Reclamações públicas
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Faturas indevidas, baseadas em leituras erradas
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251110-3107958 Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Galp Energia, S.A., relativamente à faturação indevida de gás natural, resultante de uma leitura errada (apresentada como real, mas que configura uma estimativa incorreta) no âmbito do processo de mudança de comercializador, ocorrido a 1 de junho de 2026. Factos: No dia 1 de junho de 2026, cessei o meu contrato com a Galp, tendo iniciado o fornecimento com uma nova comercializadora, uma vez que as faturas da Galp chegavam sistematicamente com atraso e com consumos acumulados indevidos. No dia 6 de junho de 2026, a Galp emitiu uma fatura extraordinária (que entretanto liquidei) onde consta uma pretensa leitura "real" do contador de gás no valor de 1561 m³. Na altura do pagamento, não confirmei esse valor. No entanto, ao verificar posteriormente, constatei que a leitura de 1561 m³ está manifestamente incorreta, uma vez que, mesmo passados quase dois meses, o meu contador ainda não atingiu esse valor. Para comprovar o sucedido, enviei à Galp, por diversas vezes e através de vários canais, fotografias do contador que provam a leitura correta à data da mudança, bem como a primeira fatura da minha nova comercializadora, que regista a leitura real efetuada no local. Após longa espera, recebi da Galp uma resposta por SMS, onde a empresa se escusa a corrigir a fatura, alegando que, por não ter sido solicitada uma “leitura extraordinária”, a mudança foi efetuada com base numa leitura estimada, nos termos das Diretivas n.º 7/2018 e n.º 15/2018 da ERSE, remetendo a responsabilidade para a minha nova comercializadora. Pretendo: A anulação imediata da fatura emitida a 6 de junho de 2026, com a leitura de 1561 m³. A emissão de uma nova fatura com base na leitura real comprovada (fotografias do contador e leitura da nova comercializadora), que corresponde ao consumo efetivo verificado à data da mudança. A devolução do montante pago em excesso, por transferência bancária para a conta associada ao meu contrato, no prazo legalmente estipulado. O pagamento de juros de mora pelo atraso na devolução do valor indevidamente cobrado, nos termos da lei. anexo: fatura GALP 5 junho, Foto contador em data 5 de julho, leituras feitas ENDESA no dia 4 e 12 de Junho
Abordagem comercial abusiva
Venho reportar uma situação de abordagem comercial abusiva e agressiva por parte de funcionários da Iberdrola. O caso ocorreu no passado dia 16.07.2026, pelas 15h00, em Algés, altura em que um funcionário se apresentou para uma suposta contagem de luz. Foi desta forma que entrou no prédio. Já à porta do apartamento a contagem de luz ficou esquecida, mencionando a empresa e-Redes como parceira e pedindo para consultar a última factura da luz, após o que referiu que a tarifa de acesso às redes estaria a ser cobrada em duplicado mas que ele corrigiria de imediato essa situação. A minha filha, ouvindo a conversa, aproximou-se e percebendo que o funcionário estava identificado com um cartão ao peito como “agente em formação”, suspenso por uma fita com o logotipo da Iberdrola questionou-o sobre a parceria com a e-Redes, uma vez que a Iberdrola é um fornecedor de energia e a e-Redes responsável pela infraestrutura, o que não lhe parecia fazer sentido. De imediato, ele voltou ao assunto da taxa em duplicado, referindo que passariam a pagar menos e nada mais mudaria, somente o logotipo da factura que passaria a ser da Iberdrola em vez da Edp. A minha filha afirmou então, que o que pretendia fazer, era um novo contrato de fornecimento de energia com a Iberdrola. Ele desviou o assunto nunca admitindo que se tratava dum novo contrato, questionando se não queríamos pagar menos e preparando-se para preencher um formulário. Mencionando que teríamos de analisar com mais calma, pedimos para fotografar o preçário completo que percebemos que trazia consigo, pedindo-lhe o seu contacto, que nos cedeu, frisando que teríamos de lhe dar uma resposta até às 20h desse dia. Verificámos após a sua saída, comparando os preços, que o contrato com a Iberdrola não seria sequer vantajoso. O insólito continuou quando pelas 19:50, encontrando-se a minha filha em sua casa, também em Algés, um outro “agente” visitou o seu prédio com a mesma conversa. Olhando pela janela percebeu que vários desses “agentes” percorriam os diversos prédios da rua. É lamentável o tipo de formação (dir-se-ia melhor: deformação) que esta empresa está a dar aos seus futuros funcionários, promovendo a obtenção de novos contratos a todo o custo, com uma abordagem baseada em mentiras induzindo as pessoas em erro, usando o nome de outra empresa (e-Redes) para ganhar a confiança e acesso a dados pessoais, pressionando os futuros clientes de forma agressiva para que se tome uma decisão no momento. Este tipo de comportamento é absolutamente inqualificável por parte de uma empresa que se arroga possuir diversas distinções que lhe conferem “Excelência Reconhecida”. Espero que a presente reclamação conduza a que este tipo de conduta seja revisto e erradicado das práticas comerciais da empresa, com a maior brevidade. A e-Redes foi já informada desta situação e do uso abusivo do seu nome.
Preços muito acima da media
Venho expor uma situação de publicidade enganosa por parte da MEO Energia. Aderi ao serviço motivado pela promessa de uma poupança direta de 3 cêntimos por kW face ao meu operador anterior. No entanto, a fatura do primeiro mês totalizou uns absurdos 333,74€, valor que é mais do que o dobro do meu consumo médio normal. Sentindo-me enganado por esta omissão de custos reais, mudei imediatamente de operador.O caso foi entretanto entregue à empresa de cobranças Intrum Portugal (Referência: E24969794, Contrato: PT0002000036817404JL). Para demonstrar boa-fé, já propus à Intrum o pagamento faseado em duas prestações (novembro e dezembro de 2026), mas não aceito o valor total cobrado.Solicito a intervenção da DECO junto da MEO Energia para que a faturação seja revista e recalculada de acordo com as condições publicitadas.Atentamente,Márcio Henrique Teixeira Neves
Demora em correcção fatura
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a Galp Energia, relativamente a um erro de faturação no fornecimento de gás natural, situação que continua por resolver apesar de já ter apresentado uma reclamação diretamente junto da empresa e de ter efetuado diversos contactos ao longo dos últimos meses. Sou cliente identificado com o NIF 253448042. Recebi uma fatura com um valor extremamente elevado e, após análise da mesma, verifiquei que a origem do problema se encontra na leitura inicial do contador de gás aquando do início do contrato, em julho de 2025. Na faturação emitida, foi incorretamente assumido que o contador de gás se encontrava nos 0 m³, quando tal não corresponde à realidade. Conforme documentação que enviei à Galp, em julho de 2025 o contador registava 886 m³, valor confirmado quer pelo meu anterior comercializador, a G9 Energy, quer pela Lisboa Gás. Adicionalmente, fui informado pela Lisboa Gás de que a leitura desse mês foi comunicada à Galp como 858 m³, através do documento identificado com o número 00000000000000534513. Importa ainda referir que o contador de gás nunca foi substituído, pelo que não existe qualquer fundamento técnico para que tenha sido considerada uma leitura inicial de 0 m³. Apesar de já ter apresentado uma reclamação formal junto da Galp, de ter facultado toda a documentação comprovativa e de ter solicitado a respetiva correção, a situação continua sem qualquer resolução efetiva. Durante este período, tenho apenas sido informado para aguardar, sem que me seja prestado qualquer esclarecimento concreto sobre quando ou como o problema será resolvido. A última comunicação que recebi da Galp sobre este assunto foi uma mensagem SMS datada de 29 de maio, com o seguinte teor: > "Caro Cliente, Mediante a impossibilidade de resposta à sua reclamação, por se tratar de um assunto da competência da Lisboagás, que é o Operador da Rede de Distribuição da sua área, informamos que as questões que nos colocou foram reportadas ao mesmo e estamos ainda a aguardar resposta. Reforçámos a solicitação de brevidade nos esclarecimentos. Caso se mantenha pendente, voltaremos ao seu contacto dentro de 15 dias úteis." Desde essa data, passaram já várias semanas sem que tenha recebido qualquer atualização, esclarecimento ou solução para o problema. Esta situação está a causar-me uma pressão indevida para pagamento de um valor que não corresponde ao meu consumo real, sendo evidente que o prazo para resolução deste erro de faturação ultrapassou largamente o que pode ser considerado razoável. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de me prestar apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, promovendo as diligências necessárias para que a Galp proceda à correção da faturação com base nas leituras reais e documentalmente comprovadas, bem como à regularização de quaisquer valores indevidamente cobrados. Junto a esta reclamação toda a documentação comprovativa já remetida à Galp, bem como os elementos que demonstram as leituras corretas do contador. Com os melhores cumprimentos, Diogo Lopes
Tarifa Social
Exmos. Senhores A vossa resposta é, no mínimo, ridícula ou realmente não existe qualquer respeito pelos clientes. O cliente não adivinha quando é que tem enviar novo comprovativo para provar que é elegível para o beneficio. Já me aconteceu o mesmo em março e agora a mesma situação vergonhosa. Parece que o objetivo será mesmo fazer os clientes desistirem do beneficio o que é completamente injusto. Estou cansada desta situação mas agora seguirá uma reclamação para o provedor de justiça, ASAE e demais entidades que possam demostrar como estes serviços funcionam e que só servem para beneficiar quem não trabalha. Melhor será pedir á minha entidade patronal uma declaração do abono todos os meses e enviar para vocês todos os meses o que é impensável. Mais uma vez volta a frisar que tudo se trata de procedimentos administrativos mal tratados uma vez que, como já funcionou anteriormente, o beneficio durava um ano e antes mesmo de acabar a EDP fazia a amabilidade de avisar que teríamos que enviar novo comprovativo. Depois de conversa telefonica com a senhora Nicole volta, mais uma vez, pedir que as ultimas 2 faturas sejam retificadas com o bebefio atribuido na integra uma vez que nunca deixair de receber abono de familia portanto nunca deixei de ser elegivel para o efeito. Junto anexo meus recibos de vencimento desde o inicio do ano para que os senhores possam constatar que nunca deixei de receber abono de familia apesar sas minhas faturas dizerem o contrário. Peço resolução rápida. Carla Assunção
Comercial não profissional
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à adesão ao serviço Pack EDP Smart, associado ao contrato de fornecimento de energia elétrica da minha residência, sita na Rua O Povo do Norte, n.º 17, R/C B, Vila Real, referente ao CPE acima indicado. Aquando da celebração do contrato de fornecimento de energia, fui abordado por um comercial da EDP, tendo aderido ao referido Pack EDP Smart. Contudo, considero que não me foi prestada informação clara, completa e suficientemente explícita relativamente às condições associadas a este serviço. Em particular, não fui devidamente informado de que o Pack EDP Smart ficaria associado ao contrato de eletricidade adquirido, nem de que a adesão ao mesmo implicaria um período de fidelização. Caso tivesse tido conhecimento claro dessa condição, teria podido decidir de forma consciente se pretendia ou não aderir ao referido serviço. Acresce ainda que, no momento da celebração do contrato, não me foi facultada uma cópia do contrato nem das respetivas condições contratuais, situação que considero particularmente relevante, uma vez que apenas posteriormente tive conhecimento das condições de fidelização associadas ao serviço. Mais informo que já solicitei há bastante tempo o cancelamento do Pack EDP Smart, sem que, até à presente data, o serviço tenha sido efetivamente cancelado, não tendo recebido uma resposta satisfatória relativamente ao motivo pelo qual o pedido não foi concretizado. Face ao exposto, solicito: A análise detalhada da forma como foi realizada a adesão ao Pack EDP Smart; O esclarecimento sobre a informação que me foi prestada no momento da celebração do contrato; O envio de uma cópia integral do contrato e das condições aplicáveis ao serviço; O esclarecimento sobre o motivo pelo qual o meu pedido de cancelamento, efetuado anteriormente, não foi concretizado; A resolução da situação e o cancelamento imediato do Pack EDP Smart, sem custos adicionais, considerando a falta de informação clara sobre as condições de adesão e fidelização. Aguardo uma resposta por escrito, devidamente fundamentada, dentro dos prazos legalmente aplicáveis. Com os melhores cumprimentos, Miguel Oliveira Morada: Rua O Povo do Norte, n.º 17, R/C B, Vila Real
Cobrança Com Valor Absurdo
Assunto: Contestação de Faturação Abusiva – Erro de Leitura / Avaria de Contador Exmos. Srs. da Águas de Gondomar, Venho por este meio contestar formalmente a fatura [FT 20260/00468349 , com o valor de [387,58€], correspondente ao período de [07/06/2026 a 06/07/2026]. O volume faturado é completamente absurdo e desproporcional ao meu histórico de consumo. Já foi realizada uma inspeção técnica ao imóvel e não existe qualquer fuga de água ativa, uma vez que o contador permanece totalmente estagnado quando não há consumo voluntário. Para atingir o volume cobrado, seria necessária uma torneira totalmente aberta durante cerca de 56 horas consecutivas, cenário que nunca ocorreu. Trata-se, manifestamente, de um erro de leitura por parte dos vossos serviços ou de uma avaria mecânica do próprio contador. Face ao exposto, solicito: A imediata suspensão da cobrança desta fatura até ao esclarecimento do processo. A retificação da fatura com base na média dos meus consumos habituais. Caso mantenham o valor, exijo a aferição do contador em laboratório independente, nos termos da legislação em vigor. Já foram feitas duas reclamações on line no próprio site da empresa , e tbm tentativas pro chamadas sem sucesso ,também foi feito uma pesquisa na internet onde foi constatado casos semelhantes e recorrentes . Fique registrado para futuras situações . Att Tiago Marques
Reclamação por falta de resposta e pedido de esclarecimento sobre faturação de acertos de gás natura
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido tratado o meu pedido de esclarecimento sobre duas faturas de acertos de gás natural emitidas pela Repsol. Após a receção destas faturas, cujo valor me parece manifestamente desproporcional face ao meu histórico de consumos ao longo de vários anos, contactei o vosso serviço de apoio ao cliente por duas ocasiões distintas, solicitando uma explicação detalhada sobre a forma como foram calculados os referidos acertos. Até à presente data, não obtive qualquer esclarecimento concreto. A única resposta recebida foi um email automático a informar que as leituras do contador são efetuadas por uma empresa externa e que estas são realizadas de dois em dois meses. Contudo, essa resposta não esclarece a questão colocada e levanta inclusivamente mais dúvidas, uma vez que os acertos faturados dizem respeito ao período compreendido entre 17/12/2025 e 17/04/2026, ou seja, cerca de quatro meses, quando a própria resposta da Repsol refere que as leituras são efetuadas com uma periodicidade bimestral. Assim, importa esclarecer por que motivo foram acumulados acertos relativos a um período tão alargado. O que solicitei desde o início foi apenas uma explicação objetiva e fundamentada que me permita confirmar se os valores faturados estão corretos, nomeadamente: As leituras consideradas no cálculo dos acertos; As datas exatas dessas leituras; Os consumos efetivamente apurados em cada período; A justificação para a emissão de acertos referentes a aproximadamente quatro meses; O cálculo detalhado que originou os montantes cobrados. Importa salientar que não me recuso a efetuar o pagamento caso seja demonstrado, de forma clara e fundamentada, que os valores estão corretos. No entanto, considero perfeitamente legítimo solicitar esclarecimentos quando os montantes apresentados se encontram muito acima da média dos meus consumos habituais de gás natural, verificada ao longo de vários anos. Lamento que, apesar de já ter efetuado dois contactos telefónicos, a Repsol continue sem prestar qualquer resposta concreta, limitando-se a enviar uma comunicação automática que não responde às questões colocadas. Esta situação revela uma falta de apoio ao cliente e de transparência na prestação de informações relativamente à faturação emitida. Solicito, por isso, que me seja enviada, com a maior brevidade possível, uma resposta completa e fundamentada a todas as questões acima identificadas, para que eu possa verificar a correção dos valores faturados e proceder ao respetivo pagamento, caso os mesmos se confirmem. Na ausência de uma resposta adequada dentro de um prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e através do Livro de Reclamações Eletrónico, por incumprimento do dever de informação e de resposta ao consumidor. Com os melhores cumprimentos,
Contrato não cancelado, faturação após saída do imóvel, consumos estimados e saldo do Cartão Contine
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Galp devido à manutenção indevida de um contrato de eletricidade que solicitei cancelar, à emissão de faturas referentes a períodos em que já não residia no imóvel e à falta de esclarecimento sobre valores utilizados através do Cartão Continente. Saí definitivamente do imóvel situado na Rua Gregório Lopes, n.º 3, 5.º C, Tomar, no dia 15 de maio de 2026. Nessa data, entreguei as chaves e deixei de ter qualquer acesso ao apartamento. Tenho comprovativos da minha saída, da entrega do imóvel e dos pedidos de cancelamento realizados junto da Galp. Apesar disso, o contrato continua a aparecer como ativo na área de cliente e continuam a ser emitidas faturas em meu nome. A fatura emitida em 2 de junho inclui valores relativos ao período de 29 de abril a 27 de maio de 2026. Nessa fatura, parte do consumo é medida apenas até 16 de maio e o consumo entre 17 e 27 de maio é estimado, ou seja, relativo a um período em que eu já não residia no imóvel nem tinha acesso ao local. A situação torna-se ainda mais grave na fatura emitida em 2 de julho, no valor de 87,59 €, referente ao período de 28 de maio a 27 de junho de 2026. Todo o consumo de 378 kWh indicado nessa fatura é apresentado como estimado, embora eu já tivesse saído do imóvel em 15 de maio e solicitado o cancelamento. Não aceito ser responsabilizado por consumos estimados ou reais ocorridos após a minha saída, especialmente depois de ter comunicado que já não tinha acesso ao apartamento. Durante vários contactos telefónicos, foi-me dito que a impossibilidade de concluir o cancelamento seria da minha responsabilidade, por já não ter acesso ao imóvel. No entanto, as próprias mensagens enviadas pela E-Redes indicam que foram agendadas intervenções remotas para 26 de maio e 19 de junho, afirmando expressamente que a minha presença não seria necessária. Posteriormente, fui informado de que não tinha sido possível realizar essas intervenções remotamente e que seria necessário o acesso de uma equipa técnica ao local. É inaceitável que a Galp transfira para o antigo cliente as consequências de uma falha técnica ou operacional entre a comercializadora e a E-Redes, sobretudo quando o pedido de cancelamento já tinha sido comunicado e eu já tinha entregue as chaves. Não posso ser obrigado a manter acesso indefinido a um imóvel onde já não resido apenas para que a Galp consiga executar corretamente um pedido de cancelamento. Existe ainda uma situação por esclarecer relacionada com o Cartão Continente. O histórico apresentado mostra movimentos de 40 € em 2 de abril e de 50 € em 24 de abril, perfazendo um total de 90 €. Contudo, na fatura emitida em 2 de junho, apenas aparecem 29,36 € como desconto proveniente do saldo da App Mundo Galp e/ou Cartão Continente. Solicito que a Galp apresente uma discriminação completa e documental da utilização dos 90 €, indicando em que faturas foram aplicados e justificando o destino dos restantes 60,64 €. Na fatura seguinte, a Galp afirma ainda que não atribuiu o vale de desconto por existir uma alegada dívida de 40,83 €, agravando uma situação que resulta precisamente da falta de cancelamento do contrato e da cobrança de períodos posteriores à minha saída. Diante do exposto, solicito: O cancelamento do contrato com efeitos na data em que comuniquei a cessação ou, no máximo, na data da minha saída do imóvel, em 15 de maio de 2026; A anulação e correção de todas as cobranças posteriores à minha saída; A anulação dos consumos estimados faturados após 15 de maio; A suspensão imediata de novas cobranças e débitos diretos; A confirmação escrita de que o contrato se encontra definitivamente encerrado; Uma discriminação completa da utilização dos 90 € do Cartão Continente; A restituição ou crédito de qualquer valor utilizado ou cobrado indevidamente; A garantia de que não será comunicada qualquer dívida, incumprimento ou penalização em meu nome; A disponibilização das gravações e dos registos dos contactos telefónicos em que solicitei o cancelamento; Uma explicação formal sobre a razão pela qual o cliente está a ser responsabilizado pela impossibilidade técnica de executar a intervenção. Junto as faturas, o histórico dos movimentos do Cartão Continente, as mensagens da E-Redes, a imagem que demonstra que o contrato continua ativo e os comprovativos da minha saída e dos pedidos de cancelamento. Caso a situação não seja integralmente resolvida, apresentarei igualmente reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da ERSE, da Direção-Geral do Consumidor e do centro de arbitragem de conflitos de consumo competente.
Fatura em falta
Bom Dia. Agradecia vossa ajuda no sentido de me orientar ou agir em conformidade com o que passo a relatar: Empresa Simas, empresa de águas da Amadora. A 22-06-26 recebi da câmara da Amadora uma carta de citação, processo executivo nº45737/26, ameaçando com uma cobrança coerciva de 14.76 que se tinha transformado em 35.41. Argumento, não tinha pago a fatura de dez. 2025 no valor de 14.76. Dirigi-me à loja fisica, argumentando que nunca tinha recebido nenhum mail com essa fatura e solicitando prova de que o mesmo me tinha sido enviado ou por mail ou por correio. Não tinham. Sou utilizador registado do balcão digital e também não consta qualquer aviso nesse sentido. Consta sim o valor da fatura em causa, sem imagem e que só consultando o site, alertado pela carta em questão, é que cheguei a esse facto. Consta também que após essa falta já tinha pago as 5 faturas seguintes, de valor bem superior. Estes factos, penso eu, prova "má fé" de quem iniciou o processo. Na loja fisica, preenchi o livro de reclamações com uma reclamação resumida (falta de espaço), após os funcionários me terem dado a entender que houve falhas informáticas na empresa, nesse mês. Se repararem ouve uma fatura paga em dezembro. Estamos a falar de uma fatura parcial de 2 m3. Na loja foi-me dito que, apesar de tudo teria que liquidar o valor em causa (agora 35.41). Tenho comprovativos possiveis comigo, estou a aguardar resposta à reclamação que fiz, mas gostaria de saber a vossa opinião, uma vez que não terei sido o primeiro e não podemos deixar passar em claro,tal procedimento abusivo, próprio de uma empresa que sabe que é única neste tipo de mercado. Antecipadamente grato, pela atenção dispensada, fico a aguardar vossas indicações. Cumprimentos. Mário Rui Correia subscritor nº 40176-18. Nota: Não sei por onde anda, mas já vos fiz esta reclamação a 28-06-26 e estou a estranhar ainda não ter recebido uma resposta, da vossa parte.
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