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Cobrança de renovação de subscrição indevida
Bom dia, venho por meio deste reclamar um débito no valor de 89,99€ que foi retirado em meu cartão de crédito por parte da edreams. Em maio de 2024. Fiz uma compra de passagens atravez da empresa edreams. Que dizia poder cancelar gratuito em até 15 dias. Mas simplesmente não é possível o fazer. Após os 15 e após fazer o pagamento da subscrição, é que foi possível fazer o cancelamento. Mas após um ano 06/06/2025. Foi debitado novamente no meu cartão de crédito o valor de 89,99 referente a renovação da subscrição. Essa qual não tenho foi feita muito menos autorizada por minha pessoa. Na altura liguei para empresa edreams. Foi me dado a resposta que uma vez feita não é cancelado e que não devolveria o valor debitado e se eu aceita-se , eles renovaria a subscrição devolvendo 40% do valor na condição de eu comprar produtos atravez da plataforma. Era só o que poderia ser feito. Não aceitei a proposta e fiz uma reclamação junto a instituição financeira onde tenho o cartão de crédito, mas não conseguiram cancelar o débito presente e não o podem fazer para o futuro, uma vez que a empresa edreams não envia comprovativos de cancelamento de subscrição. A empresa edreams continua a mandar e-mails. De promoções e temo ser debitado novamente. Quero que seja feito o cancelado esta inscrição em definitivo. Desde já agradeço a vossa atenção Com os melhores cumprimentos Fábio Gomide
PRODUTO DANIFICADO ( QUEBRADO)
No dia 19/09/2025 fiz a compra de un televisao Samsung de 75 polegadas número de serie OM263HBX804055 modelo : TU75DU7105K referencia : ACPT2025/021357 no dia 23/09 a tv foi entregue na minha casa porem como meu marido estava de saida para o trabalho não abril a tv para conferir se o produto estava ok , o entregador pedir que ele assinasse una guía de entrega mais no ato não lhe deu nenhuma copia . No dia 25/09 quando abrí a caixa para fazer a instalacao da tv me deparei com o produto danificado entrei em contato com a Euronics e a resposta que tive e que eles não se responsabilizaríam pela tv . Enviei-lhes um email a fin de resolver e não obtive resposta da parte deles . Deixo-vos fotos da tentativa de comunicacao con a empresa e peço que voces me ajudem a resolver esse problema da melhor forma possível pois o que era para tornar conforto e alegría pela conquista se tornou noites de choro e tristeza Cumprimentos Suellen Landim
Serviços prometidos pela NOS que não são cumpridos
Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao serviço contratado com a NOS. Telefonicamente com colaborador Micael Alexandre Saraiva, foi-me garantido que um dos números incluía um serviço verdadeiramente ilimitado, tal como tinha atualmente na vodafone, que pretendia mudar, abrangendo chamadas, mensagens, MMS, etc., de forma a que não tivesse de me preocupar com custos adicionais. Reforcei, nessa chamada, que pretendia manter esse número exatamente com essas condições. O referido colaborador confirmou-me expressamente que assim seria. Contudo, a listagem enviada disfarça a exclusão do serviço de MMS, mantendo a aparência de que tudo estaria incluído. Na prática, as MMS estão a ser cobradas à parte, contrariando aquilo que me foi assegurado. Quando reclamei, por mais do que uma vez, fui contactado por diferentes serviços da NOS, que me informaram que a inclusão de MMS “não era possível”, em clara contradição com o que me havia sido vendido. Para agravar a situação, no departamento de cancelamento de contrato, o colaborador Sr. Weber Araújo revelou-se profundamente pouco profissional, chegando ao ponto de fazer chacota da minha reclamação, sugerindo de forma rude que deveria “atualizar-me” e passar a utilizar WhatsApp, “que já é usado há mais de um século”. A sua postura foi inaceitável, grosseira, mal-educada e nada condizente com o profissionalismo que se espera de uma empresa desta dimensão. Todo este processo é o reflexo de práticas que considero enganosas: vendedores que prometem serviços completos que afinal não são prestados, equipas de apoio que se contradizem e, no fim, um tratamento desrespeitoso para com o cliente. Para além de tudo isto, sou agora confrontado com a exigência de perto de 2.000 euros para rescindir um contrato que a NOS não está a cumprir nos termos inicialmente garantidos. Requeiro, assim, que esta situação seja analisada com a maior urgência e que seja encontrada uma solução justa, que respeite os compromissos que me foram assegurados no momento da adesão.
Custos Associados
E-Lar grupo III - Outras pessoas singulares. Após ter sido considerado elegível para o programa E-Lar ( objetivo: substituir esquentador por termoacumulador elétrico), recebi o voucher no email. Valor atribuído 500€ como previsto. Aqui já tinha a informação que no caso do grupo III teria de suportar o IVA. O equipamento escolhido foi um termoacumulador da marca Ariston modelo Velis Tech Dry 100 Litros Classe energética B com o valor de 599€ na superfície comercial Leroy Merlin. Pelas minhas contas, neste caso teria de pagar cerca de 137,77€. Liguei anteriormente para o número geral do referido fornecedor para colocar algumas questões. Informaram-me que deveria apresentar o equipamento velho no acto de compra. Coisa que mais tarde vi a perceber que não era assim. Desmontei o esquentador a gás e desloquei-me à loja. Ao chegar dirigi-me a um dos colaboradores para realizar a compra e apresentar o dito voucher. Foi aqui que me apercebi que não seria assim tão linear. Acontece que como me foi explicado e de facto consta nos FAQ’s do programa E-Lar ( https://www.fundoambiental.pt/e-lar/documentacao/perguntas-e-respostas-29092025-pdf.aspx), para proceder à compra é preciso que: - Pagar o IVA do equipamento ( calculado) 137,77€ - Pagar deslocação do instalador à nossa morada 30€. - Pagar remoção do equipamento velho 80€. - Pagar instalação do novo equipamento 69€. - Pagar entrega do equipamento ao domicílio 34€. Custo total 350,77€ Perante esta situação, a minha pergunta é: Será que compensa mesmo? No meu caso não preciso de instaladores certificados… para além de me desenrascar bem, quanto mais não seja, para a desinstalação. Tenho um cunhado que é instalador profissional e poderia realizar o serviço. Os custos associados não me parecem aceitáveis e não contribuem em nada para uma poupança e ajuda que o programa E-Lar publicita. Mais, se comprasse este equipamento na mesma loja sem recorrer ao E-Lar, a entrega seria gratuita. Se nada for alterado, tenho dúvidas se utilizarei o voucher em questão. Provavelmente comprarei o mesmo equipamento que ficará pouco mais do que iria pagar se concordasse com os termos desta empresa e ficarei com equipamento antigo para uma eventual falha de energia. Envio o orçamento que me foi proposto. A reforçar que a minha reclamação não é contra a superfície comercial em questão, pelo contrário, foram excelentes no esclarecimento. A minha reclamação e indignação vai para o desenho do Programa E-Lar e as cobranças associadas e não apresentadas nos cálculos.
Encomenda não entregue após 30 dias e falta de reembolso
No dia 7 de setembro de 2025, efetuei uma encomenda na loja Alta Cosmética, no valor de 380€. Hoje é 14 de outubro de 2025, e a empresa ultrapassou o prazo legal de entrega de 30 dias, conforme previsto no Artigo 9.º-A do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor. Durante este período, enviei vários e-mails a solicitar informações sobre o envio ou o reembolso. A empresa chegou a responder a alguns e-mails, porém com respostas vagas e sem qualquer data concreta de entrega ou solução apresentada. Atualmente, continuo sem a encomenda, sem o material e sem reembolso. Esta situação é inaceitável e demonstra falta de respeito e profissionalismo, sobretudo porque o material é essencial para o meu trabalho. Encontro-me sem produtos e sem dinheiro, o que está a prejudicar diretamente a minha atividade profissional. Exijo o reembolso integral do valor pago (380€) de forma imediata, uma vez que o prazo legal já foi ultrapassado e a empresa não cumpriu o contrato. Caso não haja resposta ou resolução rápida, irei apresentar queixa na PSP e avançar judicialmente, pois considero esta situação uma burla e um desrespeito grave para com o consumidor. Aconselho vivamente a que ninguém compre nesta loja, dado o mau serviço, a má comunicação e a total falta de responsabilidade.
Encomenda não recebida
Prezados, Comprei um iPhone na empresa MEO com a promessa de entrega em 3 dias úteis. O prazo não foi cumprido e, mesmo após duas reclamações sobre o atraso, a empresa cancelou a compra sem qualquer contacto ou explicação, cancelaram 7 dias uteis depois da compra sem qualquer explicação. Até o momento, não recebi o produto nem o reembolso do valor pago (480 euros). Liguei hoje na empresa para entender a situação criada pela empresa, e fui informado que não há se quer uma explicação e preciso aguardar 10 dias para meu reembolso. Considero essa situação um desrespeito ao cliente e uma falta de transparência da MEO. Solicito resolução imediata do caso e devolução do valor pago.
PERDERAM O MEU TÍTULO DE RESIDÊNCIA E FORNECERAM INFORMAÇÕES FALSAS
Exmos. Senhores, A seguinte reclamação tem como objetivo dar conta e deixar um precedente para as ações judiciais que serão instauradas caso o delicado documento em questão não apareça: Os CTT tinham o dever de entregar o meu título de residência (por correio registado, uma vez que se trata de um documento de identificação), pelo que o correto seria entregá-lo pessoalmente ou deixar um aviso para que fosse levantado dentro do prazo estabelecido ou, caso contrário, devolvê-lo ao remetente (AIMA, neste caso). Apesar disso, e após muitas investigações sem resposta concreta tanto junto dos CTT como da AIMA, em 9 de outubro de 2025, a AIMA entregou-me um código de rastreio que correspondia à suposta entrega que os CTT me fizeram do documento em questão; Fiquei muito surpreendida ao ver que o documento aparece como entregue em 23 de maio de 2025 às 8h50, a o meu nome mau escrito com uma assinatura que não é a minha; o funcionário nunca esteve naquela que era a minha residência na altura (em Gondomar), pois eu estava lá e nunca apareceu ninguém a essa hora e a assinatura não corresponde à minha. Além de não ter respeitado o procedimento normal para entregar um documento desta natureza, foi falsificada informação grave, o que me causou múltiplos prejuízos, tanto económicos como não patrimoniais, que reclamarei na sede competente se não me derem uma solução. No dia 10 de outubro, fui logo pela manhã à agência dos Correios de Gondomar, onde fui atendida pela Sra. Maria do Carmo Carvalho, que se limitou a entregar-me de forma hostil o livro de reclamações do local, questionando a minha versão e recusando-se a colaborar com informações como a assinatura falsa que aparece no seu registo interno de entrega. É importante destacar que, neste tipo de entregas, há sempre um comprovativo de entrega que pode ser descarregado e, curiosamente, no meu caso, não há nenhum documento para descarregar nem «comprovativo de entrega» disponível (CODIGO DE RASTREIO: RU653647606PT) Cumprimentos.
Valores cobrados que não foram contratados
Ex:sr fiz um contrato com a prosegur alarmes em Junho no valor de 32 durante 24meses após 11 meses começarm a retirar 44.23 da qual eu logo questionei os valores e uma sra muito mal educada que está atender o s cliente telefonicamente chega a desrespeitar me da forma que esplica que eu só tenho pagar porque tudo Almenta eu disse o seu colega disse que era assim então foi enganada. E deixei, no entanto vem buscar a mensalidade a duas incertos já vieram a 5 10 16 e desde 16meses foi assim até cheguei arreceber uma carta do contencioso e já tava pago. Ontem essa mesma sr muito mal educada que vão mudar a minha forma de pagamento e alimentar mais um euros. Eu disse não vai alimentar pk eu não pago mais nada. No entanto liguei para vocêse e me disseram que o que tá no contrato é para ser comprimido mas no contrato não tem data de pagamento e tem o que o sr que me vendeu o serviço deixou escrito 24 meses a32 euros então eu quero ser resercida dos valores que foi enganada e ainda tou dentro dos 24 meses pó valor de 32.caso contrário vou desistir e mudar para outra empresa porque estou a ser enganada. É há uma questão que já me abriram a porta de casa no dia do apagao e a prosegur disse que há sempre uma pessoa desfalcada de a vigiar case o alarme acione e o alarme tocou e ninguém veio a minha vizinha e que me avisou. Passado uma hora recebo a msg da prosegur por falta de energia. Não sei se é uma imprensa de confiança.
Serviço de reparação de bateria
Exmos. Senhores, Em (Maio de 2025) deixei o meu veículo, da marca Renault scenic Matrícula (05VG78)para avaliar um problema na bateria de tração, foi detectato que precisava enviar a bateria para França e me foi dado o prazo de 60 dias úteis. Na altura foi acordado com a Santogal Loures que a entrega seria efetuada até ao dia (60 dias úteis). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços ligo e envio email e não obtive nenhuma resposta de que o bem está para entrega. Já se passaram 5 meses desde então e ninguém sabe me dizer quando terei meu veículo de volta, estou a pagar prestação de 300€, seguro da carrinha sem utilizar meu veículo. Estou com prejuízo financeiro pois preciso do veículo para trabalhar, estou com desconforto e constrangimento já que preciso de terceiros para me emprestar um carro ou me dar boleia sendo que tenho meu carro porém não consigo utiliza lo pois a empresa Santogal Renault de Loures não tem profissionalismo nem seriedade quanto a resolução do meu problema. mailto:contacto.cliente@renault.pt Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (do meu veículo ), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Custos de diagnóstico durante garantia
Nas últimas semanas, o meu veículo tem apresentado anomalias recorrentes que comprometem o seu normal funcionamento: 1. Autonomia reduzida – com 80% de carga, o veículo indica apenas entre 195 km e 208 km de autonomia, conforme documentado em fotografias enviadas para o concessionário. Estes problemas já tinham sido mencionados em intervenções anteriores, sem resolução definitiva. Por essa razão, solicitei por escrito ao concessionário uma verificação técnica completa, incluindo testes ao estado de saúde da bateria (SOH), análise de módulos e células, medições de resistência interna, verificação do sistema térmico, análise de códigos de falha e confirmação de atualizações de software. Resposta do concessionário Santogal datado de 17 de setembro de 2025, com o seguinte teor (resumo): “Se tiver alguma queixa relacionada com autonomia do veículo teremos de agendar para efectuar o diagnóstico. Se estiver tudo ok com a sua viatura, os custos são imputados ao cliente, cada hora de mão de obra elétrico são 160 € c/ IVA, o teste preconizado pelo fabricante tem um custo de 1.350 €.” Ou seja, foi-me comunicado que, mesmo estando a viatura na garantia, o diagnóstico técnico teria custos de 160 €/h e que o teste oficial da marca custaria 1.350 € — valores que considero manifestamente desproporcionados e contrários ao espírito e à letra da lei. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpõe para o ordenamento jurídico português a Diretiva Europeia 1999/44/CE, o consumidor tem direito a que qualquer falta de conformidade identificada durante o período de garantia seja corrigida sem encargos. O diploma é explícito: • Artigo 15.º, n.º 1 – “O consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, sem encargos.” • Artigo 15.º, n.º 2 – “Os encargos incluem, nomeadamente, os custos de transporte, mão de obra e materiais.” • Artigo 16.º – “A reposição da conformidade deve ser efetuada no prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor.” Ou seja, o diagnóstico e as verificações técnicas necessárias para apurar a origem da anomalia estão incluídos nas obrigações da garantia. O concessionário só poderá imputar custos caso se prove objetivamente mau uso, negligência ou intervenção indevida — o que não se aplica neste caso. Esta situação é particularmente preocupante porque: • Desincentiva os consumidores de reportar problemas antes do termo da garantia, com receio dos custos elevados. • Permite que o concessionário condicione o exercício do direito à garantia a um pagamento prévio, o que viola o princípio da boa-fé contratual. • O valor indicado para o “teste preconizado pelo fabricante” (1.350 €) + mão de obra é desproporcional e sem justificação técnica transparente, podendo configurar abuso de posição dominante. Face ao exporto solicito à DECO PROTESTE apoio DECO PROTESTE para: 1. Avaliar a legalidade desta prática, à luz do DL 84/2021 e das diretivas europeias sobre garantias e proteção do consumidor. 2. Esclarecer se é admissível que uma marca cobre diagnósticos durante o período de garantia, sem antes comprovar mau uso. 3. Interceder junto da Audi Portugal para que seja garantido que todos os diagnósticos relacionados com potenciais defeitos de fabrico ou falhas de componentes sejam realizados sem encargos para o consumidor enquanto a garantia vigorar. 4. Se aplicável, reportar esta prática às autoridades competentes (Direção-Geral do Consumidor ou ASAE), por forma a proteger não apenas este caso concreto, mas todos os consumidores em situação idêntica. Aguardo o vosso feedback, Obrigado
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