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Adesão / Portabilidade
Exmos. Senhores, Sou cliente MEO e efetuei um pedido de adesão à UZO no dia 04/09/2025. Não tendo sido possível efetuar o mesmo online, este foi realizado através de chamada telefónica. Até ao momento o mesmo não foi concluído e, tendo contactado várias vezes para pedir a resolução, tenho visto as minhas chamadas ser encaminhadas da UZO para a MEO e vice-versa, um lado dizendo sempre que terá que ser o outro a resolver, sem que nenhum resolva efetivamente. Venho, por este meio, pedir que esta situação seja finalmente resolvida. Cumprimentos.
Plano Anual Cancelamento DAZN PORTUGAL
Exmos. Srs, No dia 30/08/2025, aderi ao serviço DAZN através de uma campanha que anunciava um mês grátis. Anunciavam na website 1 mês de oferta para uso do serviço, sem em qualquer indicação ao consumidor de que para ter acesso ao referido mês experimental teria de ficar associado a um plano anual, que não permitem ser cancelado antes de se passar o referido ano de contrato. Tentei explicar esta situação aos assistentes da DAZN que se recusam em entender a situação alegando que quando me registei para ter um mês grátis, os termos estavam claros, termos esses que expliquei que nem sequer estavam disponíveis para consulta. Contudo para não sair prejudicada paguei mais uma mensalidade no dia de hoje 2/10/2025 conforme imagem em anexo para não existir qualquer tipo de constrangimento para o meu lado, visto isto gostava de obter o reembolso desse valor 16.99€ Acresce ainda que nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu direito de livre resolução, sem qualquer custo ou penalização. Friso que nesse mesmo dia que aderi realizei o cancelamento do serviço devido a não ter gostado do mesmo. Todavia, ao tentar exercer esse direito, a DAZN não disponibilizou um processo simples e imediato de cancelamento, como a lei exige, criando entraves indevidos ao consumidor. Assim, exijo o cancelamento imediato da subscrição, sem quaisquer custos associados, bem como a devolução de qualquer valor que me cobrem. Aliás, já informei a DAZN que NÃO irei utilizar os serviços deles.
INSTALAÇÃO por FALTA DE CADASTRO
Exmos. Srs. da NOS Comunicações S.A. Comprei um apartamento novo, num edifício que é também novo. Como é normal contrata-se os serviços de fornecimento de energia, água, telecomunicações. Correu tranquilamente bem com as duas primeiras mas com as Telecomunicações está a ser surreal. Contactada várias vezes a NOS (empresa da qual sou cliente também numa outra morada) diz que nesta nova morada, só está disponível o DOCSIS que basicamente é o cabo coaxial, quando o prédio foi acabado de construir e tem o ITED já há largos meses inspeccionado com os acessos dos operadores de telecomunicações efectuados e já todo "fibrado". Mais ainda, no site da entidade reguladora ANACOM, o local está cadastrado com as tecnologias que se pretendem que é a FTTH - Fibra Óptica até Casa, a qual o edifício já tem disponível sem ter de andarem a colar cabos, prática muito utilizada por vós. Surreal numa urbanização moderna onde não à postes de telecomunicações nem fios vergonhosamente (mal) colados nos edifícios como se vê por aí fora e com todas as infraestruturas preparadas pois não é sequer necessário instalar 1 mm de cabo, é estranho que os operadores de telecomunicações vergonhosamente não tenham cadastro efectuado, quando nos inundam de chamadas para os telefones para angariarem clientes !!!
Publicidade Enganosa
No dia 31/08/2025, aderi ao serviço DAZN através de uma campanha que anunciava um mês grátis. Contudo, após a subscrição, fui surpreendida com a informação de que a minha conta ficou vinculada a um contrato anual com fidelização de 12 meses, no valor de 16,99 €/mês, com término apenas em 30/08/2026. Entrei em contacto com o apoio ao cliente para cancelar a subscrição, mas fui informada de que, apesar do cancelamento da renovação automática, continuarei obrigada a pagar durante todo o período contratual, mesmo não querendo utilizar o serviço. Esta prática considero-a abusiva e enganosa, pelos seguintes motivos: A publicidade destacava apenas o “mês grátis”, sem indicar de forma clara e visível que implicava uma fidelização obrigatória de 12 meses; A informação contratual foi prestada de forma pouco transparente e apenas confirmada após a adesão; O consumidor tem de ter acesso a informação clara, completa e destacada antes da conclusão da subscrição, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos à distância) e no regime da publicidade enganosa. Neste caso, fui induzida em erro, acreditando que poderia usufruir do mês gratuito e cancelar sem custos, como é comum em campanhas semelhantes de serviços de streaming.
Não cancelaram a minha subscrição
Boa tarde, No dia 27/08/2025 subscrevi a DAZN, porém no mesmo dia tentei cancelar a subscrição, pois reparei que não havia interesse da minha parte, porque afinal não passavam todos os jogos do SLBenfica na Champions. Tentei através do chat, e só sabiam responder que iria ter que pagar a subscrição durante 1 ano, Após isso enviei email para daznhelp@dazn.com, até agora não me deram uma resposta. Este mês cobraram-me uma mensalidade, por um serviço que eu não tenho utilizado. Acho injusto, porque pedi para cancelar a minha conta horas depois.
SERVIÇO DEPLORÁVEL
Venho por este meio expor e registar a minha mais profunda indignação com o serviço absolutamente incompetente e negligente prestado pela DHL, que culminou na necessidade de eu próprio ter de me deslocar ao armazém para recolher uma encomenda urgente, após uma sucessão de falhas, mentiras e desinformação. A encomenda em questão, um berço para o meu filho, tinha como data máxima de entrega o dia 21 de setembro de 2025. Hoje, dia 1 de outubro, e após um calvário de telefonemas e informações contraditórias, a única solução foi cancelar a entrega (que a DHL se mostrou incapaz de fazer) e organizar a recolha pelos meus próprios meios. A data limite de entrega (21/09) foi largamente ultrapassada. Na sexta-feira, dia 26/09, o site de rastreamento da DHL indicava que a encomenda estava num ponto de recolha. Desloquei-me ao local para ser informado que não havia nada para mim e que "isto acontece com frequência com a DHL". Perdi tempo e recursos com base em informação falsa. Após regressar a casa, passei mais de uma hora em espera numa chamada para o apoio ao cliente. Quando finalmente fui atendido, a operadora informou-me que a encomenda estava, afinal, parada no armazém de Coimbra desde o dia 19 de setembro. Onze dias retida sem qualquer justificação ou contacto! Como suposta solução, foi-me agendada uma "entrega prioritária" para o dia 30 de setembro. Como era de esperar, a DHL falhou redondamente o compromisso. Ninguém apareceu, ninguém ligou. Mais um dia perdido à espera de um serviço que nunca se concretizou. O ponto de rutura deu-se hoje, 1 de outubro. Perante a total ausência de contacto, liguei para a linha de apoio a empresas (DHL Parcel), num ato de desespero. A resposta que obtive foi surreal: a minha encomenda "sequer consta no sistema" deles. É inadmissível que uma empresa com o nome da DHL demonstre este nível de desorganização. Como é possível uma encomenda estar fisicamente no vosso armazém desde dia 19, mas ser "inexistente" no sistema para outro departamento? Esta sucessão de erros, informações contraditórias e promessas não cumpridas demonstram uma total falta de respeito pelo cliente. A vossa incapacidade de localizar e entregar um bem de primeira necessidade para um bebé forçou-me a desistir do vosso serviço de entrega e a ter de resolver o problema pessoalmente, com todos os custos e inconvenientes que isso acarreta. Esta reclamação serve não só para registar a minha péssima experiência, mas também como um alerta a todos os outros consumidores: o serviço da DHL é pouco fiável, a sua comunicação é inexistente e o seu sistema logístico é, aparentemente, um caos. É uma empresa a evitar a todo o custo.
Abuso de cobranças
Exmos. Senhores, O meu nome é Alex Salles, NIF 314813500, e venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente a um acordo de pagamento estabelecido com a Nós. Apesar de existir um compromisso mensal, fui surpreendido com a cobrança de uma taxa de 50€ sempre que ocorre um atraso. Contudo, recentemente dirigi-me a uma loja da Nós para proceder ao pagamento e fui informado de que não existia qualquer ficha associada, o que impossibilitou a regularização da situação. Assim, não considero legítima a aplicação de taxas adicionais ou a manutenção desta dívida em meu nome, uma vez que não me foi facultado o meio devido para proceder ao pagamento. Deste modo, solicito a imediata regularização da minha situação, nomeadamente: A eliminação da cobrança indevida de 50€; A retirada desta dívida do meu histórico junto da Nós. Caso tal não seja resolvido no mais curto prazo, irei avançar com uma queixa formal na DECO e, se necessário, junto de outras entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos, Alex Salles NIF: 314813500
Resolução de contrato no final da fidelização
Exmos senhores, - Manuel Bernardo Mendes Coelho, - Cliente empresarial nº C833485347, - Número associado 934213491, - Contribuinte 178521990 Pretende rescindir o contrato de internet móvel, no final da fidelização, 02-04-2026. Motivo: Falta de qualidade do serviço. Falhas constantes, velocidades muito irregulares e por vezes sem qualquer sinal. Com os melhores cumprimentos Manuel Bernardo Mendes Coelho
Aumentos de preços entre 2016 e 2017
Bom dia, Entre 2016 e 2017 foram aumentados os preços pela NOS da minha prestação sem que eu fosse informada sobre os valores exatos que seriam cobrados nem de que podia rescindir o contrato sem custos. Este procedimento foi ilegal uma vez que a alteração da lei das comunicações eletrónicas de 2016 passou a obrigar as operadoras a informar o consumidor sempre que alterassem unilateralmente os contratos, incluindo o preço, e a indicar a possibilidade de rescisão sem penalização. Peço por esta razão o retorno dos pagamento solicitados e efectuados indevidamente. Maria de Fátima Leal Rosado
Resolução de contrato por violação do dever de informação e incumprimento das condições pré-contratu
Exmos. Senhores, No dia 9 de setembro de 2025 fui contactado pela MEO com uma proposta de mensalidade de 59,99€, que aceitei por considerar mais vantajosa do que as propostas da concorrência. Posteriormente, recebi um email para aceitação das condições. Contudo, ao receber a primeira fatura, constatei que o valor cobrado era superior ao acordado. Verifiquei então que, no contrato em PDF enviado pela MEO, a mensalidade indicada era de 63,99€, em vez de 59,99€. De imediato contactei a MEO para expor a situação. Foi-me transmitido que a empresa confirmara, através dos registos e gravações telefónicas, a proposta inicial de 59,99€, e que seria enviado um novo contrato retificado. Mais tarde, porém, fui novamente contactado e informado de que a MEO não iria cumprir o valor proposto, alegando tratar-se de um erro do colaborador, mantendo a mensalidade em 63,99€. A divergência entre a oferta (59,99€) e a cobrança realizada (63,99€) consubstancia: • Violação do dever de informação pré-contratual; • Incumprimento contratual por parte da MEO; • Prática suscetível de se enquadrar em prática comercial enganosa, nos termos do DL 57/2008. Nestes termos, e ao abrigo dos art.º 9.º e 12.º do DL 24/2014, declaro a resolução imediata do contrato, sem qualquer penalização ou custo associado, por violação de deveres legais e incumprimento das condições contratadas.
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