Reclamações públicas

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I. M.
15/11/2019

Reclamação ao ISLA Santarém

Venho por este meio comunicar a falta de respeito de que fui alvo pelo ISLA Santarém. Inscrevi-me numa Pós-graduação em Nova Comunicação e no próprio dia que iria começar (15 de novembro) avisam me que mudou de data e só começará a 7 de fevereiro (e só me avisaram porque eu telefonei para lá!). Organizei toda a minha vida para vir para Santarém, porque não moro cá, inclusive arranjei trabalho que desse para compatibilizar com a pós-graduação e agora avisam me que só iniciará 3 meses depois. Não me inscrevi em outros cursos superiores em prol desta pós-graduação e agora, no próprio dia, avisam que não se irá realizar para já. Agradecia um esclarecimento do diretor do ISLA porque isto é brincar com a cara dos alunos e com o seu futuro, já para não falar que nem posso ter a certeza que a pós-graduação vai mesmo iniciar em fevereiro, porque se lhes apetecer fazem o mesmo que fizeram agora e andam a brincar com o meu tempo e dinheiro.

Encerrada

BURLA EDICLUBE

Boas, meu nome é Jéssica Tatiana da Conceição Rodrigues e gostaria de reportar uma tentativa de burla por parte de uma entidade entitulada de EDICLUBE em conjunto com uma suposta parceria com Instituto Profissional de Estudos da Saúde. Eu recebi uma publicidade na caixa de entrada do meu email e como eu estava desempregada e só tenho o 9ºano resolvi abrir, e como eles ofereciam formações à distância resolvi pedir informações sobre um curso de Auxiliar de Ação Educativa. Passado uns dias recebi uma chamada por parte da EDICLUBE e convenceram-me a avançar com o registo para a minha formação. Dia 17-07-2019 recebi a carta de boas vindas por parte da EDICLUBE do suposto curso de auxiliar de ação educativa com o respetivo cartão de estudante e com as informações do meu formador. Juntamente enviaram-me o contrato de formação, o qual eu assinei e dei autorização do débito direto em conta no valor de 50€ durante 30 mensalidades. Passado uns dias retiraram-me 50€ para o pagamento da primeira prestação. Passado umas semanas resolvi pesquisar mais a fundo sobre a EDICLUBE e percebi que era tudo uma farça, então procedi ao cancelamento do débito direto para não me retirarem mais dinheiro. Passado mais ou menos 1 mês recebi 6 livros em minha casa por parte da EDICLUBE, livros quais eu meti num canto consoante eles me os enviaram. 04-09-2019 entrei em contato com a EDICLUBE por email para prosseguir com a anulação do contrato e respetiva devolução do dinheiro. Como não obtive resposta, dia 17-09-2019 enviei-lhes outro email para anularmos o contrato e para me enviarem o endereço de maneira a eu puder devolver os livros. 30-09-2019 a EDICLUBE mandou-me um email: “Em resposta ao seu email, informamos que dispunha de um período de retracção de 14 dias após a recepção do curso, para analisar e apreciar o mesmo. Período de retracção em que V. Exa. não exerceu o direito de rescindir a matrícula, pelo que deverá cumprir com o contratualizado anteriormente.” Nunca me explicaram que teria 14 dias após a assinatura do contrato para cancelar o mesmo. 17-10-2019 recebi uma carta por parte da entidade mencionada com o respetivo valor de 50€ em dívida, de maneira a proceder ao pagamento. Obviamente que não procedi com o pagamento nem nunca irei efetuar mais nenhum pagamento. Dia 22-10-2019 a EDICLUBE mandou-me um email: “Exma Sra Jéssica T Conceição Rodrigues com a referência de cliente 44393502.Serve o presente e-mail para informar que analisamos o seu processo emque fora do prazo de apreciação previsto por lei, manifesta nãopretender frequentar o curso de Auxiliar de Acção Educativa em que sematriculou.Assim em função da política da empresa e porque se nos configura ser dointeresse de ambas as partes encontrar uma solução que evite maisconflitos e litígios: propomos, para resolver esta situação, o pagamentoda quantia de 150,00 € (cento e cinquenta euros) num prazo de 7dias, ajuntar aos 100,00€ (cem euros) já pagos e perfazendo a quantia de 250,00€(duzentos e cinquenta euros), como ressarcimento de custos registados elucros cessantes com esta situação e recolha do material didáctico.O pagamento deverá ser efectuado por transferência para o nib : 00190721 00200000189 21, enviando-nos o comprovativo de pagamento einformando o nome do titular da conta caso não seja a cliente.Assim que o pagamento der entrada procedemos á recolha do curso.Com os melhores cumprimentos,”. Desde que recebi esse e-mail por parte da EDICLUB que tenho recebido inúmeros telefonemas por parte deles a intimidarem-me e a ameaçarem-me que caso não pague o valor em dívida ou o valor total do curso que vão prosseguir para o tribunal. Tenho andado assustada e sem saber o que fazer para resolver este problema que pelo que pesquisei tem afetado centenas de pessoas ingénuas como eu. 13-11-2019 fiz mais uma tentativa via e-mail para a anulação do contrato, e dia 14-11-2019 a EDICLUBE enviou-me o seguinte e-mail: “Exma Sra Jéssica T Conceição Rodrigues com a referência de cliente 44393502,Não compreendemos o que pretende no seu e-mail. Reiteramos que já lhefoi prestada toda a informação necessária e relembramos que lheefectuamos uma proposta de resolução contractual, a qual a Sra nãocumpriu pelo que se o mesmo não der entrada seremos obrigados a manter oinicialmente contractualizado e cobrar-lhe o valor total em falta docurso - 1400€”. Com isto tudo, peço a vossa ajuda para resolver esta situação que se tem arrastado e ficado cada vez mais insuportável. Obrigado.

Resolvida
G. P.
01/11/2019

Demora no reembolso do custo do Curso na Espiralsoft

Venho por este meio comunicar a Vossas Exas. que estou com dificuldades em ser reembolsado por parte da Espiralsoft de um curso de técnico superior de Segurança no trabalho, ao qual alteraram a data de início do mesmo e por conseguinte deixou de ter interesse da minha parte.Realizei a minha inscrição no dia 25 e efetuei o pagamento de 360€ . O curso seria em sistema E-Lerning e teria início a 1 de Julho. A data não foi cumprida e sendo constantemente adiada até que indicaram uma data em Setembro, na qual eu já não teria interesse. Enviei dois email e vários telefonemas a explicar a situação e que queria o reembolso, nunca negaram que iriam fazer o reembolso, apenas me diziam sempre que teriam de contactar o coordenador. Até á data continuei a telefonar constantemente, a únuca coisa que me respondem é que vão voltar a reenviar o email para a coordenação, e recusam-se a dar-me o contacto da coordenação. Simplesmente o secretariado diz que não pode fazer mais nada e que devo aguardar. Já aguardei tempo demais para que reembolsassem o valor.Estou sem o dinheiro durante este tempo todo e nunca me dão prazos para o reembolsoObrigado

Encerrada

Centro Europeu de Línguas- + de 800eur Não me foram pagos...

A minha paixão pela Língua Alemã levou-me a candidatar a uma vaga existente no CEL, embora tivesse algum receio pelo que havia acontecido no ano anterior. O pagamento das minhas horas do ano lectivo -2017/18- não foi fácil e o mês de junho so foi pago em Outubro aquando do convite para formação no início deste ano 2018/19. Passei o ano a enviar mensagens ao Director do CEL, dizendo que o atraso de 4 meses começava a ser inaceitável e que suspenderia a minha actividade. E tive de o fazer. Parei, e pagaram um pouco da dívida. Após essa medida tão drástica que eu nunca, até então, havia tomado, nunca pensei que a mesma situação viesse a acontecer. Levei o curso muito a sério.- dispendi dinheiro em fotocópias, -utilizei artigos e produtos alemães que todos os alunos/formandos interessados num curso gostam de contactar e provar, -superámos os nossos objectivos, -o grupo/turma alcançou sucesso mais do que satisfatório, -fui presenteado pelos alunos na despedida, mas ...NÃO recebi qualquer pagamento de Março a Julho2019.Isto denota a falta de escrúpulos do CEL para qualquer formador dedicado.

Encerrada
C. N.
17/10/2019

Subsidio de desemprego indeferido injustamente

Em Março de 2019 Fiquei desempregada e pedi o subsidio de desemprego. Foi me atribuído em Março e Abril. Em Maio candidatei me ao projeto de criação ao próprio emprego e pedi para que as prestações de desemprego me fossem pagas de uma só vez (tal como consta no projeto) assim que o projeto fosse aprovado. Contudo decidi abri atividade no decorrer do projeto para começar logo a minha empresa e aguardar entretanto pela aprovação do projeto. Posto isto desloquei me ao serviço de financas para abrir atividade e quando cheguei a casa verifiquei que tinha havido um erro, a atividade foi aberta a 1/5/18 em vez de 1/5/2019 imediatamente me dirigi ao serviço de finanças para ser corrigido e imediatamente foi corrigida a data para 2/5/19. Contudo recebi logo uma carta da segurança social a dizer que tinham detetado que em 2018 estava a trabalhar por conta própria e por isso mesmo teria que devolver o dinheiro das prestações que me tinham sido devolvidas e indeferida o meu subsídio. Logo enviei uma carta a explicar a situação com as devidas provas . Tinha sido um lapso do serviço de finanças e já tinha sido corrigido. Entretanto continua indeferido. Tive de cancelar o projeto e fechar atividade pois não tive qualquer apoio da segurança social porque teimam em insistir que eu estava a trabalhar por conta própria em 2018. Já me desloquei imensas vezes aos serviços de seguranca social em Braga e continua tudo na mesma. Numa das últimas vezes apresentei uma certidão escrita pelo técnico das finanças admitir o erro e a pedir que fosse alterado na segurança social e nada. Estou à 5 meses à espera que seja resolvido. Estou sem subsidio de desemprego injustamente e nada é feito. É inadmissivel isto.

Encerrada
J. F.
09/10/2019

acesso a livros digitais do 9 ano de escolaridade

Venho por este meio solicitar a V. ex. que ao adquirir os manuais escolhidos pela Escola da minha filha da Editora Leya , que me foram enviados , nos livros vem a informação que o acesso aos manuais digitais são oferta gratuita.. No entanto tal acesso nao se verifica, razão pelo qual dirigi-me a loja da Leya do Funchal para solicitar a compra dos códigos de acesso aos conteúdos digitais dos 4 manuais da minha filha.Ao contrario dos anos anteriores os funcionários da Leya do Funchal, dizem que a Leya nao faculta ou vende os códigos de acesso , uma vez que no território continental a Leya de acordo com o Ministério da Educação faculta gratuitamente e tal nao esta contemplado para as ilhas.Como posso ter acesso uma vez que quero pagar o acesso e mesmo assim, nao me facultam no representante local da Editora. Não deveriam os professores e as escolas da Madeira serem informados de tal realidade e estes não deveriam selecionar os manuais desta Editora uma vez que é descriminada as regiões Autónomas , mesmo querendo pagar não me facultam tal acesso.

Resolvida
K. S.
08/10/2019

PROBLEMA QUANTO A RENOVAÇÃO DA ASSINATURA PREMIUM ABA ENGLISH

Olá,Há um ano assinei o plano premium da ABA English por um preço promocional, cerca de 20 euros. Hoje, precisamente, fui lembrada disso. Recebi um e-mail de que a assinatura havia sido renovada automaticamente pelo valor de 75 euros. Entrei em contacto com a empresa para reclamar. Alego que não fui informada ou lembrada, via e-mail, do fim da assinatura ou da renovação automática no preço máximo. Por isso, considero que a empresa agiu de má fé, ao criar a condição perfeita para renovação no valor estipulado, pelo qual solicito o cancelamento com o reembolso. Atenciosamente,Karina.

Encerrada
C. A.
30/09/2019

Declaração NARIC

Venho, por este meio, comunicar a V.Exas que desde o dia 12/09/19, após efetuar o pagamento de 50 euros, venho lutando para conseguir meu certificado de Formador Profissional e assim poder exercer tal atividade. Como meus títulos são do estrangeiro, a escola na qual concluí os estudos de formação sugeriu-me solicitar a declaração NARIC, pois o IEFP/CNQF sempre a aceitou como certificação de tais títulos. No entanto, sem explicar porque e apresentar quaisquer leis ou regimentos internos que justifique tal atitude, o IEFP/CNQF não quer aceitar minha declaração NARIC como comprovação de grau superior e consequente emissão do meu certificado, ainda que esta seja a função da NARIC (https://www.dges.gov.pt/pt/pagina/declaracoes-naric?plid=374).Infelizmente não consigo contato por meio do telefone 214 618 100 e desde o dia 18/09/19 aguardo uma resposta a respeito do meu email enviado. Este atraso faz com que eu deixe de trabalhar como Formador e receba rendas por isto. Agradeço desde já a atenção!

Encerrada

Transferência de Escola

Boa tarde,Infelizmente esta é a única forma da escola de Mem Martins me esclarecer ou resolver os problemas.Após uma conversa com o meu filho, decidimos que o mesmo deveria se manter no ensino regular, não se justificando ficar numa escola tão longe. Para alem de que a experiência com esta escola não tem sido a melhor. Por essa razão contactei a escola que o mesmo frequentou o ano passado, que desde desse momento tem sido incansável a ajudar, e deram todas as instruções para que fosse possível a transferência de escola. Pois bem que me desloquei a escola na passada segunda e estava encerrada por greve, na terça também não podiam atender e sendo que eu tenho um horário laboral das 9h ás 18h e a secretaria funciona das 9h30 ás 12h 30, eu não posso estar constantemente a deslocar-me a escola correndo o risco de nem ter senhas. Por essa razão enviei vários emails, o qual não tenho resposta. A escola para onde ele pretende ser transferido, permitiu que o mesmo assista as aulas, para que acompanhe logo tudo e não perca matéria, e já efetuou tentativas de contacto (telefone e email) com a escola para resolução destas burocracias, estando sempre em contacto comigo e até a data não obtivemos respostas.Neste momento o aluno encontra-se a assistir às aulas, sem estar matriculado, sem livros pois, não foi regularizado a sua situação no site MEGA, e sem poder almoçar ou adquirir seja o que for por não ter o cartão da escola valido.Pretendo que a escola de Mem Martins, proceda a anulação ou transferência do processo nº 384928 para a escola do Agrupamento D. João II, Rainha Leonor de Lencastre em Ciências e Tecnologia e atualize os dados no site MEGA.Obrigada,

Encerrada

Inexistência de Orientação de Tese e afins

Venho, por este meio, comunicar a vossas excelências o meu profundo desagrado com os serviços prestados pela vossa instituição. Desde logo, terem-me obrigado, na qualidade de aluno em melhoria de nota, a implorar à boa vontade de colegas e professores a que me facultassem material de estudo por me negarem acesso ao moodle e brincarem comigo quando, por erro vosso, não me facultaram as questões para elaborar um ensaio de avaliação por altura do natal e me virem dizer que estava no moodle. (tenho emails)Mais desagradado foi ver-me obrigado, apesar de pagar 170 euros/Mês por orientação de tese, a bater a tanta porta de docentes e parecia que me estavam a fazer um favor (tenho emails). Nem mesmo com favores cheguei lá, desde 2015 até à presente data não houve ninguém do IEP que se tivesse disponibilizado a dar-me orientação.Só começaram a fingir preocupação quando tive de arranjar um orientador externo. Deram-se ao trabalho de mudar o regulamento que exigia um orientador interno, descartando o problema que deveria ser olhado como responsabilidade da vossa docência. O caso chegou desde logo à coordenação e desta vi nada mais do que inércia e promessas nunca cumpridas.Por tudo isto, decidi-me a mudar de universidade onde já estou em fase de tese e com orientadores de tese, tese que nunca ninguém da vossa prestigiada universidade se disponibilizou a tornar mais sólida e consistente, passados 3 anos, entendi que tinham repulsa à palavra dialéctica e por isso decidiram descartar a vossa responsabilidade. Universidade com dogmas, não é universidade.Não desejo continuar na vossa universidade mas infelizmente vossas excelências recusam-se a dar-me o que é meu por direito. Paguei por um serviço que nunca usufrui, tive de gastar dinheiro a ir até à vossa casa reclamar e reclamar e em requerimentos/queixas. Até para pedir a papelada do programa e notas para ser dispensado de cadeiras noutra universidade tive problemas derivados com a inexperiência do vosso pessoal mas, sobretudo pelo snobismo que aí paira. Tinha 30 dias para entregar esses documentos contados da altura de inscrição na outra universidade, tive de bater muito o pé para me entregarem os documentos certos e ainda me olharam como se me estivessem a fazer um favor.Em suma, cheguei até este ponto. Esgotei todos os recursos internos na vossa instituição. Expliquei-me e no entanto não obtive uma base lógica da vossa parte para me negarem restituir-me o que é meu por direito. Limitam-se a dizer-me que não podem, que não depende do IEP mas da instituição e a instituição limita-se a dizer-me que o IEP disse não, logo é não. Vi-me assim obrigado a usar a Deco e estou em contacto com meios de comunicação e pretendo levar isto ao próprio Papa, se necessário. Façam as contas das propinas de orientação de tese, que nunca tive da vossa parte, dos anos de inscrição, que tive de fazer sempre com a boa fé de que iriam resolver o assunto e, ainda, dos requerimentos absurdos que tive de fazer para reclamar da situação ou para pedir mais prazo de entrega de uma tese, sem orientação que previa uma entrega de projecto assinada pelo orientador, que eu nunca tive. Em bom português, sabotaram o meu ensino.Nem estou a pedir indemnização, embora devesse porque me roubaram anos da minha vida académica e ainda me fizeram a vida negra. Não vou parar até ter este valor que me é devido na minha mão e não vou respeitar um vosso não. Tenho emails que provam a vossa inércia e um regulamento original feito por vós que dá conta do que digo quanto ao valor dos 170 euros e para que serve ou antes, para que deveria servir. E face ao projecto que me vieram aceitar, derivou de uma reunião com o coordenador do MA William Hasselberger que prometeu que iria colaborar, vendo o projecto e ajundando a solidificar o mesmo antes de o submeter. Mentiu mais uma vez, submetendo o projecto com a carta da orientação externa e aceitou-o dizendo que em termos normais não seria aceite, foi aceite porque a orientação externa aceitou. Vi com isso que tudo iriam fazer para me complicar mais a vida. Aceitarem um projecto que em termos normais não seria aceite é reduzirem-me, como aluno, à condição de diferença face aos meus pares é negarem-me tratamento igual, igualdade de circunstância e oportunidades que teria tendo um orientador da casa a ajudar-me a solidificar o pensamento e a minha tese, é o que um orientador faz, verdade? É inaceitável.Aguardo por uma resposta da vossa parte.Cumprimentos,

Encerrada

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