Reclamações públicas

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J. M.
19/08/2025

RECLAMAÇÃO ALOJAMENTOS RESERVA: 1185265378

Exmos senhores, Devido ao tamanho dos ficheiros com a informação da respetiva reclamação enviada ao fornecedor e registada no livro de reclamações eletrônico, esta será enviada pelos anexos. Em resumo, a reclamação deve-se devido ao fato dos hotéis propostos pelo fornecedor no serviço Route 66 vendido, não corresponderem com as condições mínimas de segurança, higiene e saúde, observadas e registadas dos mesmos quando da nossa chegada aos alojamentos. Sempre que esta situação aconteceu enviámos de imediato uma reclamação escrita à logitravel com a respetiva fatura do realojamento. Umas vezes sem resposta e solução do problema, uma outra vez propondo que nos alojássemos em outro hotel e reenvio da fatura posteriormente. Todas as reclamações enviadas ao fornecedor foram compiladas nesta reclamação enviada dia 11/08/25 sem resposta até ao momento. Agradecemos a vossa ajuda e aguardamos uma resposta breve. Com os melhores cumprimentos, Família Madeira Ana Mafalda Madeira Pereira Rosa

Encerrada
G. S.
19/08/2025

Cobrança Indevida

Exmos Senhores, Foram-me cobrados os seguintes valores indevidamente: 28/05/2025 28/05/2025 COMPRA 2213 EDREAMS PRIME BARCELONA ES -4,99 22/01/2025 22/01/2025 COMPRA 2213 EDREAMS PRIME 3M BARCELONA ES -4,99 03/12/2024 03/12/2024 COMPRA 2213 EDREAMS BILLINFO.ME ES -32,09 IBAN:PT50 0033 0000 0000 7832 5085 5 Pelo que percebi online, estão relacionados com assinatura de um serviço prime do qual não estou interessado. Por favor informem-me como posso cancelar este serviço. Fico a aguardar, grato pela atenção. Cumprimentos, Gil Sousa

Resolvida
J. M.
18/08/2025
NoSoloÁgua Portimão

Experiência negativa no NoSolo Aqua Portimão (09/08)

No dia 9 de agosto, eu e um grupo de quatro amigos dirigimo-nos ao NoSolo Aqua Portimão, onde adquirimos pulseiras de acesso VIP para o evento que decorria nesse dia. À entrada, expliquei à funcionária que a nossa intenção era almoçar, usufruir da piscina e permanecer com uma mesa durante todo o dia. Sentámo-nos na mesa 33, onde almoçámos, utilizámos a piscina e, já durante a tarde, pedimos uma garrafa de gin. Mais tarde, voltámos a consumir uma segunda garrafa. Ao longo do dia, utilizávamos a mesa para deixar os nossos pertences, alternando entre a área do palco e a mesa, sempre com consumos em aberto. Para nosso espanto, ao regressarmos da zona do palco após a segunda garrafa, verificámos que a nossa mesa tinha sido ocupada por outras pessoas e que os nossos pertences pessoais (carteiras, telemóveis, bolsas, etc.) tinham sido mexidos e deslocados pelo staff, sem a nossa autorização, para uma mesa destinada a apenas duas pessoas – claramente insuficiente para um grupo de cinco. Em nenhum momento fomos informados ou consultados sobre esta decisão. Quando solicitámos explicações ao funcionário, foi-nos dito que a mesa era necessária para clientes que iriam jantar. No entanto, ao longo da noite, constatámos que o restaurante tinha várias mesas disponíveis e nunca esteve completamente cheio. Consideramos esta situação uma falta de respeito grave, tanto pela forma como fomos tratados, como pela atitude de mexerem nos nossos objetos pessoais sem consentimento. Além disso, nunca nos foi apresentado qualquer pedido de desculpas. A nossa intenção inicial era jantar no espaço, mas perante este episódio, optámos por terminar a garrafa e abandonar o local. Ficámos profundamente desiludidos com a experiência, não só pela falta de profissionalismo, mas também pela clara degradação do atendimento em comparação com outras visitas anteriores. Solicitamos que esta situação seja analisada e que sejam tomadas medidas para que episódios semelhantes não voltem a acontecer, pois não corresponde minimamente ao nível de serviço que um espaço como o NoSolo Aqua deve garantir aos seus clientes. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Machado

Encerrada
J. P.
18/08/2025

Reclamação contra Airbnb – Reserva bloqueada por verificação de identidade

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Airbnb relativamente a uma situação grave ocorrida no âmbito de uma reserva realizada através da plataforma. 1. Contexto da reserva No dia 18/07/2023, efetuei uma reserva para uma casa na zona de Loulé através da aplicação Airbnb. O valor inicial para duas noites rondava os 700€, mas, após negociação direta com o anfitrião, obtive um desconto e consegui reservar por cerca de 500€. O pagamento foi concluído com sucesso e o valor debitado do meu cartão, ficando a reserva confirmada. Logo de seguida, fui surpreendido com um pedido da Airbnb para validação adicional de identidade (envio de selfie), algo que nunca me tinha sido solicitado antes apesar de eu já ser utilizador há mais de 6 anos, com várias reservas e histórico validado. Cumpri de imediato o processo, mas pouco depois recebi notificação de que a reserva tinha sido automaticamente cancelada e o reembolso processado. 2. Repetição da falha e bloqueio de valores Tentei novamente reservar, mas: O desconto de 500€ já não estava disponível, o preço voltou ao valor de 700€. Mesmo assim avancei, mas o processo voltou a falhar, com novo cancelamento. No espaço de poucas horas, fiquei com cerca de 1.200€ cativos no meu cartão de crédito, sem reserva confirmada e sem qualquer explicação clara por parte da Airbnb. Só muito tempo depois (já em Agosto), os valores retidos regressaram efetivamente à minha conta – quase um mês após o débito inicial de 17/07. 3. Atendimento prestado No mesmo dia, 17/07, entrei em contacto com o apoio ao cliente da Airbnb (chamada gravada), onde fui atendido pela colaboradora Eva. O atendimento foi profundamente inadequado, pouco profissional e hostil, tendo a agente: Tentado minimizar a situação e transferir a responsabilidade para mim; Afirmado falsamente que “o dinheiro nunca saiu da sua conta” — quando eu tenho prova bancária do débito a 17/07 e reembolso apenas em Agosto; Sugerido que eu teria de voltar a contactar o anfitrião para pedir novamente o preço acordado, apesar de este já ter sido previamente aceite; Chegado mesmo a afirmar que o anfitrião “já não iria responder-me”, pois faltavam menos de 24h para a entrada na casa. A agente recusou escalar a situação e adotou um tom confrontativo, ao ponto de eu ter de insistir por um supervisor. Só fui contactado no domingo (dois dias depois) seguinte pelo colaborador Henrique, demasiado tarde para corrigir a situação. Este tipo de postura, em vez de resolver o problema, apenas agravou o meu prejuízo e ansiedade, sendo incompatível com os padrões mínimos de serviço que uma plataforma internacional como a Airbnb deveria garantir. 4. Consequências diretas Devido a esta sucessão de falhas da plataforma e da má gestão do atendimento: Perdi a reserva original de 500€, já aceite; Fiquei sem os valores no cartão durante semanas, impossibilitado de fazer nova tentativa imediata; Fui forçado a reservar uma casa alternativa por 800€, ou seja, com mais 300€ de custo direto para as mesmas datas e na mesma zona. 5. Resposta da Airbnb As respostas escritas que recebi pelo chat de suporte limitam-se a desresponsabilizar a empresa, afirmando que: - “As verificações são medidas de segurança normais” - “O desconto dependia do anfitrião e não pode ser reposto” Ignoram completamente que: - A reserva inicial estava confirmada e paga; - O cancelamento foi originado exclusivamente por falha da própria Airbnb (validação redundante e mal implementada); - O prejuízo financeiro e contratual recaiu unicamente sobre mim. 6. Pedido Face ao exposto, solicito: 1. Pedido formal de desculpas pelo atendimento inadequado da colaboradora Eva; 2. Compensação financeira de 300€, correspondente ao prejuízo direto sofrido (diferença entre a reserva confirmada de 500€ e a alternativa forçada de 800€). Com os melhores cumprimentos, João Nuno P.

Resolvida
J. A.
18/08/2025
Lameguiper - Sociedade de Distribuicao, SA

“Retenção indevida de caução e aluguer de viatura sem seguro válido

Assunto: Reclamação – Retenção indevida de caução e incumprimento contratual Referência: Contrato de aluguer nº 121 (10 a 16 de julho de 2025) Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa Lameguiper – Sociedade de Distribuição, S.A., no âmbito do contrato de aluguer nº 121. Resumo dos factos: Durante o período de aluguer, o veículo sofreu um furo em dois pneus e um ligeiro dano numa jante. Contactei a seguradora indicada no contrato (Fidelidade), que confirmou por telefone que a apólice associada ao veículo não se encontrava ativa. Dois colaboradores da empresa deslocaram-se ao local e confirmaram o mesmo. Não foi fornecido qualquer relatório técnico que justifique a substituição integral dos quatro pneus, apenas fotografias de danos localizados. Foi-me cobrado combustível (10 €) apesar de ter devolvido o depósito cheio. A caução de 400 € foi paga em numerário, sem emissão de fatura ou recibo no momento. Foi-me apresentado um documento para assinar após a devolução, sem qualquer explicação formal ou enquadramento contratual. Quando questionei, apenas me disseram que “tinha de assinar isto” e que a substituição dos quatro pneus era necessária “porque eram em eixos diferentes”, sem fundamentação técnica. Recusei assinar por considerar injustificado. Apenas após a minha contestação, a empresa apresentou uma “fatura” emitida pela mesma loja que também comercializa pneus e que opera o aluguer. Este documento agrega custos de pneus, portagens e outros valores, numa tentativa de justificar retroativamente a retenção da caução. Tal prática configura um conflito de interesses e não substitui relatório técnico ou perícia independente. Enquadramento: O contrato prevê seguro Super CDW, que elimina/reduz a franquia exceto em caso de negligência, que não ocorreu. Alugar um veículo sem seguro válido constitui incumprimento contratual grave. A cláusula 6.3 do contrato refere que, em caso de acidente, apenas poderão ser cobradas despesas administrativas de 20 €. Pedido: Solicito o apoio da DECO para que a empresa proceda: Ao reembolso integral da caução (400 €), À anulação das cobranças indevidas, E à investigação desta prática comercial abusiva. Anexos: Contrato, carta inicial, carta de reforço, aviso de receção, resposta da locadora, documento da seguradora e prova fotográfica. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
R. P.
18/08/2025

Transferes

Exmos senhores, Comprei uma viagem a cabo verde, ilha de Santiago à top atlântico onde estava incluído os transferes do aeroporto para o hotel e vice versa. No passado dia 15, cheguei às 1:30h ao aeroporto de Santiago, qual o meu espanto quando percebi que o serviço que contratei não estava disponível, pois não se encontrava ninguém para realizar o serviço. Liguei durante uma hora para as linhas de apoio facultadas pela top atlântico e não obtive nenhuma resposta . Entrei via email em contato com a top atlântico e até à presente data não obtive nenhuma resposta. Uma vez que paguei o serviço e ainda tive o custo do táxi para chegar ao destino. Peço ajuda na resolução deste assunto .

Resolvida
F. T.
17/08/2025

Pedido de reembolso – serviço não prestado (salto de paraquedas)

Exposição dos factos: Em Dezembro de 2023 adquiri dois vouchers para salto de paraquedas (n.º 231118650 e n.º 231118651) junto da empresa Skydive Maia. Desde então, a realização do serviço foi agendada e cancelada pela empresa pelo menos cinco vezes, supostamente por motivos imputáveis à mesma (condições meteorológicas, restrições de tráfego aéreo, falta de autorização). O último agendamento, marcado para 2 de Junho de 2025, foi igualmente cancelado pela empresa, conforme comprovam mensagens enviadas via WhatsApp e email. Após mais de 18 meses desde a compra, o serviço nunca foi prestado. Adicionalmente, uma pesquisa em plataformas públicas de críticas e reclamações, incluindo Google Reviews e Portal da Queixa, evidencia que este padrão de adiamentos e cancelamentos é recorrente e afeta diversos consumidores, reforçando a conduta negligente da empresa. Tentativas de resolução prévia: Foi solicitado reembolso por email em 11 de Agosto de 2025, com prazo de resposta de 3 dias úteis, sem qualquer retorno por parte da empresa. Anexos comprovam comunicações escritas (email e WhatsApp) que confirmam que os cancelamentos partiram da empresa. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor. Pedido: Reembolso imediato do valor pago pelos dois vouchers para o IBAN indicado no email de 11/08/2025. Anexos: • Cópias de emails de marcação e cancelamento • Mensagens de WhatsApp da empresa confirmando cancelamentos • Pedido de reembolso enviado a 11/08/2025 • Printscreen de críticas públicas online evidenciando padrão recorrente de incumprimento

Encerrada
F. T.
17/08/2025

Cancelamento e ausência de devolução

Exposição dos factos: Em Dezembro de 2023 adquiri dois vouchers para salto de paraquedas (n.º 231118650 e n.º 231118651) junto da empresa Skydive Maia. Desde então, a realização do serviço foi agendada e cancelada pela empresa pelo menos cinco vezes, supostamente por motivos imputáveis à mesma (condições meteorológicas, restrições de tráfego aéreo, falta de autorização). O último agendamento, marcado para 2 de Junho de 2025, foi igualmente cancelado pela empresa, conforme comprovam mensagens enviadas via WhatsApp e email. Após mais de 18 meses desde a compra, o serviço nunca foi prestado. Adicionalmente, uma pesquisa em plataformas públicas de críticas e reclamações, incluindo Google Reviews e Portal da Queixa, evidencia que este padrão de adiamentos e cancelamentos é recorrente e afeta diversos consumidores, reforçando a conduta negligente da empresa. Tentativas de resolução prévia: Foi solicitado reembolso por email em 11 de Agosto de 2025, com prazo de resposta de 3 dias úteis, sem qualquer retorno por parte da empresa. Anexos comprovam comunicações escritas (email e WhatsApp) que confirmam que os cancelamentos partiram da empresa. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor. Pedido: Reembolso imediato do valor pago pelos dois vouchers para o IBAN indicado no email de 11/08/2025.

Encerrada
J. B.
17/08/2025
Dolinasclimbing hotel

Falta de organização na receção do hotel

Tentei realizar uma reserva neste hotel e a experiência foi bastante frustrante. Desde as 14h estive em contacto com a equipa: primeiro, liguei e informaram-me que a reserva só poderia ser feita por email. Às 17h voltei a ligar e, para minha surpresa, disseram que não havia qualquer registo do pedido. Só então enviaram a proposta de reserva, mas esta apenas ficaria confirmada após o envio dos dados do cartão de crédito. Enviei os dados conforme solicitado, mas por volta das 20h fui informado de que os quartos já estavam esgotados, alegando que o meu email “não tinha chegado”. Todo este processo revelou falta de organização, comunicação interna ineficiente e acabou por me causar uma grande perda de tempo. Para um hotel que deveria prezar pela hospitalidade e confiança dos clientes, a experiência deixou muito a desejar.

Resolvida
B. S.
16/08/2025

Atendimento inexistente da Booking.com – reserva não realizada por tempestade em Split (Croácia)

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Booking.com relativamente à reserva n.º 320038448663438 – Three Islands Boat Tour, marcada para o dia 8 de julho de 2025 em Split, Croácia. Nesse dia ocorreu uma tempestade severa, amplamente noticiada na comunicação social, que impossibilitou a realização do passeio. Fiquei impossibilitado de me deslocar devido a estradas bloqueadas, tentei contactar o operador turístico (sem sucesso) e reuni provas fotográficas, registos de chamadas e notícias. Apesar de toda a documentação enviada, a Booking.com: . Ignorou as provas apresentadas; . Colocou questões já respondidas anteriormente; . Não ofereceu qualquer solução ou reembolso; . Demonstrou um atendimento ao cliente inexistente, em total desrespeito pelo consumidor. Face ao exposto, solicito à DECO que analise o caso e interceda junto da Booking.com, exigindo: . O reembolso integral do valor pago; . O reforço das obrigações de atendimento ao consumidor em situações de força maior; . A avaliação da conduta da empresa, que já se encontra alvo de várias ações judiciais na Europa. Anexo documentação e links de notícias que comprovam os factos. Com os melhores cumprimentos, BML.

Resolvida

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