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Atraso na Entrega de Pavimento Vinilico
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu desagrado relativamente ao serviço prestado no âmbito da compra de pavimento realizada na vossa loja. Inicialmente adquiri um produto com data de entrega acordada, mas fui informado de que não havia stock suficiente para cumprir esse prazo. Perante essa situação, confiei na vossa sugestão de adquirir um pavimento alternativo, mais caro, sob a garantia explícita de que existia stock disponível e que a entrega seria feita na data acordada. Para minha surpresa e indignação, recebo agora nova comunicação a informar que também este segundo produto não poderá ser entregue por falta de stock. Esta situação é inadmissível e revela grave desorganização e desrespeito para com o cliente. Exijo uma solução imediata, que pode passar por: - Entrega urgente de produto equivalente ou superior, sem custos adicionais; - Compensação pelo transtorno causado, incluindo eventuais prejuízos associados a atrasos nas obras; Aguardo resolução com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos,
6 meses à espera de substituição de TV – Philips e centro técnico ASO
Venho, por este meio, manifestar formalmente a minha profunda insatisfaçãoi relavitamente ao serviço prestado pelo Apoio ao Cliente Philips e, na sua depêndencia, do serviço técnico subcontratado ASO - Abel dos Santos Oliveira, Lda., no âmbito do processo de reparação/substituição da minha televisão, tendo o processo sido iniciado em 24/12/2024. Em resumo: - Abertura do 1º pedido de serviço técnico (IT-TPVision-13391986): fui informado que seria contactado pela ASO para fazer a avaliação do defeito da TV em casa, no entanto a ASO nem sequer compareceu em minha casa, tendo emitido um parecer incorreto e descontextualizado, o que obrigou a novo escalonamento interno junto da Philips. - Abertura do 2º pedidido de serviço técnico (IT-TPVision-13529395): Quando reportado à Philips o sucedido, foi reaberto um novo pedido de serviço técnico. Na altura solicitei que fosse alocado a outro centro técnico, tendo sido informado de que tal seria possível pois a ASO era o único centro em Lisboa. Foi-me dada a indicação pela Philips quie seria para fazer troca direta do Display, sem necessidade de avaliação e relatório inicial pela ASO. Tal não aconteceu, tendo sido feita a inspeção à TV no dia 20/02/2025. O processo extendeu-se até ao dia 21/05/2025, quando recebo informação da Philips que o processo ia ser encerrado, por não resolução por parte da ASO por falta de peças. - Abertura do 3º pedido de serviço técnico (IT-TPVision-13878713): Quando confrontados com o Artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 84/2008, tendo eu feito a exigência da troca imediata da TV por terem passado muito mais que os 30 dias que teriam para a reparação, tal foi ignorado pela Philips (apenas é possível falar com os técnicos de Call-Center do Apoio ao Cliente, sem nunca ser possível falar com alguém com capacidade para resoluição efetiva do problema). Neste momento sou contactado a informar que iam abrir um novo pedido de serviço técnico, a outro centro de reparação. Deste modo concluo que: (1) Apesar da simpatia e disponibilidade das operadoras do call center, não há qualquer interesse por parte da Philips em resolver o problema. (2) Claramente mentiram quando disseram que não era possível ser alocado a outro centro de reparação em Lisboa. A experiência com a ASO foi péssima, com impossibilidade de contactar o centro técnico e, quando conseguia, eram completamente arrogantes e sem dar qualquer resposta. (3) A Philips encontra-se atualmente em incumprimento legal do Artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 84/2008, sem qualquer possibilidade da minha parte de exercer os meus direitos enquanto consumidor Exijo resolução imediata - com substituição da televisão conforme estipulado na lei - e deixo registo público desta queixa pelas vias formais e legais disponíveis.
Encomenda danificada
Exmos. Senhores, No dia 25 de Fevereiro de 2015, o meu sogro enviou, de Coimbra, uma cana de pesca nova, ainda com etiquetas, para a Ilha do Corvo, onde me encontro a residir com o meu marido. A cana de pesca vinha bastante bem protegida e embalada, com uma calha metálica a proteger o corpo da cana, um tubo de pvc a proteger a ponteira e embrulhada em plástico de bolhas e papel pardo. Após entrega no local de destino efectuada pelo carteiro da vila no dia 25 de Março de 2025, foi detectado que, embora por fora não houvesse sinais de danos, a cana encontrava-se partida de forma irreparável. O meu marido deslocou-se à estação dos Correios local para efectuar a reclamação e assim foi feito. Após bastante tempo sem haver nenhum contacto por parte dos CTT, no dia 23 de Abril o meu marido enviou um email a perguntar o ponto de situação. Recebeu resposta no dia 30 de Abril a dizer que não tinha sido identificado como remetente ou destinatário (por lapso ele fez a reclamação em nome dele mas a encomenda foi enviada em meu nome). Assim, enviei eu um email, sendo eu o destinatário, a perguntar o porquê de tanto tempo a analisar a reclamação. Obtive resposta no dia 19 de Maio a dizer que a encomenda tinha sido entregue no dia 24 de Março e que no percurso da encomenda não tinham sido detectados danos na mesma, que o destinatário deve sempre conferir o estado da encmenda no acto da recepção e que a responsabilidade do acondicionament é do expedidor. A partir daqui houve mais alguma troca de emails entre mim e os CTT mas sempre com a mesma resposta, de que as encomendas estão sujeitas a repetidos manuseamentos durante o transporte e de que não apresentou danos exteriores durante o percurso. Nem com o envio das fotos que demonstram o nível de danos causados perceberam que o embalamento era mais que suficiente para o manuseamento e acondicionamento adequado da emcomenda. Ou seja, a responsabilidade não é deles, embora tenham sido eles a tratar do envio. Em anexo mando as fotos que lhes enviei. Gostaria de saber se me conseguem ajudar. Obrigado Cumprimentos.
DESRESITO E NEGLIGENCIA AO CONSUMIDOR - ALERTA - RETENÇAO INDEVIDA DE DINHEIRO
Exmos. senhores, Meu caso e simples , fiz 2 cancelamentos de envio na plataforma, logo depois desativaram minha conta, pelo fato de ser a primeira vez que utilizo da WISE. Verificando minha conta que envio em anexo para sua apreciação, o valor totalizado de 498 euros ja encontra sem a conta da wise. 301,41 euros 196,62 euros total : 498 euros Já informei meu banco , contudo, reforço minha solicitação de reembolso / estorno do valor para minha conta qual o valor ja encontra se na conta da wise , o valor pode ser estornado para minha conta de Portugal ou me facilitaria para minha conta do brasil ,onde estou passando ferias. O prazo exequível e de 2 dias uteis, não mais, pois vai me prejudicar, foge as leis do consumidor, que, inclusive, completa hoje, passando , retornando de viagem, como advogado, entrarei com medidas jurídicas de prejuízos e danos materiais e não patrimoniais, onde se justifica, que justamente o período que estou passando ferias, fiquem sem o recurso , COMPROMETENDO SIGNIFICATIVAMENTE , pouco tempo e tendo prejuízos diretos gerados pela empresa. Fica a critério da wise nem devolver se ela assim entender , mas devolver juridicamente , mediante processo judicial. Estou revendo a família apos 3 anos, e tendo que passar por esses transtornos, que absurdo, estão de brincadeira, desrespeito e negligencia. Segue em anexo o valor em euro ja em posse da empresa wise, somado as provas anteriores. Diante o exposto, conto com vossa compreensão e colaboração para resolução da minha questão , na data de hoje, pois como mencionei, estou apos 3 anos de trabalho visitando minha família, e , não quero ficar tendo esses transtornos. Ps. devido os transtornos ja gerados , agradeceria se fosse transferido o valor para minha conta do brasil ja informada. Obrigado, Aqui estão os dados da minha conta no Sicoob: RICARDO VIEIRA WINTER CPF: 214.214.938-37 Banco Sicoob: 756 Agência/Cooperativa: 4329 Conta: 14.267-0 Tipo: Conta corrente email >rwinter@sapo.pt tel : 12-98814-2078
ALERTA - omissão - negligencia e desrespeito ao cliente - EMPRESA RETEM INDEVIDAMENTE VALOR
A empresa , apos, varias solicitações e pedidos, ainda retem valor indevido sob sua posse, negligenciando o estorno ao cliente. A empresa , ao invés, como deveria e e compromete a facilitar , dificulta e permanece a gerar transtornos financeiros e de ordem emocional e danos não patrimoniais ao cliente. Fiquem atentos !!!! Wise não recomendo!!!!!!!! Ricardo W.
FATURA DE COBRANÇAS DE VALORES DE MAIS DE 6 MESES
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato com nº CPE PT0002000130315773WF e recebi a fatura nº DR 2404043627. Como podem facilmente verificar, a fatura não está correta porque estão a faturar consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, pelo que solicito a correção da fatura em causa. Encaminho anexo a minha declaração de desemprego e também a declaração de escalão dos meus filhos para que confirmem e renovem o desconto e a tarifa social. Assim, aguardo emissão da fatura corrigida. Cumprimentos.
transferencia de valores não recebida
Exmos. Senhores, venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa Paysend, devidamente autorizada a operar em território português, pela ausência de conclusão de uma transferência internacional no valor de €352,72, efetuada no dia 16 de maio de 2025, com destino a uma conta no Brasil (banco recebedor: Nubank). Descrição dos Fatos: A transferência foi efetuada corretamente por mim através da plataforma Paysend, utilizando recursos próprios, e foi confirmada pela empresa como "enviada". No entanto, o banco de destino, Nubank, confirmou expressamente que os fundos jamais chegaram ou foram creditados na conta do destinatário. Contatei ambas as instituições, fornecendo todos os comprovantes e detalhes da transação. Mesmo assim, não obtive resolução ou esclarecimento técnico suficiente que comprove o paradeiro exato dos fundos. A Paysend encerrou o atendimento sem apresentar evidências claras da entrega ao Nubank, limitando-se a alegar que os valores foram enviados. Cumprimentos, Luisa Fleury
Serviços Públicos Ineficientes
Exmos. Senhores Há mais de 6 meses que Eu e a minha filha , estudante do Ensino Superior em Lisboa, temos tentando agendar a Renovação do seuTítulo de Residência Nr 55J26485J que caducou em Dezembro de 2024. Já enviamos vários e-mail's, fizemos várias viagens em outras cidades de Portugal, gastamos muito dinheiro e mesmo assim sem sucesso. Tivemos a confirmação que a AIMA enviou para o IRN do Oriente a lista das pessoas para renovar o Título de Residência e nesta lista consta o nome da minha filha. A minha filha foi para lá e sinceramente nunca imaginei que em pleno ano de 2025, num país europeu, condicionarem a renovação do Título de Residência de uma Estudante Universitário com apresentação de exames ou consultas no estrangeiro e reserva de vôo. É bastante lamentável e até segregacional quartar a liberdade de movimento de uma Estudante que se encontra sem família, paga as suas contas e ainda assim é forçada a estar quase ilegal por mero capricho administrativo. Pergunto, se conseguem regularizar e notificar milhares de imigrantes, qual é a razão de não poderem renovar o Título de Residência de uma Estudante? A minha filha está nesta situação mas acredito que muito mais estudantes também estão. É preciso resolver esta questão e JÁ! Cumprimentos. PAM
Hospital P Algarve, SA - Recusa na emissão da declaração de presente devido a uma falha informática
Hospital Particular do Algarve HPA, em Vila Real de Santo António No dia 30 de maio de 2025 Entre as 9:00h e as 10:40h Assunto da reclamação: Recusa de emissão de declaração de presença No dia 30 de maio de 2025, compareci presencialmente à unidade de saúde HPA, de Vila Real de Santo António, para uma consulta do dia a com a minha mãe (doente de Parkinson), esta consulta do dia é uma consulta que é efectuada por ordem de chegada. Fui informado de que a consulta não se realizaria devido a uma avaria no sistema informático da instituição. Apesar de me ter deslocado ao local com a minha mãe (doente de Parkinson). Foi-me recusada a emissão de uma declaração de presença, com o argumento de que tal não seria possível sem acesso ao sistema informático. Solicitei que me fosse emitida uma declaração manual com a informação de presença na instituição hospitalar naquele período com a indicação da impossibilidade de realização de consulta devido a um erro no sistema informático do HPA, de Vila Real de Santo António. A qual me foi recusada, pela chefe D. Vânia Fernandes , Alegando estar no regulamento interno a não passagem de declarações manuais. Se a consulta não se realizou por motivos técnicos internos (como falha informática), a responsabilidade é do hospital, não do utente. Negar uma declaração de presença nestas circunstâncias pode ser considerado um comportamento negligente ou até abusivo da parte da instituição. Venho por este meio manifestar o meu desagrado por esta recusa, uma vez que: A deslocação foi efetiva; A falha técnica foi da responsabilidade da instituição; Não existe impedimento legal para a emissão manual da declaração (assinada e carimbada por um profissional responsável); Esta recusa impediu-me de justificar devidamente a minha ausência ao trabalho. Solicitei a presença da PSP, a fim de tentar resolver a situação. Tentativa falhada, pois a D. Vânia Fernandes, manteve a sua posição de se recusar a passar a declaração. Solicito: 1. A emissão retroativa da declaração de presença; 2. Que sejam revistas as práticas internas para garantir que os direitos dos utentes não sejam prejudicados em situações semelhantes no futuro Fico a aguardar resposta formal a esta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Paulo Teixeira E-mail: pauloteixeira5@gmail.com
Cobranças Irregulares e Discrepâncias no Consumo: Solicitação Urgente de Verificação do Medidor de Á
Venho por meio desta expressar minha extrema indignação e solicitar urgentemente a presença de um técnico para verificar o medidor de água da minha residência. Nos últimos meses, temos sido surpreendidos com valores de consumo extremamente elevados e absolutamente desconexos com o que efetivamente utilizamos, o que configura uma situação de total desrespeito com o consumidor. Em primeiro lugar, gostaria de destacar que o valor das faturas de água tem variado de forma absolutamente absurda, com variações mensais entre 45 a 67 euros, sem qualquer justificativa plausível. Em nenhum momento houve aumento significativo no nosso consumo ou alterações que pudessem justificar tal disparidade. Pelo contrário, o consumo de água na residência permaneceu constante, sem qualquer desperdício, como comprovado pela nossa vigilância e controle de uso diário. Em relação à leitura do consumo, gostaria de ressaltar a confusão gerada pela falta de clareza nas datas e informações sobre a leitura do medidor. No mês passado, realizamos a leitura da conta, mas a fatura não indicava a data exata da leitura, o que gerou uma grande dúvida quanto à sua precisão. Além disso, no mês passado foi solicitado que a leitura fosse realizada entre os dias 14 e 17, enquanto neste mês solicitei que fosse feita entre os dias 13 e 16. Contudo, apesar de termos enviado a leitura, a fatura chegou com o valor de 67,89 euros, um aumento de quase três vezes em relação à fatura anterior, que foi de 27,83 euros, sem qualquer explicação plausível para tal discrepância. Vale ressaltar que os valores de fatura variam mês após mês de maneira extremamente irregular e sem qualquer padrão, com valores que vão de 12,50 euros a 54,38 euros, o que é uma clara evidência de que o sistema de medição ou de faturamento está falho e precisa de uma verificação urgente. Em nenhum momento tivemos qualquer aumento de consumo que justifique tais oscilações absurdas. Em face disso, venho solicitar, com a máxima urgência, a verificação e análise do medidor de água instalado em minha residência. O consumo de água tem sido mantido em níveis baixos e consistentes, sem qualquer alteração que justifique os valores elevados e desproporcionais das faturas. Não podemos continuar sendo vítimas de cobranças indevidas e irracionais. Gostaria de lembrar que, de acordo com o Decreto-Lei nº 67/2007, que regula os direitos dos consumidores em Portugal, é de responsabilidade da concessionária garantir que os serviços prestados sejam transparentes, justos e corretos, sendo obrigação da empresa zelar pela precisão das medições e das faturas emitidas. A prática de cobrar valores aleatórios, sem explicação plausível ou justificativa, configura uma violação clara dos direitos do consumidor, podendo resultar em ações legais. Diante disso, exigimos que um técnico compareça à nossa residência o mais breve possível para verificar o funcionamento do medidor de água e corrigir quaisquer irregularidades que estejam ocorrendo. Caso contrário, tomaremos todas as medidas legais cabíveis, incluindo a formalização de uma queixa junto às autoridades competentes e, se necessário, a busca de reparação judicial. Reitero a urgência dessa solicitação e aguardo uma resposta imediata, com a confirmação do agendamento da visita técnica, pois não podemos mais arcar com o ônus de cobranças indevidas e sem qualquer justificativa. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
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