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Reembolso não efetuado
bom dia Encontro me a espera de um reembolso da fidelidade companhia de seguros e até hoje não foi efetuado. Não tenho uma resposta em concreto até hoje. Obrigado Luís Oliveira
Encomenda não recebida
Exposição dos factos: No dia 28/08, efetuei a compra de um par de ténis através do vosso site. Até ao momento, 22/10, não recebi absolutamente nada — nem o produto, nem o reembolso correspondente. Já se passaram quase dois meses e não há qualquer previsão concreta de entrega, apenas respostas vagas e falta de clareza por parte do vosso atendimento. Esta situação é inaceitável. De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, relativo aos direitos dos consumidores, quando o bem não é entregue dentro de um prazo razoável, o cliente tem direito ao reembolso integral do valor pago. Desta forma, exijo o reembolso imediato, a ser processado pelo mesmo método de pagamento utilizado na compra. Caso não obtenha resposta ou solução no prazo de 48 horas, irei avançar com a reclamação junto da DECO Proteste, do Portal da Queixa e das entidades competentes. Aguardo uma resposta urgente e a confirmação do estorno.
Pagamentos e Transferência ilícitas não autorizadas
Bom dia exmos colaboradores da Deco, o meu nome é João Ribeiro, cidadão de nacionalidade portuguesa com o número de identificação 12776841, e dirijo-me a vossas excelências apresentando uma situação ocorrida entre mim e a entidade bancária “Moey” e apelando encarecidamente à vossa orientação e ajuda especializada neste tipo de situações. Vamos a isto: Decorria a madrugada de dia 17-05-2025, quando ao meu telemóvel começam a chegar com alguma regularidade mensagens de código OTP para validação de uma transacção com o cartão terminado em ***6677. Ao aperceber-me do mesmo, a minha primeira reacção foi de ignorar, uma vez que não estava a executar qualquer movimento em nenhuma das minhas contas, contudo, e devido à grande quantidade de mensagens que ia recebendo, comecei a ficar preocupado e fui conta a conta verificar em qual delas teria um cartão com a terminação apresentada. Para meu espanto, quando ao abrir a aplicação do banco digital “Moey” verifico que, a minha conta (supostamente “altamente segura” com dupla autentificação e “bla bla bla”) tinha sido invadida, já tinham efectuado uma transferência na casa dos 198,78€ (no dia anterior), já tinham criado um cartão virtual e estava já um pagamento pendente (a aguardar código OTP) para a entidade Remilty no valor de 202,45€. Ao deparar-me com este cenário, obviamente cancelei o tal cartão criado por alguém que não eu, cancelei a tentativa de pagamento (que semanas mais tarde foi rejeitado e o dinheiro reposto na minha conta) e tentei entrar em contacto com o suporte da “Moey” para entender o que se teria passado, ser ressarcido dos valores “furtados” e tornar a conta mais segura. O grande problema da “Moey” é que mesmo pertencendo ao grupo Crédito Agrícola, não tem qualquer balcão físico, sendo que nos balcões da casa mãe (Crédito Agrícola) se recusam a dar apoio em assuntos relativos à “Moey” (pelo menos na agência de Almeirim onde me desloquei foi o que me informaram). Assim sendo iniciei um périplo de contactos, primeiro via e-mail (e-mail esse ao qual 5 meses depois, ainda aguardo resposta), via chatbox (em que os bots usados pela entidade referida não conseguiram solucionar a situação remetendo para o e-mail ou chamada telefónica) e já na manhã seguinte via chamada telefónica na qual, o assistente com quem falei, deixando transparecer muitas dificuldades no idioma portugês e muitas mais dificuldades em me ajudar, apenas solicitou que apresentasse denúncia/ queixa crime. Seguindo a sugestão apresentada pelo assistente, apresentei queixa de burla/roubo/fraude no Posto territorial de Almeirim da GNR, embora ciente da pouca relevância da mesma dado o desconhecimento sobre os autores do crime e ausência de provas palpáveis, uma vez que a aplicação bloqueia a hipótese de efectuar prints dos movimentos, e o comprovativo da tal transferência de 198,78€ é uma “mão cheia de nada” com incongruências na data e hora da mesma e com a total ausência de informação da conta de destino. Desde esse dia até hoje, fiz mais uma série de contactos telefónicos com a “Moey” com chamadas gravadas (espero eu, pois informaram disso mesmo), obtendo sempre a resposta de “Desculpe o constrangimento, a disputa está em aberto, contactaremos assim que haja novidades”. Sou do género de pessoas que acredita nas pessoas, nas entidades e em tudo que apregoam, gostando de dar oportunidade para demonstrarem a sua transparência e profissionalismo, mas considero que cinco meses é mais que tempo para pelo menos terem respondido ao primeiro e-mail com pelo menos um pedido de desculpa, e também mais que tempo suficiente para ser ressarcido do dinheiro que me foi furtado por completa falha de segurança da instituição que tanto apregoa segurança para os seus clientes, mas depois permite que se façam transferências sem autentificação do detentor da conta. Tenho considerado curioso que, coincidentemente ou não (sou do género de pessoa que não acredita em coincidências), desde essa altura a esta parte tenho verificado pelos e-mails publicitários recebidos que tem sido feito um grande esforço e investimento em garantir a segurança dos clientes o que, no entanto, não apaga este episódio, nem tão pouco cobre as perdas envolvidas. Assim sendo, gostaria de publicamente e oficialmente, denunciar esta situação a vossas excelências, solicitando o vosso apoio, orientação e ajuda no sentido de ver esta situação ser resolvida a bem, ou seja, com a devolução do valor dessa transferência não autorizada no valor de 198,78€ . Agradeço desde já toda a atenção e disponibilidade. Atenciosamente João Ribeiro
Seguro de carro
Exmos. Senhores. Sou segurada da Ocidental. Tive uma ocorrência com meu veículo. Acionei o seguro, segui todas as instruções dadas por eles, o reparo foi aprovado. Combinei com a oficina para levar o carro somente em outubro porque eles não tinham espaço na agenda antes. Passado esse prazo solicitado, nem a oficina nem a Ocidental respondem aos meus questionamentos. É uma falta de profissionalismo que realmente me choca. Quero resposta e resolução rápidas visto que já esperei pacientemente por mais tempo que deveria.
Nao devolveram o dinheiro
Exmos. Senhores, Fiz a compra no dia 07-02-2024. O meu reembolso nunca foi feito, fiz muitas tentativas pelos meios todos existentes e só tive uma vez uma resposta para dar o meu NIB ao qual respondi mas a seguir nada outra vez, ignorado até agora Peço a resolução urgente Gheorghe
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 26/09/2025 adquiri 5 kg de encomendas não reclamadas da marca colis colis, pelo valor de de 76,50€ com a indicação que a compra seria levantada na loja física do centro comercial UBBO. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 29/09/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já tentei vários contactos junto dos vossos serviços mas sem sucesso. Métodos utilizados : email, via plataforma online - sem respostas. Mensagem no Facebook - sem respostas. Visita física á loja o centro comercial UBBO - loja fechada. Visita física á loja de Lourdes - loja fechada. Visita física á loja do Seixal - loja em funcionamento, mas alegaram gerência diferente. Ainda assim ficaram com o meu número de telemóvel e até hoje não recebi nenhum contacto. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Pedido de apoio – Publicidade enganosa e produto não conforme (ChefPanda)
Exmos. Senhores, Sou consumidor e venho solicitar o vosso apoio jurídico relativamente a uma compra efetuada ao ChefPanda (Happy Panda Unipessoal Lda - NIPC 515461610), onde foi entregue um produto completamente diferente da descrição e imagem anunciadas, sem qualquer informação prévia ou consentimento da minha parte. A empresa reconhece que alterou a caixa e cor devido à falta de stock, mas recusa o reembolso, violando claramente o Decreto-Lei 84/2021 (falta de conformidade). Adicionalmente, verificou-se a eliminação de críticas negativas às suas publicações, o que configura publicidade enganosa (DL 57/2008). Solicito: Orientação sobre a forma mais célere de obter reembolso total ou parcial; Apoio para formalizar a queixa junto das autoridades competentes. Anexo todos os e-mails trocados e fotografias comprobatórias. Com os melhores cumprimentos
OFENSA
Venho por este meio reportar uma ocorrência grave relativa a um contacto telefónico recebido hoje, 21/10/2025, às 20:20, proveniente do número 961208134. O operador, que se identificou como Francisco, afirmou ser do departamento de renovação contratual da MEO. Quando recusei a renovação por telefone e solicitei o envio das condições por email, o operador negou o pedido, alegando não ser possível. Perante a sua insistência, afirmei que estava a perder o meu tempo. A resposta do vosso colaborador foi a seguinte expressão, profundamente ofensiva e vulgar: 'Os minutos são como o c*, pode a dar a toda a gente' Considero esta linguagem absolutamente inaceitável. Assim, peço a vossa ajuda e intervenção junto da entidade MEO. Nota: Censurada a palavra.
Alteração da titularidade do contrato
Exmos. Senhores, Em 30/06/2025 solicitei a alteração da titularidade do contrato com a Galp Solar para meu nome, após a compra de uma habitação, cujo anterior proprietário tinha contrato com a V/ empresa. Fiz telefonemas para o nº 210058800 em 30/06, 03/07 e 11/07, 08/09 e, enviei mail para suporte@galpsolar.com em 21/07, para tentar resolver esta situação. Até à data ainda não foi concretizado o pedido de mudança da titularidade para meu nome. Em anexo envio pdf os comprovativos. Cumprimentos JLP 21/10/2025
Cobrança indevida
O consumidor celebrou um contrato de prestação de serviços de TV, Internet e Voz fixa com a Vodafone Portugal, celebrado à distância (por telefone ou online). Dentro do prazo legal de 14 dias, o consumidor exerceu o direito de livre resolução, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. No entanto, após a comunicação do cancelamento, a Vodafone exigiu o pagamento de 300 € alegadamente referentes à “instalação do serviço”, valor que nunca foi comunicado nem aceite no momento da contratação. O consumidor entende que tal cobrança é abusiva e contrária à lei, uma vez que: O operador não informou previamente, de forma clara e escrita, sobre a existência de quaisquer encargos em caso de resolução; O direito de livre resolução visa precisamente permitir ao consumidor cancelar sem custos indevidos, salvo despesas proporcionais se o serviço tiver sido expressamente solicitado e iniciado antes do prazo de 14 dias — o que não ocorreu; Mesmo que algum trabalho técnico tenha sido realizado, a Vodafone não demonstrou nem discriminou quaisquer custos reais ou consentimento expresso do consumidor para início antecipado do serviço. Fundamentação legal: De acordo com o art.º 10.º e seguintes do Decreto-Lei n.º 24/2014, o consumidor pode resolver o contrato no prazo de 14 dias sem necessidade de indicar motivo e sem encargos adicionais, exceto se: tiver solicitado expressamente o início do serviço antes do fim do prazo de resolução, e o operador comprovar ter informado claramente sobre a perda parcial desse direito. Na ausência dessas condições, qualquer cobrança é nula. A falta de informação pré-contratual sobre custos de instalação viola ainda o art.º 4.º do mesmo diploma e o princípio da boa-fé contratual previsto no art.º 227.º do Código Civil. Pedido: Face ao exposto, o consumidor requer: A anulação integral da cobrança de 300 €, considerada ilegal; A verificação e intervenção da ANACOM e da DECO quanto ao cumprimento, por parte da Vodafone, das obrigações legais em matéria de direito de livre resolução e transparência contratual; Caso se confirme a irregularidade, a devolução imediata de quaisquer valores pagos e a adoção de medidas corretivas pela empresa.
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