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Venda de produto contrafeito
Exmos. Senhores, No dia 07/09/26 encomendei umas chuteiras de futsal Nike Lunar Gato (90€) na loja Casa do Desporto, (www.casadodesporto.com). Após receber a mesma no dia 2 de outubro, e analisar o produto, verifiquei que as chuteiras não são originais da marca Nike, apesar de terem sido comercializadas como tal. Esta situação torna o artigo não conforme com o produto anunciado e com as expectativas legítimas do consumidor. Já entrei em contacto com a www.casadodesporto.com através de e-mail e ainda não obtive mais resposta. Gostaria que me pudessem ajudar nesta situação, pois a venda de material contrafeito é punível por lei em Portugal. Disponibilizo em anexo fotografias do produto, da embalagem e o respetivo comprovativo de compra para análise. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e apoio. Com os melhores cumprimentos, N.
rigorífico Hisense com defeito, falha na recolha e ausência de reembolso
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa à aquisição de um frigorífico americano da marca Hisense, comprado na loja online da Castro Electrónica no dia 24/07/2026, conforme fatura em anexo, pelos motivos que passo a expor. 1. Equipamento com defeito de origem Aquando da ligação à corrente elétrica, verificámos que o frigorífico apresentava um defeito, desligando-se e reiniciando-se aproximadamente a cada minuto, sem assegurar a refrigeração adequada. Perante esta situação, contactámos a Hisense para acionar a respetiva garantia. Após a deslocação de um técnico certificado e a análise do equipamento, a marca confirmou a existência de uma anomalia e aprovou o pedido de RMA, remetendo-nos para a loja onde o produto foi adquirido, a fim de ser dada continuidade ao processo de resolução comercial. O respetivo e-mail e a autorização encontram-se em anexo, do dia 28/09/2026. 2. Ausência de resposta e deslocação presencial à loja Na sequência da indicação da Hisense, tentámos contactar a Castro Electrónica, por e-mail e por telefone, dezenas de vezes, ao longo de vários dias, sem obter qualquer resposta. Perante a ausência total de comunicação e após quase uma semana sem qualquer solução, vimo-nos obrigados a deslocar-nos presencialmente à sede da loja, em Santa Maria da Feira, a cerca de duas horas da nossa residência, suportando despesas de deslocação de, pelo menos, 50 €, entre combustível e portagens. Durante esse contacto presencial, além de não termos encontrado a compreensão e a disponibilidade que a situação justificava, fomos alvo de um tratamento desrespeitoso por parte dos funcionários, que proferiram afirmações como «as coisas não podiam ser como nós queríamos», entre outras expressões de teor semelhante. Acresce que nos foi informado que o frigorífico já não se encontrava disponível em stock na loja, apesar de termos verificado, nesse mesmo momento, que o equipamento continuava assinalado como disponível no site da Castro Electrónica. Perante esta discrepância, os funcionários alteraram a informação apresentada, situação que presenciámos e que contribuiu ainda mais para a nossa desconfiança relativamente à forma como todo este processo tem sido conduzido. Só após esta deslocação e a insistência da nossa parte foi possível obter uma solução provisória, tendo-nos sido transmitido que o frigorífico seria recolhido na nossa habitação e que o reembolso do valor pago seria efetuado após a recolha do equipamento. 3. Falha na recolha e danos causados pela transportadora Rhenus Após a nossa insistência junto da loja, a recolha foi finalmente agendada para o dia 02/10/2026. Contudo, a transportadora Rhenus apenas se deslocou à nossa residência no sábado, dia 03/10/2026, por volta das 19h30, conforme comprovativo em anexo. A equipa, constituída por apenas duas pessoas e sem dispor dos meios ou equipamentos de apoio adequados ao transporte de um aparelho desta dimensão e peso, com cerca de 130 kg, não conseguiu concluir a recolha. Importa salientar que residimos num segundo andar sem elevador, circunstância que exige meios adequados para a remoção e o transporte seguro de um equipamento com estas características. Durante a tentativa de remoção do frigorífico pelas escadas do edifício, a própria transportadora danificou o equipamento, nomeadamente uma placa metálica na parte posterior, conforme demonstram as fotografias em anexo. Perante a impossibilidade de concluir o transporte, os funcionários indicaram-nos que deveríamos voltar a contactar a loja, informando-nos de que seria enviada uma nova equipa, devidamente equipada, no decorrer da semana seguinte, ou seja, até ao dia 10/10/2026. Importa deixar expressamente registado que os danos causados ao frigorífico ocorreram durante o manuseamento efetuado pela transportadora, no âmbito da tentativa de recolha, não podendo ser imputados a nós. 4. Persistência do problema e ausência de resolução Desde o dia 03/10/2026, o frigorífico permanece no meio das escadas do prédio, exatamente onde foi deixado pela transportadora, aguardando a deslocação de uma equipa devidamente equipada para concluir a recolha. Esta situação, que se prolonga há mais de uma semana, causa graves transtornos e incómodos, tanto a nós como aos restantes moradores, condicionando a circulação nas zonas comuns do prédio. Apesar das sucessivas tentativas de contacto, continuamos sem obter qualquer resposta da Castro Electrónica, sem uma data concreta para a recolha e sem o reembolso do valor pago pelo equipamento. Encontramo-nos, assim, numa situação inaceitável: adquirimos um equipamento que apresentou defeito desde a primeira utilização, suportámos despesas e transtornos significativos para tentar resolver o problema e, até à presente data, continuamos sem frigorífico e sem a restituição do dinheiro pago. Face ao exposto, exigimos uma resolução urgente e definitiva desta situação, nomeadamente: - A recolha do frigorífico na nossa habitação, com os meios humanos e equipamentos adequados, sem qualquer custo para nós; - A confirmação, por escrito, da data para a recolha e das condições em que será efetuada; - A confirmação de que os danos causados pela transportadora durante a tentativa de recolha não nos serão imputados; - A restituição integral do valor pago pelo frigorífico, nos termos legalmente aplicáveis, sem mais atrasos injustificados. Solicitamos uma resposta escrita e uma solução concreta nas próximas horas após a receção desta reclamação, tendo em conta a duração do problema, as sucessivas tentativas de contacto sem resposta e a situação particularmente incómoda em que nos encontramos. Na ausência de resposta ou de resolução efetiva, avançaremos com as diligências necessárias junto das entidades competentes de defesa do consumidor e recorreremos aos meios legais adequados para salvaguardar os nossos direitos. Esperamos que a Castro Electrónica assuma as suas responsabilidades e resolva, de uma vez por todas, uma situação que já nos causou demasiados prejuízos, despesas e transtornos. Com os melhores cumprimentos,
Venda enganosa
Bom dia Continuo sem resolução do problema inerente à venda duma viatura Renault Captur por parte da Renault Chelas. Começo por referir que sou cliente Renault há muitos anos e que já adquiri naquele stand 7 viaturas. Neste sentido enquanto cliente da marca Renault e consumidor não posso admitir o tratamento que me tem sido dado por parte daquele stand aquando da aquisição, em dezembro passado, da viatura Renault Captur matricula BN-33-SJ. A referida viatura estava publicitada no site da entidade Santogal como dispondo de ajuda ao estacionamento dianteiro, situação que me foi confirmada presencialmente e por escrito por parte da vendedora Sofia Gomes. Acontece que, após o levantamento da viatura, detectei que não existia qualquer sinal sonoro quando se efetuavam as manobras. Inicialmente pensei que os sensores estariam desligados e questionei a dita vendedora. Após 4 interpelações foi-me dito que a viatura não dispunha de sensores, nem seria possível colocar os sensores uma vez que tal só era possível quando os veículos vinha de fábrica já equipados com este equipamento. Não tendo ficado convencido com a resposta que me foi dada, enviei um pedido de esclarecimento à Renault Portugal sobre a possibilidade de instalar o dito equipamento na viatura, cuja matricula e demais informação prestei à colaboradora que amavelmente me atendeu. Na resposta, foi-me confirmado pela Renault Portugal que, efetivamente, existia equipamento compatível com a viatura, conforme e-mail que anexo. Passei esta informação à D. Sofia Gomes que após algum tempo e muita pressão acabou por me confirmar que a Renault Chelas iria assumir a montagem dos sensores, tendo para o efeito me esclarecido que, como não dispunham do equipamento em stock, iriam efetuar o pedido a França. Volvidos mais uns tempos, comunicaram-me que o equipamento já tinha chegado e que poderia marcar, através da linha telefónica, o agendamento para instalação do referido equipamento, o que veio a acontecer no passado dia 3 de agosto, data em que deixei a viatura na oficina da Renault Chelas, a qual só ficou pronta para levantamento na tarde do dia 07 de agosto. Após o levantamento da viatura e com o uso da mesma constatei que o sinal sonoro emitido pelo equipamento estava demasiado alto, pelo que tentei diminuir o som através do painel da viatura, tendo constatado que, ao contrário dos sensores traseiros, não era possível identificar os sensores dianteiros, pelo que a tentativa de redução do som falhou. No passado dia 10 de agosto, logo pela manhã, dirigi-me à oficina da Renault Chelas no intuito de procurar uma solução para o que havia constatado e qual não foi o meu espanto quando me disseram que os sensores instalados na viatura não eram da marca Renault. Ou seja, a última informação de que dispunha era que os sensores tinha sido encomendados à Renault França e que haviam chegado e estavam disponíveis para instalação. Em momento algum me foi referido e pedida a respetiva autorização para instalação de um equipamento cuja marca desconheço uma vez que, no dia 10/8, a dita oficina se recusou a dar-me um documento comprovativo do que havia sido instalado na viatura. Assim, efetuei, via on line, uma reclamação no livro de reclamações dando nota do meu desagrado, que, igualmente remeto em anexo. Na resposta, veio a dita oficina confirmar-me que efetivamente os sensores que foram instalados eram diferentes dos sugeridos pela Renault e que haviam instalado uns sensores doutra marca por indicação da própria Renault Portugal. Questionei a Renault Portugal sobre a veracidade desta informação, mas até à presente data, não obtive qualquer resposta. Naturalmente que considero particularmente grave a Renault Portugal recomentar a instalação nas suas viaturas de equipamento de outras marcas? Este facto deixa-me perfeitamente desagradado e, após tantos anos de fidelização à Marca Renault, pondero nunca mais vir a adquirir nova viatura Renault. Aproveito, ainda para informar que os sensores que foram colocados ou estão defeituosos ou foram mal colocados uma vez que os mesmos apitam mesmo sem qualquer obstáculo ou situação que o justifique (por exemplo efetuar uma paragem, num simples semáforo, sem qualquer obstáculo, a viatura emite muitas vezes um sinal sonoro), facto que me levou a efetuar outra reclamação, à qual anexei um vídeo comprovativo do sinal sonoro emitido, que, entretanto, foi possível gravar. Nestes termos, exijo a substituição dos sensores que foram indevidamente colocados na viatura sem a minha autorização, por sensores da marca Renault indicados para a referida viatura. Cumprimentos PA
Garantias
Exmos. Senhores, Em julho de 2021 adquiri um aspirador Dyson V10 no valor de €369,00. No final do ano de 2023 (passados 2 anos e 4 meses) deixou de funcionar e iniciei conversações através do Whatsup para resolver o problema, uma vez que o aparelho ainda estava dentro da garantia. Em fevereiro de 2023 a Dyson deu-me uma peça totalmente nova, para substituir o motor (corpo principal e ciclone). Em setembro de 2026 o motor mostrou a mesma avaria (passados 2 anos e 7 meses). Iniciciei processo semelhante através do whatsup. As mesmas conversas com a IA as mesmas respostas iguais, mesmo com um agente humano, supostamente.... Em 29 de setembro a Dyson, por email informa que tenho de pagar €119 por uma motor novo e que esta peça já não está abrangida por qualquer garantia. Sucede contudo que o artigo voltou agora a avariar exatamente da mesma forma, por isso reservo-me também o direito de considerar esta durabilidade do equipamento suspeita, bem como a sua qualidade. Pedi explicações, em resposta ao email, fundamentadas sobre a garantia, ao abrigo do Dec. Lei nº 84/2021. Acabo de receber novo email da Dyson, feito pela IA, repetindo a mesma retórica e afirmando que "qualquer peça formecida ou comprada connosco tem um periodo de garantia de de 2 anos" e convidam-me novamente a pagar o valor de €119 pelo novo motor. Quem tem razão neste caso? Dyson não mais! Cumprimentos.
Reembolso não efetuado
Fiz uma encomenda no início de Setembro, a qual cancelei devido ao tempo de entrega. Pedi reembolso e ainda continuo à espera do mesmo.
Artigo perdido após garantia
Exmos. Senhores, Em 04/01/2026 adquiri, um Telemóvel Samsung S23 Ultra por o preço de 599€. A referência da encomenda é 81794737. Em 12/01/2026 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: de tela danificada após uso com e com a garantia da empresa que me vendeu mandei. Comuniquei-vos de imediato o problema, no dia 07/09/2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, em 29/09/2026 comuniquei-vos que queria então que me trocassem o artigo por outro igual, e que esta substituição tivesse lugar em alguns dias pois deram garantia de devolução do produto entre 30 e 45 dias. Ora, este prazo já passou sem que me tivessem substituído o artigo defeituoso, e também sem qualquer comunicação da vossa parte, o que não é admissível. Exijo que procedam à substituição imediata do artigo defeituoso, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Com o problema de ter uma resposta da parte da empresa como se já tivesse entregue no centro operacional 4630 dos CTT em Marco de Canaveses no outro lado do país e houve uma ignorância do vendedor marketplace da Worten como da empresa onde houve provas como eram pra devolver ambos os artigos o antigo e o novo e pra todos os efeitos estão no jogo do empurra a encomenda da parte da empresa era a DU113006340PT dos CTT onde supostamente foram entregues a uma Cidália Maria Pinto no outro lado do país. Cumprimentos.
Fatura alterada
Boa noite, Hoje fui ao Burguer King De fafe e escolhi um menu e na opcao das bebidas por mais 1€ poderia vir uma bebida monster energie, essa escolhi mas na fatura vinha o preco de 1,40€. Fui perguntar porque? e a gerente disse que nao sabia simplesmente assim funciona! Pois e, todos as pessoas que nao olham para a fatura estao a ser "roubadas" por esta empresa. e agora? nao e por 0.40€ que vou ficar mais rico ou mais pobre mas esta empresa (burguer king) esta a roubar os clientes e o estado! A quem tenho de informar esta anomalia? e que nem a gerente da casa sabia o que dizer ou fazer! simplesmente disse que assim funciona o Burguer King de Fafe, os outros sao iguais?
Encomenda paga, não recebida e impossibilidade de contactar a empresa
Fiz uma encomenda na Área Gourmet no dia 29/08/2026, com data de entrega prevista para 05/09/2026. Até hoje, 11/10/2026, continuo sem receber a encomenda e sem qualquer informação satisfatória sobre o seu estado. Tentei contactar a empresa por e-mail, mas a mensagem foi devolvida por impossibilidade de entrega. Tentei também através do WhatsApp, mas as mensagens não snão consegui estabelecer contacto com o serviço de apoio ao cliente. Entretanto, consultei as avaliações e reclamações de outros consumidores e encontrei vários relatos de situações semelhantes, o que aumenta a minha preocupação. Considero inaceitável que uma encomenda seja paga, não seja entregue dentro do prazo indicado e o cliente não consiga obter qualquer esclarecimento. Não recomendo esta loja enquanto estes problemas de entrega e de comunicação não forem devidamente resolvidos. Aconselho outros consumidores a lerem as avaliações disponíveis e a ponderarem cuidadosamente antes de efetuarem uma compra. Continuo a aguardar uma solução para o meu caso.
Bloqueio de conta após tentativa de conversão PRO
Assunto: Bloqueio permanente da minha conta Vinted e impossibilidade de regularização através da Vinted Pro Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente ao bloqueio permanente da minha conta Vinted, com o nome de utilizador grazipires, e à impossibilidade de regularizar a minha situação através do registo na Vinted Pro. Utilizava esta conta há vários anos, tendo construído um histórico de vendas e avaliações positivas. Ao longo desse período, vendi artigos pessoais em segunda mão e também alguns artigos artesanais produzidos por mim, associados ao meu ateliê. A Vinted considerou que a minha conta estava envolvida em atividade comercial não permitida e decidiu bloqueá-la permanentemente. Compreendo que a plataforma tenha regras próprias e, precisamente por isso, procurei regularizar a minha atividade, em vez de continuar a vender sem enquadramento profissional. Assim, reiniciei a minha atividade junto da Autoridade Tributária em Portugal, com efeitos a 18/09/2026, e tentei registar-me na Vinted Pro, apresentando os comprovativos solicitados. No entanto, o sistema não reconhecia o meu NIF e apresentava a mensagem: «Não encontramos o Número de Identificação Fiscal (NIF) que introduziste». Contactei o apoio ao cliente e enviei provas do erro, bem como documentação comprovativa da minha atividade. A própria Vinted informou-me de que existia um problema técnico que estava a afetar o registo na Vinted Pro, referindo que a equipa estava a trabalhar numa correção, mas sem indicar um prazo para a resolução. Apesar das minhas tentativas de regularização e da minha disponibilidade para cumprir as regras aplicáveis, a Vinted manteve o bloqueio permanente da minha conta. Após nova contestação, fui informada de que a decisão tinha sido revista e seria mantida, sem que me fosse apresentada uma solução concreta para a incompatibilidade entre o bloqueio da conta e a impossibilidade de concluir o registo profissional por um erro técnico reconhecido pela própria plataforma. O que pretendo não é contornar as regras da Vinted nem utilizar uma conta particular para exercer atividade comercial. Pretendo regularizar a minha situação e encontrar uma solução adequada, sem perder injustificadamente o histórico, as avaliações e a reputação que construí ao longo dos anos. Deste modo, solicito o apoio da DECO PROteste para interceder junto da Vinted e pedir: 1. A reavaliação efetiva do bloqueio permanente da minha conta original. 2. A possibilidade de reativar essa mesma conta, preservando o histórico de transações, as avaliações e a reputação acumulada. 3. A possibilidade de converter a conta original para Vinted Pro, caso cumpra os requisitos aplicáveis, ou uma explicação concreta, fundamentada e coerente sobre a impossibilidade de o fazer. 4. Um esclarecimento sobre a forma como a Vinted pretende resolver a situação de utilizadores cuja conta é bloqueada por alegada atividade comercial, mas que não conseguem concluir o registo profissional devido a um erro técnico da própria plataforma. Tenho disponíveis os comprovativos da Autoridade Tributária, as capturas de ecrã do erro de validação do NIF, as comunicações do apoio ao cliente e a decisão de bloqueio permanente. Acredito que uma análise independente desta situação poderá ajudar a encontrar uma solução justa e proporcional, tendo em conta as diligências que realizei de boa-fé para regularizar a minha atividade. Agradeço a atenção e o apoio da DECO PROteste na tentativa de resolução deste conflito. Com os melhores cumprimentos, Graziele Pires Evangelista Nome de utilizador Vinted: grazipires grazyartsunhas@gmail.com
Avaria
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à máquina de secar roupa da marca AEG, modelo TR719G4PB, adquirida na Rádio Popular - Arrábida, Vila Nova de Gaia, no dia 24 de novembro de 2025. Desde a sua aquisição, o equipamento tem apresentado problemas recorrentes que consideramos inaceitáveis, tendo avariado pela primeira vez cerca de um mês e meio após a compra e voltado a avariar poucos meses depois, apesar da intervenção da assistência técnica. Em janeiro de 2026, a máquina apresentou uma avaria no motor, tendo sido recolhida pela empresa Mavegon no dia 2 de fevereiro de 2026. Após a substituição do motor, o equipamento apenas nos foi devolvido no dia 20 de abril de 2026, obrigando-nos a aguardar mais de dois meses pela sua reparação. Posteriormente, em agosto de 2026, a máquina voltou a avariar, tendo sido novamente recolhida em setembro para intervenção técnica. Nessa ocasião, foi-nos indicado que o problema estava relacionado com a polia. A máquina foi-nos devolvida no final de setembro de 2026. Para agravar a situação, o equipamento apresenta atualmente várias marcas e riscos, aparentemente provocados durante o transporte e manuseamento nas recolhas e entregas efetuadas para reparação, incluindo riscos no vidro da porta. Assim, para além de termos sido privados da utilização normal do equipamento durante períodos prolongados, temos agora uma máquina que apresenta danos que não correspondem às condições em que foi adquirida. Consideramos inaceitável que um equipamento adquirido novo tenha avariado tão pouco tempo após a compra, tenha necessitado de duas intervenções técnicas e nos tenha sido devolvido com danos visíveis. A sucessão destes acontecimentos compromete a nossa confiança na qualidade e fiabilidade do produto e na resolução do problema através de novas reparações. Face ao exposto, exigimos a substituição da máquina por um equipamento novo, do mesmo modelo ou equivalente, em perfeitas condições de funcionamento e sem quaisquer danos, sem custos adicionais para nós. Não consideramos aceitável continuar sujeitos a sucessivas reparações de um equipamento que apresentou problemas desde o início da sua utilização, sobretudo tendo em conta os transtornos causados e os danos verificados após as intervenções de assistência técnica e transporte. Este pedido é apresentado ao abrigo dos direitos que nos assistem enquanto consumidores, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, nomeadamente quanto aos direitos aplicáveis em caso de falta de conformidade do bem e à repetição de avarias após uma reparação. Solicitamos, assim, uma resposta formal por escrito e a indicação das diligências necessárias para proceder à substituição do equipamento. Solicitamos igualmente que a situação dos danos provocados durante o transporte seja devidamente considerada e resolvida. Esperamos que a Rádio Popular assuma as suas responsabilidades e apresente uma solução adequada, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Envio, em anexo, os comprovativos das informações infracitadas. Com os melhores cumprimentos, Bruno Amorim TM.:937508011 N.º de fatura: ES 0730A/376658
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