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Falta de cvp
Ja fiz o pedido do cvp na loja fisica me deram porem quando vou fazer a troca eles bloqueiam a portabilidade mesmo que em atraso por lei nao pode negar a opção de permanecer com o numero Vodafone é legalmente obrigada a fornecer o CVP (Código de Validação de Portabilidade), mesmo que tenha atrasos nas faturas
Cobrança abusiva e oculta de comissão de amortização de crédito
Exmos. Senhores Juristas da DECO, Na qualidade de associada, venho solicitar a vossa intervenção e mediação jurídica urgente face a uma prática comercial abusiva e opaca por parte da Volkswagen Financial Services (VWFS). Pretendo liquidar antecipadamente o meu contrato de crédito automóvel. Contudo, a simulação emitida pela VWFS exige o pagamento de uma comissão manifestamente desproporcionada de 7.425,81 € sobre um capital em dívida de 30.254,26 €. A VWFS admitiu por escrito (prova em anexo) que este valor corresponde à retenção de "80% dos fluxos vincendos (juros futuros)". Esta regra abusiva não consta do Contrato nem da FIN assinados no concessionário, remetendo o contrato de forma genérica para um "Preçário" online, o que consubstancia a imposição de comissões remuneratórias excessivas e a violação grosseira dos deveres de informação pré-contratual. O contrato foi formalizado com a afetação a Empresário em Nome Individual (ENI). Contudo, a recusa do departamento jurídico da VWFS (documento em anexo) ignora que a Lei das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85) – nomeadamente os artigos 5.º, 6.º, 8.º, 15.º e 19.º, alínea j) – protege de forma imperativa os profissionais contra cláusulas não comunicadas e comissões desproporcionadas impostas por entidades predisponentes. Houve, ainda, clara omissão desta tarifa por parte do intermediário de crédito (ZMOV Auto Lda) no momento da venda, configurando misselling. O processo já foi escalado internamente na VWFS e seguiu hoje como denúncia para o Compliance do Grupo Volkswagen na Alemanha. Solicito a vossa análise aos dois PDFs em anexo (que contêm a nossa oposição fundamentada e a prova documental da infração confessada pela instituição) e a abertura de um processo de mediação para exigir a anulação desta cláusula excluída por lei. Com os melhores cumprimentos, Luísa Maria Pires Martins Nelson Rodolfo Ferreira de Carvalho
Falta de segurança, higiene e prática pouco transparente
Ex.mos Senhores, Solicito a vossa atenção para o que se passou no evento musical "North Festival" na Maia. 1. No dia 7 de junho, o recinto encontrava-se sobrelotado, com circulação muito difícil e acessos ao palco feitos por escadas insuficientes e perigosas (para o público sem entrada VIP só vi 3 escadas). 2. As condições dos WC eram inaceitáveis, sem luz nem água em grande parte da zona. A partir de certa hora era quase impossível lá chegar, pois estavam do lado de fora do recinto do palco, sendo necessário circular pela sobrelotada zona de restauração e pelas escadas, enquanto outras pessoas circulavam em sentido contrário. 3. A área de restauração revelou-se incapaz de responder à afluência, com filas excessivas e sem espaços adequados para comer. Além disso, situava-se entre as escadas de entrada e o recinto do palco, obrigando à circulação das pessoas que estavam a entrar ou ir à zona dos WC. 4. O sistema cashless revelou-se pouco transparente. Em anexo envio print da informação, onde se pode verificar que a zona de restauração está no quadro “Onde usar o teu saldo” embora com um “x” à esquerda em vermelho, cor muito semelhante à do fundo do cartaz, sem qualquer realce. Não me parece uma informação clara para o consumidor, uma vez as três restantes situações são locais onde se podia, efetivamente, usar o cartão. 5. No mesmo print, informa-se que não há lugar a reembolsos. Pergunto se isto é legal. 6. Ao anoitecer, as filas para bebidas tornaram-se longas e muito demoradas, sendo extremamente difícil fazer o consumo do saldo do cartão. 7. Tentei usar o saldo restante do cartão nas bancas das bandas, mas também aí as filas eram intermináveis. 8. Saí do recinto por insistência da segurança sem conseguir gastar o saldo, pois as condições não o permitiram. 9. Em conclusão, considero que a organização falhou em aspetos essenciais de segurança, higiene e atendimento ao público.
Falsificação de folha de diagnóstico OCB
Apresento esta reclamação formal contra a Norauto Évora devido a uma manifesta incompetência técnica, irregularidade documental, falsidade de informações fiscais e total negligência pelo impacto social gerado na cobrança do serviço de "Diagnóstico Eletrónico" no valor exato de 65,95€, conforme a Fatura Simplificada N.º FS 26NORPT0627P54IS/0013223. No dia 15/05/2026, o veículo deu entrada na oficina de reboque após uma avaria decorrente de um curto-circuito na instalação de um rádio. Foi-me transmitido verbalmente pelos funcionários o veredito de que a centralina do carro (BSI) estava "queimada e sem qualquer comunicação com a máquina", sendo necessária a sua substituição total, sem que me tivessem prestado qualquer assistência ou relatório formal fidedigno. Contesto a competência do serviço prestado e exijo a devolução integral do valor pago e o reembolso das despesas geradas, com base nas seguintes ilegalidades: Incompetência e Contradição Técnica: O serviço de diagnóstico cobrado foi incapaz de especificar com rigor técnico a avaria. Enquanto verbalmente afirmaram que a unidade BSI não comunicava, no e-mail enviado pela gerência no sábado (16/05/2026) a oficina alterou a sua versão, alegando textualmente que o erro afinal "refere-se à unidade de controlo de comunicação da coluna de direção", misturando ainda falhas antigas e irrelevantes no sistema de ABS (as quais já eram do conhecimento da proprietária e não causavam o bloqueio de arranque do motor). A Norauto cobrou por um diagnóstico contraditório e inconclusivo. Omissão de Dados do Veículo e Falsidade de Identidade: O relatório técnico entregue em papel omitiu os campos fundamentais de identificação (Matrícula, Nome do Mecânico, VIN e Quilometragem), tornando-o um documento anónimo sem validade legal. Acresce que a fatura emitida indica falsamente que fui "Atendida por: Maria" e que o pagamento foi efetuado via "Cartões Multib / Visa". Trata-se de uma adulteração grave da realidade: devido à impossibilidade de deslocação presencial da reclamante, o pagamento foi realizado à distância via MB WAY para o contacto pessoal de uma funcionária. A emissão de um documento fiscal contendo um método de pagamento falso e um pseudónimo de um funcionário não envolvido indicia uma manipulação de dados informáticos para mascarar a operação. Duplicação Fraudulenta de Relatórios: A gravidade da situação adensa-se pelo facto de a oficina ter entregue à reclamante dois relatórios de diagnóstico impressos com datas diferentes (um com data de dia 15/05 e outro com data de dia 16/05) relativos a uma única leitura eletrónica, o que comprova uma manipulação ativa do sistema informático para tentar camuflar o desfasamento cronológico entre a entrada do carro e a emissão da fatura (emitida a 16/05/2026 às 16:58:13). Ressarcimento de Danos Patrimoniais Diretos (Reboque): Face à total incapacidade da oficina em realizar um diagnóstico estruturado e resolver o bloqueio com o software adequado, fui forçada a suportar o custo adicional de um segundo reboque para transferir o automóvel da Norauto para um eletricista automóvel independente que pudesse realmente solucionar o problema elétrico. Exijo o reembolso integral deste valor, cuja fatura/comprovativo detenho. Danos Morais Graves e Negligência Social: Expõe-se o gravíssimo impacto psicológico e familiar causado. A reclamante reside num meio rural isolado (Monte Branco, Azaruja), sendo o veículo o único meio de transporte disponível para prestar assistência e cuidados urgentes a um familiar doente que se encontra ao seu encargo. O diagnóstico deficiente, associado à retenção indevida do valor de 65,95€, à ausência de soluções de mobilidade e à imobilização do automóvel, gerou uma situação de profundo desamparo, ansiedade extrema e isolamento, deixando uma família vulnerável sem qualquer segurança. Face ao exposto, exijo o reembolso imediato dos 65,95€ cobrados abusivamente por um diagnóstico manifestamente irregular e administrativamente adulterado, bem como o pagamento integral do reboque. Esta reclamação é formalizada para efeitos de fiscalização pelas autoridades competentes (ASAE) e aplicação das devidas sanções legais.
Nao querem me devolver o valor dum aifone k paguei na hora e nao esta a funcionar em condições
A rádio popular nao me resolve o problema dum iphofe 15 PM 256 natur R-A comprado a 05 05 2026 O equipamento após 5 minutos ligado,começa a aquecer e reiniciar . Eu ja deixei lá na loga varios avisos k nao o quero , mas até hoje nao conseguem me resolver o assunto.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento relativamente à encomenda LS_37918, que efetuei no dia 25/05. No momento da compra, era indicado que a encomenda seria processada no prazo de 5 dias úteis. No entanto, até à presente data, continuo sem qualquer informação concreta sobre a sua expedição ou entrega. Solicito, por isso, uma resposta urgente sobre o estado da encomenda e uma previsão realista para a sua entrega. Caso exista algum problema com a disponibilidade dos produtos, agradeço que me informem de imediato para que possa encontrar uma alternativa. Mais informo, que tenho enviado diariamente emails e não obtenho resposta.
Bloqueio abusivo de fundos pela moey!/Crédito Agrícola desde 2023 e recusa de devolução sem ordem ju
Exma. Equipa de Mediação de Conflitos da DECO Proteste,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente junto da moey! / Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, face a uma conduta que considero abusiva, ilegal e que configura uma apropriação indevida do meu património financeiro.Desde o ano de 2023 que a referida instituição bancária procedeu ao bloqueio integral da minha conta e à retenção arbitrária dos meus fundos. Durante quase três anos, o banco remeteu-se ao silêncio absoluto, violando gravemente o dever de informação e transparência. Só obtive qualquer tipo de esclarecimento após tomar a iniciativa de contactar os serviços por via telefónica.Nessa chamada, foi-me admitido verbalmente que a retenção do dinheiro se devia a uma suposta "suspeita de fraude interna". Contudo, garanto e reforço que não existe qualquer processo-crime, inquérito judicial ativo ou ordem de congelamento de bens emitida por um Juiz de Instrução ou pelo Ministério Público que sustente esta decisão. O dinheiro retido tem uma origem absolutamente lícita, transparente e plenamente demonstrável.Após apresentar queixa, recebi uma comunicação da Provedoria do Cliente do Crédito Agrícola a remeter uma resposta formal apenas para o dia 25 de junho de 2026. Considero este prazo inadmissível e uma tentativa dilatória de continuar a reter fundos de forma puramente administrativa e à margem da lei. Um banco não pode confiscar o dinheiro de um cliente com base em suspeitas internas infundadas e sem validação judicial.Perante a total ausência de cobertura legal para este bloqueio prolongado, recuso-me a aguardar passivamente enquanto sou privado dos meus recursos desde 2023.
APROPRIAÇÃO INDEVIDA DO NÚMERO E SALDO EXISTENTE
Exmos. Senhores, A 1 do corrente mês, desloquei-me à vossa loja sita no Alameda Shopping, junto ao Dragão, no Porto. Uma vez mais, o meu telemóvel com cartão pré-pago e número 916070709 estava por vós desactivado. Tal circunstância era recorrente, mas anteriormente, sempre foi possível reactivá-lo. Agora foi-me dito que, pela pouca utilização dada ao telemóvel, os Senhores, desde 6 de fevereiro passado, caçaram o número - minha pertença desde há mais de 20 anos! - como também absorveram o saldo existente no cartão. É intolerável que, desta forma prepotente e unilateral, se apropriem, de forma indevida, do património que é meu: saldo e número de telefone que exijo que me devolvam no mais curto espaço de tempo. Nessa expectativa, apresento melhores cumprimentos. A.M.
GLOVO ENCOMENDA PAGA E NAO RECEBIDA
Fiz uma encomenda na primor de 50 euros, não recebi encomenda e ainda não me reembolsaram!!!!! Estou nisto ha uma semana!!!! Uma vergonha!!!!! Diversas reclamações e nada!!!!!!
Passatempo
Exmos. Senhores da Betclic Portugal, Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao passatempo promovido na vossa página de Instagram para atribuição de 6 bilhetes (3 bilhetes duplos) para o jogo Portugal–Nigéria. Participei no passatempo cumprindo as condições indicadas na publicação, nomeadamente seguir a página Betclic Portugal, colocar gosto na publicação e comentar identificando a pessoa que levaria comigo e o motivo. De acordo com as regras divulgadas, os 3 comentários com mais gostos seriam os vencedores. O meu comentário alcançou 559 gostos, número que, pelo que consegui verificar, era superior ao número de gostos associado aos comentários posteriormente identificados como vencedores. Por esse motivo, fiquei surpreendida por não ter sido selecionada nem contactada, pelo que gostaria de compreender quais foram os critérios efetivamente aplicados no apuramento final. Gostaria igualmente de esclarecer que não solicitei, comprei, troquei ou incentivei qualquer tipo de interação fraudulenta. Sendo uma publicação pública e com elevada visibilidade, é perfeitamente possível que algumas contas desconhecidas ou até falsas tenham interagido com o meu comentário sem o meu conhecimento ou consentimento. Caso tenha sido identificada alguma atividade considerada suspeita entre os utilizadores que colocaram gosto no meu comentário, considero importante referir que não tenho qualquer controlo sobre quem decide interagir com uma publicação pública do Instagram. Não tive qualquer participação em práticas de manipulação de resultados, nem adotei qualquer comportamento contrário às regras divulgadas. Por esse motivo, agradeceria que me fosse esclarecido: Qual foi a data e hora exatas consideradas para a contagem dos gostos; Qual foi o número oficial de gostos contabilizado no meu comentário no momento do apuramento; Se a minha participação foi considerada inválida ou desqualificada; Em caso afirmativo, qual foi o fundamento concreto dessa decisão; Se foi efetuada alguma análise aos gostos recebidos e quais os critérios utilizados para determinar uma eventual desqualificação. Acredito que a transparência é fundamental em qualquer passatempo e, por esse motivo, solicito uma revisão da minha situação ou, pelo menos, uma explicação detalhada que permita compreender o motivo pelo qual uma participação com um número de gostos superior ao dos vencedores anunciados não foi considerada vencedora. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo o vosso esclarecimento.
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