Reclamações públicas

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P. C.
22/04/2026

Avaria de 5 eletrodomésticos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente a uma anomalia no fornecimento de energia elétrica na minha residência, a qual originou a avaria de diversos equipamentos eletrodomésticos. No período aproximado de 48 horas, verificaram-se comportamentos manifestamente anómalos em vários equipamentos, sem qualquer intervenção direta ou utilização que os justificasse. Os primeiros indícios surgiram com um forno que passou a emitir sinais sonoros de forma espontânea, não se encontrando em funcionamento. Posteriormente, um micro-ondas começou a ligar-se autonomamente, interrompendo os ciclos de funcionamento de forma irregular. Durante a noite do dia seguinte, registaram-se ocorrências semelhantes com uma placa elétrica, que emitia sinais de ativação sem estar a ser utilizada. Foi efetuado o desligamento do quadro elétrico, seguido do respetivo restabelecimento, não tendo, contudo, tal procedimento eliminado as anomalias. Ainda nesse período, um segundo micro-ondas apresentou comportamento idêntico e uma das placas deixou de funcionar corretamente. Face ao exposto, e considerando o carácter simultâneo e generalizado das avarias, é razoável concluir que as mesmas terão sido provocadas por uma anomalia na rede elétrica, designadamente variações de tensão ou picos de energia. Nos termos do artigo 509.º, n.º 1 do Código Civil, relativo à responsabilidade pelos danos causados por instalações de energia elétrica, o produtor ou distribuidor de energia responde pelos prejuízos resultantes de deficiências dessas instalações, independentemente de culpa, salvo prova de força maior. Acresce que as instalações elétricas se encontram devidamente preparadas para lidar com este tipo de ocorrências, em conformidade com as normas técnicas e legislação aplicável, garantindo a segurança e a proteção dos equipamentos. Nestes termos, vimos por este meio manifestar a nossa pretensão de que sejam assumidos os encargos com a avaliação, reparação ou eventual substituição dos equipamentos danificados, em virtude dos factos descritos. Até à presente data, não foi ainda acionada assistência técnica para os equipamentos afetados, pelo que solicitamos a V. Exas. que indiquem os procedimentos a adotar para efeitos de peritagem, avaliação dos danos e subsequente regularização da situação. Segue abaixo a identificação dos equipamentos afetados e respetivas anomalias: Moradia principal: • Micro-ondas Teka – NWS 20 BIS Liga-se automaticamente sem intervenção e interrompe o funcionamento durante os ciclos. • Placa vitrocerâmica Teka Emite sinais sonoros de ativação de forma contínua, mesmo sem utilização; funciona quando ativada manualmente. Anexo / Churrasqueira: 3. Placa vitrocerâmica Teka (IZ 6320) • Apresenta erro ao detetar recipientes, não reconhecendo utensílios colocados sobre a superfície. • Forno Teka – HLB 840 P Emite sinais sonoros constantes; após desligar o quadro, reinicia automaticamente e volta a apresentar o problema, embora ainda funcione. • Micro-ondas Teka – MS620BIS / ML 820 BIS Liga-se automaticamente e interrompe os ciclos de funcionamento de forma inesperada. Sem outro assunto de momento, aguardamos a vossa melhor e breve resposta. Com os melhores cumprimentos, Paulo Cardador

Em curso
A. G.
21/04/2026

Ativação de contrato sem consentimento

Exmos Srs, No dia 16 de Abril de 2026 efetuei um contacto com a EDP Comercial no sentido de obter informação sobre as ofertas comerciais disponibilizadas por este operador. Durante o contacto telefónico, do qual já pedi a disponibilização da gravação, em momento nenhum aceitei as condições propostas, referindo sempre que precisava de ler com mais detalhe e calma as mesmas para poder tomar uma decisão. No dia 17 de Abril, recebi uma mensagem com o seguinte texto: "EDPC: Olá, confirma que aderiu a Pack Smart / Eletricidade? Responda Sim ou Nao", ao qual respondi expressamente que "Nao". Hoje, dia 21 de Abril, percebi que a EDP cancelou o meu contrato junto da anterior operadora (que deveria ser a atual), situação confirmada pela E-Redes. Ora, não tendo em momento algum aceite o contrato, trata-se de uma situação ILEGAL. Neste momento a anterior operadora já não disponibiliza as condições que tinha anteriormente, estando a ser prejudicada pela decisão unilateral e ilícita tomada pela EDP Comercial. Resta-me, na situação em que estou, tomar uma decisão apressada para garantir que não fico sem eletricidade. Analisando a situação, mesmo não conhecendo a lei, a EDP Comercial teve uma postura de (1) abuso de poder (2) abuso de confiança ou mesmo (3) usurpação de identidade. Isto ultrapassa em muita a agressividade comercial normal, sendo mesmo uma ilegalidade.

Em curso
C. C.
21/04/2026

Falta de resposta da E-Redes

Exmos. Senhores, Em 20/02/2026 foi solicitado celebração de contrato de prestação de serviços através de G9 Energia. Sucede que até hoje, passados que são 73 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Foram pedidos pela G9 Energia intervenções para os dias 26/03/2026 e 13/04/2026, que não foram satisfeitos apesar de ter confirmado as existências destes pedidos junto da E-Redes. Existe novo pedido para dia 26/04/2026, sem qualquer confirmação por parte da E-Redes !!! Sou uma pessoa que está em convalescência e que está desesperada sem eletricidade!!! O que é necessário mais para ter eletricidade!!!!! Considerando o exposto, venho exigir a ligação imediata do serviço bem como a compensação prevista na lei. Cumprimentos.

Em curso
J. C.
21/04/2026

Fatura indevida

Exmos. Senhores, A/C: Exmo(a). Senhor(a) Vera Sandra Monteiro Costa joserodcosta@sapo.pt Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Assunto: Exposição apresentada pelo(a) Exmo(a). Senhor(a) José Rodrigues Costa Boa tarde, cumprimentos Quero, informar, que a resposta,, dada pela Endesa , é de conteúdo falso, pois, não corresponde a verdade, pelo, que peço a vossa intervenção. Saliento, que ja reclamei ,no livro de Reclamações, com o seguinte conteúdo . Reclamação Processo Endesa nº CA-27734366 Processo Livro Reclamações Online nº ROR00000000045536438 Refª ERSE nº 1/10515/2026 Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Exmos. Senhores a resposta, dada, nas reclamações a cima mencionadas, são falsas, tudo, não passa de uma mentira o que se passou foi o seguinte. Como a fatura. Fatura: FAC 0210312026/0049043579 Data: 22 jan 2026 ATCUD: J6JKTHVP-0049043579 Era de 604;57€, ultrapassava o limite definido, para o debito bancário. (O debito bancário esta bloqueado a valores superiores a 250€ motivo pela qual o pagamento foi rejeitado ) liguei para a Endesa a pedir, se era possível, dividir o valor em 3 prestações, o que me informaram, que a fatura, já estava no sistema, para pagamento, que devia deixar a fatura ser devolvida e de seguida, fazer o pedido de desdobramento, fui o que eu fiz,, a fatura ultrapassava o limite, foi devolvida a Endesa e o banco, deram essa informação e de imediato, fiz o pagamento, com referência multibanco, abdicando de pedir o desdobramento. Pergunto,, como poderia haver corte se isto tudo se passou em uma semana? Como cortaram se, nem uma ameaça de corte houve? Pergunto quando há um corte, não ficamos sem Gás? tal nunca aconteceu. Saliento, corta-se o Gás, por uma fatura devolvida e imediatamente paga? Meus senhores sejamos sérios, nas afirmações ,que fazemos, pois o motivo que invocam é completamente falso . Pelo o exposto, peço, que façam de imediato o crédito do debito José Costa Pelo o exposto agradeço o vosso aconselhamento obrigado Jose Costa

Encerrada
R. D.
21/04/2026
EEM

Contagem Horas de PONTA -> ERRADA

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato a que corresponde o meu número de cliente, comunico que os vossos serviços procederam à programação do meu recente serviço da tarifa tri-horária, de forma completamente errada. Neste momento, e desconhecendo a forma como o fizeram e sem que justifiquem a respetiva contabilização até então, solicito o restabelecimento imediato e correto dos parâmetros da tarifa tri-horária de acordo com a vossa tabela -> "Tarifas de Venda a Clientes Finais na Região Autónoma da Madeira em 2026", bem como a explicação de como vão proceder para a contagem das horas de ponta, na minha próxima fatura, reservo-me o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
C. C.
20/04/2026

Corte indevido de fornecimento de gás indevido

Exmo (a).; Venho apresentar reclamação contra a Galp fornecedora de eletricidade e gás, devido ao corte indevido do fornecimento de gás da minha habitação, sem qualquer aviso prévio, contacto, e-mail ou tentativa de resolução. Tenho contrato ativo desde agosto/setembro de 2025 e, desde então, tenho vindo a contactar repetidamente a empresa porque não conseguia efetuar a leitura do contador de gás. Em todas as ocasiões, fui informada de que existiam problemas no sistema da empresa, mas logo seria resolvido e até hoje 20 de abril nunca houve solução. Durante vários meses, fui sempre eu a procurar a Galp para resolver a situação. Nunca fui contactada pela empresa, nunca houve acompanhamento do caso e nunca existiu qualquer solução efetiva. Em pelo menos duas chamadas, uma com uma colaboradora e outra mais recentemente com um colaborador na terça feira passada, foi-me pedida a leitura do contador de gás. Em ambas as situações forneci a leitura imediatamente e fui informada de que o problema seria resolvido. No entanto também enviei no mesmo dia uma notificação pela aplicação Galp, e nada foi feito. Hoje dia 20 de abril de 2026, ao regressar a casa ao final do dia, verifiquei que o fornecimento de gás tinha sido cortado, deixando-me sem acesso ao serviço essencial. Posteriormente, apercebi-me de que a Lisboa Gás terá sido instruída a proceder ao corte ( liguei para eles e disseram-me que foi solicitado pela Galp o serviço), foram rápidos para suspender o fornecimentos, sem notificação. Mas não foram capazes de resolver o problema causado por eles. Considero esta atuação inadmissível, abusiva, sobretudo porque durante meses tentei resolver a situação de boa-fé e cumpri tudo o que me foi solicitado.

Em curso
F. A.
20/04/2026

Valor das faturas errado

Exmos. Senhores, Sou cliente com o nº de conta 80131906 / 001. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – faturas calculadas com o valor do Kw errado. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Importa referir que ando a ligar para a vossa linha de apoio há 2 meses e ainda não conseguiram resolver o problema, que não tem nada de complicado aliás, já que o acordo inicial era, e tendo o serviço apoio luz+, que o valor do kw passaria para os 0,1535. Está há semanas a ser analisado pelos "peritos" e acabei de receber a terceira fatura ainda com o mesmo erro. Em todas as chamadas, todos confirmaram que existia esse erro e que tinha razão mas que tinha que passar pelos "especialistas"...Fiquei a saber que daqui a uns dias recebo um aviso de corte de luz! Não tenho que pagar faturas erradas (e a mais!!) para receber notas de crédito quando os especialistas se lembrarem de fazer os devidos acertos! Não entendo a demora de uma resolução tão fácil! Ainda por cima a Repsol trabalha com saldos de conta super acessíveis na app por exemplo. Pagarei as últimas faturas como estão e aceito esse procedimento caso a Repsol me envie tudo detalhado, das diferenças a receber de cada fatura, e com a confirmação que não volta a acontecer na próxima, ou seja, que corrijam e confirmem essa correção. Cumprimentos.

Resolvida
J. M.
19/04/2026

PAINEIS SOLARES E AS VIGARISSES

Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação referente à reclamação apresentada através da DECO Proteste, a qual mereceu a minha melhor atenção. Não obstante os esclarecimentos prestados, verifico que subsistem questões relevantes que não foram devidamente esclarecidas, nem resolvidas. Desde logo, importa salientar que, aquando da contratação do sistema fotovoltaico, não me foi transmitida de forma clara, completa e inequívoca informação essencial, nomeadamente: • A configuração inicial com injeção zero ativa e o seu impacto direto na rentabilidade do sistema; • A não contabilização direta da energia autoconsumida na fatura, dificultando a perceção real das poupanças; • A impossibilidade de utilização da energia produzida em caso de falha da rede elétrica, mesmo na presença de baterias. Trata-se de aspetos fundamentais que influenciam decisivamente a decisão de aquisição e as legítimas expectativas do consumidor, pelo que a sua omissão ou insuficiente explicação configura uma falha no dever de informação pré-contratual. Adicionalmente, importa referir que, na prática, os valores de consumo faturados apresentam-se semelhantes aos verificados antes da instalação do sistema, o que contraria as expectativas criadas quanto à eficiência e poupança associadas à solução adquirida. Acresce que o sistema se encontra configurado com injeção zero ativa, situação que limita a otimização da produção e eventual valorização de excedentes, não tendo esta condição sido devidamente enquadrada no momento da contratação. Face ao exposto, solicito: • A reavaliação técnica do sistema instalado, incluindo a verificação da sua configuração atual; • Esclarecimento claro e objetivo sobre o impacto real da produção, autoconsumo e eventuais excedentes; • Proposta concreta de solução que permita otimizar o desempenho do sistema e alinhar os resultados com as expectativas criadas no momento da aquisição. Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para a devida apreciação da situação. Fico a aguardar o vosso posicionamento. Com os melhores cumprimentos,

Em curso

Faturação duplicada.

A Galp não consegue explicar claramente porque é que tenho a pagar 25,65€ por 5 dias de fornecimento já com desconto desconto de tarifa social nem que cálculos fez para chegar a esse mesmo valor de desconto, coloca apenas uma caixa de texto onde diz que fez um desconto de X valor sem nunca descriminar como chegou a esse valor. Nem nesta, nem nas 3 faturas anteriores consigo perceber em que parcelas teve lugar esse desconto. Este mês paguei uma fatura dia 14/04 no valor de 26,82€ referente a 11 dias de fornecimento (de 22 Fevereiro a 5 de Março.) Tenho outra da Galp referente a apenas 5 dias (de 6 a 10 de Março) no valor de 25,65€ com débito dia 29/04. E ainda outra fatura da empresa g9 para pagar no dia 05/05 no valor de 31,39€ referente a 24 dias de fornecimento!( de 11 de Março a 3 de Abril) Em menos de um mês, ou seja, de 14/04 a 05/05 pago 3 faturas. Surreal. Galp 16 dias: 52,47€ G9 24 dias: 31,39€ Valor total 83,86€. Peço à empresa Galp que descrimine como chegou aos valores de desconto de tarifa social que vêm sendo atribuídos nas faturas apenas referido numa pequena caixa de texto difícil de encontrar na fatura. Bem como é que pago 25,65€ por apenas 5 dias de fornecimento e 87kwh consumidos e já com o desconto de tarifa social. Somando as duas faturas por meio mês pago 52,47€ o que quer dizer que pagaria praticamente o dobro se fosse o mês inteiro, mesmo com tarifa social. Nunca na vida paguei tanto e os consumos são sempre idênticos. É obvio que isto não pode estar certo. Posso enviar as faturas para que a DECO possa analisar com rigor. Já reclamei junto da entidade reguladora que me aconselhou a recorrer a um tribunal arbitral. Agradeço desde já a vossa ajuda.

Encerrada

Prestação de serviços incorreta; pagamento de serviços não cumpridos

13 de abril de 2026 Exmos. Senhores responsáveis pela empresa Eco-upp, O meu nome é Angelina Maria Marques Fontes e venho, por este meio, apresentar uma reclamação pelos Vossos serviços prestados. Exijo a devolução do pagamento que fiz por um equipamento que ainda não foi instalado, e que espero há mais de quatro meses, bem como a devolução da quantia paga por uma manutenção que não foi corretamente realizada pela Vossa empresa. Na semana imediatamente anterior a 4 de julho de 2025, ligaram-me das Vossas instalações, sitas na Praceta José Régio F, 2695-053 Bobadela, para confirmar a manutenção anual ao painel solar para aquecimento de água que tenho em minha casa. Ficou então marcada a visita e manutenção para o dia 4 julho de 2025 às catorze horas. Os técnicos chegaram pouco antes das duas da tarde. Pelo relato que fizeram, mudaram duas peças no equipamento. O técnico afirmou ter feito a manutenção na íntegra, mesmo com vespas a voar junto do painel que, segundo o próprio, teriam de ser retiradas de lá, caso contrário não fariam mais nenhuma manutenção no local. O técnico responsável assina Rafael ou Manuel P. (a cópia do relatório que me foi entregue é de difícil leitura) e o técnico ajudante dá pelo nome de Guilherme Santos. O pagamento foi imediatamente feito por mim no local: 377,75€ (trezentos e setenta e sete euros e setenta e cinco cêntimos). Conforme pedido pelos técnicos, liguei poucos dias depois para a proteção civil de Torres Vedras, para que fosse verificado se havia algum ninho de vespas no telhado, uma vez que havia um enxame que atrapalhava o trabalho dos técnicos aquando da manutenção do equipamento de aquecimento de água. A proteção civil exigiu fotografias. Como nenhum dos dois técnicos tirou nenhuma fotografia e como me é impossível subir ao telhado para o fazer, disse que não tinha, mas assegurei que os senhores dos painéis tinham garantido que estavam lá vespas. Apesar de ser contra a prática do trabalho da proteção civil, dirigiram-se ao local mesmo sem fotografias. Subiram ao telhado e afirmaram perentoriamente que não existia nenhum ninho lá em cima e que não viram nenhumas vespas, acrescentando ainda que, da próxima vez, apenas viriam a minha casa caso houvesse provas fotográficas da presença de vespas. A isto acresce ainda um outro facto mais grave. Após a manutenção realizada em julho pelos Vossos técnicos, a água não aquecia totalmente, nem com energia solar, nem com energia elétrica. Estava apenas tépida, quase fria. Eu tive várias vezes de me dirigir a casa do meu filho, no Turcifal, para tomar banho. Quando não me podia deslocar, aquecia água em panelas para lavar a louça e garantir a minha higiene diária, uma vez que o painel não estava a funcionar corretamente, nem sequer com o disjuntor ligado à eletricidade, como costumo fazer nos dias de inverno sempre que não há sol. Deste modo, uma vez que o problema se arrastou durante meses, fui obrigada a requerer nova manutenção. Percebeu-se, então, que os técnicos abandonaram o local da primeira vez que cá estiveram e deixaram a torneira do glicol fechada, o que fez com que a água não aquecesse. Assim, em novembro de 2025, apresentei-vos uma reclamação via telefone, pelo facto de a água nunca mais ter ficado quente. No dia 27 do mesmo mês, confirmaram por mensagem que, no prazo de vinte e quatro horas, entrariam em contacto para agendar a visita. Não o fizeram. A visita realizou-se apenas no dia 10 de dezembro de 2025, mesmo sabendo que havia uma pessoa em casa, com praticamente setenta anos, sem água quente para a sua higiene pessoal durante aqueles dias frios que já se faziam sentir. Foram os mesmos técnicos que cá estiveram em julho que voltaram a minha casa novamente em dezembro. Subiram até ao painel sem levar ferramentas e aí permaneceram no máximo dez minutos. Disseram para ligar o disjuntor. Garanti que o disjuntor estava ligado, como sempre esteve desde que eles cá vieram, e ainda assim a água não aquecia. Acontece que, depois de terem subido, a água começou a aquecer. O técnico responsável afirmou que “abriu a torneira do glicol, que tinha ficado fechada”, e que “agora o circuito funcionava como um termóstato”. Disse-me que teria de substituir o depósito da água porque o mesmo “se encontrava roto” e que, caso quisesse, eles fariam a respetiva substituição o quanto antes e assim que o tempo o permitisse. Para isso, teria de deixar pago metade do valor do depósito: 656,12 € (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos). Assim o fiz, esperando que o mau tempo passasse para que logo o depósito novo fosse colocado no telhado. No relatório de manutenção cuja cópia ficou comigo, o técnico responsável escreveu o seguinte: “depósito com circuito primário roto; valor depósito 1690€ (mil seiscentos e noventa euros) já com IVA”; “acresce valor de glicol de 9,8€ (nove euros e oitenta cêntimos)”; no total a soma perfazia “1312,25€ (mil trezentos e doze euros e vinte e cinco cêntimos)”, pois foram “retirados 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção”. Foram pagos por mim, no local, 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) para instalação de um novo depósito. Desde o dia 10 de dezembro até hoje, 13 de abril, o depósito não foi entregue nem colocado. Já foram feitas várias tentativas de contacto. Quando atendem, o que é raro, respondem que na semana seguinte o serviço será terminado. Não foi. Como, entretanto, deixaram de responder às chamadas que faço do meu telemóvel, pedi ao meu filho, Diogo Alexandre Marques Fontes Bento, que lhes ligasse. Disseram-lhe, há cerca de quinze dias, que na verdade não tinham o depósito e que ainda o tinham de encomendar, informação essa que nunca me foi dada. Passaram mais de quatro meses. O depósito não foi entregue nem colocado e o serviço de manutenção não foi devidamente prestado nem concluído até à data de hoje. Pretende-se, consequentemente, a devolução do serviço de manutenção que foi mal feito, bem como o adiantamento dado por mim pelo painel, anulando-se o serviço solicitado. Posto isto, pretende-se o reembolso dos seguintes valores: 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção que não foi bem prestada e que permanece inconcluída; 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) pela instalação de um novo depósito, uma vez que a espera ultrapassa os quatro meses e o serviço não foi realizado. Aguardamos a devolução do valor no prazo de uma semana para o meu IBAN. Por último, importa ainda acrescentar que o caso já foi comunicado à DECO. Sem mais, Angelina Fontes

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