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Cobrança Com Valor Absurdo
Assunto: Contestação de Faturação Abusiva – Erro de Leitura / Avaria de Contador Exmos. Srs. da Águas de Gondomar, Venho por este meio contestar formalmente a fatura [FT 20260/00468349 , com o valor de [387,58€], correspondente ao período de [07/06/2026 a 06/07/2026]. O volume faturado é completamente absurdo e desproporcional ao meu histórico de consumo. Já foi realizada uma inspeção técnica ao imóvel e não existe qualquer fuga de água ativa, uma vez que o contador permanece totalmente estagnado quando não há consumo voluntário. Para atingir o volume cobrado, seria necessária uma torneira totalmente aberta durante cerca de 56 horas consecutivas, cenário que nunca ocorreu. Trata-se, manifestamente, de um erro de leitura por parte dos vossos serviços ou de uma avaria mecânica do próprio contador. Face ao exposto, solicito: A imediata suspensão da cobrança desta fatura até ao esclarecimento do processo. A retificação da fatura com base na média dos meus consumos habituais. Caso mantenham o valor, exijo a aferição do contador em laboratório independente, nos termos da legislação em vigor. Já foram feitas duas reclamações on line no próprio site da empresa , e tbm tentativas pro chamadas sem sucesso ,também foi feito uma pesquisa na internet onde foi constatado casos semelhantes e recorrentes . Fique registrado para futuras situações . Att Tiago Marques
Reclamação por falta de resposta e pedido de esclarecimento sobre faturação de acertos de gás natura
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido tratado o meu pedido de esclarecimento sobre duas faturas de acertos de gás natural emitidas pela Repsol. Após a receção destas faturas, cujo valor me parece manifestamente desproporcional face ao meu histórico de consumos ao longo de vários anos, contactei o vosso serviço de apoio ao cliente por duas ocasiões distintas, solicitando uma explicação detalhada sobre a forma como foram calculados os referidos acertos. Até à presente data, não obtive qualquer esclarecimento concreto. A única resposta recebida foi um email automático a informar que as leituras do contador são efetuadas por uma empresa externa e que estas são realizadas de dois em dois meses. Contudo, essa resposta não esclarece a questão colocada e levanta inclusivamente mais dúvidas, uma vez que os acertos faturados dizem respeito ao período compreendido entre 17/12/2025 e 17/04/2026, ou seja, cerca de quatro meses, quando a própria resposta da Repsol refere que as leituras são efetuadas com uma periodicidade bimestral. Assim, importa esclarecer por que motivo foram acumulados acertos relativos a um período tão alargado. O que solicitei desde o início foi apenas uma explicação objetiva e fundamentada que me permita confirmar se os valores faturados estão corretos, nomeadamente: As leituras consideradas no cálculo dos acertos; As datas exatas dessas leituras; Os consumos efetivamente apurados em cada período; A justificação para a emissão de acertos referentes a aproximadamente quatro meses; O cálculo detalhado que originou os montantes cobrados. Importa salientar que não me recuso a efetuar o pagamento caso seja demonstrado, de forma clara e fundamentada, que os valores estão corretos. No entanto, considero perfeitamente legítimo solicitar esclarecimentos quando os montantes apresentados se encontram muito acima da média dos meus consumos habituais de gás natural, verificada ao longo de vários anos. Lamento que, apesar de já ter efetuado dois contactos telefónicos, a Repsol continue sem prestar qualquer resposta concreta, limitando-se a enviar uma comunicação automática que não responde às questões colocadas. Esta situação revela uma falta de apoio ao cliente e de transparência na prestação de informações relativamente à faturação emitida. Solicito, por isso, que me seja enviada, com a maior brevidade possível, uma resposta completa e fundamentada a todas as questões acima identificadas, para que eu possa verificar a correção dos valores faturados e proceder ao respetivo pagamento, caso os mesmos se confirmem. Na ausência de uma resposta adequada dentro de um prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e através do Livro de Reclamações Eletrónico, por incumprimento do dever de informação e de resposta ao consumidor. Com os melhores cumprimentos,
Contrato não cancelado, faturação após saída do imóvel, consumos estimados e saldo do Cartão Contine
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Galp devido à manutenção indevida de um contrato de eletricidade que solicitei cancelar, à emissão de faturas referentes a períodos em que já não residia no imóvel e à falta de esclarecimento sobre valores utilizados através do Cartão Continente. Saí definitivamente do imóvel situado na Rua Gregório Lopes, n.º 3, 5.º C, Tomar, no dia 15 de maio de 2026. Nessa data, entreguei as chaves e deixei de ter qualquer acesso ao apartamento. Tenho comprovativos da minha saída, da entrega do imóvel e dos pedidos de cancelamento realizados junto da Galp. Apesar disso, o contrato continua a aparecer como ativo na área de cliente e continuam a ser emitidas faturas em meu nome. A fatura emitida em 2 de junho inclui valores relativos ao período de 29 de abril a 27 de maio de 2026. Nessa fatura, parte do consumo é medida apenas até 16 de maio e o consumo entre 17 e 27 de maio é estimado, ou seja, relativo a um período em que eu já não residia no imóvel nem tinha acesso ao local. A situação torna-se ainda mais grave na fatura emitida em 2 de julho, no valor de 87,59 €, referente ao período de 28 de maio a 27 de junho de 2026. Todo o consumo de 378 kWh indicado nessa fatura é apresentado como estimado, embora eu já tivesse saído do imóvel em 15 de maio e solicitado o cancelamento. Não aceito ser responsabilizado por consumos estimados ou reais ocorridos após a minha saída, especialmente depois de ter comunicado que já não tinha acesso ao apartamento. Durante vários contactos telefónicos, foi-me dito que a impossibilidade de concluir o cancelamento seria da minha responsabilidade, por já não ter acesso ao imóvel. No entanto, as próprias mensagens enviadas pela E-Redes indicam que foram agendadas intervenções remotas para 26 de maio e 19 de junho, afirmando expressamente que a minha presença não seria necessária. Posteriormente, fui informado de que não tinha sido possível realizar essas intervenções remotamente e que seria necessário o acesso de uma equipa técnica ao local. É inaceitável que a Galp transfira para o antigo cliente as consequências de uma falha técnica ou operacional entre a comercializadora e a E-Redes, sobretudo quando o pedido de cancelamento já tinha sido comunicado e eu já tinha entregue as chaves. Não posso ser obrigado a manter acesso indefinido a um imóvel onde já não resido apenas para que a Galp consiga executar corretamente um pedido de cancelamento. Existe ainda uma situação por esclarecer relacionada com o Cartão Continente. O histórico apresentado mostra movimentos de 40 € em 2 de abril e de 50 € em 24 de abril, perfazendo um total de 90 €. Contudo, na fatura emitida em 2 de junho, apenas aparecem 29,36 € como desconto proveniente do saldo da App Mundo Galp e/ou Cartão Continente. Solicito que a Galp apresente uma discriminação completa e documental da utilização dos 90 €, indicando em que faturas foram aplicados e justificando o destino dos restantes 60,64 €. Na fatura seguinte, a Galp afirma ainda que não atribuiu o vale de desconto por existir uma alegada dívida de 40,83 €, agravando uma situação que resulta precisamente da falta de cancelamento do contrato e da cobrança de períodos posteriores à minha saída. Diante do exposto, solicito: O cancelamento do contrato com efeitos na data em que comuniquei a cessação ou, no máximo, na data da minha saída do imóvel, em 15 de maio de 2026; A anulação e correção de todas as cobranças posteriores à minha saída; A anulação dos consumos estimados faturados após 15 de maio; A suspensão imediata de novas cobranças e débitos diretos; A confirmação escrita de que o contrato se encontra definitivamente encerrado; Uma discriminação completa da utilização dos 90 € do Cartão Continente; A restituição ou crédito de qualquer valor utilizado ou cobrado indevidamente; A garantia de que não será comunicada qualquer dívida, incumprimento ou penalização em meu nome; A disponibilização das gravações e dos registos dos contactos telefónicos em que solicitei o cancelamento; Uma explicação formal sobre a razão pela qual o cliente está a ser responsabilizado pela impossibilidade técnica de executar a intervenção. Junto as faturas, o histórico dos movimentos do Cartão Continente, as mensagens da E-Redes, a imagem que demonstra que o contrato continua ativo e os comprovativos da minha saída e dos pedidos de cancelamento. Caso a situação não seja integralmente resolvida, apresentarei igualmente reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da ERSE, da Direção-Geral do Consumidor e do centro de arbitragem de conflitos de consumo competente.
Fatura em falta
Bom Dia. Agradecia vossa ajuda no sentido de me orientar ou agir em conformidade com o que passo a relatar: Empresa Simas, empresa de águas da Amadora. A 22-06-26 recebi da câmara da Amadora uma carta de citação, processo executivo nº45737/26, ameaçando com uma cobrança coerciva de 14.76 que se tinha transformado em 35.41. Argumento, não tinha pago a fatura de dez. 2025 no valor de 14.76. Dirigi-me à loja fisica, argumentando que nunca tinha recebido nenhum mail com essa fatura e solicitando prova de que o mesmo me tinha sido enviado ou por mail ou por correio. Não tinham. Sou utilizador registado do balcão digital e também não consta qualquer aviso nesse sentido. Consta sim o valor da fatura em causa, sem imagem e que só consultando o site, alertado pela carta em questão, é que cheguei a esse facto. Consta também que após essa falta já tinha pago as 5 faturas seguintes, de valor bem superior. Estes factos, penso eu, prova "má fé" de quem iniciou o processo. Na loja fisica, preenchi o livro de reclamações com uma reclamação resumida (falta de espaço), após os funcionários me terem dado a entender que houve falhas informáticas na empresa, nesse mês. Se repararem ouve uma fatura paga em dezembro. Estamos a falar de uma fatura parcial de 2 m3. Na loja foi-me dito que, apesar de tudo teria que liquidar o valor em causa (agora 35.41). Tenho comprovativos possiveis comigo, estou a aguardar resposta à reclamação que fiz, mas gostaria de saber a vossa opinião, uma vez que não terei sido o primeiro e não podemos deixar passar em claro,tal procedimento abusivo, próprio de uma empresa que sabe que é única neste tipo de mercado. Antecipadamente grato, pela atenção dispensada, fico a aguardar vossas indicações. Cumprimentos. Mário Rui Correia subscritor nº 40176-18. Nota: Não sei por onde anda, mas já vos fiz esta reclamação a 28-06-26 e estou a estranhar ainda não ter recebido uma resposta, da vossa parte.
Burla Pack EDP Comercial
A EDP Comercial apos a rescisão de um contrato de fornecimento continua a cobrar o Pack EDP anexado a esse contrato. Isto é abusivo e ilegal.
Adesão à fatura electrónica com MUITOS PROBLEMAS
Exmos senhores, A 10 de Junho 2026 tentei aderir à fatura electrónica via https://particulares.cliente.edp.pt, mas sem sucesso. A app tem um "bug" que faz com que a fatura em papel nunca desapareça da minha conta, mesmo após seguir todos os passos indicados na web app para adesão à fatura electrónica; enviam-me o novo contrato para o email (amgg@mailfence.com) sem qualquer alteração, e na web app continua a indicar que a minha fatura é em papel (mesmo após fazer logout + login). Como hoje, infelizmente, recebi novamente a fatura em papel no correio, decidi esquecer a vossa web app e passar aos contactos telefónicos, os quais passo a descrever. Ligação 1 para 213535353 às 6:10 PM de 15/07/2026, desde 935088046: Pedi à vossa colega que alterasse apenas a faturação para passar a ser electrónica. Foram-me pedidos vários dados, os quais foram todos dados e confirmados. Após uns 10 a 15 minutos, a vossa colega disse-me que eu iria receber um SMS ao qual deveria responder para confirmar a alteração pedida e assinar digitalmente o novo contrato; e disse-me também que o novo contrato seria entregue via email após responder ao SMS; disse-me por fim que a próxima fatura já seria electrónica e que poderia desligar se quisesse, pois o sistema estava um pouco lento, mas que na próxima hora deveria seguramente receber o SMS. Passou 1 hora e nada, nem SMS nem email (incluindo pasta de SPAM), tendo eu procedido à ligação nº 2. Ligação 2 para 213535353 às 7:21 PM de 15/07/2026, desde 935088046: Expliquei ao novo operador a situação acima exposta, e este disse-me que no sistema da EDP já conseguia ver que o meio de faturação associado à minha conta era electrónico (ainda que na minha conta em https://particulares.cliente.edp.pt apareça ainda "Papel"). Perguntou-me alguns dados, os quais foram ditos e confirmados, e disse que deveria apenas esperar um email. E eu perguntei - então e o SMS que a sua colega referiu? Ao que respondeu que era apenas um email com o contrato em anexo. Como não tinha recebido qualquer email, o vosso colega procedeu a novos pedidos através do vosso sistema para ver se eu recebia ou email ou SMS, e durante a chamada não recebi nem uma coisa nem outra, tendo-me igualmente dito que o vosso sistema estava lento. Eu então terminei com "Posso desligar ou tenho de aguardar aqui consigo?", ao que respondeu que poderia desligar. Dito isto, e confirmando que tenho recebido emails passados de @edp.pt (sendo o último de 10 Junho 2026), se a próxima fatura não for electrónica (a qual terá descontos de 3 a 5% vs. a fatura em papel, segundo informações da operadora na ligação nº 1) irei proceder a uma RECLAMAÇÃO EM LIVRO PRÓPRIO. Muito obrigado, Miguel Abambres
Reclamação por falta de reembolso
Referência: Reclamação cliente | Sessão CBR-00044-01-1767370016 Conforme minhas mensagens de e-mail, em particular a última, datada de 2026/03/26, e continuando por receber a v/ devolução de 4,8681 €, referentes à sessão de carregamento CBR-00044-01-1767370016, conforme mensagem da REMO Charging de 08/01/2026, venho reiterar a minha reclamação, agora através da DECO, de que sou Associado, tendo em vista a vossa satisfação da mesma. Mais informo que persistirei na minha exigência da v/ devolução, não prescindindo de recorrer a todos os meios ao meu alcance para o conseguir. Aguardo assim a v/ resolução imediata da situação, com a v/ devolução do valor não cobrado pelo OPC ou, se assim preferirem, o respectivo crédito na carteira da minha conta, para poder utilizá-lo em futuros carregamentos num posto da v/ rede.
Burla com o pack de serviços extra
Venho reclamar com a Edp que me fez um contrato de eletricidade ao balcão totalmente normal não me foi informada nenhum pack de serviços muito menos fidelização e qual não é o meu espanto quando recebo a factura vem com extra de 20 euros de uma fidelização de um serviço que eu não pedi nao me foi informado e foi incluido numa simples requisição de fornecimento de eletricidade. Fui ao balcão reclamar e lá o funcionário me garantiu que se terminasse o contrato de eletricidade o serviços extra também podia ser cancelado sem ter que pagar mais nada depois do cancelamento. Foi o que fiz . 15 dias depois recebo o cancelamento do serviço extra com a fatura de cobrança de todos os meses durante um ano desse serviço extra. Sinto me enganada burlada e é um abuso dos clientes. Enganam mentem e tentam extorquir dinheiro das pessoas a todo custo. É surreal não tem esse direito.
Ativação de serviço à revelia do dono da casa
1. Gostava de saber porque motivo a Endesa tem legitimidade para efectuar ativação de serviço de eletricidade em casas ocupadas, sem que seja apresentado qualquer documento do legítimo proprietário do imóvel e/ou contrato de arrendamento. 2. O que é que o legitimo proprietário do imóvel em questão pode efectuar para reverter esta situação irregular? Com os meus cumprimentos. Manuel Gonçalves ///
A 5 dias sem ligação de Gás
Exmos. Senhores, Em (07/07/2026) celebrei contrato de prestação de serviços. Sucede que até hoje, passados que são 6 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Considerando o exposto, venho exigir a ligação imediata do serviço bem como a compensação prevista na lei. Cumprimentos.
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