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Publicidade enganosa
Publicitam uma promoção para duas camisolas e enviar uma camisola e um cachecol. Reclamação feita, não resolveram.
Falta de transparência na subscrição e cancelamento – Oferta do 1.º mês e fidelização indevida
Exmos. Senhores, Escrevo esta reclamação para expor uma situação de profunda falta de transparência por parte da plataforma DAZN no processo de subscrição e posterior cancelamento do serviço. No momento em que subscrevi o serviço, foi-me apresentada a oferta de um mês grátis. No histórico de pagamentos da minha conta, o valor relativo ao primeiro mês surgia expressamente como “0,00 €” e com o estado de “Oferta ativa”. Toda a comunicação visual e informação apresentada no momento da adesão levou-me a concluir legítima e razoavelmente que se tratava de um período experimental sem qualquer compromisso de permanência ou fidelização associado. Contudo, ao tentar proceder ao cancelamento da subscrição, fui surpreendido(a) com a informação de que a minha conta estaria vinculada a um contrato anual com pagamentos mensais obrigatórios até setembro de 2027. Esta informação fundamental não foi prestada de forma clara, visível nem transparente no momento da contratação. Trata-se de uma prática comercial desleal e enganosa que viola os princípios elementares de transparência e os direitos do consumidor consagrados na legislação aplicável (designadamente a Lei de Defesa do Consumidor e o Regime das Cláusulas Contratuais Gerais). Relevo ainda que, consultando o histórico de queixas públicas da empresa nesta mesma plataforma, é manifesto que este não é um caso isolado e que vários consumidores têm sido induzidos em erro pela mesma publicidade. Face ao exposto, solicito à DAZN a resolução célere mediante: A anulação imediata do alegado compromisso/fidelização anual; O cancelamento definitivo da subscrição sem qualquer encargo ou penalização financeira; A garantia formal de que não haverá qualquer cobrança futura na minha conta ou meio de pagamento; Uma maior transparência na prestação de informação aos consumidores nas futuras campanhas. Aguardo a vossa breve resposta e a resolução definitiva deste problema.
serviço empresarial falhado
Bom dia, venho por este meio, mais uma vez, mostrar o meu desagrado e comunicar que continuo sem internet e não conseguimos trabalhar devido às falhas constantes no serviço e à reduzida velocidade que nos impede de trabalhar. Contactei: dia 1 de outubro às 13:07h a informar que a internet estava muito lenta e com falhas. Recomendaram passar de 1GB para 10GB. Foi feito o agendamento para mudança do aparelho- dia 7 veio um técnico, pelas 11:50h e trocou o router. dia 7 pelas 13:34h a informar que a internet estava demasiado fraca (muito pior do que antes). Pedi a anulação da alteração de contrato e a vinda urgente de um técnico para resolver a situação. NINGUÉM APARECEU NEM FOI REALIZADO NENHUM CONTACTO POR PARTE DA MEO. Dia 8 voltei a ligar pelas 10:25h a dar novamente informação de que a internet não estava a funcionar e que não estávamos a conseguir trabalhar. Alertaram que iria ser contactada por um técnico o mais brevemente possível. NINGUÉM APARECEU NEM FOI REALIZADO NENHUM CONTACTO POR PARTE DA MEO. Dia 8 pelas 16:50h enviei uma reclamação formal pela Provedoria do Cliente a expor a situação. NINGUÉM APARECEU NEM FOI REALIZADO NENHUM CONTACTO POR PARTE DA MEO. Dia 9 voltei a contactar ás 13:46h pelo que me foi dito que a internet, efetivamente não estava a funcionar e que iriam enviar uma equipa técnica. NINGUÉM APARECEU. Às 17:30 ligou-me um técnico que mencionou haver uma incongruência, pois i aparelho colocado não é compatível com a rede. Quem fez a instalação não percebeu que apenas suporta 1GB e não 10GB e, dessa forma, não consegue funcionar devidamente. Não conseguiu resolver a situação, pois não era da competência dele, mas sim da parte comercial. Registrou uma queixa. Às 17:52h voltei a ligar para a SNU, tal como recomendado, mas, mais uma vez obtive a resposta de que não era com eles, mas sim com a meo. Às 17:59h liguei para o 16209, pela 3ª vez, e falei com um comercial, que me referiu que não era da competência deles, que teria de ser o departamento técnico. Fi passada para o departamento técnico que me referiu que não era da competência deles, mas sim da parte comercial. Fui transferida para o departamento comercial novamente e, mais uma vez, a mesma resposta. Pedi para passar para o departamento de cancelamento que, me remeteu novamente para o departamento comercial. Solicitei novamente o departamento de cancelamento que, tentou resolver a situação, mas, mais uma vez, também não era da sua competência e abriu o processo de cancelamento e informou de todos os passos. Por esse motivo envio novamente reclamação por esta via. Por incongruência ou incompetência, existe um serviço empresarial sem internet desde o dia 7 de outubro e, ninguém consegue resolver. Solicito que seja realizado o cancelamento do serviço por justa causa. Grata
Ipossibilidade de cancelar contrato
Realizei um pedido de cartão UZO ao qual utilizei apenas 1 semana, e tentei cancelar o cartão diversas maneiras sem sucesso, passado o primeiro mês paguei o serviço uma vez que usei durante parte do mês, voltei a tentar cancelar contrato mas infelizmente MEO/UZO fazem contratos online mas não facilitam o cancelamento dos mesmos, agora tentam realizar cobranças de serviços que não usufrui e de juros dos mesmos. Quando realizada uma reclamação no portal do consumidor os mesmos ignoram o facto de não estar a ser usado o serviço, as tentativas de cancelamento apos a primeira semana e continuam a tentativa de cobrança de valores e juros de serviços não utilizados
Tampas na faixa de rodagem com ruído
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção, no sentido de ajudar a resolver este problema que se arrasta há 6 meses: Em Abril, alertei a Meo, de que havia tampas(na altura eram 2, agora são 4)na faixa de rodagem a fazerem ruído. Essas tampas , estão localizadas na Rua do Amial(Porto),em frente ao número 1195, 1233, cruz. Rua Amial com Rua do Carriçal e o 1259. Apesar de reclamações, chamadas, emails e notificações da CMP, até agora nada foi feito. Como é possível, que passado todo este tempo, esta empresa não faça manutenção aos seus equipamentos que estão a causar imenso incómodo? Agradeço uma rápida intervenção da vossa parte.
DAZN — Falta de transparência na contratação, alegado compromisso anual não esclarecido e recusa de
Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente à DAZN, por considerar que a forma como a subscrição me foi apresentada não respeitou os deveres de transparência e de informação pré-contratual a que a empresa está obrigada, estando em causa a exigência de pagamentos durante 12 meses por um alegado contrato anual que não me foi apresentado de forma clara e inequívoca. Aderi ao serviço DAZN através de uma promoção em que o plano BASE era apresentado pelo valor de **0,00 €**, sendo indicado que, após o período promocional, o preço passaria para **19,99 €/mês**. Na informação que consigo consultar atualmente na minha conta consta expressamente: «0,00 €/mês até 10/10/2026 depois 19,99 €/mês». No momento da subscrição, não me foi apresentada de forma clara, destacada e inequívoca a informação de que estaria a assumir um compromisso contratual mínimo de 12 meses, nem de que, mesmo cancelando a subscrição durante o período promocional, continuaria obrigada a pagar mensalidades até ao final de uma alegada anuidade. Também não recebi qualquer email de confirmação da contratação que identificasse claramente esse compromisso anual. Quando decidi cancelar a subscrição, fui informada de que o cancelamento não me libertava da obrigação de pagamento e de que continuaria a ser cobrada mensalmente durante o período de 12 meses. Contestei formalmente esta situação junto da DAZN, solicitando o cancelamento efetivo e manifestando a minha discordância relativamente à existência de um compromisso anual que não me foi devidamente comunicado. Contudo, a resposta da DAZN limitou-se a afirmar que o serviço contratado corresponde ao plano que me foi atribuído e que as cobranças continuarão a ser efetuadas. A empresa não me facultou qualquer documentação concreta que demonstre as condições específicas da contratação, nem apresentou qualquer confirmação contratual que permita verificar que fui devidamente informada e que aceitei conscientemente um compromisso mínimo de 12 meses. Considero que esta resposta não esclarece a questão central da reclamação: não está em causa apenas a existência de um determinado plano comercial da DAZN, mas sim a forma como esse plano me foi apresentado e se tive efetivamente acesso, antes de concluir a subscrição, a informação clara sobre a duração mínima do contrato e a obrigação de pagamento que agora me é exigida. Entendo que esta situação deve ser analisada à luz do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente: Artigo 4.º: estabelece o dever de prestar, antes da contratação à distância, informação pré-contratual clara e compreensível, incluindo a duração do contrato, os requisitos de cessação e a duração mínima das obrigações do consumidor, quando aplicável. Artigo 5.º: estabelece requisitos de forma e determina que, nos contratos celebrados por via eletrónica que impliquem uma obrigação de pagamento, determinadas informações pré-contratuais devem ser apresentadas de forma clara e bem visível imediatamente antes da conclusão da encomenda. O mesmo diploma atribui ao fornecedor o ónus de provar o cumprimento dos deveres de informação previstos no artigo 4.º. Considero ainda que a apresentação de uma oferta promocional de 0,00 €, seguida da indicação de um preço mensal, sem que a existência de um compromisso mínimo anual tenha sido claramente comunicada, poderá configurar uma prática comercial suscetível de induzir o consumidor em erro ou de omitir informação essencial à tomada de uma decisão esclarecida. Solicito, por isso, que esta questão seja apreciada também à luz do regime das práticas comerciais desleais. Acresce que encontrei outras reclamações públicas de consumidores relativas a situações semelhantes com a DAZN, envolvendo ofertas promocionais, alegados contratos anuais com pagamentos mensais, falta de confirmação documental e recusa de cancelamento antes do final da anuidade. Esta circunstância justifica, no meu entender, que seja analisada não apenas a minha situação individual, mas também a transparência do processo de subscrição utilizado pela empresa. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste para: 1. Analisar a conformidade da forma como a DAZN apresentou a promoção e as condições de subscrição, nomeadamente quanto à informação sobre a duração mínima do contrato e às obrigações financeiras assumidas pelo consumidor. 2. Apoiar a contestação do alegado compromisso anual, cuja aceitação informada não reconheço. 3. Promover a resolução da situação junto da DAZN, com vista ao cancelamento efetivo da subscrição, sem penalizações ou cobrança das mensalidades vincendas relativas ao alegado compromisso anual. 4. Obter a confirmação escrita de que não serão efetuadas novas cobranças com fundamento nesse compromisso contestado. 5. Avaliar a necessidade de encaminhamento da situação para as entidades competentes, caso se verifique a existência de práticas suscetíveis de violar os direitos dos consumidores. Não considero aceitável que uma empresa se limite a afirmar que o consumidor contratou determinado plano e mantenha a exigência de pagamentos durante um ano sem esclarecer documentalmente a questão central da reclamação: se a existência de um compromisso anual foi comunicada de forma clara e atempada e se foi prestado consentimento informado para essa obrigação. Pretendo uma resolução efetiva da situação e a proteção dos meus direitos enquanto consumidora. Anexo a captura de ecrã da minha conta DAZN, na qual consta a indicação «0,00 €/mês até 10/10/2026 depois 19,99 €/mês», bem como a reclamação enviada à empresa e a respetiva resposta, para apreciação da DECO PROteste.
Falta de resposta sobre reembolso da rescisão prometido por vendedor
Estou a escrever aqui, pois já escrevi no portal da queixa e continuo a espera de resolução. A queixa ficou registada com o nº 163607926. Fui cliente da Vodafone durante muitos anos, mas mudei de casa e a Vodafone não tinha serviço na minha nova morada, pelo que tive de aderir à MEO. Entretanto, um vendedor da Vodafone bateu-me à porta. Expliquei que ainda não podia mudar de operadora porque precisava cumprir o prazo da rescisão, ao que ele prontamente respondeu que não havia problema, pois a Vodafone se responsabilizaria pelo valor da rescisão. Infelizmente, também tive problemas com o tarifário que me foi oferecido. O vendedor disse que iria resolver tudo, mas nada ficou resolvido e acabei por ter de tratar do assunto por outros meios. Ontem enviei-lhe a fatura da MEO com o valor da rescisão e, mais uma vez, ele garantiu que ia tratar do assunto. Quando perguntei como e quando iria acontecer, respondeu-me que ontem mesmo ia pedir para resolver. Pedi um comprovativo de que a situação estava resolvida, mas nunca mais respondeu. Hoje voltei a perguntar se já tinha resposta e continuo sem qualquer resposta, silêncio total. Sinceramente, tenho grandes dúvidas em confiar neste vendedor, tendo em conta tudo o que se passou anteriormente. Agora, tenho uma fatura de mais de 300€ para pagar. É muito frustrante ver que, para angariar clientes, se recorre a promessas e atitudes que acabam por enganar as pessoas. Tenho mensagens que comprovam o que estou a relatar. Envio mais uma vez todos os documentos que foram já anexados no portal da queixa, faturas da meo, desde a visita do vendedor, e ainda toda a conversa com o mesmo, continuo sem resposta, marcaram comigo dois dias esta semana e não aparecerem e deixaram de atender o telefone, a menina do controlo e qualidade que ficou de acompanhar o caso também ficou de ligar ontem e nada até agora. Esta situação está me afetar muito a nível de saúde, profissionalmente e ate pessoal. Agradeço uma solução
Empresa não responde ao pedido de termo da adesão após fim do período de fidelização de 52 semanas
Gostaria de apresentar reclamação relativamente à ausência de resposta ao meu pedido de cancelamento de inscrição no Fitness Up, durante mais de um mês, e que ainda não teve qualquer seguimento. No dia 7 de setembro de 2026, contactei o clube Fitness Up de Picoas, ginásio associado à minha conta, com o objetivo de dar o pré-aviso do cancelamento da minha inscrição, uma vez que o período de 52 semanas de fidelização terminaria em breve. A funcionária informou-me que, visto que a minha adesão fora efetuada online, o pedido de cancelamento teria igualmente de ser submetido por via online. Assim, nesse mesmo dia 7 de setembro de 2026, enviei um email para o endereço apoioaocliente@fitnessup.pt, que me foi indicado pelo próprio clube, solicitando formalmente o cancelamento da minha inscrição. No dia 18 de setembro de 2026, por ainda não ter recebido qualquer resposta, enviei novo email. Adicionalmente, contactei telefonicamente o apoio ao cliente da Fitness Up, mas também não obtive qualquer resposta nas minhas três tentativas em dias distintos. Até à presente data, dia 9 de outubro de 2026, isto é, mais de um mês após a minha comunicação inicial, não recebi qualquer resposta por parte da Fitness Up, nem confirmação da receção do meu pedido, nem indicação da data efetiva de cancelamento, nem qualquer esclarecimento adicional. Tendo eu apresentado o pedido de cancelamento em 7 de setembro de 2026 e informado, por via telefónica, pela funcionária do clube de Picoas, que a data do último débito direto seria no dia 18 de setembro de 2026, isto é, a última quinzena correspondia ao período entre esse dia e o dia 1 de outubro de 2026, e tendo eu aguardado o prazo de 7 dias úteis indicado pelo próprio apoio ao cliente, entendo que não existia fundamento para a tentativa de cobrança da quinzena seguinte, a 2 de outubro de 2026. Perante a ausência total de resposta da Fitness Up e para evitar uma cobrança que considero indevida, procedi à inativação/cancelamento do débito direto junto do meu banco. Atualmente, a empresa envia-me mensagens exigindo o pagamento dessa cobrança indevida, visto que a conta já deveria estar cancelada faz já 3 semanas, contudo, não tenho qualquer possibilidade de os contactar de forma mais direta para resolver o assunto. Saliento que a inativação do débito direto não foi efetuada com o objetivo de incumprir qualquer obrigação contratual, mas sim como medida de proteção perante a falta de resposta da empresa ao meu pedido de cancelamento e perante a tentativa de cobrança posterior a esse pedido. Assim, solicito que a Fitness Up: 1. Confirme por escrito a receção do meu pedido de cancelamento enviado em 7 de setembro de 2026; 2. Confirme o cancelamento da minha inscrição; 3. Indique a data efetiva de cessação do contrato; 4. Anule qualquer valor que tenha sido ou venha a ser cobrado relativamente ao período posterior ao prazo de pré-aviso indicado pelo próprio apoio ao cliente; 5. Confirme que não existe qualquer valor em dívida associado à quinzena cuja tentativa de cobrança foi feita no dia 2 de outubro de 2026; 6. Caso entenda existir algum valor em dívida, envie a respetiva fundamentação contratual, reconhecendo, porém, que no contrato nada é referido acerca do procedimento a efetuar para cancelar a adesão após o fim do contrato quando o mesmo foi celebrado online, apenas é referido que o cliente se deve dirigir ao seu clube e, como fora explicado acima, o clube não me prestou qualquer ajuda para além de me recomendar que enviasse email ao apoio ao cliente. Considero inaceitável que, após ter seguido as instruções transmitidas presencialmente pelo clube e telefonicamente pelo apoio ao cliente, a empresa permaneça sem responder ao meu pedido de cancelamento e tente prosseguir com cobranças sem prestar qualquer esclarecimento. Solicito, por isso, uma resposta formal e urgente, bem como a regularização definitiva da situação.
Cancelamento do contrato e da cobrança
Assunto: Cobrança indevida após pedido de cancelamento efetuado há mais de um ano. Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Fitness UP devido à cobrança contínua e indevida de mensalidades na minha conta bancária. No mês de março aproximada , eu Leandro câmera dos santos Nif: 318974568 e o Carlos Miguel tomas Coimbra Nif: 193682486 feito o pedido de cancelamento do contrato por falta de ar condicionando , água quente na casa de banho, e máquina de água para beber pois ficou vários dias dias desligada e tbm por estarmos a morar 40 km(Ericeira )do ginásio , procedi presencialmente ao pedido de cancelamento do meu contrato junto dos vossos serviços No entanto, decorrido mais de um ano desde a data do pedido, verifico que a vossa instituição continuou a emitir cobranças abusivas de forma sistemática. Atendendo a que o serviço não é utilizado e o contrato foi denunciado atempadamente, recuso-me a pagar qualquer valor. Face ao exposto, exijo: 1. A anulação imediata de qualquer alegada dívida ou contrato ativo no vosso sistema. Informo ainda que procedi à revogação do débito direto junto da minha entidade bancária e que, caso a situação não seja resolvida com brevidade, avançaremos com uma queixa junto das entidades reguladoras competentes (ASAE) e Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Aguardo resposta escrita no prazo legal. Melhores cumprimentos, [Leandro Câmera dos Santos e Carlos Miguel tomas Coimbra.] NIF: [318974568 / 193682486] N.º de Sócio (se souber): 937212831 / 913818942.
Cancelamento do serviço
Fiz um contrato com a NOS por telefone, ao qual me foi dito que tínhamos 14 dias para cancelar caso não gostássemos do serviço, o serviço foi instalado ontem dia 7/10, e não é nada daquilo que nos foi descrito, a qualidade de imagem é péssima, a internet está sempre a falhar, hoje tentamos cancelar o serviço, e já tentamos cancelar 3 vezes, sei que apenas temos de pagar o serviço com o valor proporcional ao que ja usufruímos e ainda nao consegui cancelar pois dizem que temos de pagar 400€ pela instalação do serviço, nunca nos foi dito isto, e temos o direito de livre resolução(DL n.24/2014), este valor que querem cobrar é indevido e abusivo, e estamos dentro do período legal para cancelar o serviço.
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