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Viagem cancelado
Em suma, a Flixbus cancelou a minha viagem de regresso a casa no dia 15 de setembro, sem prestar qualquer tipo de apoio ou solução para o meu retorno, o que me obrigou a adquirir um novo bilhete com outra empresa de transporte e a recorrer a um serviço de táxi, para evitar pernoitar na estação de Sete Rios, em Lisboa. Após ter formalizado a reclamação e solicitado o reembolso, fui informada de que a Flixbus apenas reembolsará o valor da viagem efetuada com outra transportadora, não assumindo, no entanto, o custo do serviço de táxi. Considero esta situação inaceitável, dado que a única alternativa disponível para chegar a casa envolvia a compra desse bilhete e o recurso ao táxi era imprescindível, visto que não poderia permanecer na estação durante toda a noite. Solicito a devolução imediata do valor da viagem que não realizei, no montante de 10,47€, bem como o valor pago pela Rede Expresso (27€) e o custo do táxi (31,10€), despesas que não teria suportado se a vossa empresa não tivesse cancelado a minha viagem. Exijo que a vossa empresa me trate com o devido respeito e não estou interessada em justificações baseadas nos termos e condições da vossa política interna. Houve uma falha grave da vossa parte e a FlixBus não tomou qualquer medida para resolver a situação.
Falta de lotação/pouca frequência 4725
Exmos. Senhores, Venho alertar e reclamar de novo a situação que continua todos os dias na paragem ponte 25 Abril para linha 4725 sentido Setúbal, a tarde a partir das 16.30h. Todos os dias o autocarro vem já cheio de Lisboa e não parre na paragem, ou pare só se uma pessoa sair e pega outra da paragem, e o resto dos passageiros fiquem na paragem sem previsão quando conseguirem ir para casa. Infelizmente a frequência dos autocarros a essa hora é cada 30 min e a maioria das vezes já não há lugares. Ontem, dia 2 Outubro o autocarro das 16.47 só levou uma pessoa porque saiu um passageiro, e nós, o resto, ficamos a espera do próximo mais 30 min, o próximo também não levou todos, e assim podes estar a adivinhar se ficas anoitecer na paragem. Hoje, 03 Outubro, outra vez o bus das 16.47 só pegou uma pessoa e nós ficamos ma paragem para testar a nossa sorte com o próximo. Ainda por cima o autocarro era o mais pequeno do que costume, 53 lugares só, quando a empresa tem uns com 60 e ral, que podia ajudar bastante. O problema pode ser pequeno, más dessa paragem só essa linha faz sentido Setúbal e leva só lugares sentados, o passageiro então não tem garantia de serviço e qualidade da vida pessoal, sendo obrigado passar mais de metade do dia fora de casa e família. Não só só eu a passar essa situação, e mesmo que outros passageiros não reclamam, porque estão demasiado cansados ou porque não acreditam que alguém se preocupe, eu não vou deixar de alertar cada ocorrência, para fazer chegar a empresa ou entidades responsáveis que devem rever a lotação dos autocarros que fazem horas de alta procura e aumentar a frequência. A linha é usada em maioria dos trabalhadores e estudantes e não é suficiente fazer o mesmo horário e frequência como no verão. Cumprimentos.
Cancelamento voo
Exmos. Senhores, no passado dia 8/09/2024, o voo de Barcelona para Lisboa das 14.40h sofreu consequentes atrasos , acabando por ser cancelado. O que causou um grande constrangimento a mim e ao meu filho, pelo facto de não termos podido comparecer a um compromisso que estava agendado para esse dia. Como tal venho por esta via solicitar indemnização compensatória para este tipo de situação. C/ melhores cumprimentos, Alexandra Dias Cumprimentos.
Camioneta lotada linha 8041
Exmos. Senhores A linha 8041 da manhã, saida de gondomar às 6h50 chega à zona da lagoa já cheia. A partir esta zona as pessoas vão em cima uma das outras, deviam colocar mais camionetas por volta desye período de forma a conseguirem dar resposta aos passageiros. No sentido inverso, início em Campanhã a mesma linha tem falhado imenso camioneta que nao aparece. Nesta semana de forma constante... Cumprimentos. Bruno
Abuso de poder da PM do Porto
Exmos. Senhores, Venho por este meio descrever uma situação inadmissível que aconteceu esta segunda-feira, dia 30-9-2024. Eu, estudante universitária, estacionei o meu carro numa rua onde diariamente estão vários carros estacionados. A rua tem pouco movimento, não tem qualquer sinalização de que não é permitido estacionar, tem estacionamento marcado de um dos lados, e do outro não tem qualquer indicação. Quando estacionei o carro, a Polícia Municipal estava lá presente, mas inativa, estavam apenas dentro da sua carrinha, parados na mesma rua onde eu estacionei o carro. Eu estacionei, passei a pé pela Polícia, e nada me foi comunicado. Estacionei por volta das 10:30, e às 11h foi registada uma infração por estacionamento indevido, passo a citar, "em faixa de rodagem onde o trânsito se faz nos dois sentidos, obrigando à utilização da parte da faixa de rodagem destinada ao trânsito em sentido contrário". Ora, com tal não posso contestar pois é de facto um ponto do Código da Estrada, embora diariamente não seja cumprido naquela rua e nada aconteça. No entanto, acho completamente inadmissível terem-me rebocado o carro, e exigindo o pagamento de 135€ para o levantar. É um completo abuso de poder pois 1) eu estava presente no local ao mesmo tempo que a Polícia, que me poderia perfeitamente ter passado a multa e pedido simplesmente para tirar o carro; 2) todos os dias estão lá carros estacionados, não são rebocados e não causam qualquer transtorno; 3) consideram menos transtorno chamar um reboque para o meu e os restantes carros que lá estavam, do que me pedir para tirar imediatamente o carro e resolver o assunto por aí? 4) sou estudante, não tenho meios financeiros para suportar um valor tão absurdo que teria sido evitável. É um abuso enorme. Tudo seria até compreensível se por ventura eu não estivesse no local no momento em que a Polícia também estava. Mas eu estava no local, e tenho testemunhas, e foi simplesmente esperado que eu saísse da zona para multarem e rebocarem o meu carro. Foi-me ainda informado que a Polícia não é obrigada a informar nada. Não estou revoltada com não terem informado da possibilidade da multa, estou sim revoltada com não me terem pedido de imediato para tirar o carro. É uma falta de bom senso enorme de TODOS os Polícias que lá se encontravam. Já enviei reclamação e espero que resolvam rapidamente este assunto. O reboque foi completamente desnecessário e espero que a Câmara tenha a amabilidade de reconhecer isso e me devolver a quantia que paguei para o levantamento do meu veículo. Cumprimentos.
Atendimento loja de Sintra
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar com a qualidade de serviço prestada na vossa loja de Sintra na vertente do tempo de espera. Não se justifica ter apenas um gichet a prestar serviço! Cheguei a estar 6 horas para conseguiste atendido!! Cumprimentos.
Dano por javali na estrada
Exmos. Senhores, Ao circular na estrada apareceu três javali á minha frente e não conseguindo desviar, nem fazer nada um deles beteu contra mim. .
Expulsão injusta de voo e problema com reserva de animal
No dia 10 de agosto de 2024, fomos expulsos injustamente do voo SN3809 da Brussels Airlines, de Bruxelas para o Porto, após uma série de erros graves por parte da companhia aérea. Tivemos uma longa e cansativa viagem, que começou no dia 9 de agosto na Ucrânia e, após 20 horas de deslocação, estávamos prestes a embarcar no nosso voo final. Viajámos de Praga para Bruxelas, onde tínhamos escala de 1h, também com a Brussels Airlines, no voo SN2810, onde tudo correu bem, incluindo o transporte da nossa cadela. No entanto, ao embarcarmos no voo de Bruxelas para o Porto (SN3809), tudo mudou. Quando já estávamos sentados nos nossos lugares e o avião pronto a partir, as hospedeiras notaram que havia 5 animais a bordo, quando o limite máximo permitido era de 4. Informaram-nos de que a nossa cadela não constava na lista de animais autorizados, apesar de termos feito o pagamento correto e possuirmos todos os documentos, incluindo os comprovativos impresso e digital. Mesmo depois de termos provado que o pagamento foi feito, a companhia alegou que houve um erro informático que não detetou o excesso de animais a bordo. No entanto, as únicas soluções que nos ofereceram foram colocar a nossa cadela no porão (algo que não aceitámos, dado que pagámos pela sua viagem na cabine) ou sair do voo. Recusámo-nos a colocar a nossa cadela no porão por questões de segurança e bem-estar do animal, mas acabámos por ser forçados a abandonar o avião, o que nos causou grande humilhação e constrangimento perante os outros passageiros. Fomos então colocados num voo alternativo da TAP com escala em Lisboa, prolongando a nossa viagem em mais 5 horas, quando o voo original era direto para o Porto. Esse atraso causou-nos grande desconforto, agravando problemas de saúde de um dos passageiros, que tinha sido submetido a uma cirurgia à coluna recentemente. Além disso, o nosso cão também sofreu, tendo sido forçado a suportar um voo adicional sem possibilidade de se alimentar ou aliviar-se. Exigimos uma explicação detalhada sobre o que aconteceu e o porquê da nossa expulsão injustificada do voo. Como é possível que tudo tenha corrido bem no voo anterior, da mesma companhia, de Praga para Bruxelas, e depois surgisse este problema no segundo voo? Solicitamos o reembolso integral dos bilhetes, o valor pago pelo bilhete da cadela, e uma compensação pelos transtornos físicos, emocionais e financeiros, incluindo o custo adicional da refeição no voo. Já reportámos esta situação à companhia, mas a resposta recebida foi genérica e vaga, sem mencionar medidas concretas para o reembolso. Aguardamos uma resolução rápida e satisfatória.
Sinistro
Exmos. Senhores, Venho por este meio e através deste canal direto, apresentar a minha profunda indignação para com a Empresa Infraestruturas de Portugal pela sua posição lamentável perante uma situação de sinistro automóvel. Sucede-se que no passado dia 14-09-2024 pelas 20h40m, transitava na EN 251 de regresso do meu período de férias e de forma súbita ao Quilómetro 43, o meu veículo embateu contra um objeto metálico de grandes dimensões que se encontrava em plena faixa de rodagem, dai resultando uma perfuração do pneu traseiro direito e dano visível na jante especial. O objeto em questão, é similar a um veio de transmissão embora não tenha existido uma definição clara da sua origem. Tratando-se de uma zona completamente desprovida de luminosidade, foram contactadas de forma imediata as autoridades (GNR Coruche) e a linha de apoio das Infraestruturas de Portugal. No local do sinistro, a GNR do Posto de Coruche presenciou a situação, efetuou a verificação do objeto e elaborou a respetiva declaração de acidente a ser posteriormente apresentada nas Infraestruturas de Portugal para comprovar o sinistro. Uma vez efetuada participação junto das Infraestruturas de Portugal por forma a ser ressarcido pelos danos causados ao meu veículo, a resposta por parte desta Empresa foi a seguinte: "Analisado o seu pedido de indemnização sobre danos na viatura com a matrícula 11-AH-89, informamos que, face à ausência de provas que possam inequivocamente comprovar as causas do acidente, não podemos aceitar quaisquer responsabilidades sobre o mesmo. Por outro lado, ainda que se concedesse a previa existência existência de veio de transmissão de uma viatura na estrada, conforme alega, seria sempre imputável a terceiro que ali o teria largado em momento anterior ao acidente, omitindo o seu dever de remoção e alerta, impedindo-nos de atuar a tempo de evitar quaisquer constrangimentos na segurança dos utilizadores da via. Assim, não se verificando qualquer omissão de dever ou qualquer comportamento negligente da nossa parte, não estão, pois, preenchidos os requisitos da responsabilidade civil extracontratual, razão pela qual indeferimos o seu pedido" Face ao exposto supra, venho questionar o seguinte: Sendo a EN251 uma via gerida pelas Infraestruturas de Portugal, cabendo à mesma assegurar a segurança dos condutores através da remoção de objetos presentes nas faixas de rodagem, limpeza das bermas ou manutenção do estado do piso, questiono a razão de não existirem equipas, piquetes ou inclusive câmaras de vídeo-vigilância que possam de alguma forma monitorizar o estado das Estradas, da mesma forma que as mais diversas concessionárias o fazem nas Auto-Estradas nacionais ? Terá o Departamento responsável pela análise deste tipo de incidentes, a mínima noção de que caso o embate fosse mais violento ou que a velocidade do meu veículo fosse maior, daí pudesse resultar um despiste com consequências mais gravosas ? Para complementar o exposto supra, a minha indignação assume maior magnitude pelo facto de me ter sido solicitado por parte da linha de apoio ao cliente das IP, a remoção voluntária do objeto metálico da faixa de rodagem durante o incidente, sujeito a pôr em causa a minha integridade física, para posteriormente receber uma resposta completamente desprovida de empatia e bom senso, dado que a causa deste sinistro é e será sempre da total responsabilidade das Infraestruturas de Portugal que é a entidade responsável pela gestão e manutenção desta Estrada. Sem mais assuntos de momento. Com os melhores cumprimentos.
Falta de lotação para 4725 Lisboa -Setubal
Exmos. Senhores, Venho lamentavelmente reclamar a situação sobre a falta da lotação e pouca frequência da linha de autocarro Carris 4725 sentido Lisboa-Setúbal, que continua. Já reclamei anteriormente à situação que ocorre diariamente na parte da tarde entre 16h e 18h na paragem da ponte 25 de Abril. Esse já tornou-se uma situação regular. As pessoas da paragem Pragal (ponte 25 Abril) tao a passar pelo um tipo de loteria, sem ter a previsão alguma de quando conseguir voltar para casa. No dia 30 de Setembro, por exemplo, passaram 3 autocarros seguidos com intervalo de 30 min cada e nem sequer pararam nessa paragem, porque já vinham cheios de Alcântara. Então fiquei na paragem quase 2h sem opção de ir para casa, porque é a única linha e o único tipo de transporte que passa por ai, com a frequência que não é suficiente. Acabei de juntar me com mais uma pessoa e chamar um Uber para ir para casa. É inadmissível que uma pessoa passe pelo estresse de adivinhar quando chega em casa todos os dias, depois de um dia de trabalho, acordada das 5h de manhã. Maioria das vezes o autocarro não tem lugares suficientes, começando já com a paragem de Alcântara, um sinal forte para empresa do que deve ser revisto o horário e a frequência desta linha a partir de 16h, porque a procura, com o início das faculdades e fim da época de férias, aumentou. É muito injusto para o consumidor ter pago o passe mensal, que supostamente tem o objetivo de motivar as pessoas usar o transporte público para diminuir a poluição do ar e descarregar a cidade dos carros ligeiros, e não ter fiabilidade no serviço, e acaba por precisar de gastos extras com a procura de táxi por exemplo, ou chegar a noite em casa. Espero que a situação chegue as responsáveis do projeto do passe metropolitana, para verificar o plano de frequência da linha, porque a pessoa da paragem da ponte basicamente está sem escolha de alternativas. Cumprimentos.
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