Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. L.
12/03/2026

Cobrança

Venho reclamar sobre a Nos, meu contrato com ela foi de 2 anos terminou em Outubro de 2025,fui a loja cancelar disseram q n podia, pq q está ate o mes de maio,de 2026,so q n renovei agora vem mim cobrança de valores q n utilizo mas so o q devo lá e so um telemóvel, e quero mim regularizar com isso mas n pago o q a nos mim cobrar

Em curso
D. F.
12/03/2026

não recebi o pagamento da minha venda

Venho por este meio informar que fiz uma venda na vinted. O comprador abriu uma disputa com fotografias da encomenda vazia, apenas a embalagem. Eu respondi que a encomenda foi bem embalada como nas regras, embora não tenha fotografias. nas fotografias do comprador, dá para ver que a encomenda tinha sido bem embalada. Ao responder a vinted deu automáticamente a razão ao comprador. Fique sem receber o dinheiro da venda.

Em curso

Produto Defeituoso

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor relativamente a um problema ocorrido com um produto adquirido à empresa Bedivar, distribuidora da marca Merrell em Portugal. No dia 19/01/2026, adquiri um par de sapatilhas Merrell Wrapt Mulher, conforme fatura-recibo n.º FR7 FR726/1527, o qual recebi a 28/01/2026. No primeiro dia de utilização, 05/02/2026, ao sair de casa e ao atravessar um pequeno pátio com um ligeiro desnível — local que utilizo diariamente sem qualquer dificuldade — escorreguei de forma significativa, caindo e sofrendo lesões na anca e no cotovelo. A queda ocorreu devido à falta de aderência da sola do calçado, mesmo em piso apenas ligeiramente húmido. Durante o incidente, o calçado continuava a escorregar, dificultando inclusive levantar-me. De acordo com a informação disponibilizada no site da marca, este modelo apresenta características que sugerem utilização em condições húmidas (nomeadamente referência a membrana impermeável), criando uma expectativa legítima de segurança e aderência que não se verificou na prática. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, no mesmo dia do incidente. Fizeram a recolha das sapatilhas no dia 24/02/2026. Posteriormente, recebi uma resposta escrita da Bedivar, datada de 1 de março de 2026, na qual informam que a reclamação não foi aceite, alegando que não foi detectado qualquer defeito de fabrico e que o modelo foi concebido para utilização em contexto de montanha e trilho. Contudo, juntamente com a devolução do calçado apenas foi enviada a referida carta, não tendo sido incluído qualquer relatório técnico ou documento de análise que suporte a conclusão indicada pela empresa, apesar de mencionarem que foi efetuada uma análise pelo seu Serviço de Controlo de Qualidade. Considero, assim, que: - o produto não corresponde às expectativas legítimas criadas pela informação disponibilizada ao consumidor; - a resposta da empresa não apresenta fundamentação técnica verificável, uma vez que o alegado relatório de análise não foi facultado; - a situação coloca em causa a segurança do consumidor, tendo inclusivamente provocado uma queda com lesões físicas. Solicito, por isso, o apoio da DECO para análise desta situação e para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no sentido de obter uma resolução adequada do problema. Com os melhores cumprimentos, Joana Semião

Encerrada
D. A.
12/03/2026

Reserva não confirmada

Bom dia, Reservei uma viagem online, ida-volta Lisboa-Paris, através da Edreams e do seu sistema de congelamento de uma reserva, por 1€ e 3 dias (caso não encontre melhor, aquela estaria "garantida", pensava eu); ora, sucede que fui ao site para "descongelar" e finalizar a tal reserva, para depois pagar e, espantem-se, "o que querias esgotou", como quem diz "paciência e arranja-te, temos pena"!! Devolveram-me 1€, mas tive que reservar nova viagem, naturalmente, já por valor bastante acima... mas, enfim, reservei, confirmaram que estavam a processar, fui "debitado/cativado" no cartão de crédito e, novo espanto, passada 1 hora escreveram no e-mail "reserva parcialmente confirmada, não conseguimos confirmar o seu voo de volta, tem que procurar outro", dizendo que iam devolver esse valor correspondente; ora, eu comprei uma viagem de ida e volta e, de repente, e de forma unilateral, tive que comprar um voo de regresso, que me custou mais 75€ extra!!! Se não conseguiam confirmar a reserva da vinda, tinham cancelado e devolvido tudo, para eu poder ter a possibilidade de fazer nova pesquisa de ida-volta, ainda que (provavelmente) estivesse com um custo superior... E depois uma pessoa quer contactar com alguém e percebe que isso é uma falácia, fazem o que querem e nós à sua mercê! Exigo reembolso dos 75€ relativos à diferença daquilo que eu reservei efectivamente e que eles desconfirmaram, fazendo-me ter que comprar um voo só de volta, o que é uma total injustiça e falta de bom senso!! E já não falo na diferença de quase 200€ relativamente às reservas que eu havia congelado (sim, foram 2 e, para as duas, tive a mesma resposta "o que querias esgotou"! Agradeço a vossa assistência.

Em curso
G. F.
12/03/2026

Conta hackeada

Exmos. Senhores da DECO,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico num caso de extrema gravidade que envolve a usurpação da minha identidade digital e a perda total de controlo sobre o meu projeto profissional e académico, "Portugal Antigamente", alojado na plataforma Instagram. Como historiador e autor, dediquei os últimos anos à construção de uma comunidade de divulgação histórica que se tornou a maior do seu género em Portugal, servindo como veículo de educação e preservação da memória coletiva. No entanto, desde o dia 3 de setembro de 2025, encontro-me refém de uma situação de extorsão e de uma gritante negligência por parte da Meta Platforms, Inc., que se recusa a agir perante provas irrefutáveis de crime.A invasão da minha conta ocorreu na manhã do referido dia, quando fui surpreendido por notificações automáticas da própria plataforma informando que o meu e-mail de recuperação e o meu número de telefone tinham sido removidos. O invasor alterou imediatamente os dados de acesso para um e-mail de origem suspeita e implementou um sistema de autenticação de dois fatores externo, através da aplicação Duo Mobile, bloqueando qualquer tentativa de recuperação convencional da minha parte. O que se seguiu foi um processo angustiante de chantagem direta. Através do número de WhatsApp +44 7349 870174, o criminoso admitiu explicitamente o acesso ilegítimo, afirmando que a minha conta "não lhe interessava" e que o seu único objetivo era chegar a um acordo financeiro. Inicialmente, exigiu o pagamento de 700€, valor que foi baixando para 400€ e, finalmente, para 300€, à medida que eu recusava ceder à extorsão e tentava ganhar tempo enquanto contactava as autoridades.Tentei, literalmente, todos os mecanismos de suporte que o Instagram disponibiliza. Submeti vários pedidos de ajuda através do centro de segurança, realizei os procedimentos de verificação biométrica por vídeo (selfie de vídeo) por diversas vezes, onde a minha identidade é claramente confirmável através do cruzamento com as fotos e vídeos de cariz público que eu próprio publicava na página. Enviei e-mails para os canais de suporte técnico e de segurança da Meta (phish@fb.com e security@mail.instagram.com), anexando documentos de identificação e capturas de ecrã que provam a invasão e a tentativa de venda da conta. Tenho um processo de suporte aberto com o número 873044195107486, mas a resposta da plataforma tem sido nula ou meramente automatizada, ignorando o facto de haver um crime de extorsão em curso na sua própria infraestrutura.Perante o silêncio da Meta, formalizei uma queixa eletrónica junto da Polícia Judiciária (Queixa nº 2025/2623), reportando o acesso ilegítimo e a tentativa de extorsão. Notifiquei o invasor sobre esta queixa, ao que ele respondeu com total impunidade, afirmando que reside num país diferente, utiliza endereços IP falsos e que, se eu não pagasse, venderia a conta a terceiros ou apagaria o conteúdo permanentemente. É inadmissível que uma empresa com a dimensão da Meta permita que um utilizador legítimo, com uma conta verificada e profissional, seja despojado do seu trabalho por um indivíduo que utiliza abertamente a plataforma para cometer crimes, sem que haja um mecanismo de intervenção humana capaz de analisar a evidência documental que apresento. A minha situação é de desespero profissional. O projeto "Portugal Antigamente" não é apenas uma conta de rede social; é um arquivo digital de valor histórico, um canal de comunicação com centenas de milhares de pessoas e o sustento do meu trabalho como autor. A inação do Instagram está a validar a estratégia do criminoso, empurrando-me para uma situação onde a única solução parece ser o pagamento de um resgate, algo que me recuso terminantemente a fazer por princípios éticos e legais. Sinto-me completamente desprotegido por um serviço que, apesar de lucrar com o conteúdo que os criadores geram, não oferece o mínimo de segurança ou de apoio quando estes são vítimas de redes de cibercrime. Pelo exposto, recorro à DECO para que, através dos vossos canais de resolução de litígios, obriguem a Meta Platforms a realizar uma análise humana e técnica deste caso. Exijo a reversão imediata dos dados de acesso para o meu e-mail original (gfffarlens10@gmail.com) e a remoção dos bloqueios de autenticação impostos pelo invasor. A prova da invasão está nos próprios registos internos da Meta, que enviou os alertas de alteração de dados no dia 3 de setembro. Não aceito que uma falha tecnológica ou a rigidez de algoritmos de suporte permitam a destruição de um património cultural e profissional construído com rigor ao longo de anos.Aguardo com urgência a vossa orientação sobre os próximos passos a tomar, estando disponível para fornecer qualquer documentação adicional necessária para instruir este processo.Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Drummond Girão Peralta Farlens

Encerrada
M. C.
12/03/2026
Lisboagás Comercialização , S.A.

Reclamação por atraso sistemático no envio de faturas e cobrança indevida de custos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Lisboagás, devido ao atraso reiterado no envio das faturas de gás por via postal (CTT). Por duas vezes, recebi as faturas em papel já muito perto ou após a data limite de pagamento, o que me impossibilita de cumprir os prazos atempadamente. A empresa alega que a responsabilidade é dos CTT, mas, enquanto prestadora de um serviço publico essencial, a Lisboagás é responsável por garantir que a fatura chega ao cliente com a antecedência mínima necessária para o pagamento (conforme as regras da ERSE). É inaceitável que o cliente seja penalizado com custos de atraso por falhas de expedição da empresa. Mais informo que: 1. Sou reformada e por dificuldades de acesso à internet, pretendo manter a faturação em suporte de papel, um direito que me assiste legalmente. 2. Recuso o pagamento de quaisquer juros de mora ou taxas de atraso, uma vez que a demora não me é imputável. 3. Exijo que as faturas sejam enviadas com a antecedência devida para evitar estes transtornos. Solicito a anulação dos encargos por atraso e a regularização do envio das faturas futuras. CUI: PT1605000008386198YB

Em curso
M. S.
12/03/2026

Serviço incompleto sem reembolso justo

Contratei o serviço de limpeza de humidade e para começar a tecnica chegou sem materiais adequados como escada e material de proteçao ao ambiente conforme prometido no serviço no site. A tecnica nao terminou o serviço no dia estipulado e depois cancelaram as visitas duas vezes seguidas sendo a ultima sem ao menos me consultar. Eu nao pude aceitar a segunda remarcaçao pois ja tinha combinado com o pintor e portanto nao haveria mais bolor no local. Eu paguei por 3 ambientes, um ambiente quase nao havia bolor, ela limpou um e deixou outro por fazer que havia muito mais que o primeiro. REsumo eu paguei 109€ e me reembolsaram apenas 19€, com a desculpa que era o correspondente a um comodo que nao foi feito. Porem claramente a divisao nao é feita de forma justa e o serviço nao foi concluido por iniciativa da empresa e nao minha.

Em curso
R. S.
12/03/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Fiz uma compra na Amazon.es. A mesma deveria ser entregue num cacifo Locky no My Auchan do Bom Sucesso em Alverca. Recebi SMS dos CTT Expresso informando que a encomenda estava disponível para levantamento na loja CTT em Alverca. Contactei de imediato o serviço de ajuda dos CTT , ao qual recebeu o ticket SR0025953284. A resposta foi rápida e cordial. Informaram que por "problemas técnicos, não nos foi possível depositar o referido objeto no cacifo locky pretendido.". Ao qual respondi que eu não tinha disponibilidade de horário para me deslocar aos CTT de Alverca, ainda por mais trabalhando em Lisboa. Chego a casa pela 19hxx diariamente e o cacifo era ideal e junto da minha casa. Pedi para que enviassem a encomenda para outra morada (Lisboa no meu local de trabalho). Recusaram! Dizendo para me deslocar aos CTT de Alverca ou mandar lá um terceiro levantar a encomenda. Em resumo, a encomenda vai ser devolvida e se eu for reembolsado pelo vendedor terei que esperar até 3 semanas para tal. Acho o procedimento dos CTT vergonhoso e pouco profissional. Código encomenda: DW328777098PT Referência: TVcSgTQ4w_1

Resolvida
B. Z.
12/03/2026

ENCOMENDA NAO RECEBIDA - REEMBOLSO FORA DO PRAZO

Exmos. Senhores Dia 05 de Agosto efetuei a compra online de um telemóvel Samsung S24 Fe para oferecer no dia 10 de agosto. No momento da compra, o prazo para entrega foi de 3 dias úteis em minha morada. Dia 06 de Agosto foi expedido o pedido de Lisboa. A companhia de entrega relatou que esteve em minha morada e que não obteve sucesso na entrega pois não havia ninguém em casa, mas nunca nem lá foram, porque sempre havia alguem em casa e as camera de segurança tambem mostraram que não foi ninguém. Após mais de 10 dias sem receber o telemóvel, efetuei o cancelamento e pedi o reembolso do mesmo, o que não aconteceu. Dia 19-09 efetuei novamente o pedido de reembolso, não só do valor do telemovel, 394,94, mas do dobro do valor, De acordo com n.°10 do artigo 11.° do DL N°84/2021 o valor deve ser ressarcido dobro já que não foi cumprido o prazo conforme estabelecido no n.°9 do mesmo artigo do DL N°84/2021. Pedido através da referência 2-2JLIVE1S.

Em curso
A. D.
12/03/2026

não prorrogação de apolice

Exmos. senhores Dei conta que a seguradora cancelou o meu seguro automóvel por acaso quando decidi verificar ponto de situação do mesmo. Entrei em contacto com a seguradora e informaram que enviaram informação do cancelamento para as mensagens da conta online, mensagem esta que no momento da consulta já não se encontra visível (talvez por já ter passado algum tempo). Contactei novamente a seguradora por não visualizar a mensagem e desta vez informaram que não podem dar informações porque já não tenho contrato com eles. Não recebi um email ou correspondência escrita a justificar/comunicar a decisão do cancelamento. Estive vários meses sem cobertura, sem saber. É necessário comunicação por escrito o cancelamento de uma apólice por parte de uma seguradora? Atentamente

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