Reclamações públicas

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Aulas não foram ministrados

Venho por este meio comunicar o seguinte:1. No dia 22 de julho de 2019 fiz, em nome do meu filho, uma matrícula no Centro Europeu de Línguas, situado na Av. Padre Manuel da Nóbrega 3A, 1000-222 Lisboa, referente a um curso intensivo de francês.2. Nesse dia fomos informados que o curso começaria no dia 6 de agosto e teria a duração de 1 mês.3. No dia 6 de agosto o meu filho menor dirigiu-se à escola e foi informado que, infelizmente, o início das aulas seria adiado para dia 8 de agosto. 4. No dia 8 de agosto foi informado que as aulas seriam adiadas novamente para dia 12. 5. No dia 12 foi infomado que as aulas foram adiadas para dia 14.6. No dia 14, foi informado que as aulas seriam adiadas novamente.Estas 4 comunicações de adiamento foram feitas presencialmente a apenas alguns minutos do horário de início das aulas (2 vezes) ou a apenas algumas horas do início, por telefone (2 vezes). Quando questionados sobre as razões do adiamento, foram apresentadas várias causas: problemas pessoais dos professores, dificuldades em garantir o vínculo do professor ao curso, ou dificuldades de comunicação entre a escola e o professor. Confirmou-se que a escola anunciou o curso e aceitou alunos sem ter professores contratados para o efeito.Os 4 adiamentos prejudicaram diretamente o meu filho porque ele decidiu investir o mês de agosto com um curso de línguas, que acabou pode não se realizar.Ficaria grato se a Deco pudesse intervir para garantir que outros alunos não sejam prejudicados pela incapacidade da escola em operar em boas condições pedagógicas e logísticas.

Resolvida
R. A.
10/08/2019

Wall Street English - Reclamação contrato curso de inglês

Venho por esta via apresentar o meu enorme desagrado e reclamar por esta via o poder demasiado forte que a empresa/entidade tem relativamente aos seus clientes.O cliente quando desloca-se a uma empresa para usufruir de um serviço, na maioria dos casos: primeiro usufrui do serviço e depois paga ou vai pagando enquanto usufrui do serviço.No caso da Wall Street English, não. O cliente chega lá, diz que quer tirar o curso de inglês e depois de analisar-se os níveis que se pretende frequentar, tem que pagar de imediato o curso ou pedir um crédito sem juros para pagar o curso. Isto é, se o cliente, ao longo do tempo, verificar que o curso por qualquer motivo aceitável não se adequa ao que pretende ou à sua disponibilidade, nunca poderá voltar atrás. Considero isto totalmente inaceitável.No meu caso em concreto, desloquei-me ao Wall Street English de São João da Madeira para frequentar o curso. Nesse data em que me inscrevi no curso, acabei por aderir a um plano de curso com demasiados níveis (a minha ideia inicial era tirar um curso mais curto, que me permitisse aprender o essencial do inglês), pois tive de tomar a decisão na hora por causa de um campanha promocional que existia na altura.Refiro desde já que em termos de atendimento (funcionários) e qualidade do ensino (professores), não tenho absolutamente nada a apontar, e é um facto que aprendi algo neste curso.Foi-me sempre garantido que os horários eram bastante flexíveis ao meu horário de trabalho, mesmo depois de referir que a minha disponibilidade seria sempre ao final do dia. Ao longo do tempo, verifiquei que isso não acontecia. Existiam muito poucos horários disponíveis, o que me dificultava o cumprimento dos mesmos e o cumprimento do plano de curso.Se verificasse num determinado mês, em que tivesse muito trabalho, e não ligasse ou enviasse um mail a perguntar sobre a marcação de aulas ou avaliações, por vezes verificava que não tinha nada marcado. Foi-me referido recentemente que numa faculdade ninguém me contactava para ir às aulas. Tem alguma comparação? Depois de insistir durante quase dois anos na continuação do curso e tentar cumprir o plano de curso, assumindo que era uma significativa parte da minha responsabilidade não estar a cumprir a frequência de todas as aulas e avaliações, percebi que realmente não existia qualquer possibilidade, pelas razões expostas cumprir o plano total do curso.Apresentei uma exposição ao centro, no dia 5 de Abril de 2019, no qual me foi respondido depois de muita insistência apenas no dia 7 de Maio, resposta esta com um tom bastante desagradável.Acho errado que eu seja agora obrigado a pagar o valor que falta do curso, quando não irei usufruir dos serviços da instituição. Existiam sempre formas de solucionar esta situação, mas assim realmente é fácil para o Wall Street. Recebe o dinheiro no momento da inscrição e o aluno (quem tem direito aos serviços) fica associado a um crédito, no qual é o único responsável.A Wall Street English não tem o direito de me obrigar a pagar até Junho de 2020, isto é 15 meses, que oficialmente não estou a usufruir nem estou interessado em usufruir pelos motivos já enunciados anteriormente.No dia 22/07/2019, regularizei todo o montante com a instituição de crédito. Da minha parte, já não tenho qualquer responsabilidade.Agora, o Wall Street English terá que me arranjar uma solução, porque paguei 15 meses que não usufrui nem usufruirei.Apresento assim o pedido por esta via para que tenha o direito de sair do curso e seja reembolsado.Ainda refiro que já fiz exposição no portal da queixa a 27 de maio e ainda não consegui que apresentassem uma solução concreta.

Encerrada
A. F.
27/06/2019

Chantagem Para Conclusão do Curso

Venho por este meio mostrar o meu desagrado com esta entidade, expondo o seguinte:Aqui há uns tempos decidi fazer um curso na Master D, de Auxiliar de Veterinária com Especialização de Tosquias e Grooming, no entanto por circunstâncias da vida (mudança de emprego), tive uma quebra de rendimentos, e não estava a conseguir pagar as mensalidades no valor de 150 euros do curso, sendo que o valor deste é 1850 euros. Uma vez que comecei a entrar em incumprimento, entrei em contato com o Departamento de cobranças para realizar um acordo de pagamento, pedindo para pagar 80 euros em vez dos 150 para puder fazer face as despesas do curso e cumprir com as minhas obrigações. Aceitaram o acordo e disseram-me que podia continuar o curso, o que não se verifica agora que estou a chegar ao fim do mesmo. Tenho mantido o acordo e pago sempre as mensalidades. A entidade Master D funciona com um serviço de preparadores para realização dos exames dos cursos, onde estes são marcados através de e mails no Campus Virtual da Master, ao pedir a marcação do exame final foi-me dito que teria que entrar em contato com o departamento de cobranças para a realização do mesmo uma vez que existia pagamentos em atraso, as prestações do acordo estão a ser pagas e o contrato de formação acaba no dia 30 de julho deste ano. Claro que até dia 30 de julho não consigo pagar as prestações todas, ou não estaria num acordo de pagamento,. Acontece que se passar o fim do contrato da formação teria que pagar ainda mais, e ter mais encargos para fazer a formação. Foi-me dito pelo departamento de cobranças que podia continuar a fazer o curso, pagando o acordo. Estou a pagar conforme comprometi-me, e afinal estando a pagar agora que estou a chegar a fase final já não posso concluir o curso? Aqui quem está a agir de má fé? Entendo que existindo ainda valores em dívida, que o certificado seja emitido só quando esses valores estejam pagos, mas que não seja impedimento para realizar o exame ou o respetivo estágio do curso. Ao ligar para o departamento de cobranças disseram-me que poderia fazer o exame, se este mês pagasse um valor acima dos 80 euros, o que já não estava estipulado pelo presente acordo (Chantagem). Quando mencionei o estágio no serviço de preparadores, disseram-me que só podia fazer estágio quando os valores tivessem pagos, e uma vez que os valores do acordo só estariam pagos depois do final do contrato, lá eu vou cumprir o acordo mantendo a boa fé, em relação ao curso ficando sem o dito, uma vez que não quero ter mais encargos adicionais. Espero que esta situação se resolva o mais rapidamente possível, alertando para todos o que é esta entidade formadora. Muito cuidado meus senhores e senhoras, porque podem fazer um curso e no final de contas ficar sem ele, pagando algo que nunca vão ter!

Resolvida

Anulação do curso

Venho por este meio, reclamar que pedi a anulação do curso de contabilidade que estava inserida, neste centro em Maio do corrente ano.Agora eles dizem que a minha solicitação de anulação não foi aceite. Que o pagamento é mensal Tenho de estar a pagar por algo que não faço uso. Mandei-lhes o relatório clínico, que comprova o estado de saúde em que eu me encontro, e não me da jeito de continuar a formação. Tenho despesas de saúde e não tenho como continuar a pagar o curso. Mas, eles insistem em não cancelar a minha inscrição.

Resolvida
A. C.
06/05/2019

Paguei candidatura e não tive retorno, nem querem me devolver dinheiro

Fiz o pagamento de 300 euros, e não tive retorno da minha candidatura, nem mesmo querem me devolver o dinheiro. Solicito meu dinheiro e nada mais.

Encerrada
S. P.
30/04/2019

Valor das formações

Venho por este meio formalizar uma queixa contra a entidade formadora Sbnails, pois encontrava me eu em processo de pré inscrição através do web site da mesma. Ao qual me disponibiliza inicialmente o valor da formação de estilismo de unhas em gel master a 385€ e acrilico 199€ ao carregando no botão que direcciona para a pré inscrição estes valores passam, na respectiva ordem , para 355€ e 149€. Ao qual em contacto com a loja me dizem que nao vao aplicar esse preço embora seja o preço final que me apareça. Que assumem o erro do valor estar alterado mas nao o aplicam. Sendo um direito meu como consumidor exigir esse mesmo valor pois está lá e confirmado pela propria.

Encerrada

Praticas pouco éticas e fraudulentas

Venho por este meio comunicar a vossas Exmas que em novembro 2017 inscrevi-me para obter a carta de moto de categoria A. Na altura da inscrição, foi me prometido tudo e mais alguma coisa para aliciar me a fazer a matricula - já que o meu maior problema era encontrar horários que fossem de acordo com o meu. (Sou professora e tenho aulas pós laborais muitas vezes até as 22h). Foi me dito que em janeiro, haveria mais horários disponíveis. Fiz a inscrição, paguei a totalidade do curso, e assinei papeis, que em retrospectiva, reconheço, que não deveria ter assinado - mas nunca imaginei que estaria a lidar com pessoas de má indole. Infelizmente só pude frequentar aulas de código aos sábados, pois durante a semana, calhavam precisamente quando estava a dar aulas até as 22h. Fiz o mínimo que era obrigada a fazer, e pedi para me facultarem o livro para poder estudar, sozinha - já que não podia tirar partido das aulas que tinha pago. Quando achei que estava apta para fazer exame, pedi na recepção qual seria o processo para ir a exame. Foi me dito que não necessitava fazer nada, que mandavam um mail com uma datas e depois escolheria. Frisei que não podia ser qualquer data, já que o meu horário não permitia faltar as aulas para ir a exame. Recebi de facto uma mensagem no meu telemóvel passado uma 3/4 semanas a perguntar se uma data me era conveniente - e se fosse, para confirmar. Não era, por isso, não confirmei.Qual o espanto quando passado mais algum tempo volto a escola para perguntar se ja haveria nova datas de exame e me fui informada pela mesmo recepcionista que como faltou ao exame, vai ter que pagar novo exame. Como assim? questionei? Não faltei a exame nenhum, nem sequer confirmei a minha disponibilidade para tal. Exigi falar com a dona da escola, que também foi intransigente, e exigia pagamento de novo exame. Acho um ROUBO depois de nem sequer poder ter frequentado aulas de teoria que paguei, quanto mais agora ter que pagar um exame que nem sequer fiz, nem confirmei presença.Preenchi o livro de reclamações- e mais uma vez, a senhora usou de má fé, dando me a copia que deveria ser ELA a mandar para a ASAE.... Só fiquei a saber do mesmo quando fui à ASAE para saber sobre o andamento do caso. Disseram me que no mínimo dava uma multa a escola, mas ate hoje, a única lesada nisto tudo, sou eu. Estou sem 300 euros, sem aulas, sem carta, praticamente a caducar a licença, e um processo que anda no IMT de lada para lado sem ninguém se responsabilizar. Já por varias vezes me desloquei ao IMT no Porto e nada me puderam adiantar. Tentei ligar para o IMT de Coimbra para falar com a Coordenadora do Núcleo de Comndutores , Sra Helena Girão, mas o máximo que consegui foi que me atendessem o telefone e ninguém falasse uma única vez, limitaram-se a pousar o auscultador na secretaria para este parar de tocar. Enfim....já não sei o que mais fazer. Espero sinceramente que a DECO da qual sou associada à muitos anos, me possa ajudar ultrapassar este impasse. Paguei por um serviço que NUNCA obtive. 300 euros por 5 aulas teóricas de 50 minutos é demasiado caro para qualquer pessoa que trabalhe honestamente para ganhar o seu dinheiro.Aguardo o vosso contacto e agradeço desde já todo o vosso tempo, ajuda e atenção.

Encerrada
A. M.
04/04/2019

Abuso de poder e negligência

Infelizmente, não fui tratado pelo Instituto Piaget, da mesma forma que sempre o representei. O que leva a esta situação, é o facto de no ano passado, ter faltado a uma aula de defesa de relatório de estágio e uns meses depois o coordenador do curso me informar que isso me podia chumbar na disciplina. Se essa informação não é clara nos regulamentos de estágio e tudo o que é legal, tem que ser claro, a situação ainda piora quando a informação que obtivemos da coordenadora de estágios é que essa aula não era obrigatória, mas sim facultativa, apenas para quem quisesse subir a nota. Se faltássemos, assumíamos a nota dada pelo supervisor que corrigiu o relatório. Estamos a falar de mais de 20 pessoas que podem confirmar esse mesmo testemunho. No entanto, o que aconteceu? Tentei justificar a minha falta com uma ida ao oculista, não foi aceite e ainda me foi sugerido que repetisse a disciplina, mas sem fazer estágio, sem fazer novo relatório, só comparecesse a uma aula e defendesse o relatório do ano transato. Sucintamente, pagar uma disciplina de 20 créditos ECTS (mais de 1000€), não fazer nada, só aparecer numa aula e dizer que concordo ou discordo da avaliação feita. Como os abusos de poder já não são novos nesse instituto, fiz o que achei correto, falei com a responsável pelo pólo do Instituto. Sobre os meus problemas e os problemas da turma, pois era o delegado. O que a responsável fez? Partilhou o meu email enviado com o coordenador de curso que depois veio discutir comigo sobre ir fazer queixinhas. Quando toda a gente do Instituto sabe que o coordenador é a pessoa mais insensata do estabelecimento. Quebraram a minha confiança e privacidade. Devido a estes acontecimentos, que mais uma vez, várias pessoas puderem atestar, desmotivei e desacreditei-me nesta faculdade. Desisti e deixei de frequentar as aulas. Entendo que agora estejam a tentar retirar-me o dinheiro que lhes prometi quando me matriculei, mas a incapacidade desta faculdade em resolver os seus problemas, mete-me confusão. Fui falar com a presidente do campus, expliquei-lhe a situação. A própria presidente disse que falou com o setor jurídico e que os regulamentos não eram claros! No entanto, em vez de apresentarem uma solução, criaram outro problema, queriam que eu coloca-se os meus colegas de turma frente a frente com a coordenadora de estágios a atestar aquilo que nos tinha dito a todos.Expliquei à presidente que iríamos chamar à professora de mentirosa, pois essa professora, à posteriori recusou tais declarações ao conselho da escola e que esses mesmo alunos ainda iriam ser avaliados pela mesma. Fiz uma pergunta no chat da turma, mostrei à presidente as respostas e até hoje, continuo sem uma resposta.Em relação aos serviços académicos, recusaram-se de me dar uma cópia do documento, assinado por mim, onde está o parecer da escola sobre o meu caso de ter faltado à defesa do relatório.Ironicamente, este ano, essa regulamentação mudou e já ninguém tem que defender o estágio e, também, imagine-se só, os relatórios são avaliados cegamente.

Encerrada
L. L.
03/04/2019

Burla e publicidade enganosa

É uma agencia de modelos/atores, cobrou 495€ para a inscrição na empresa. Promessa de arranjar trabalhos como modelos fotográficos, ator, figurante e publicidade, mas a única coisa que tivemos ate hoje foi um book com 10 fotografias e nunca mais disseram nada e eles continuam a enganar muitas pessoas. Prometem tudo e mais alguma coisa no fim só estragam o sonho. Soube de mais situações e por isso decidi reclamar.

Encerrada
R. A.
07/03/2019

Rescisão de contrato

Boas, o motivo da queixa é a rescisão do contrato. Estava no exército desde o dia 23 de outubro de 2017, mas o contrato só começou a contar a 27 de janeiro de 2018 pois a recruta não conta. Pedi para rescindir no dia 13 de novembro de 2018, abandonando o exército a 18 de janeiro de 2019. Dei mais do que 60 dias à casa, e no primeiro cálculo da rescisão, apresentaram-me 815,06€ para pagar, dizendo que faltavam 13 dias de pré-aviso. Enviei uma carta para o Quartel de Santo Ovídeo (Comando de Pessoal) e retiraram o valor desses 13 dias de pré-aviso, ficando assim o valor de 562,18€. Acho o facto de ter que pagar um absurdo, visto que não me pagaram quaisquer horas extra feitas, nem os muitos serviços que fiz de 24 horas (chegando a ser aos 3 e 4 serviços semanais de 24 horas, mais as horas de campinanço na unidade). Se eu pedisse as horas extras teriam que pagar bem mais que o que me estão a pedir. O motivo da saída foi o facto de estar longe de casa, de receber um ordenado em que feitos os descontos era de 571,30€ não compensando absolutamente nada, a saída deveu-se também ao facto de não ter uma vida, pois passava a vida no quartel. Só saindo de lá consegui tirar a carta de condução, pois enquanto estava lá não dava para ir a qualquer aula. E só saindo de lá teria a hipótese de começar a estudar para ingressar no ensino superior. Muitos não rescindem contrato exatamente por não terem dinheiro para a rescisão, enfrentando assim vários problemas, sejam psicológicos pela rotina que se cria ali e de estar numa prisão autêntica, ou pelo facto de uma pessoa ser um escravo autêntico em que 5 pessoas têm que fazer o trabalho se for preciso de 20. Sem contar que a minha especialidade eram 01-Campanha, especialidade na qual nem cheguei a ver, pois ou estava a campinar na unidade, ou estava a fazer segurança no paiol. E acredito que a especialidade é um dos valores que eles colocam nessa indemnização, não tendo qualquer cabimento.

Encerrada

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