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Router
E mis Senhores Venho por este meio reclamar de uma má prestação de um serviço na loja do shopping de Leiria. Assim, estando a ter problemas numa das moradas das quais tenho os vossos serviços, fiz a troca dos equipamentos e fui eu quem fez a instalação. Para a minha segunda morada, foi-me proposto um novo serviço com internet visto só ter no momento o serviço de televisão. Na altura acordei e entregaram-me o equipamento sem fazerem a marcação de um técnico para a instalação do equipamento. Não tendo conseguido instalar o equipamento, voltei à loja que me remeteu para o serviço de apoio ao cliente. Estes exigem €40 para a instalação do router. perguntei várias vezes na loja se seria capaz de instalar o router ou se seria necessário o apoio do técnico, responderam-me sempre que eu podia instalar. Recuso-me a pagar o montante pedido pois a orientação dada em loja não foi a mais eficaz e estou a pagar um serviço do qual não estou a usufruir. Atenciosamente Sónia Carvalho
Menzzo – encomenda nunca entregue e reembolso não efetuado
Texto da exposição Efetuei uma compra no site menzzo.pt no dia 11 de julho de 2025, relativa ao pedido n.º 19000002275, tendo pago integralmente a encomenda no momento da compra. A entrega estava prevista entre 27 de novembro e 4 de dezembro de 2025, mas a mesa nunca foi entregue. A própria Menzzo indica nas suas condições gerais que opera também para clientes em Portugal. No dia 25 de dezembro de 2025, após ter sido eu a contactar a empresa para saber o estado da encomenda, fui informada de que existira um alegado erro logístico e que a entrega só seria possível em fevereiro de 2026. Respondi de imediato que não aceitava continuar à espera e que pretendia o cancelamento da compra e o reembolso integral. Em 31 de dezembro de 2025, a empresa propôs um artigo semelhante com entrega em 7 dias. No dia 1 de janeiro de 2026, recusei expressamente essa alternativa e reiterei que não pretendia qualquer produto de substituição, mas sim a devolução total do valor pago. Em 14 de janeiro de 2026, voltaram a insistir numa futura disponibilidade do produto. Reforcei novamente que já não pretendia a mesa e que queria o reembolso. Em 19 de janeiro de 2026, a empresa respondeu que compreendia a situação, que o pedido tinha sido encaminhado para o departamento responsável e que o montante seria devolvido pelo mesmo método de pagamento. Apesar disso, até hoje, 20 de março de 2026, o reembolso continua por efetuar, apesar de já ter enviado 11 emails adicionais, recebendo sempre respostas vagas de que o caso está “em tratamento” ou “no departamento responsável”, sem qualquer resolução concreta. Esta situação é inaceitável. A legislação de proteção do consumidor aplicável às compras à distância determina que, após a resolução do contrato, o fornecedor deve restituir ao consumidor a totalidade do montante pago no prazo de 14 dias, sob pena de devolução em dobro e eventual indemnização. A própria Menzzo prevê nas suas condições gerais a possibilidade de cancelamento em caso de indisponibilidade e refere reembolso no prazo máximo de 14 dias. Exijo, por isso, o reembolso integral imediato do valor pago, pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra, bem como o envio do respetivo comprovativo. Caso a situação não seja resolvida de imediato, irei prosseguir por vias formais junto das entidades competentes.
Serviço de Valor Acrescentado (SVA) em Portugal, com subscrições indevidas, não solicitada
O número 62966 é um número de Serviço de Valor Acrescentado (SVA) em Portugal, frequentemente associado a subscrições indevidas ou não solicitadas, principalmente da empresa Go4Mobility. Tendo dado conta, em determinado momento desta situação, segui as orientações de anulação do serviço, enviando a mensagem SAIR, tal como o indicado. Nunca fiz, intencionalmente, a subscrição deste serviço e é-me agora apresentada, pela empresa Vodafone, registo de inúmeras subscrições, não realizadas por mim das quais me é apresentada a fatura de serviços, que não solicitei e que envio em anexo. Mais informo que a primeira vez que dei conta da subscrição deste serviço, dirigi-me a um Posto Vodafone e solicitei o cancelamento imediato do serviço. Pelo que consultei a Vodafone e outras operadores prestam serviço para este tipo de empresas que são enganadoras para os clientes das respetivas operadoras e tal não devia acontecer. Acrescento ainda e envio como anexo print de algumas subscrições realizadas sempre em momentos em que estou a lecionar, pois sou professora e é muito fácil comprovar/aferir pelo meus horário letivo. Envio documentação em anexo: fatura, print das mensagens enviadas "SAIR", do serviço. Solicito resposta para a seguintes questões: Como evitar estas subscrições indevidas, que não solicito, nem consigo perceber, como acontecem? Tenho que pagar a fatura que me é apresentada pela Vodafone, referente á subscrição de serviço que não solicitei, de forma consciente? Fico a aguardar resposte e ajuda.
Desativação indevida de contas Facebook e Instagram sem resposta ao recurso
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Meta Platforms, Inc., responsável pelas plataformas Facebook e Instagram. A minha conta foi desativada permanentemente alegadamente por violação dos Padrões da Comunidade. No entanto, considero que esta decisão foi tomada por erro, uma vez que o conteúdo em causa consistia apenas num repost de uma imagem inocente (bochechas de um bebé), sem qualquer teor impróprio ou intenção de violar regras. Já apresentei recurso através dos meios disponibilizados, mas até ao momento não obtive qualquer resposta ou esclarecimento adicional. Adicionalmente, o bloqueio afetou também o acesso à minha conta de Facebook, impossibilitando-me de utilizar serviços essenciais e associados. Solicito assim uma revisão manual do caso, bem como uma explicação clara e detalhada sobre a alegada violação, garantindo o meu direito à informação e a um tratamento justo enquanto utilizador. Agradeço a vossa intervenção no sentido de obter uma resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Termoacumulador Voucher E-Lar
Boa tarde No dia 16 de Fevereiro de 2026 adquiri um termoacumulador no Leroy Merlin de Évora, usufruindo do voucher E-Lar. Antes de me dirigir à loja contactei o contact center da Leroy no dia 13 de Fevereiro a fim de obter informações quanto aos custos e procedimentos de transporte e instalação. Foi-me garantido que a instalação seria opcional, bem como o transporte do equipamento. Inclusive foi-me dito "mesmo sendo do voucher E-Lar, se tivermos o equipamento disponível em loja e se tiver espaço no seu carro, pode levá-lo logo". Ao chegar à loja no dia 13 fui informada que seria obrigatório o transporte e a instalação por parte da Leroy Merlin, encarecendo 246 eur. Foi uma enorme e desagradável surpresa. Paguei e, conforme sugestão das funcionárias da loja, apresentei uma reclamação que apenas teve uma resposta: algo como "Lamentamos a situação e desejamos continuar a contar com a sua confiança". A "situação" obrigou a uma deslocação em vão para Évora (68km do local onde resido) e a um pagamento de 246,00 eur que não me havia sido anteriormente informado. De referir que em loja me foi dito que, se adquirisse o equipamento através do voucher E-Lar, apenas necessitaria de apresentar o voucher, assinar um contrato, fazer o pagamento e posteriormente estar no local para receber a equipa, quer para o transporte, quer para a instalação. Fui posteriormente contactada para realizar o agendamento para a entrega do equipamento e para ser feita a instalação. Tudo correu bem durante o processo de agendamento até ao dia da instalação. Uma vez que seria necessário aplicar o corte num armário da cozinha para poder caber o termoacumulador, antes da data da instalação resolvi a situação com um carpinteiro de forma a garantir que o termoacumulador caberia no local onde seria colocado e a instalação seria feita. No dia da instalação, e uma vez que me encontrava a trabalhar, pedi o favor a uma pessoa para estar no local, pagando-lhe um valor acordado. Tudo fiz para garantir que a instalação fosse feita e para, claro, evitar uma nova deslocação. No dia da instalação, o horário foi cumprido mas a instalação não foi realizada. O motivo: não ter um disjuntor diferencial. Foi dito que o local estava com as medidas certas para a colocação do termoacumulador mas que a instalação apenas se podia realizar com a colocação do disjuntor diferencial que tem o custo de 100 eur. Foi também dito que esse trabalho poderia ser feito pela própria equipa da instalação ou por outra pessoa, sendo que nesse caso carecia de nova deslocação da equipa para instalação do termoacumulador. Refira-se que em nenhum momento, quer na loja, quer no contact center, fui informada de ser necessário e determinante ter um disjuntor diferencial, e muito menos fui informada que a ausência do mesmo impossibilitaria a instalação. Não tinha conhecimento, de todo...! É de facto lamentável toda a situação ocorrida desde o início do processo, primeiramente em que o contact center diz que o transporte e a instalação seriam opcionais sendo que depois paguei 246 eur, de surpresa, porque afinal existia obrigatoriedade de transporte e instalação pela Leroy Merlin e agora quando preparo tudo para a instalação ser realizada, inclusive pago a uma pessoa para estar no local, e é dito no proprio dia que apenas é feita a instalação se tiver um disjuntor diferencial no valor de 100 eur..! Isto é realmente lamentável porque a informação não é dada convenientemente! Outra situação deveras lamentável é que, com a subida abrupta do preço atual do gasóleo, a equipa que instala o equipamento ande a deslocar-se apenas, porque instalar equipamentos não pode, já que não tem as condições para poder realizar o seu trabalho convenientemente. No meu caso foi assim, a equipa deslocou-se mas não teve como efetuar o trabalho porque eu não fui informada da obrigatoriedade de ter um disjuntor diferencial. Agora irei tratar do disjuntor e depois agendarei outra deslocação da equipa, o que se reflecte num desperdício de tempo, recursos e de dinheiro em gasóleo. Apresento aqui a minha reclamação referentemente às duas situações que muito me incomodaram e continuam a incomodar pois a instalação continua por ser realizada, apesar de eu ter tratado de tudo o que me foi dado conhecimento para assegurar que seria concretizada. Estou bastante insatisfeita com a atuação da Leroy, o que é totalmente compreensível quando, de surpresa, me pedem 246,00 + 100,00 para consumar um serviço que aparentemente não teria qualquer custo associado, conforme me foi indicado pelo contact center, aquando fui informada que o transporte e a instalação seriam opcionais. Lamentavelmente, nada do que me foi dito se aplicou e a Leroy apenas me trouxe problemas para resolver. Grata pela atenção
Rescisão contratual – cláusulas abusivas
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Securitas Direct Portugal Unipessoal, Lda (Verisure) relativamente ao contrato nº 700814, associado à empresa Refugio Cativante Unipessoal Lda (NIF 516513630). O contrato foi celebrado em 02/02/2022 e tem vindo a ser sucessivamente renovado automaticamente por períodos de 12 meses. Após vários anos de relação contratual, manifestei a minha intenção de rescindir o contrato. No entanto, a empresa recusa a rescisão, alegando que apenas é possível denunciar o contrato na data de 02/02/2027, com base numa cláusula de renovação automática. Considero que esta prática é abusiva e desproporcionada, na medida em que: Impõe renovações automáticas sucessivas sem possibilidade real de saída fora de uma janela temporal muito limitada; Limita de forma significativa o direito de denúncia do contrato; Cria um desequilíbrio contratual em prejuízo do cliente. Solicitei a aplicação de um prazo de aviso prévio razoável (30 dias), o que foi recusado pela empresa sem apresentação de uma solução equilibrada. Deste modo, venho solicitar a intervenção da DECO para análise desta situação e apoio na resolução do conflito, nomeadamente para permitir a rescisão do contrato em condições razoáveis. Com os melhores cumprimentos, Karen Bosman
serviço de instalação
Comprei e paguei na Leroy Merlin material cerâmico para forrar o topo e as laterias de uma mesa que tenho em casa. Os instaladores, depois de adiarem três vezes a instalação, fizeram uma instalação que não é adequada nem tem qualidade, isto confirmado pela pessoa principal ao cargo da instalação. Pedi o meu dinheiro de volta e a Leroy Merlin disse que apenas me ia compensar pelo preço da instalação, o que ainda não o fez, mas não me compensava pelos estragos nos materiais que ela própria tinha destruído. Submeti uma reclamação no livro de reclamações (reclamação ROR00000000045508790) on-line e a resposta da na Leroy Merlin (cuja cópia anexo) é totalmente inaceitável: 1. Dizem que me vão ressarcir da mão de obra mas ainda não pagaram. 2. Consideram que os materiais são por minha conta, mas foram destruídos pelos instaladores da Leroy Merlin, tendo também destruído a mesa onde tomo o pequeno almoço, mesa onde seria aplicado o material cerâmico, cuja destruição me devia também ser compensada monetariamente. Não posso aceitar o mau serviço prestado ao cliente por este fornecedor, bem como a sua recusa de uma compensação total pelos danos.
Incentivo não recebido
O meu nome é Gisele Tatiana Ayala Martins, portadora do NIF 257654631. Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao apoio do programa Acelerador Qualifica, uma vez que concluí o meu processo no mês de julho, há cerca de 7 meses, e até à presente data ainda não recebi o respetivo apoio. Gostaria, se possível, de obter informações sobre o estado do meu processo e a previsão para a atribuição do referido apoio. Já contactei com o centro qualifica onde completei o processo e o mesmo indica que já na me conseguem dizer nada, pois o atraso não depende do mesmo. O tempo de demora deste incentivo deveria motivar a mudança de nome do mesmo pois de acelerado, não tem nada e é inadmissível que assim seja. Sete meses não são suficientes para averiguação do processo? Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos,
Problema com prazo de entrega
Efetuei a compra de um sofá no dia 21/02/2026, não tendo, até à presente data, recebido o bem nem qualquer informação concreta sobre o estado da encomenda ou previsão de entrega. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o fornecedor encontra-se obrigado a proceder à entrega dos bens no prazo máximo de 30 dias, na ausência de acordo em contrário, bem como a prestar informação clara e atempada ao consumidor. Apesar de contactos já efetuados, não obtive qualquer resposta adequada, o que revela incumprimento dos deveres de informação e diligência a que estão legalmente obrigados. Deste modo, solicito que, no prazo máximo de 5 dias úteis, me seja comunicada uma data concreta e vinculativa para a entrega do bem. Caso não venha a ser apresentada uma solução clara dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de, nos termos legais, exigir o cumprimento imediato da obrigação ou proceder à resolução do contrato, com devolução integral dos montantes pagos, bem como recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. A presente comunicação deverá ser considerada como interpelação formal para cumprimento. Sem outro assunto,
Burla
A minha esposa teve um acidente no dia 9/02/2026 na qual foi culpada , então acionei os danos próprios para fazer a reparação da minha viatura . pois passado quase 45 dias continuo aguardar resposta da companhia para fazer a reparação . entao depois desses 45 dias recebo uma chamada da oficina que vão fazer a reparação e agendei o dia . hoje recebo por parte da oficina uma chamada na qual a pessoa da oficina diz que esteve lá o perito e diz para a reparação mas que tenho de pagar 2 franquias pois o perito acha que tinha danos anteriores na viatura e só quer reparar metade dos danos . Considero isso uma burla pois não sei porque motivo o perito acha que a viatura não estava reparada antes do acidente e quer que pague 2 franquias quando eu so tenho de pagar 1 franquia seja qual for o dano .
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