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Não Colocação na Escola da área de Residência
Muito boa tarde Exmos. Srs. Venho por este meio solicitar a V. pronta intervenção na situação da colocação do meu Filho, Santiago Abrantes, com a matricula Nº PM 926 605 na Escola da área de Residência. Informo que devido a alteração da morada de residência (para a xxxxxxxxxxxxxxxx 2820-689 Charneca da Caparica), tive de solicitar a transferência de agrupamento do meu Educando para a EBI de Vale Rosal, sito na Praceta José Viana, Vale Fetal, 2820-275 Charneca de Caparica, escola esta da minha residência, mais informo que tenho uma filha que frequentou no ano transato o 8º Ano na Secundária Daniel Sampaio (sede de Agrupamento) e continuará na mesma Escola já matriculada para o 9º Ano. Informo que neste momento o meu Educando não se encontra colocado em nenhuma escola, apelo que sejam feitos todos os esforços para que o Santiago Abrantes seja alocado à Escola de Residência a não colocação dele tornará impossível a gestão escolar dos meus dois filhos. Aguardo as Vossas Prezadas noticias o quanto antes, estarei ao V. inteiro dispor para todos os esclarecimentos necessários. Os meus melhores cumprimentos Rita Abrantes
Cobranças Indevidas
Venho por meio deste tentar encontrar solução para diversas cobranças indevidas realizadas, pois minha filha Helena Cuevas matriculou-se no colégio Alfacoop e frequentou as aulas somente por duas semanas (09 á 19/09/19) pois tivemos que retornar ao Brasil e mesmo assim foram realizados os seguintes debitos em minha conta - 11/10 - 65 euros 15/11 - 70 euros 10/02 - 175 euros. Enviei diversos emails ao colégio, em especial ao Sr. Rui Faria, não obtive sucesso pois todo mës seguia a cobrança. Na primeira semana de julho estive em Portugal e por telefone conversei com o setor financeiro, me informaram que seria necessário a autorização da secretaria para devolução do dinheiro, ao contactar a secretaria me solicitaram novamente o descritivo do ocorrido, mas novamente ignoraram meu questionamento e sigo sem retorno.A título de informação não fizemos matrícula para o próximo ano e continuo recebendo boletos de cobrança.Desejo sinceramente resolver esta questão tão logo possível.Cumprimentos,Fábio Oliveira
Problema de inscrição no segundo semestre
Bom dia,Sou tio da aluna que abaixo identifico.O nome da minha sobrinha é Talita Lemos e frequenta a V/ instituição com o número 51752, na Licenciatura Línguas Literaturas e Culturas.Há cerca de duas semanas atrás dirigiu-se à faculdade de modo a resolver uma questão relacionada a um cancelamento da sua inscrição no segundo semestre que não chegou a ser feita. Pelo que foi cobrado o valor da propina deste semestre e lhe é pedido esse pagamento sem o qual não conseguirá acesso ao metrial de apoiio do exame e a inscrever-se para ir a exame.Se lhe asseguraram que não pagaria, pretendo saber como pretendem resolver algo que informaram e não se está a passar na realidade.Ficaram de a contactar quando o assunto fosse resolvido, mas não chegou a receber nenhuma chamada, e-mail ou notificação numa plataforma de contacto denominada Nónio.Agradecia que considerassem que a resolução rápida da situação em que a minha sobrinha ficou envolvida (de pagamento da propina, quando lhe garantiram que isso não aconteceria), pois teme-se que não acabe a licenciatura algo que revelou já muito investimento de tempo por parte da aluna.Esta questão de pagamento ou cancelamento do pagamento está a impedir a minha sobrinha de ir a exame e acabar a licenciatura.Do meu ponto de vista, se a situação foi provocada pelos V/ serviços, deve ser resolvida pelos mesmos, sem prejuízo do aluno pois está em causa o seu percurso académico e profissional.Na resposta, é igualmente solicitado que lhe indiquem qual a época de exames em que a minha sobrinha se pode candidatar para melhor gerir o seu tempo de estudo (a de trabalhador estudante ou conclusão da licenciatura)Agradeço resolução rápida desta situação em que colocaram a licenciatura da minha sobrinha.Cordiais cumprimentos,
Livros digitais
Venho através deste meio apresentar a minha reclamação sobre os preços que pretendem praticar nos manuais digitais.Fui informada no meu centro WSE que irão deixar de utilizar manuais em papel e apenas utilizarem os recentes manuais digitais criados. Contudo discordo plenamente do preço que pretendem praticar, visto que irá ser exactamente o mesmo do livro em papel, o que não tem sentido nenhum. Deixarão de ter muitos menos custos (de impressão) e continuam a praticar exatamente o mesmo preço. Não tem sentido!!Estão de certa forma a aproveitar a situação atual do país e do mundo para fazerem mais lucro. Okay, até concordo com a mudança, desde que o preço também acompanhe a mudança, ou seja, se tem menos custos (muito menos por sinal) vendam mais barato!! Porque se é para pagar o mesmo eu prefiro a versão em papel.
Não Devolução de Primeira Prestação de Propina por Demora no Visto de Estudante
Após proceder ao pagamento da fatura da matricula referente ao ano 2019/2020 no mês de Abril 2019 no valor de € 1.400,00, para inicio das aulas em Set 2019, o consulado Português no Brasil demorou para liberação (não liberando ainda) de visto, prejudicando minha ida a Lisboa Portugal. Todos os documento exigidos pelo consulado foram entregues em tempo hábil para emissão de visto, sendo realizada a entrada em 23 de maio de 2019.Desta forma me sinto vulnerável e prejudicado nesta relação de consumo. Uma vez que a Universidade não garante minha vaga, nem devolução dos valores pagos para matricula. Nem o consulado Libera meu visto, uma vez que as documentações da universidade já perderam a validade. A universidade quer me obrigar a pagar todos os valores atrasados para que meus documentos sejam novamente emitidos e com novas datas de validade. Porém não terei oportunidade de dar andamento nos estudos, pois perdi as aulas. E mesmo pagando os valores atrasados, não terei direito a assistir essas aulas.Procurei a Universidade de Forma espontânea, informando todas as fases sobre a liberação de visto. Inclusive enviei e-mails para os professores e coordenadores sobre o que poderia fazer enquanto estava no brasil, porém não tive retorno de nenhum deles.A Universidade se Baseia em um Regulamento Interno sobre os Pagamentos de Propina. Porém vão ao oposto sobre a relação de Aluno (dependendo do visto) e Universidade e não tendo culpa se o consulado teve uma demanda muito alta de visto, atrasando minha ida a Lisboa.Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos, além da Devolução da propina Base de matricula.Ou a Garantia que a propina base de Matricula garanta o inicio dos estudos em outro momento, além da emissão de novos documentos para validação junto ao consulado.Com os melhores cumprimentos,Thyago Augusto TeixeiraBrasil - Pará+55 91 98566 9591
Curso completamente descontextualizado
Em Março de 2019, foi-me proposto pela minha empresa uma subida de cargo com a condição (e ajuda) para uma formação especifica.Após uma vasta procura, decidi optar por fazer a Pós-graduação de Recursos Humanos online com esta entidade, porque apesar de ter varias opções e mais baratas, este curso parecia-me o mais completo.Uma das dúvidas que tinha, era se, sendo espanhol, estaria traduzido e adaptado à legislação do meu país (Portugal), ao qual me foi respondido que sim (tenho o email como comprovativo).Desde o inicio que fiquei muito insatisfeita com o curso porque paguei quase 3000€ por uma data de PDF, tudo escrito, sem imagens, sem videos, webinares,etc o que é extremamente desmotivador e aborrecido.Durante os meses de Abril e Maio, visto que estava em casa devido à pandemia, decidi acabar o curso que ainda nem a meio ia por falta de disponibilidade até à data. Qual não é o meu espanto quando começo a perceber que tudo o que consta no curso diz respeito á legislação espanhola e não portuguesa! Já me tinha apercebido no inicio de algumas questões, mas que não considerei muito relevantes e por isso nem fiz qualquer observação. No módulo em que me encontro fala de questões de extrema importância tal como salário mínimo, indemnizações, contratos, etc e está tudo errado no que diz respeito ao que tenho de ter conhecimento! Contactei a entidade que me informou de os documentos referentes à legislação portuguesa, se encontram na área dos recursos (uma área à parte onde e encontram alguns exercícios práticos que ira fazer no final do curso como preparação para o exame final), algo que nunca me foi informado. Além disso também demonstrei de imediato o meu desagrado pois não faz qualquer sentido ter um curso em que em vez de estar e acordo com a legislação portuguesa, se encontra segundo a espanhola e para ler a portuguesa tenho de consultar outra área. Além disso, o modulo em que me encontro não tinha esses ditos recursos. O responsável que falou comigo ao telefone disse-me que o curso já estava a ser revisto antes da pandemia, mas que com tudo o que se estava a passar tiverem de parar. Ou seja, com certeza eu não teria sido a única pessoa a reclamar e questionei como é que era possível eu ter comprado o curso há mais de 1 ano e só agora estarem a revê-lo. Também se mostrou surpreso por perceber que o modulo em causa não tinha qualquer documento com a legislação portuguesa do tema e pediu-me uns dias para tratar disso. Passaram 2 semanas e nada fizeram e decidi por isso ver outros cursos e enviar um e-mail a pedir o cancelamento e a devolução do curso por todos os factores acima mencionados. Recebi uma resposta do advogado a dizer que a minha reclamação não era válida porque apenas faltavam 2 módulos para acabar o curso e que só agora é que estava a reclamar. Disse também que foi informado que de tudo estava nos conformes, pelo que se via perfeitamente que não fazia ideia do que se passava e nem sequer tinha olhado para o curso. Tive o cuidado de enviar vários prints que comprovam o que dizia, inclusive que o modulo 8 não estava correto, expliquei-lhe também que em todas as avaliações que pedem que sejam feitas no final de cada modulo, deixei sempre uma avaliação negativa justificada e a resposta dele foi sempre que a reclamação não era valida porque já só faltavam 2 módulos para terminar, 2 módulos esses que têm ainda bastante matérias e temas diferentes. Ora como iria eu reclamar antes se apenas no modulo 8 me apercebi da gravidade da situação? Como por exemplo dizer que o ordenado mínimo nacional era de 637€ em 2012, se Portugal ainda nem esses valores atingiu em 2020? Até ao momento não se tinha feito referência a quaisquer valores.Passaram 2 meses e meio desde a minha reclamação e o modulo mantém-se como estava e não obtenho resposta por e-mail.Estava à espera de pelo menos ser reembolsada por parte do curso para começar outro bem mais rápido (que, entretanto, já passou a data de inscrição).Tenho neste momento a minha empresa a pressionar-me para resolver porque me comprometi com eles a estar preparada para o cargo e preciso de resolver esta situação, mas vejo-me de mãos atadas pela falta de acompanhamento e resolução do problema por parte da entidade.Honestamente não tenho qualquer motivação para continuar o curso e deveria ser indemnizada pelo grande transtorno que isto me está a causar!
Cessação do subsídio se bonificação de deficiência
Venho por este meio apresentar a minha reclamação da Segurança Social, caso não seja o meio mais indicado agradeço que me ajudem a encaminhar.Tenho uma filha com deficiência ao qual lhe foi atribuído um subsídio (bonificação por deficiência), comprovado com um vasto historial médico e ainda um relatório médico detalhado. Aguardo também ainda uma junta médica desde 16 de Setembro de 2019. Neste momento estou desempregado e a tirar uma formação através do centro de emprego. Neste seguimento a Segurança Social cessou o subsídio de deficiência da minha filha, porque segundo eles eu passei para o sistema ou modo Não Contributivo, sendo então obrigado a pedir novo relatório médico e a submeter novamente o pedido à segurança social, o que nesta altura é muito complicado...Acrescento que no meio de tudo isto a minha mulher esteve sempre a receber e a contribuir, o que serviu para retirarem os abonos das minhas duas filhas, devido aos rendimentos de 2018, mas não serviu para manterem o subsídio de deficiência.
Relato de Xenofobia
Venho por meio desde tornar pública e oficial, o relato de Xenofobia mediante a declaração da representante de vendas Sra Ana Cunha, na qual representa a empresa de ensino FLAG LISBOA... na seguinte situação: entrei em contato pedir maiores informações sobre um curso de UI, sendo prontamente contactada para maiores informações e dúvidas com isso se sucedeu a seguinte cena:A Sra mencionada esclareceu a proposta do curso e suas respectivas formas de pagamento porém ao manifestar o interesse no pagamento parcela( uma vez que se trata de aproximadamente 3.500€) a mesma perguntou-me se possuo cartão de cidadão PORTUGUÊS, e como sou conjugue de cidadão europeu, possuo autorizacao de residência... fui informada que, mediante a possuir outra Nacionalidade não poderia efetuar outra forma de pagamento que não fosse a INTEGRAL!!! Sobre a justificativa de que durante o tempo de parcelamento poderia retornar ao meu País de origem e comprometer o pagamento do mesmo!!!É repugnante e desrespeitoso essa conduta a qualquer empresa e profissional ainda mais que possuo documentação e situação regularizada junto aos órgãos responsáveis do País, sou contribuinte fiscal, possuo imóvel e bens sólidos no País e residente há de 3 anos consecutivos... além do mais não cabe a justificativa apresentada: uma vez que, quem que busca um aprimoramento e consolidação profissional tem a intenção de deixar o País e ser inadimplente com seu respectivo pagamento?!?Revoltada, indignada... além de tornar público, buscarei justo ao judiciário minha defesa !!!
Negam o reembolso
No dia 26 de Maio fiz a inscrição no curso de técnico especialista de exercício físico, porém estando ainda no período possível para o reembolso, pedi o reembolso e não me foi dada mais nenhuma resposta. O curso só começa em setembro e estou no direito e no período de receber o reembolso.
Recusa na prestação de serviço
Exmos. SenhoresNa semana 8 a 13 de Março de 2019 soube-se que iriam fechar creches e escolas devido à Covid-19 e com isto surgiram as primeiras dúvidas de como se iriam processar os pagamentos das mensalidades. Sem nenhuma diretriz orientadora por parte do Governo para os colégios privados a não ser o diálogo entre direção e pais decidimos pedir esclarecimentos via e-mail. Depois de várias tentativas, todas sem qualquer resposta por parte da direção do Colégio Giz Mágico, recebemos uma mensagem na plataforma do colégio a informar que iriam oferecer um desconto solidário de 15% na mensalidade de abril e que iriam descontar ainda a alimentação referente aos dias de março em que o colégio esteve já fechado. Além disso terminavam o comunicado dizendo que como todos sabemos era uma situação totalmente inesperada e atípica e estavam por isso abertos a sugestões. Como nós temos dois filhos gémeos na instituição (recebendo por este motivo apenas 10% de desconto adicional nas mensalidades) e tendo em conta que não estávamos a receber qualquer tipo de serviço do colégio, tentámos mostrar o nosso desagrado com a decisão, enviando vários e-mails pedindo esclarecimentos e explicando a nossa situação, mas, mais uma vez, não obtivemos qualquer resposta e decidimos não pagar o mês de abril enquanto não se dignassem a responder-nos. Mais ainda sabendo nós que as funcionárias que mantiveram estão a receber em regime de layoff desde dia 16 de março, dia de encerramento do colégio, mas que nem esta nem qualquer outra informação deste género foi transmitida pela direção aos pais e encarregados de educação. No dia 21 de abril recebemos mais uma vez na plataforma digital uma indicação de que iria ser cobrado 55% da mensalidade relativa ao mês de maio. Voltámos a questionar o porquê da diferença de percentagens de desconto entre abril (15%) e maio (45%), uma vez que o colégio esteve e estaria fechado de igual forma em ambos os meses, sem oferecer nenhum serviço (a não ser um perfil não oficial no Instagram criado pelas Educadoras para que se mantivesse algum contacto). Após verificar que estava a receber na plataforma digital documentos financeiros fui verificar e havia faturas e notas de crédito e achava estranho valores que eu não tinha pago já estarem faturados. Optámos por pagar o mês de maio, mesmo continuando sem qualquer explicação por parte do colégio, porque nos pareceu um valor adequado e nunca foi nossa intenção ficar sem pagar o colégio, mas sim pagar um valor mais justo e possível para nós dadas as circunstâncias atuais e principalmente sendo sempre duas mensalidades que temos a nosso cargo, estando em casa com todas as contas e despesas a aumentar. Quando fizemos o pagamento porém verificámos que houve uma confusão com as faturas e notas de crédito e o pagamento acabou por ser atribuído ao mês de abril (valor quase igual a maio porque apesar de ter menor desconto tinha incluído desconto de alimentação de meio mês de março e ainda das AECs – dança (este só feito à posterior, daí a confusão das faturas), tudo pago por inteiro no início do mês de março, como é natural e sempre foi nossa prática desde que os gémeos entraram no colégio, em junho de 2017), surgindo logo de seguida as faturas de maio ainda por liquidar. Nesse momento voltamos a contactar a direção via e-mail para informar que a nossa intenção tinha sido pagar maio e o mês de abril iria continuar por pagar enquanto não nos esclarecessem as nossas dúvidas. Quase de imediato recebemos a seguinte resposta: “Boa tarde Papás,O valor apresentado é o valor que teriam de pagar. Em relação à não resposta aos vossos e-mails, tenho o direito de não lhes responder.Deixou de haver condições psicológicas e relacionais, para continuarmos a prestar-lhes o serviço. Assim sendo, agradecemos que nos envie o vosso NIB, para fazer a devolução do valor a partir de 16 de março do corrente ano.Sem outro assunto de momentoCumprimentosAntónio Dinis”Enviámos o NIB, tal como nos solicitaram e nada mais. Não conseguimos entender esta atitude e achamos completamente inadmissível ser tratado assim. Desde quando um cliente não tem o direito a pedir esclarecimentos sobre aquilo que lhe exigem que pague? Como assim “tem o direito de não responder”? E as duas crianças que frequentavam o colégio desde os 9 meses são postas na rua assim, sem um pingo de consideração ou compaixão? Não consideramos esta atitude minimamente aceitável e por isso fazemos esta reclamação, esperando que possa haver consequências para quem trata assim pais e, mais grave ainda, crianças que deveriam pelo menos proteger.De referir que no dia 20 foi feita a devolução APENAS do valor pago em Maio, não tendo sido devolvido qualquer valor ( mensalidade, refeições, AECs ) referente à segunda quinzena de Março.
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