Reclamações públicas

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Creche - cobrança de mensalidade sem prestação de serviço

Venho por este meio manifestar o desagrado com a atitude da direção da Associação de Solidariedade Social Cantinho da Infância relativamente à cobrança das mensalidades durante a pandemia COVID'19.No dia 13/03 a minha esposa,e encarregada de educação da nossa filha, foi informada por telefone e por escrito que o infantário, estaria encerrado a partir de 16/03, agindo de acordo com as orientações das entidades competentes. Dia 29/03, contactamos por email a associação com o intuito de saber como seria o pagamento da mensalidade referente ao mês de abril.Dia 01/04 recebemos um email a informar que a mensalidade relativa ao mês de abril teria um desconto de 22,5% e solicitar o pagamento da mesma. Descontentes com o valor solicitado, e não tendo havido lugar a um esclarecimento por parte da direção sobre a mensalidade do mês de março, já paga na sua totalidade mas a prestação de serviço só tenha sido efetuada em metade do do mês, questionámos a direção. No dia 05/04 voltamos a solicitar esclarecimentos uma vez que continuávamos sem ser contatados pela direção.Dia 07/04 a diretora técnica respondeu por email referindo que a mensalidade de abril teria um desconto de 17,5%. Perante a incoerência no valor do desconto, solicitamos novamente esclarecimentos (email enviado dia 07/04) perante a apresentação de valores diferentes para o desconto. Não havendo lugar a prestação de serviço, e descontentes com o valor solicitado para pagamento, propusemos que o valor da mensalidade fosse apenas pago em 50% do valor, uma vez a situação era imputável à associação tal como aos pais/encarregados de educação/utentes. Sempre referimos que estávamos dispostos a contribuir mas de forma justa e razoável, o que no nosso entender não está a acontecer. Não obtivemos qualquer resposta sendo que voltamos a pedir esclarecimentos por email (enviado dia 17/04) e referimos que não iríamos efetuar qualquer pagamento sem antes ver esclarecidas as nossas questões de forma transparente e inequívoca. Não tivemos resposta.Hoje, dia 02/05, a direção enviou um comunicado a todos os pais a referir que não aceitavam outro valor de pagamento além daquele que foi solicitado e referem que só garantem a vaga a quem pagou a mensalidade. Somos ainda informados que a mensalidade de maio terá um desconto de 40%.A causa desta situação é imputável a ambas as partes, mas se não há lugar a prestação de serviços, não há lugar a pagamento. No entanto, sempre mantivemos uma atitude de colaboração e de querer contribuir de forma justa e razoável. A direção, além de não nos esclarecer devidamente, também se mostrou irredutível. Fico a aguardar uma resposta. Cumprimentos.D. Azenha

Encerrada

Facturação sem prestação de serviço

Inscrevemos a nossa filha no início de Março no infantário O Pom-Pom. Pagamos o valor inteiro de Março, inscrição, seguro anual, valor anual de material escolar e o valor completo do mês de Agosto. Com a declaração do estado de alerta os serviços da vossa empresa deixaram de ser prestados a dia 16/03.Muito nos espantou que tivessem enviado uma factura a 100% para o mês de Abril quando já se sabia que não seria prestado nenhum serviço. Informamos a vossa empresa por carta registada que a nossa filha não vai voltar à vossa instituição e solicitamos a devolução do valor de Agosto durante o qual não serão prestados os serviços correspondentes já pagos.De notar que nos parece completamente desporpocional pagar 685€ por 2 semanas de creche e bastante abusivo querer cobrar por serviços de creche tendo a instituição fechada e as crianças a cargo dos Pais.Hoje recebemos mais uma factura, agora referente a Maio, novamente sem prestação de serviço e após termos explicitamente informado que a nossa filha não voltará ao infantário.Solicito mais uma vez o retorno do valor pago por Agosto e o fim do envio de facturas (algo que já se começa a configurar como assédio da vossa parte).

Encerrada
A. C.
16/04/2020

Subsídio desemprego indeferido

Venho através deste meio de comunicação referir que devido à situação do país fui mandada embora dei a entrada na segurança social e no entanto estou à espera de uma resposta entro no site e vejo que o precessão está indeferido, sem nenhum aviso e sem saber porque, sendo que trabalhei sempre e nunca usei o subsídio de desemprego em 6 anos enviei todos os dados que me pediram e mesmo assim o centro de emprego do Seixal pelo qual dei a entrada encaminhou que estava no aguardo da segurança social deste então nenhuma resposta hoje 16/04/2020 entro no site e vejo o processo indeferido quero saber o porque sendo que a empresa pelo qual trabalhava disse que com aquele papel conseguiria o subsídio! Sem mais obrigada !

Encerrada
J. B.
14/04/2020

Valor das Mensalidades

Venho por este meio manifestar a minha total discordância com os valores das mensalidades que estão a ser cobrados nos Jardins de Infância João de Deus, nestes períodos de suspensão de aulas devido ao Estado de Emergência. As crianças dos 3 aos 6 anos estão estão em casa sem qualquer apoio ou trabalho por parte das escolas. As escolas não têm qualquer despesa com as crianças e os educadores estão em layout. Como é possível estarem a exigir, aos pais, que paguem 90% da mensalidade? É imoral! A culpa não é da escola mas também não é dos pais e muitos viram os seus rendimentos diminuídos. É urgente corrigir esta situação. Já existe uma petição a recolher assinaturas e a imagem e prestigio dos Colégios João de Deus estão a ser postos em causa. Já é assunto de Telejornal, pela anormalidade que revela. Os colégios se precisarem de fundos há linhas de crédito para o efeito. Não se devem financiar à custa dos pais.

Encerrada
P. V.
02/04/2020

Pagamento Mensalidade

Boa tardeExmos SenhoresVenho por este meio apresentar uma reclamação:Sou mae de 2 crianças (2 e 4anos), ambas frequentam a creche Colegio Baloiço , comparticipado pelo Ministerio de Educação, que se situa no concelho de Almada - Laranjeiro.O colegio esta encerrado desde dia 16 março de 2020. Questionei o colegio sobre as mensalidades que me respondeu que a criança 2 anos teria desconto 25% e que a criança 4 anos não tem qq desconto (Valor comparticipado pelo ME). Em ambas retiram a taxa de refeitório (crianças levam comida casa) e material escolar.O colegio envia por e-mail algumas atividades para que as crianças facam em casa mas como me encontro em Teletrabalho, é impossivel executar as mesmas pois tenho trabalhar em casa.Questiono se terei mesmo de pagar mensalidade ? Não deveria ser Ministério Educação a suportar despesa creche ?Agradeço toda a ajuda possivel da vossa parte para que consiga resolver este problema.Com os melhores cumprimentosPatrícia Vieira

Encerrada
S. E.
02/04/2020

pagamento de mensalidades

Venho por este meio comunicar a Vossas Exas.O Colegio Laura Vicunha Vendas Novas está em plena pandemia a obrigar os pais a pagar a totalidade das mensalidades onde expus o meu problema pessoal que é geral de que me é impossível neste momento continuar a pagar 250 euros de cada filho (tenho dois) para eles manterem a escolaridade do 3 período.Não fazem qualquer tipo de negociação do valor e a resposta que me apresentaram foi se não posso pagar eles saem.O problema é que o agrupamento de escolas não os aceita dizendo que é vergonhoso a atitude do colégio e que eles devem rever a situação.Tenho direito a um apoio do estado (M.Educ) todos os anos entrego os doc de irs etc..mas a verdade é que estes meses estou sem trabalho e os doc. deveriam ser retificados.Mas do Colégio o que me disserem foi para não contar com esse dinheiro pois posso não o receber!?O que a Diretora do (público) me disse que isso não poderia acontecer!Não sei o que fazer, ajudem me por favor!

Encerrada
A. C.
02/04/2020

Mensalidade de Creche e Pré-escolar cobrada individamente

Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação formal relativamente à cobrança da mensalidade de dois alunos um que se encontra na creche e outro no pré-escolar.No passado dia 11 de Março o Centro Paroquial do Estoril enviou um email a todos os encarregados de educação a informar que decidiu encerrar as suas instalações com efeitos desde o dia 12 de Março como medida de precaução de saúde devido ao Covid-19 ficando as crianças obrigatoriamente com os país. Desde então até ao dia desta reclamação foram enviados:- 6 emails da educadora do utente da creche, com algumas sugestões de actividades para os pais fazerem em casa. Sendo que consistem ou em pequenos vídeos com músicas ou um documento word com descrições breves de actividades.- 7 emails da educadora da utente do pré-escolar, também com algumas sugestões de actividades para os pais fazerem em casa. Sendo que consistem ou em pequenos vídeos com músicas ou um documento word com descrições breves de actividades.No dia 27 de Março fomos informados por email que o Centro Paroquial, apesar de suspender a cobrança das actividades extra curriculares, pretende cobrar as mensalidades de Abril, deduzindo apenas 15% que alegam ser o valor da alimentação uma vez que este valor está incluido na mesma e não numa parcela separada. Informam ainda que relativamente a Março serão necessários acertos mas não esclarecem de que forma vão ser feitos:Assim que a normalidade volte à nossa atividade, os necessários cálculos serão realizados, devidamente comunicados e explicados aos nossos utentes, e reembolsaremos todos aqueles que tiverem valores a receber.Perante esta situação enviei alguns emails ao Centro Paroquial para apresentar o meu desagrado e justificar algumas questões:- 15% do valor da mensalidade nunca pode corresponder à alimentação mensal de um utente, as mensalidades dos utentes mesmo que rondem os 300 euros mensais (que não devem rondar) significaria que a alimentação teria um valor de 40 euros. Ora nas tabelas do 1º, 2º e 3º ciclo a alimentação é cobrada de forma separada da mensalidade e os seus preços variam entre os 75 e os 96 euros, ou seja o dobro.- A previsão actualmente é a de que o colégio esteja fechado até ao dia 13 de Abril sendo altamente provável que se mantenha fechado para além dessa data. Como tal o serviço contratado com o Centro Paroquial não será cumprido em pelo menos 50% do mês, como tal justifiquei que o mais correcto seria um desconto de 50% da mensalidade deixando a porta aberta para acertos posteriores caso o Centro Paroquial tenha que se manter encerrado após o dia 13 de Abril.A resposta que ontem obtive do Centro Paroquial foi entre reforçar a sua missão social e afins:O desconto de 15% na Creche e Pré-escolar corresponde à alimentação incluída no valor da mensalidade. A redução desta percentagem permite-nos garantir a sustentabilidade da instituição, podendo continuar a servir a comunidade, chegando a todos os que nos procuram, mantendo assim o CPE vivo.Respondi a este email também ontem dizendo que entendia o problema de liquidez que o Centro Paroquial vive pois é comum a muitas empresas e instituições no entanto a resolução desse problema não pode ser feita prejudicando os utentes/clientes. A mensalidade existe e é paga em função de um serviço prestado, não se trata de um donativo para garantir a sobrevivência do Centro Paroquial. Terminei ainda dando uma sugestão ao Centro Paroquial para lidar com a situação de uma forma mais transparente e, a meu ver, ética:- Informem os pais que actualmente por questões de tesouraria não conseguem dar qualquer desconto nas mensalidades sem arriscarem colocar em risco a sustentabilidade da instituição e garantam que a situação será regularizada até Setembro- Realizem uma operação para redução de custos ou procurem obter apoios da população/parceiros para aumentar a liquidez da instituição- Em último caso procurem financiamento junto da banca para obter um aumento de liquidez rapidamente- Façam um acerto nas mensalidades indevidamente cobradas agora aos utentes e pais em Agosto quando o CP tiver condições financeiras para o fazer.Penso que é uma sugestão razoável que pessoalmente aceitaria sem problemas. Pedi também esclarecimentos adicionais sobre os acertos de Março uma vez que não faz sentido só conseguirem dar essa informação quando a situação regressar à normalidade.Hoje, recebemos as facturas para efectuarmos o pagamento das mensalidades, cuja data limite é o dia 10 de Abril. Apresento assim desta forma a minha reclamação formal sobre este assunto junto da DECO com vista a resolver esta situação, penso que nenhum pai deveria ter que pagar a mensalidade em casos de pré-escolar ou creche onde os colégios não conseguem manter o seu serviço e são os pais que desempenham em casa esse trabalho.Informo ainda que também informei o Centro Paroquial que, a menos que, mudem de posição irei proceder ao pagamento dos valores pedidos, sendo estes liquidados dia 6 de Abril para não ter qualquer situação de incumprimento fazendo questão de me bater posteriormente para obter um reembolso dos valores que acredito estarem a ser injustamente cobrados.

Encerrada
T. N.
01/04/2020

Cobrança de mensalidade

Venho por este meio expor a minha reclamação da instituição onde os meus filhos estão inscritos em creche e jardim de infância. A IPSS o Sonho em Setúbal - mais propriamente na creche Vale flor e no jardim de infância o Ninho .Tenho um filho de 2 e outro de 4 e neste momento estão a cobrar por parte da instituição mensalidades com 10% referente à alimentação de abril e 5% acerto da alimentação de março no que diz respeito ao mais novo (creche Vale flor )e o mesmo se verifica para o mais velho onde juntam um desconte de 50% das atividades extracurriculares no entanto pedem 87,5 eur para a renovação da matrícula ( creche o ninho) Não creio que seja susto pois é uma IPSS e neste momento desde dia 13/3 suspenderam todas as atividades e acompanhamento pedagógico nao havendo qualquer tipo de contato, sem ser de cobrança. Se ainda fizessem acompanhamento as crianças através de vídeoconferência agora nem isso . A minha autoridade é como mãe e não como educadora logo acho importante eles manterem o vínculo com quem esteve com eles várias horas ,até acontecer a pandemiapara fazerem atividades parecidas com as que fariam na escola. Queria saber se podem pedir o valor de mensalidade e se eu não pagar o que pode acontecer . Obrigada e aguardo resposta assim que possível pois tenho até dia 10 para fazer o pagamento sem qualquer tipo de taxa de atraso.

Encerrada

acidente de mota durante uma aula e nenhuma preocupação no após

Margarida Cardao portadora do c.c. nº 08916522, mãe de Neuza Cardão , aluna desta escola, venho por este meio demonstrar o meu desagrado para com a vossa escola.A minha filha foi tirar a carta de mota na vossa escola tendo pago tudo no ato da inscrição.Fez o código e quando lhe foi apresentada a instrutora ela frisou que nunca tinha qualquer experiência em conduzir mota.Iniciou as aulas praticas no parque da escola com dificuldade.Entretanto empregou-se e foi-lhe difícil poder ir as aulas com frequência. Ao fim de algum tempo recebeu um telefonema da escola a informar que teria pouco mais de um mês para terminar a carta. Sobre alguma pressão originada pela escola viu-se obrigada a marcar as restantes aulas.A 22 de julho durante uma aula já na estrada sofreu uma queda que lhe deixou uma queimadura na perna, mesmo assim levantou-se e com ordem da instrutora seguiu o percurso. Após 2 dias , a 24 do mesmo no inicio da aula teve alguma dificuldade em que a mota trabalha-se no entanto quando conseguiu a instrutora mandou iniciar a aula na estrada.Durante a aula sofreu um aparatoso acidente que a leva a parar ao hospital.Mas antes pergunta a instrutora E AGORA?onde a mesma lhe responde se calhar vai ter que pagar o conserto da mota.Já na ambulância toda imobilizada pede a bombeira que lhe faça uma chamada para me dar a informação.Quando ela chega ao hospital eu já la me encontrava , entregaram-me os pertences dela e disseram que a podia acompanhar. Fizeram-lhe somente um raio x a coluna e com uma perna com um hematoma e escuriações em ambas as mãos mandaram-na para casa com medicação para as dores. Estando incapacitada de desempenhar as funções profissionais e a trabalhar a recibos verdes teve que ficar em casa.Após 4 dias com dores insuportáveis recorri as urgências onde lhe deram medicação injetável, aconselhando com exames onde um deles tac á coluna.Fui a escola levar o recibo do hospital e comunicar o restante, onde o funcionario me responde friamente que teria que suportar as despesas e que o seguro depois pagava. disse que me encontrava desempreda e a Neuza impossibilitada de trabalhar originado pela acidente, onde o sr. encolhe os ombros e diz que é assim, Informando que ela não ia concluir a carta e pedindo a devolução do dinheiro para os tratamentos, tive como resposta um não..Dirigi-me ao seguro onde me sugeriram pedir ao serviço nacional de saúde os exames,e assim fui conseguindo, com algum tempo de espera. O tac acusou uma lesão em dois elos na cervical que ficará para toda a vida.Entretanto a Neuza perde o emprego onde era técnica de fisioterapia no hospital Lusiadas por não poder desempenhar as funções e ausentou-se temporariamente da banda onde é bailarina e de dar aulas de dança para impedir os saltos derivado a lesão na coluna. Consequentemente valeu-lhe a perda de aproximadamente 1000€ mensal.Hoje passado 8 meses ainda não tiveram o bom senso de fazer uma chamada para saber o estado da Neuza.Embora a minha filha seja de maior idade, tenho passado por um mau bocado tendo que ser eu a suportar as despesas e a revolta dela pela perda de emprego e a incapacidade que tem em desempenhar alguns movimentos na área que estuda e trabalha. e com o agravante do longo tempo de espera pelo pagamento do seguro.A ultima vez que foi observada pela medica foi recomendada um consulta de ortopedia e de psicologia, isto a mais de um mês e por razões económicas ainda não me foi possível .Já fui ao seguro pedir ajuda e o senhor disse-me atenciosamente que ja tinha atingido o plafon , que é de 500€, e que psicologia não consideravam doença. Se tivesse que pagar o tac por minha a minha filha não teria mais nenhum tratamento.Sem alternativa de lhe dar o digno tratamento sinto-me revoltada, vindo fazer esta reclamação e disposta a ir para onde for preciso para que este tipo de situações não voltem acontecer, mesmo tendo consciência que isto não tira as dores constantes e o trauma que a minha filha vive, desde esse dia nunca mais conduziu carroMargarida Cardão18 de março de 2020

Encerrada
A. V.
18/03/2020

Problema com a LiveCareer

Em 13-09-2019, preenchi um currículo no site da LiveCareer tendo pago 1,99€ pelo mesmo.Em Fevereiro de 2020, ao verificar uma conta que utilizo poucas vezes, no Eurobic, constatei que tinham efetuado um levantamento de 24,99€.Pedi informações ao Banco e disseram que havia mais 4 levantamentos de igual valor, efetuados pela mesma empresa(LiveCareer), totalizando 124,95€.Contactei a LiveCareer, expus a situação e reembolsaram-me de 3 levantamentos no valor de 24,99€ cada, totalizando 74,97€.Em relação aos restantes 2 levantamentos, no valor de 49,98€, informaram-me que não era reembolsado porque não foi autorizado.Invocaram uma suposta assinatura dos seus serviços, assinatura que não existiu, pelo menos de forma consciente.Eu apenas preenchi o currículo e não pretendia mais nada da LiveCareer, não tendo subscrito o que quer que fosse.Nestes termos pretendia a devolução de 49,99€ que a empresa levantou indevidamente.Anexo:Extracto bancário com levantamentos.

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