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Digi Portugal - Sem serviço (fibra) há 5 dias | sem apoio
No dia 15 de outubro foi efetuada a "instalação" no meu prédio para termos acesso à fibra. O senhor da Digi indicou que seria necessário abrir um ticket para os seus supervisores aprovarem a "instalação" que estava a ser feita. Internet a funcionar, tudo ok. No dia seguinte, fiquei sem internet. Os supervisores vieram cá e conseguiram colocar a internet a funcionar novamente. No entanto, indicaram que a incidência já estava aberta e que seria necessária nova intervenção, pois a "instalação" não tinha sido efetuada corretamente. Ora dia 31 de outubro, pelas 12h40, fiquei novamente sem internet em casa. Liguei para o apoio, que prontamente indicou que o problema não era dos equipamentos em casa, mas sim da instalação que tinha sido efetuada no prédio. Iam abrir um ticket e que até ao final do dia estaria resolvido. Hoje, dia 3/11 continuo sem internet. Dizem que tem de aguardar, aguardar pela chamada do técnico, e nada. Uma pouca vergonha, falta de respeito e consideração pelo cliente que continua a pagar e não tem serviço. Tenho o serviço da DIGI há menos de 1 mês e já é a segunda vez que fico sem serviço. Hoje, dia 4 de novembro, continuo sem serviço e sem nenhuma chamada de nenhum técnico para resolver o problema. O apoio ao cliente é péssimo, pois a única informação que dão é "tem de aguardar pela chamada do técnico".
Cancelamento Encomenda 143792
Exmos. Senhores, Em 16/10/2025 comprei-vos, através do vosso site, 4 pares de sapatilhas da marca ADIDAS: (Adidas Gazelle Indoor; Adidas Samba; Adidas Samba OG; Adidas Spezial) por 322,34€. A referência da encomenda é 143792. Em 21/10/2025, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Cobranças indevidas de “serviço de nutrição (plano anual)” não contratado + falhas no cancelamento
Como nenhuma das minhas tentativas de cancelamento teve algum efeito minha ultima alternativa é reclamar por aqui. Em junho 2023 me foi oferecido um Pacote de 10 Consultas de nutrição, com oferta de mais uma consulta inicial de avalição, caso eu pagasse as 10 consultas no ato. Na altura era algo que me interessava e paguei por estas consultas no balcão da FitnessUP Antas. Ao se aproximar do fim das 10 consultas, questionei a minnha nutricionista na época como funcionaria quando acabassem as 10 consultas que eu havia comprado e me foi informado que seria cobrado conforme eu fosse agendando novas consultas com ela, e assim decorreu por mais alguns meses. Por volta de fevereiro ou março de 2024 eu não pude mais ir as consultas devido a questões pessoais e não reagendei novas consultas de nutrição, acreditando que apenas isso fosse necessário, pois foi o que me havia sido informado. Para minha surpresa, alguns meses depois, descubro que mensalmente eu continuava a ser cobrado 15 euros de 2 a 3 vezes por mes. No dia 2 de dezembro de 2024 pedi o recebimento de todas as faturas de cobrança dos anos anteriores a Fitness UP, documentos que até então eu nunca tinha recebido nenhum. Só após o recebimento das faturas eu pude descobrir que na minha fatura constava um Serviço de Nutrição (plano anual), serviço esse que eu nunca pedi ou assinei, pois me foi informado que eu estava comprando consultas e não assinando um plano de nutrição. Tentei algumas vezes pedir o cacelamento do serviço (e eu nunca consegui pedir o extorno dos valores, pois nunca foi cancelado o serviço): Por email me informaram que o cancelamento era apenas no balcão do clube. Por telefone, uma vez me informaram que iam tratar do cancelamento e das outras vezes me informaram que este tipo de questão era apenas no balcão do clube. Indo ao clube, sempre me informavam que a pessoa responsável por esse tipo de questão não estava presente e que iam passar a questão para o responsável. Não só o cancelamento, mas eu também espero ser ressarcido pelos valores cobrados indevidamente desde março de 2024 até o presente momento.
Descontinuação de um produto e recusa de reembolso
Comprei o jogo New World há cerca de três meses (Agosto 30) por aproximadamente 60€, e foi entretanto cancelado pela Amazon Games. Contactei varias vezes o apoio Amazon Games, que se recusou a devolver o valor pago, alegando que o jogo "continua jogavel", apesar de ter sido oficialmente descontinuado e sem futuras atualizaçoes. De acordo com o Decreto de Lei nº. 84/2021, que transpoe a Diretiva (UE) 2019/770, tenho direito a reembolso quando um produto ou serviço digital deica de ser mantido ou disponibilizado conforme anunciado. Solicito, portanto, o reembolso das autoridades competentes para garantir o cumprimento da legislaçao aplicavel.
Pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Em 28 de Julho adquiri, no vosso estabelecimento, uma viagem organizada a Roma e Assis que se realizará entre 4 e 9 de Novembro, pelo valor de 1810,00€. O sinal foi pago em 1 de Agosto no valor de 452,50€ Venho, por este meio, comunicar que, por razões de saúde, pretendo anular a minha inscrição na supra referida viagem. Assim, peço de novo à vossa agência para ser reembolsado do valor da inscrição (452,50€) já entregue. Cumprimentos.
Assunto: Adesão indevida ao Plano Casa Worten sem consentimento
Exmos. Senhores, No passado dia 22/09/2025, dirigi-me à loja Worten do Gran Plaza em Tavira para adquirir um esquentador - Nº de processo: 1105193342. Procedi ao pagamento integral do equipamento, acrescido da garantia extra de 6 anos e do serviço de instalação. Durante o processo de compra, o funcionário da Worten solicitou-me os meus dados pessoais (nome, morada, NIF, contacto e IBAN), alegando que seriam necessários para criar uma ficha de cliente e processar o pagamento da instalação. Contudo, sem o meu conhecimento, foi-me associado um “Plano Casa Worten”, contrato esse que nunca autorizei nem subscrevi. Posteriormente, constatei que me foi debitado o valor correspondente à primeira mensalidade do referido plano, através de débito direto autorizado indevidamente pela Worten, com base nos dados bancários que forneci apenas para efeitos de pagamento do serviço contratado. Esta situação é inaceitável e ilegal, constituindo: - uma violação do dever de informação e consentimento expresso previsto no artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor); - uma violação dos princípios da licitude e transparência no tratamento de dados pessoais, nos termos do artigo 6.º do RGPD; - uma prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Assim, exijo: 1. A anulação imediata do Plano Casa Worten associado ao meu nome e dados pessoais; 2. O reembolso integral de todas as quantias cobradas indevidamente através do débito direto; 3. A eliminação imediata dos meus dados pessoais de quaisquer bases associadas ao referido plano; 4. Um pedido de desculpas formal e a confirmação por escrito das medidas corretivas adotadas pela Worten. Segue em anexo o contrato do respectivo Plano, que me foi enviado para o meu email alguns dias apos a compra do esquentador, mas que nunca foi assinado pela minha pessoa. Com os melhores cumprimentos, Filipe Pereira.
Falta de acesso à receita de uso contínuo conforme prometido na adesão
Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu Plano de Saúde Medicare, associado ao contrato n.º 03120071559. No momento da adesão, foi-me confirmado expressamente que teria acesso à emissão de receita médica para uso contínuo, serviço que foi determinante para a minha decisão de contratar o plano. No entanto, após várias tentativas de solicitar a referida receita, não obtive qualquer sucesso nem apoio eficaz da vossa parte, impossibilitando-me de usufruir do benefício que motivou a adesão. Esta situação constitui incumprimento das condições apresentadas no ato da adesão, configurando publicidade enganosa e falha grave na prestação de serviço. Assim, requeiro uma resolução imediata da situação, desejo a rescisão do contrato sem penalizações e o reembolso das quantias pagas.
Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro
Exmos Senhores, Esta reclamação é dirigida à eDreams Portugal- Viagens de Lazer. No passado dia 24 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri uma noite no Hotel Riviera em Cascais, no dia 11 de outubro de 2025 (referencia da reserva 24036091081) - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Ana Carina Batista
cristovao
Olá, comprei na Internet no Facebook, uma caixa de areia de gato de um preço de € 24, paguei por Transferência Bancária, acontece que essa identidade é falsa, eles estão apenas lá para roubar dinheiro e dizer que esta é a primeira vez que eu uso um pagamento online e eu apenas fui pego e não estou sozinho, só vi que há muitas pessoas que fizeram o mesmo Não sei como posso recuperar sete dinheiro. Vamos ter cuidado, aqui está o nome da empresa. BLACK PORTUGUESA PPRO PAYMENT SERVICES S.A.
Falta de prestação de serviço e atraso na mudança de morada
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à falta de prestação de serviço por parte da Vodafone, no âmbito de um pedido de mudança de morada efetuado no dia 22 de outubro de 2025. Na referida data, solicitei a alteração da morada do meu serviço para um prédio recentemente construído, tendo-me sido informado que seria necessária uma verificação técnica da cobertura, com o envio de um engenheiro ao local. Contudo, não obtive qualquer contacto ou atualização após esse primeiro pedido. No dia 28 de outubro, voltei a contactar o serviço de apoio ao cliente, novamente sem qualquer resposta ou resolução. No dia 29 de outubro, realizei várias chamadas para o apoio ao cliente, sem que o problema fosse resolvido. Apenas no dia 30 de outubro fui novamente contactada, tendo-me sido solicitado o endereço do novo prédio — informação que já havia sido fornecida na chamada inicial de 22 de outubro. Nessa ocasião, foi-me confirmado que existia cobertura no local, mas até à presente data (4 de novembro de 2025) a instalação ainda não foi agendada. Assim, encontro-me há cerca de duas semanas sem acesso ao serviço de internet, sem que a Vodafone tenha disponibilizado qualquer solução temporária, nomeadamente o kit de contingência, apesar de o ter solicitado. Dada a situação descrita, considero que a Vodafone não cumpriu a obrigação de prestação do serviço contratado, pelo que solicito: 1. O reembolso proporcional do valor correspondente ao período em que estive privada do serviço; 2. A avaliação da possibilidade de cancelamento do contrato sem penalização, por justa causa, uma vez que o prestador de serviço não assegurou o cumprimento mínimo das condições contratuais. Aguardo uma resposta célere e a regularização desta situação.
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