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Produto falsificado
Exms senhores, Já faz quase um mês que recebi um produto falsificado. Após análise da plataforma vinted, eu teria de devolver o produto ao vendedor e pagar os portes. Questionei sobre a proteção de produtos falsificados e que eles não estavam a cumprir com a mesma, onde diz que caso haja recebimento de um produto falsificado, tenho direito a um reembolso de 100% sem precisar gastar com os portes de envio, uma vez que a culpa não é minha. Após questionar sobre isso, a plataforma resolveu fazer outra análise que já está curso faz quase um mês. Eu forneci provas óbvias de que o produto é falsificado, fiz inclusive um comparativo com fotos do produto original e sequer me respondem. Ainda corro o risco de ignorarem o caso e fazerem-me devolver o artigo ao comprador e eu ter de pagar os portes. Simplesmente não acho justo, quero o meu reembolso total conforme a política da vinted diz sobre produtos falsificados.
Garantia em peça de reposição
Exmos. Senhores, Em 02/08/2022 adquiri um Aspirador Vertical DYSON V10 Absolute por €499,99. Recebi o vosso produto, mas sucede que este apresentou inúmeros defeitos ainda antes do final da garantia, sendo o mais grave deles: o gatilho do aspirador não estava mais a funcionar. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 05/07/2025, e então enviaram me uma peça para reposição (Corpo Principal Ciclone). Em 14/07/2025 entregaram-me a peça. Sucede contudo que o artigo voltou agora a apresentar outro defeito: o aspirador funciona de forma intermitente, mesmo com a bateria cheia ao carregar o gatilho, funciona durante alguns segundos e depois para de operar. Comuniquei-vos então de imediato o problema, em 26/01/2026, para que me dessem uma solução, ao que responderam, em 26/01/2026, que o problema era na peça Corpo Principal Ciclone e que o prazo de garantia legal já tinha, entretanto, passado, e que não podiam fazer mais nada. Como uma peça do equipamento foi substituída: no caso de uma substituição ou reparo, o novo produto ou peças trocadas têm um novo período de garantia, isso significa que, à data em que o 2º defeito se manifestou, ainda não tinha passado o prazo legal. Exijo portanto que procedam à reparação imediata do produto defeituoso, ao abrigo da garantia legal, e sem quaisquer encargos adicionais para mim. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Victor
Incumprimento contratual, prática abusiva
Venho por este meio relatar a minha experiência com a NOS, não apenas como uma reclamação, mas como um verdadeiro pedido de socorro de um cliente que se sente refém de um sistema que não respeita, não informa e não trata o consumidor de forma digna e humanizada. Sou cliente da NOS há cerca de 3 anos, período durante o qual enfrentei sucessivos problemas: serviços mal explicados no momento da contratação, campanhas publicitárias que não são respeitadas nem cumpridas, atrasos inadmissíveis (cheguei a aguardar 5 meses para receber uma oferta prometida após a adesão) e uma constante falta de clareza por parte dos vários interlocutores da empresa. No passado dia 13 de janeiro, data em que a minha fidelização se encontrava prevista para terminar, decidi contactar a NOS com a intenção de cancelar o contrato e mudar de operadora, motivado pelos valores elevados praticados e pela subutilização dos serviços incluídos. Após cerca de 40 minutos em chamada e passagem por três atendentes diferentes, consegui finalmente chegar ao departamento de cancelamento. Expliquei claramente os motivos do cancelamento. Como é habitual nestas situações, foi-me apresentada uma nova proposta comercial para retenção de cliente. Após cerca de 20 a 30 minutos de negociação, chegámos a um acordo, que incluía: - Serviço de internet fixa com velocidade de 1 Gbps, - Tecnologia fibra ótica, - Dois cartões móveis com dados móveis incluídos. Os serviços móveis estão a ser cumpridos. No entanto, o serviço de internet fixa elemento central do acordo não está a ser entregue conforme contratado. Desde então, tenho medido regularmente a velocidade da internet, que raramente ultrapassa os 400 Mbps, quando anteriormente o meu pacote já oferecia 500 Mbps. Ou seja: fui “atualizado” para um serviço pior. Além disso, constatei que o serviço entregue é por cabo coaxial, e não fibra ótica, o que contradiz frontalmente o que foi vendido. Para agravar a situação, o meu vizinho do andar superior dispõe de fibra ótica, enquanto a minha habitação, no piso inferior, não uma incoerência técnica nunca explicada. A partir desse momento, iniciei uma verdadeira via-crúcis com o apoio ao cliente. Contactei a NOS nos dias 20, 22 e novamente no dia 26. Em todas as chamadas enfrentei tempos de espera entre 40 e 54 minutos, passei por 4 a 5 atendentes diferentes, e ninguém conseguiu resolver o problema. A resposta é sempre a mesma: “será contactado em 24 a 48 horas”. Contacto esse que nunca acontece. Ao tentar exercer o meu direito de cancelamento dentro do prazo legal de 15 dias, fui informado de que teria de regressar ao contrato anterior ou pagar uma suposta multa de aproximadamente 200€, o que constitui uma violação clara do direito de livre resolução previsto na lei. Apesar de o período de desistência ainda estar em vigor, tentaram cobrar a penalização, o que considero uma prática abusiva. O padrão é claro: empurrar o atendimento, prolongar prazos, transferir responsabilidades entre departamentos e, aparentemente, ganhar tempo até que o prazo legal de desistência expire, impedindo-me de exercer um direito que a lei me garante. Informei expressamente que trabalho em regime de home office, e mesmo assim: - Não foi instalado o serviço prometido, - Não foi avaliada nem fornecida a infraestrutura adequada, - Não foi substituído o router por um equipamento capaz de suportar a velocidade anunciada, - Não me foi dada qualquer resposta concreta, técnica ou contratual. A sensação constante é de desorganização, desleixo e desrespeito pelo cliente. Vende-se rapidamente, promete-se tudo, mas quando chega o momento de cumprir o acordado, instala-se a omissão, o silêncio e a ineficiência. Hoje, dia 26, às 18h16, após mais uma chamada de 54 minutos e cinco atendentes, fiquei novamente sem solução, apenas com mais uma promessa vaga de contacto futuro. Encontro-me esgotado, sem o serviço contratado, sem clareza, pagando chamadas para tentar resolver um problema criado pela própria empresa, e com a nítida sensação de estar a ser deliberadamente impedido de cancelar o contrato. Solicito, de forma imediata: 1. O cumprimento integral do serviço contratado, conforme vendido (1 Gbps, fibra ótica e equipamento compatível), OU 2. O cancelamento do contrato sem qualquer penalização, conforme o meu direito legal, OU 3. Uma resposta formal, clara e definitiva, com prazos concretos e responsabilização. O que não é aceitável é continuar neste limbo, sem serviço, sem prova documental, sem resposta e sem respeito. Aguardo resolução urgente.
Burla - voucher não usufruído (outubro 2022)
Em Outubro de 2022 adquiri vouchers para dois saltos de paraquedas junto da empresa Skydive Maia – SMCCP Skydive Maia Clube e Centro de Paraquedismo (NIF 510021140), tendo pago integralmente o valor solicitado, no montante de 319,98 €, por transferência bancária para o NIB então indicado pela empresa. Desde essa data, o serviço contratado nunca foi prestado, tendo sido sucessivamente reagendado por motivos apresentados pela empresa como sendo condições climatéricas adversas ou restrições aéreas. Apesar de compreender que tais situações possam ser alheias à responsabilidade da empresa, são igualmente alheias à minha responsabilidade enquanto consumidora. Decorridos mais de três anos desde a aquisição do voucher, e após múltiplas tentativas de reagendamento, o serviço continua por realizar, o que ultrapassa manifestamente qualquer prazo razoável para a execução do contrato, configurando uma situação de incumprimento definitivo. Para efeitos de contacto, a empresa utilizava o endereço de email geral@skydive-maia.com e o número de telefone 91 000 6000. Não obstante as várias tentativas de contacto efetuadas através destes meios, não obtive qualquer resposta, o que demonstra uma ausência total de comunicação por parte da empresa. Acresce que a empresa cessou a sua presença online, não tendo sido prestada qualquer informação ou justificação formal relativamente à ausência de resposta, à suspensão de atividade ou a um eventual encerramento da empresa. Esta ausência total de comunicação impediu qualquer tentativa de resolução tranquila e extrajudicial da situação, e o súbito desaparecimento da empresa sem qualquer explicação razoável leva-me a admitir a existência de indícios de atuação em má-fé, ou, pelo menos, de total desconsideração pelos direitos dos consumidores. Existem ainda diversos relatos públicos de outros consumidores em situação idêntica, o que reforça a gravidade e o carácter reiterado dos factos. Nestes termos, apresento a presente queixa, solicitando a intervenção das entidades competentes, bem como a apreciação da legalidade da atuação da empresa, manifestando igualmente o meu propósito de ser indemnizada pelos prejuízos patrimoniais sofridos, correspondentes ao valor integral pago pelo voucher, uma vez que o serviço contratado nunca foi prestado.
Incumprimento de pagamento
Após várias tentativas desdevo dia 05.12, de provar com todos os comprovativos possíveis de que eu em momento algum estive em incumprimento e que tudo não passou de um erro da própria universo. Na 6a feira dia 23.01 recebi uma ligação que o assunto edtava tratado, porém hoje dia 26.01 recebo uma msg de meu cartão esta bloqueado porque meu nome consta como inadimplente no crc do banco de Portugal
Faturação incorreta.
As faturas que me apresenta e que de resto já tinha acesso através da plataforma, vêm acompanhadas de notas de crédito. Pelo que sei, as notas de crédito anulam a fatura passada anteriormente. Entretanto vou passar este assunto ao meu escritório de contabilidade para averiguar possíveis incompatibilidades com o sistema tributário português. Mais informo que a encomenda foi enviada em duas vezes. Pelo que não bate certo com a sua justificação uma vez que tenho várias faturas em separado. Volto a referir que uma vez que a encomenda foi feita de uma vez só, deveriam os senhores emitir uma fatura do valor global e sem nenhuma nota de crédito acompanhar. E se emitiram, realmente faturas das peças para que se justificasse o seu transporte, agora seria o momento para então emitirem as notas de crédito das mesmas e faturar de forma global tal como encomenda. Cumprimentos César Correia
Encomenda cancelada e reembolso não recebido
Exmos. Senhores, Fiz a encomenda original (Ref: HORXCDYKZ) no dia 10 de outubro de 2025, online, no site herbolariomedicinal.com. Enviei um e-mail no dia 23 de outubro de 2025, a solicitar informações sobre a minha encomenda, pois ainda aguardava a entrega. A resposta foi que alguns artigos poderiam demorar 7 a 14 dias úteis a serem entregues e que, caso não recebesse a encomenda num prazo razoável, me ofereceriam uma solução. A encomenda nunca chegou e, após enviar inúmeros e-mails sem resposta, solicitei o cancelamento e o reembolso total. De acordo com a página da minha conta no site, consta que a minha encomenda foi cancelada no dia 17 de dezembro de 2025, mas não fui notificado sobre isso. Já passaram mais de três meses desde que fiz a encomenda e ainda não recebi os 100,63 € pagos, nem qualquer comunicação da Herbolario Medicinal. Agradecia muito a sua ajuda para resolver esta situação. Obrigada.
ENCOMENDA NAO RECEBIDA
Exmos. Senhores, Em 15 de Dezembro de 2025 adquiri um Frigorifico, da marca Candy, pelo valor de 300.30 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 23 de Dezembro de 2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços em dezembro e janeiro de 2026 e obtive sempre a resposta de que estão a aguardar a recolha do equipamento pela transportadora. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido Frigorifico, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Incumprimento contratual, retenção indevida de caução e prejuízo financeiro por negligência da entid
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa M MOURA – SOCIEDADE DE GESTÃO IMOBILIÁRIA, LDA., na qualidade de antiga entidade gestora do imóvel situado em Estrada de Benfica 765 3Esq 1500-090, relativamente a graves incumprimentos ocorridos no âmbito da cessação do contrato de arrendamento. O contrato cessou no final de setembro de 2025, tendo o imóvel sido entregue nas condições acordadas. Decorridos mais de quatro meses, não me foi devolvida a caução nem prestada qualquer informação formal sobre o seu estado, apesar das múltiplas tentativas de contacto por e-mail, todas elas ignoradas. Paralelamente, fui prejudicada financeiramente devido à não disponibilização atempada da carta de cessação do contrato, documento a que tinha direito e que solicitei reiteradamente desde agosto de 2025. A recusa, atraso e sucessivas promessas não cumpridas por parte do colaborador responsável impediram-me de cancelar atempadamente contratos de serviços (Vodafone), obrigando-me a suportar pagamentos de mensalidades após já não residir no imóvel. Sublinho que: A ausência de resposta aos meus contactos constitui falta de diligência grave; A retenção prolongada da caução, sem justificação ou comunicação, configura incumprimento contratual; Os entraves criados no acesso à documentação essencial causaram prejuízo económico direto, que não teria ocorrido se o processo tivesse sido conduzido com o mínimo de profissionalismo. Esta situação revela um padrão de atuação negligente e abusivo, colocando o ónus financeiro e administrativo exclusivamente sobre a arrendatária, já com o contrato cessado. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de: -Obter esclarecimentos formais da empresa reclamada; -Promover a devolução imediata da caução ou justificação legal da sua retenção; -Apurar responsabilidades quanto aos prejuízos financeiros causados; -Garantir o cumprimento dos deveres legais da entidade reclamada. Com os melhores cumprimentos, Mafalda Evaristo NIF: 252978846
Pedido de Apoio – Incumprimento Contratual, Recusa de Reembolso e Cobrança Indevida pelo
Inscrevi‑me numa pós‑graduação do Instituto Politécnico de Tomar, paguei a taxa de matrícula e a 1.ª prestação da propina, mas a instituição não cumpriu o que estava contratualmente previsto. Depois de pagar, não recebi qualquer informação clara sobre o início das aulas ou horários. O acesso às plataformas foi disponibilizado 13 dias após o início do curso, o que me fez perder dois módulos completos. Durante esse período pedi ajuda e esclarecimentos, mas não recebi respostas que me permitissem acompanhar o curso. Perante esta situação, pedi a anulação da matrícula em 29/10/2025 e solicitei o reembolso da matrícula e da 1.ª prestação, uma vez que não tive condições reais de frequentar o curso. No entanto, o pedido foi indeferido com base num regulamento interno, ignorando o incumprimento evidente da instituição. Para agravar, estão a tentar cobrar‑me a 2.ª prestação (130 €), acrescida de juros, apesar de eu já ter cancelado a matrícula e de não ter usufruído do serviço. O atraso no acesso, a falta de informação e a ausência de apoio prejudicaram totalmente a minha frequência. A instituição não cumpriu a sua parte do contrato, mas recusa devolver os valores pagos e continua a emitir cobranças indevidas. O que solicito: • Reembolso da taxa de matrícula • Reembolso da 1.ª prestação da propina • Cancelamento da cobrança da 2.ª prestação e respetivos juros Peço o apoio da DECO PROteste para resolver esta situação, uma vez que considero que os meus direitos enquanto consumidora não estão a ser respeitados.
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