Reclamações públicas

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W. S.
23/06/2025

Falta de informação por parte da seguradora

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Mundum, pela forma desrespeitosa, negligente e sem qualquer empatia com que fui tratado durante um processo de sinistro recente. Após o acidente ocorrido em 08/06/25, não fui devidamente informada sobre o andamento do processo nem sobre os critérios usados para a atribuição de culpa, que me foi imputada sem explicações claras. A comunicação por parte da seguradora foi inexistente – em nenhum momento me contactaram para esclarecer a situação ou apresentar justificações. Além disso, quando tentei obter informações por iniciativa própria, ligando para os canais de atendimento, a funcionária desligou o telefone na minha cara logo após eu questionar a situação, demonstrando total falta de educação e profissionalismo. Considero inaceitável ser tratado com tal descaso por uma empresa com a qual mantenho um contrato ativo, pagando os meus prémios regularmente. Como cliente, exijo respeito, informação clara e um atendimento digno. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta.

Encerrada
M. A.
23/06/2025

Falta de assistência técnica

Exmos. Senhores, Na qualidade de consumidora, venho expressar o meu profundo desagrado e indignação perante o serviço prestado pela empresa Candy, no âmbito da aquisição de um frigorífico combinado novo, que se encontra avariado desde o início da sua utilização. O problema detetado consiste no facto de o congelador não produzir frio, aliado a uma acumulação anómala de gelo no frigorífico. O primeiro contacto com a Candy foi efetuado no dia 28 de maio, data em que expus a situação. Foi-me então sugerido que procedesse à descongelação do equipamento, procedimento que realizei de imediato e que não resolveu o problema. Voltei a contactar a Candy no dia 2 de junho, tendo recebido nesse mesmo dia um email de confirmação do pedido de assistência técnica (caso n.º 0007152366), no qual me foi informado que seria contactada brevemente para agendamento da visita de um técnico. No entanto, até à presente data, não recebi qualquer contacto da vossa parte nesse sentido. Desde então, tenho feito contactos semanais, de forma diligente e insistente, para reforçar o meu pedido e procurar uma resolução, sem qualquer sucesso ou desenvolvimento efetivo. Esta situação é absolutamente inadmissível, especialmente tratando-se de um equipamento novo e essencial ao dia a dia de qualquer consumidor. Assim, exijo uma resposta imediata e uma intervenção técnica célere e eficaz, de modo a resolver esta avaria que compromete seriamente o normal funcionamento do equipamento adquirido. Em caso de persistência da ausência de resposta por parte da Candy, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para a defesa dos direitos do consumidor. Fico a aguardar uma resolução urgente e definitiva deste problema. Cumprimentos.

Resolvida
F. F.
23/06/2025

Atraso na Entrega – Pedido de Esclarecimento

Exmos. Senhores, Número da encomenda: 0365960750 Venho por meio deste expressar minha insatisfação com o serviço prestado pela DHL. Já se passou quase um mês desde que realizei a compra da minha piscina, e até o momento não recebi o produto nem qualquer atualização clara sobre o andamento da entrega. Considero inaceitável essa demora, especialmente vindo de uma empresa que se apresenta como referência em logística e transporte. A falta de comunicação e a ausência de um prazo confiável demonstram descaso com o cliente. Após contacto direto com a DHL Parcel Portugal, exigi uma explicação imediata sobre o motivo do atraso e uma previsão realista de quando o produto será finalmente entregue, mas não tive sucesso. Cumprimentos.

Resolvida
R. C.
23/06/2025

reclamação fundo ambiental

Exmos. Senhores, Realizei a minha candidatura no fundo ambiental com o num 7288 no dia 21/08/2023 para o apoio da colocação de bomba de calor (ar condicionado). A candidatura foi me anulada sem razão lógica. solicito a reavaliação da candidatura. Cumprimentos. Rita Cunha

Encerrada
C. M.
23/06/2025

Produto

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar de um produto que comprei em loja, uma vela em que o próprio recipiente é da própria e o mesmo estalou durante a utilização. Além de estalar pegou fogo à mesa de cabeceira, que por sinal era nova, e por sorte não se alastrou. A reclamação vem no sentido de terem cuidado com a venda do produto uma vez que o vidro deveria ser próprio para o seu uso. Além do vidro aquecer bastante, a vela acabou e em vez de se limitar a apagar estalou com o próprio vidro explodindo aos bocados, e ainda queimou a mesa danificando-a. Felizmente, ninguém estava perto da vela quando o mesmo aconteceu senão ainda poderia ferir alguém. Cumprimentos.

Encerrada
M. G.
23/06/2025
Casa de Saúde de Santa Catarina

Sessão de Terapia Nociva e Perigosa

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Casa de Saúde de Santa Catarina, localizada no Porto, devido a uma experiência profundamente negativa que considero lesiva para a saúde mental e emocional dos seus pacientes, bem como desrespeitosa em termos de ética profissional e relação qualidade/preço. No meu caso específico, paguei 100 euros por uma consulta com o Dr. Pedro Martins, na qual esperava encontrar apoio psicológico ou psiquiátrico profissional. No entanto, fui recebido com julgamentos subjetivos, pouca escuta ativa, ausência de empatia e nenhuma proposta de tratamento concreto. Não foi prescrita qualquer medicação, plano terapêutico ou encaminhamento, e após a consulta, todos os contactos posteriores foram ignorados. Adicionalmente, a postura da receção foi extremamente rude e impessoal, como também já relatado por várias outras pessoas nas avaliações públicas da instituição. Sublinhe-se ainda que o diretor clínico, Dr. João Palha, é frequentemente referenciado como negligente na gestão da clínica, sem responder a queixas, e permitindo que o ambiente da instituição se mantenha tóxico e hostil para utentes em situação vulnerável. Acredito que esta prática configura não apenas uma violação da deontologia médica e do código de conduta profissional, mas também um abuso financeiro a quem procura ajuda psicológica com urgência. Não estamos perante um serviço de saúde digno, mas sim um negócio desumanizado que lucra com o sofrimento alheio. Solicito que a DECO investigue este caso e, se possível, faça chegar esta e outras reclamações às entidades reguladoras competentes, como a Ordem dos Médicos e a Entidade Reguladora da Saúde, para que se evite que mais pessoas sejam sujeitas a este tipo de tratamento. Cumprimentos.

Encerrada
C. A.
23/06/2025

Não reembolso do valor indevidamente cobrado

Exmos. Senhores, Em 22/08/2025 fiz uma encomenda no Pingo Doce através da APP da Glovo e fiz o pagamento por MbWay. ID do pedido: 101354087747. Um dos items era 4xmandarinas/clementinas (o que lhe queiram chamar). Vi que o Pingo Doce se enganou no cálculo do valor deste produto: com base no selo do saco da fruta que estava fechado, o custo seria de 1.24€ (0.498kg, sendo o €/kg de 2.49€), mas cobrou no talão o valor de 4.45€ pois considerou que o €/kg seria de 8.93€ em vez dos 2.49€. Imediatamente reclamei junto da Glovo, pois foi a esta entidade que fiz o pagamento. Eles reembolsaram o valor de 1.11€ através de créditos Glovo (recordo que o pagamento foi feito via mbway). Não concordei com este valor e continuei a reclamar, pois a devolução deve corresponder ao valor da diferença: 4.45€-1.24€=3.21€ e não somente 1.11€, falta devolverem 2.10€. Dizem que como já foi feito um reembolso neste pedido não podem reembolsar mais nada, com base na política da empresa, consideram ainda que o pedido já se encontra resolvido com o ajuste feito...!? Como assim? Devolvem o que lhes apetece ao abrigo da política da empresa e o consumidor tem de aceitar e calar quando tem provas, que facultou à Glovo mais do que uma vez e sempre que lhe foi pedido, de que o valor está errado? Continuei a reclamar e continuam a dizer que não há mais reembolsos a efetuar e consideram que o reembolso feito em créditos Glovo é o correto... Não é a 1ª vez que isto acontece comigo, por isso imagino que seja prática comum nesta empresa com outros clientes também. Informei que fiz o pagamento à Glovo, eles têm de se entender com o Pingo Doce, mas o cliente é que não pode ficar prejudicado. Tinha Glovo Prime que já cancelei por este motivo. Só quero que me devolvam o valor que foi cobrado a mais para fechar a conta. Cumprimentos.

Resolvida
A. C.
23/06/2025

Pagamento não autorizado pelo meio que foi efetuado

Exmos. Senhores, 23 de Junho de 2025, Era cliente da glovo e por esse motivo era subscritora do serviço deles glovo prime. quando é efetuada a subscrição é solicitado um meio de pagamento escolhido pelo cliente para proceder o pagamento da mesma mensalmente. o que acontece é que o pagamento da subscrição pelo meio de pagamento selecionado por mim falhou e eles tomaram a iniciativa sem a minha autorização e sem ser informada que iriam realizar a operação de usar outro meio de pagamento com outra conta que estava na aplicação porque foi realizada um compra de um pedido pela mesma para fazer a cobrança do serviço. O serviço em questão não tem fidelização pelo que nem têm argumentos para a iniciativa de cobrança pelo meio de pagamento não autorizado por mim como o fizeram. Após exposta a minha situação de ter sido cobrada a uma conta que eu não tinha autorizado para fazer a cobrança do serviço nada foi resolvido afirmando que o reembolso do valor não vai ser efetuado e que a situação é irreversível. Agradeço que a situação seja reversível porque se não isto é gravíssimo. Cobrarem valores a partir de meios não autorizados pelo cliente colocando-o assim em risco. Cumprimentos. Ana Condez

Encerrada
F. M.
23/06/2025

Cobrança Fora do Plano

Exmos. Senhores, Tendo em vista a Faturação do mes de Maio a Junho ter vindo com valor fora do que eu pago todos os meses, venho pedir que se faça a retirada por não concorda, o valor de 775,00 referece ao Plano YORN colocado junto ao que ja havia, foi um plano feito ao meu filho no valor de 11,00 onde eu me sentia mais confortavel para assim nao ter que ficar todo semana a carregar valor, não me foi avisado que ao passar os dados o mesmo continuaria a usar dados moveis, porem, seria cobrado a cada mega utilizado, o que assim acabou por gerar um valor absurdo, espero que se resolva com a retirada do valor não contratado (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Encerrada
C. S.
23/06/2025

Incumprimento do regulamento no concurso FNAC Novos Talentos: categoria Videojogos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação de incumprimento do regulamento do concurso “FNAC Novos Talentos 2025”, na categoria de Videojogos, promovido pela FNAC Portugal. Dois projetos premiados não deveriam ter ultrapassado a fase de validação por parte da organização, uma vez que violam claramente as condições de candidatura estipuladas no próprio regulamento, mais precisamente na alínea 4 onde diz: “4. Os projetos a concurso não podem ter sido previamente publicados em qualquer plataforma comercial.” Quando questionada sobre o incumprimento do regulamento, a FNAC descontextualizou cláusulas específicas e demonstrou, através da sua resposta, que não tenciona agir nem assumir qualquer responsabilidade quanto à situação. A FNAC falhou na implementação de um processo de validação, sendo que uma simples pesquisa pelo nome dos jogos teria sido suficiente para detectar o incumprimento. Esta negligência comprometeu a credibilidade do concurso. No entanto, dois dos projetos distinguidos na presente edição foram publicados numa plataforma comercial antes da data limite de submissão (23 de abril de 2025) e ganharam o concurso: "Alentejo Tinto’s Law" – publicado a 26 de novembro de 2024 na plataforma itch.io (link: https://loadingstudios.itch.io/alentejo-tintos-law-standardedition/devlog/840408/version-105-now-available) "From Nightfall to Dusk" – publicado a 9 de janeiro de 2025 na plataforma itch.io (link: https://cardsart.itch.io/from-nightfall-to-dusk) Esta informação é pública e verificável. Em resposta a questionamentos, a FNAC justificou a atribuição de prémios com base na cláusula de avaliação, que refere: “2. A decisão do júri é soberana e não sujeita a reclamação.” Contudo, esta cláusula refere-se à avaliação dos projetos já admitidos e validados pela Fnac, não sendo aplicável à aceitação de candidaturas que não cumprem os critérios estabelecidos no regulamento. Na verdade, a própria organização do concurso assume, na secção “Recepção das Candidaturas”, que: “2. Todas as participações estão sujeitas a aprovação da FNAC Portugal após a sua verificação.” Para além disso, a resposta da FNAC invoca a cláusula 5 do regulamento, relativa a “situações extraordinárias, não previstas”. No entanto, esta justificação não se aplica, pois a situação está claramente prevista na cláusula 4, logo trata-se de uma regra objetiva, e não de uma eventualidade imprevista. A manutenção dos prémios atribuídos a projetos que não respeitam o regulamento compromete a seriedade, a imparcialidade e a confiança de todos os participantes. Se as regras não são efetivamente aplicadas nem respeitadas pela entidade promotora, torna-se difícil para os participantes reconhecer legitimidade no resultado final do concurso. Dada a gravidade e a clareza dos factos, venho solicitar a vossa análise e parecer sobre esta situação, com o objetivo de perceber se, nestes termos, o concurso pode ser considerado conforme às normas de transparência a que está legalmente obrigado. Agradeço desde já a vossa atenção.

Encerrada

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