Reclamações públicas

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J. G.
11/03/2025

Cobrança em excesso - tabela de preçços errada

Exmos. Senhores, Com a compra do grupo Arrifana de Sousa, o grupo CUF publicitou os seus planos para todos os antigos utentes da Arrifana de Sousa com um valor promocional simbólico. Para esta publicitação foram também disponibilizados folhetos informativos que direcionavam o cliente ao website promocional, com uma tabela de preço em vigor desde 11/09/2024 (tabela em anexo), que consultei em meados de Outubro. Eu tencionava aderir ao plano para usufruir do valor indicado na tabela para os "Alinhadores (duas arcadas)" - 3017.50€, conforme consta na página 7 da tabela, sem qualquer asterisco (*) ou indicação de que o valor poderia ser superior. No entanto, antes de aderir questionei à funcionária responsável pela adesão ao plano se o valor era referente especificamente aos alinhadores "Invisalign" e se teria que pagar algo mais, ao que esta respondeu que não sabia e deveria questionar às colegas do balcão da clínica. Uma vez ao balcão, a rapariga contactou por via telefónica um responsável da CUF que deu confirmação de que os Alinhadores indicados na tabela com o valor de 3017,50€ eram referentes ao Invisalign e que incluía todo o processo. Com esta confirmação, aderi ao Plano +CUF com o valor promocional e dei inicio ao processo dos alinhadores. Após realizar os raio-X necessários, ainda em Novembro, fiz a primeira consulta para o scan dentário, e no final fui obrigado a pagar o valor dos alinhadores por inteiro, no entanto, foi-me cobrado o valor de 3910€, valor este que coincide com a tabela que entrou em vigor apenas a dia 15/01/2025 (fatura e tabela em anexo). Desde a data do pagamento que tento resolver o problema diretamente com a Clínica, tendo já estado em contacto com vários membros da CUF, dos quais eventualmente fui simplesmente ignorado, e em outras tentativas se recusaram a assumir o facto de que foi feita uma cobrança em excesso. Entretanto também escrevi no livro de reclamações, e o prazo de resposta já passou há cerca de duas semanas, tendo sido mais uma vez ignorado. Fui assim forçado a pagar um valor bastante superior ao indicado e confirmado anteriormente ao inicio do processo, de uma tabela de preço que ainda não estava em vigor. Cumprimentos.

Encerrada
D. C.
10/03/2025

Dificuldade de cancelamento e cláusulas abusivas

Assunto: Cobrança abusiva e dificuldade para cancelar plano de saúde Queixa: Contratei o plano de saúde AgilCare da Agilidade, Lda em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento feito em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato para solicitar o cancelamento, pois estou desempregada e não posso mais arcar com os custos. Fui informada de que o cancelamento só pode ser solicitado 30 dias antes da renovação anual (ou seja, em janeiro). Como não fiz isso, fui obrigada a continuar com o plano mesmo sem utilizá-lo. Também me informaram que a renovação é automática, mas ainda assim, não fui avisada previamente sobre a necessidade de cancelamento dentro desse prazo. Tentei argumentar que essa prática é abusiva e contrária ao Código de Defesa do Consumidor, mas a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade, onde reafirmaram, de forma arrogante, que a única opção que tenho é agendar o cancelamento para o próximo ano e continuar pagando até lá, mesmo estando desempregada e sem usar o serviço. Essa situação é injusta e abusiva, e por isso exijo: 1. Cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. Suspensão de qualquer cobrança indevida ou tentativa de negativação do meu nome. Aguardo uma solução para o problema.

Resolvida
J. R.
06/03/2025

Marcação/cobrança errada

Exmos. Senhores, Após marcar consulta pela Médis, fui informado (após a mesma) que o Médico em questão não tem acordo com a seguradora, só pagarei a consulta se me cobrarem pela tabela da Médis tendo em conta o que descrevo de seguida. Hoje de manhã marquei consulta (inicialmente no whatsapp) de Dermatologia na unidade da Amadora, a operadora virtual pediu nome completo, idade e seguro de saúde. Após eu informar qual era o meu seguro (Médis) surgiu a mensagem da disponibilidade, data, hora da consulta e Dr., foi pedido para confirmar se queria marcar. Alguns minutos depois fiz uma chamada para o 21 da unidade da Amadora e pedi para falar com a assistente para confirmar se tinha mesmo consulta marcada, voltei a dar os meus dados e a referir o seguro de saúde, foi-me confirmada a consulta. Após a consulta, a administrativa (Edifício D piso 3) informou-me que a Medis estava "em baixo" e sugeriu-me que pagasse para depois apresentar à seguradora, rejeitei e pedi que me enviassem para casa com o valor correcto quando a situação estivesse resolvida. Pouco depois a administrativa lembrou-se que afinal o médico em questão não tem acordo com a Médis. Não vou pagar 110 euros, não marcaria sequer consulta se tivesse sido informado que o Médico não tinha acordo, não só não fui informado em momento algum, como referi nos 2 contactos (dei permissão para gravação da chamada) qual era a minha seguradora e as assistentes confirmaram a consulta com base nisso. Cumprimentos.

Resolvida
K. M.
05/03/2025

Cobrança Indevida e Recusa de Cancelamento

Exmos. Senhores, Em janeiro de 2024, a empresa Medicare entrou em contato comigo e, devido à grande insistência, acabei de aderir a um plano de saúde. Entretanto, em abril de 2024, fiquei desempregada e, imediatamente, entrei em contacto com a empresa para informá-los de que não teria condições de continuar com o pagamento, solicitando, assim, o cancelamento do plano. Não sei se uma atendente que me atendeu era inexperiente, mas, ao invés de cancelar o plano conforme solicitado, acabou renovando-o por mais um ano, contrariando expressamente o meu pedido. Disseram-me que eu deveria cumprir o período de fidelidade e que só poderia solicitar o cancelamento um mês antes do término do contrato. Não sei exatamente quando essa renovação foi realizada, mas o plano, que inicialmente terminaria antes, agora tem vencimento em janeiro de 2026. Desde então, entrei em contato diversas vezes para solicitar o cancelamento, inclusive durante ligações de cobrança, mas todas as minhas tentativas foram recusadas. Sem mais alternativas, enviei um e-mail solicitando formalmente o cancelamento e, como resposta, fui informada de que sou obrigada a pagar até janeiro de 2026, mesmo sem condições financeiras ou qualquer utilização do plano. Aleguei, ainda, as cláusulas contratuais que possibilitam a rescisão do contrato em caso de ausência de uso por 12 meses consecutivos ou por inadimplência pelo mesmo período. No entanto, a empresa afirmou que essas cláusulas não se aplicam para fins de cancelamento. Diante disso, solicito auxílio para resolver esta situação e invoco o Decreto-Lei nº 24/2014 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores), especialmente o artigo 5º, nº 7 , que estabelece que: "Quando o contrato for celebrado por telefone ou por e-mail, o consumidor só fica vinculado depois de concluir a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou comunicação de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contato telefônico seja deliberado pelo próprio consumidor." Diante do exposto, reitero meu pedido de cancelamento imediato do contrato, tendo em vista a irregularidade na renovação e a impossibilidade de arcar com os custos do serviço. Cumprimentos.

Encerrada

Ajuste de tabela de preços

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar o meu profundo descontentamento relativamente à Joaquim Chaves e manifestar a minha indignação face ao recente “reajuste” da tabela de preços. Há meses que realizo procedimentos na área da dermatologia, sendo que o valor sempre foi de 200 euros — um montante já superior ao praticado por clínicas especializadas, mas que estava disposta a pagar pela confiança depositada no médico. No entanto, para minha surpresa e indignação, no momento do pagamento do procedimento realizado hoje, fui informada de que o valor havia sido reajustado para 370 euros. Não contesto a atualização de preços, mas considero absolutamente inaceitável que, num intervalo de apenas cinco semanas, o custo de um procedimento praticamente duplique sem qualquer aviso prévio. Trata-se de uma atitude profundamente desrespeitosa para com os utentes. Acresce que o referido procedimento é simples e o seu custo está inteiramente associado ao trabalho do médico, não envolvendo qualquer medicamento ou substância que justifique um aumento tão desproporcional. Quando questionei a funcionária da receção e solicitei esclarecimentos à supervisão, fui informada de que desconheciam os motivos do aumento, limitando-se a cumprir a tabela definida pela administração, sem me conseguirem fornecer qualquer explicação adicional. Assim, exijo formalmente uma justificação para esta situação, pois, na ausência de um fundamento plausível, a única conclusão possível é que a Joaquim Chaves está a atuar de má-fé. Aguardo uma resposta célere e esclarecedora. Com os melhores cumprimentos, Ana Lopes

Encerrada
E. F.
03/03/2025

Cobrança indevida

Prezados senhores Fui contactada pela empresa Intrum Portugal a comunicar uma dívida de 100€ com a CUF Barreiro. A situação é que fiz uma consulta em vossa clínica com médica que possui acordo , e no balcão recebi a proposta de aderir ao plano mais CUF , tendo assim aquela consulta abrangida pelo mesmo. Então dias após da consulta contactei ao número indicado para aderir ao plano. Informada da consulta em aberto a atendente Bruna Pintor informou-me que tudo ficaria certo. Paguei a semestralidade de 55€ . 12 de Dezembro 2024. Em Março recebo o e-mail da Intrum informando a dívida com a CUF. Liguei à CUF para resolver . A atendente disse que reportou aos serviços responsáveis mas que já não ia a tempo de retificar, não havia muita esperança. Também não recebi prazo para uma resposta , cópia ou número de protocolo para seguir esse processo. Apenas um ( aguarde) enquanto meu nome está na Intrum. Esse constrangimento seria evitado com uma melhor COMUNICAÇÃO com o cliente . Bastava informar sobre a dívida antes de enviá-la a terceiros. Preciso resolver essa questão com urgência. Até sugiro cancelar o plano e pagar o valor restante para liquidarmos. Aguardo retorno com a maior brevidade. Melhores cumprimentos Emily Queiros Figueredo

Resolvida
R. D.
27/02/2025

Anulacao contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 50100139392, con os cartões 021090188/021090189/021158334/021158338. Tenho um mail da Medicare a 13-04-2022 onde confirma a adesão a Medicare, e foi através dessa data que me baseei para a anulação visto não ter qualquer contrato na minha posse. Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas no dia13/04/2025. Então hoje, 27/02/2025,liguei para a linha a solicitar o cancelamento do meu contrato que, apesar de eu ter no mail a data de 13/04/2022, dizem que começou em Janeiro de 2022 e então tenho de pagar ate janeiro de 2026. Deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos, ou então que cumpram a data que está no mail da confirmação da adesão para o cancelamento ser realizado agora. Cumprimentos.

Encerrada
F. D.
26/02/2025

Alteração Condições e Coberturas MGEN

Exmos. Senhores, Sou subscritor de um seguro de saúde AdvanceCare/MGEN, em parceria com a DECO, há sete anos, incluindo todos os membros do meu agregado familiar (2 adultos e 2 crianças de 8 e 4 anos). Todos os anos, os prémios do seguro são atualizados, o que compreendo e aceito. No entanto, este ano, para além do aumento expectável do prémio, constatei uma alteração radical das condições do plano, o que nunca aconteceu antes. Como exemplo, a comparticipação de consultas fora da rede, que anteriormente era de 50% (até 35€), foi completamente removida. Além disso, novos subscritores do seguro beneficiam de condições mais vantajosas do que clientes antigos, como limites de capital anual superiores. Entendo que as alterações foram comunicadas previamente, mas considero este procedimento pouco transparente. Alterações desta magnitude, que não se limitam apenas ao prémio mas sim à cobertura contratada, deveriam requerer uma aceitação explícita e informada por parte do segurado. Além disso, a forma como estas mudanças são comunicadas não realça claramente as modificações essenciais. Gostaria de obter uma justificação detalhada para esta situação e compreender qual a lógica de manter clientes antigos com condições inferiores às oferecidas a novos aderentes. Aguardo a vossa resposta.

Resolvida
I. S.
25/02/2025

Dívida não devida

Exmos. Senhores, Recebi uma notificação via sms da indebt de dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão nem tão pouco recebi em casa os cartões da medicare, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Assim exijo que considerem essa divida sem efeito Cumprimentos. Inês sousa

Encerrada
M. C.
25/02/2025

Livre resolução sem resposta

Exmos. Senhores Oura 24 02 2025 Cumprimentos Celebrei um contrato no dia 28 -11-2024 na compra de próteses auditivas facultei os meus dados bancários para terem acesso ao debito direto pois eu tinha dito que pagaria assim e não em prestações mensais como vim a saber a traves de ABANCA . Dei inicio no dia 6 de dezembro á livre resolução. Lembrando que o valor em causa são:5490 euros não reclamo pelo valor pois foi-me dito quanto custavam as próteses auditivas mas sim por terem feito o empréstimo bancário tendo eu dito que seria por débito direto da minha conta.(teria como cumprir sem ser necessário um empréstimo). Cumpri sempre dentro dos prazos tanto da livre resolução como da devolução das próteses, já passou algum tempo pois ABANCA já fez dois levantamentos agradecia a vossa ajuda pois das poucas vezes que atenderam o telefone tiveram sempre respostas evasivas junto comprovativos das minhas tentativas. sem mais atentamente.

Encerrada

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