimento do erro anterior e sem qualquer explicação sobre os montantes cobrados em excesso. É importante referir que esta correção tardia não elimina o incumprimento ocorrido ao longo dos meses anteriores, durante os quais procurei repetidamente obter resolução. Posteriormente, após nova insistência, fui informada de que o pedido de rescisão não seria aceite sem penalização, com o argumento de que deveria ter sido enviado com assinatura digital — exigência que nunca me foi comunicada nos contactos anteriores, incluindo nos e-mails de 19 e 21 de agosto, que foram recebidos pela empresa e que deveriam ter sido respondidos com a informação adequada no momento oportuno. Fui ainda informada de que, por a empresa ter corrigido o valor na fatura mais recente, já não reconheciam a existência de incumprimento, uma posição que considero infundada, uma vez que o incumprimento existiu, perdurou por meses, motivou contactos sucessivos. Toda esta sequência de acontecimentos — cobrança incorreta, ausência de resposta formal, exigência retroativa de requisitos não comunicados e correção tardia sem esclarecimento — contribuiu para uma perda de confiança na relação contratual. Durante três meses tentei resolver a situação de forma cordial e formal, mas os pedidos foram sucessivamente ignorados ou adiados, o que prolongou desnecessariamente o processo e comprometeu a transparência que deve caracterizar este tipo de prestação de serviços. A presente exposição tem apenas o objetivo de relatar os factos conforme ocorreram, de forma rigorosa e documentável, e solicitar que a situação seja analisada pelas entidades competentes. Não pretendo imputar à empresa qualquer conduta que não esteja apoiada em factos verificáveis; apenas desejo ver reconhecido que existiram falhas na prestação de informações, na regularização da faturação e no tratamento dos meus pedidos, com impacto direto nos meus direitos enquanto consumidora.
Encomenda não Recebida
Exmos. Senhores, Em 16/11/25 adquiri um Casaco de Lã, pelo valor de 39,95 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme comprovativo. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do valor pago, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos Susana Vitorino
Taxa ilegal acima 25%
Eu, Cláudio Vieira das Neves, portador do Passaporte GE573106/ NIF 313780250, motorista TVDE 771843/2024, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Uber Portugal (ou “Uber”), devido a práticas irregulares no cálculo das comissões cobradas nas viagens que realizo. Nos trajetos que realizei, em particular o mais recente de Estação ferroviária de Tunes, até Hotel pinhão Lagos, com data 25/11/2025, verifiquei que o valor cobrado ao cliente foi de 38,20 €, enquanto o repasse para mim foi apenas de 23,00 €. Ou seja, a Uber reteve 40% ou mais deste valor, o que ultrapassa claramente o limite legal permitido para plataformas TVDE. Esta não é a primeira vez que acontece algo semelhante: tenho prints desses valores, bem como registos de outras corridas em que a comissão da plataforma foi excessiva. A legislação portuguesa (Lei n.º 45/2018, e regulamentos aplicáveis) define limites para a comissão das plataformas, e acredito que a Uber está a violar essas regras, prejudicando de forma grave os motoristas que trabalham na linha da frente. Solicito que a AMT analise esta situação, investigue possíveis práticas abusivas por parte da Uber e me forneça uma resposta formal sobre as medidas que vão ser tomadas. Anexo a esta reclamação: Print da corrida com valor cobrado ao cliente (38,20 €) Print ou extrato interno que mostra quanto recebi (23 €) Outras corridas / evidências similares (se tiver) Estou disponível para prestar esclarecimentos adicionais ou fornecer mais documentos se necessário. Agradeço a vossa atenção e espero uma resolução justa. Cumprimentos, Cláudio Vieira das Neves 910169147 claudio_vieira@hotmail.com
Cobrança em duplicidade/Indevida
No final de agosto de 2025 adquiri, juntamente com a minha esposa, um veículo automóvel BMW (ano 2014) no stand Onkar, em Pegões. No ato da compra não fui informado de que o veículo ainda não possuía Documento Único Automóvel português, impedindo a imediata transferência de propriedade — informação pré-contratualmente relevante e legalmente exigível. Após o pagamento integral do veículo, realizado a pronto, efetuei um pagamento adicional de €65 ao vendedor Pedro, então funcionário da empresa, destinado ao serviço de tratamento da transferência de propriedade após emissão do documento português. O pagamento foi feito para a conta pessoal do referido funcionário porque o próprio me informou que, em virtude do montante do pagamento do veículo, o limite diário da conta da empresa já se encontrava excedido, impossibilitando naquele dia uma transferência adicional para a conta do stand. Confiando na orientação transmitida por um representante da empresa, aceitei proceder ao pagamento dessa forma. Cerca de três meses depois, quando o registo português foi finalmente emitido, contactei o stand para concluir a transferência. Para minha surpresa, fui informado de que o funcionário Pedro havia sido demitido e que o stand não reconheceria o pagamento efetuado, alegando que teria sido um “acordo pessoal”, e exigindo novo pagamento para realizar o mesmo serviço. Apesar das minhas objeções — fundamentadas no facto de o pagamento ter sido realizado a um representante, no exercício das suas funções — o stand recusou executar o serviço. Para evitar continuar a circular com o veículo irregularmente registado, tive que efetuar novo pagamento, no montante de €75 para que a situação fosse enfim regularizada. Esta atuação é, a meu ver, inadmissível, com fundamento nos seguintes pontos: 1. Responsabilidade da empresa pelos atos dos seus representantes Nos termos dos artigos 258.º e 800.º do Código Civil, a empresa responde pelos atos dos seus trabalhadores praticados no âmbito das suas funções, independentemente da sua posterior desvinculação. 2. Violação dos deveres de informação pré-contratual A omissão de informação sobre a inexistência do Documento Único Automóvel português no momento de realização do negócio contraria o artigo 8.º do DL 24/2014 e o artigo 4.º da Lei de Defesa do Consumidor. 3. Incumprimento contratual A recusa em realizar um serviço já contratado e pago constitui incumprimento, agravado pela exigência de novo pagamento por uma prestação única. 4. Violação dos deveres de boa-fé e do princípio da confiança Ao descarregar sobre o consumidor o risco de instruções dadas pelo seu próprio funcionário, a empresa atuou contra o disposto no artigo 762.º, n.º 2 do Código Civil. 5. Aproveitamento de posição dominante A necessidade de regularizar o registo do veículo levou a uma situação de dependência, explorada pelo profissional ao exigir novo pagamento. Deste modo, apresento a presente reclamação por considerar que fui alvo de um comportamento ilegal, abusivo e lesivo, requerendo: – A avaliação e eventual intervenção das entidades fiscalizadoras competentes; – A determinação do reembolso do valor pago indevidamente (€75); – A avaliação da eventual aplicação de medidas sancionatórias adequadas.
A Temu não passa fatura com NIF
Exmos. Srs., Fizemos uma compra na Temu e precisamos de uma fatura com número de contribuinte mas após 3 pedidos através do site da empresa, para os quais não obtivemos resposta, contactámos a linha de apoio e foi-nos informado que a Temu não passa faturas. Isto é possível?
Encomenda nao recebida
Exmos Senhores, Fiz uma encomenda na TEMU que chegou a Portugal a 5 Novembro. Recebi e-mail indicando que a encomenda seria entregue no dia 6 Novembro no Locker Lidl das Fontainhas em Cascais, embora não me tenham enviado o PIN. Encomenda essa que nunca chegou. Ate dia 19 Novembro esteve sempre em transito... Finalmente enviam um e-mail informando que a podia levantar numa localidade em Lisboa, na Tapada das Mercês, a mais de 30 km da minha área de residência e sem envio de PIN. Fiz reclamação no livro de reclamações dos CTT, no Portal da Queixa. Agradeço ajuda Ana Pires Encomenda nr. DD226892671PT
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