Reclamações públicas

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F. B.
21/11/2018

Cobrança de Quotas - Indevidas

Durante este ano de 2018 insistentemente têm tentado debitar o montante de 108€ segundo informam quelhes é devido de um contrato assinado por mim em 2014, e o qual mencionam que se mantém até àpresente data. Acontece que até 20 de Julho de 2018 não fui contactada por esta empresa de forma alguma,o contacto que recebi em Julho prendia-se com o pedido de reativação do débito directo ao que informei que não pretendia continuar associada a esta entidade. Estranho que me digam que em Fevereiro de 2018 me tenham enviado um mail, no entanto esse sería o único contacto desde 2015, altura em que tinha cancelado o débito direto e telefonicamente informei à empresa que não pretendia continuar como associada (e na altura não me foi solicitado que o fizesse por escrito) pois não tinha recebido qualquer ajuda da parte do Instituto ou qualquer contacto no sentido de apurarem em que situação me encontrava, nunca houve qualquer acompanhamento.Mais, de acordo com o dito contrato receberia por mail acessos e password para poder consultar o meu processo ora até hoje nunca recebi tal mail com essa informação. Quando me dirigi ao Instituto encontrava-me numa situação desesperante e não houve da parte destes desde 2014 qualquer contacto no sentido de saberem como estava relativamente aos problemas que me levaram a recorrer aos seus serviços. Nunca usufrui de qualquer ajuda, nem de nada que com o facto de ser supostamente associada me pudesse providenciar. A alguns anos que me encontro com o salário penhorado, e estive de baixa 11 meses por doença, tendo regressado ao serviço no passado mês de Maio/2018. Financeiramente nem juridicamente recebi qualquer apoio desta instituição pelo que entendo que nada devo, até porque se o suposto contrato serve para exigirem quotas o mesmo também serve para que eu o considere sem efeito pois de acordo com o mesmo era suposto ter contactos regulares o que não aconteceu até agora, os contactos existentes são apenas para exigirem pagamento de quotas. Conforme mencionei fiquei desde o pagamento inicial entregue a mim mesma sem apoio ou companhamento o que acabou por culminar na penhora de 1/3 do meu salário e a entrega da casa do banco, ficando ainda com parte da divida. Mais, o pagamento dessa quota anual só eu sei o que me custou pagar os 108€ pois na situação que me encontrava não era uma quantia tão pouca assim e ainda por cima fiquei sem o dinheiro e sem apoio ou seja paguei para nada. É muito triste e lamentável, pois não deixa de haver um proveitamento das fragilidades psicológicas e emocionais das pessoas que procuram esta entidade em busca de apoio. As pessoas chegam até estas empresas num estado tal de desespero e vergonha pessoal que se vêem forçadas pelas circunstâncias a contratar um serviço que não passa do papel. Sim, porque não há um contacto para se inteirar de como está o associado ou informar o que foi entretanto feito, remetem-se ao silêncio e deixam passar o tempo de forma a que os valores em divida engrossem, ora se já estávamos atolados em dividas e problemas financeiros, passamos a ter mais um. Lamentável que depois de me terem abandonado à sorteme estejam a exigir o montante de 324€ de quotas.Ontem 20/11/18 recebi o telefonema do departamento de contencioso e a Dra. foi extramante instransigênte na pretenção do pagamento das supostas quotas em atraso e quando questionada sobre a que entidadedeveria dirigir a minha reclamação, disse-me que não tinha que dizer nada a esse respeito e que deveriadirigir-me à empresa e escrever no livro de reclamações, ao que retorqui que ainda assim teria de saber a quem fazer chegar a minha cópia da reclamação, ao que a Sra.Dra. disse que não tinha que me dar essa informação e que o assunto iria seguir para tribunal.Resumindo, paguei por uma consulta 108€ nada foi feito, não me foi apresentado nenhuma solução para o meu problema, nenhum dos meus credores foi sequer contactado, cancelei o contrato em 2015 e agora em 2018 voltam à carga com a informação de que para o cancelamento do contrato teria de haver uma comunicação escrita (o que não me foi dito em quando solicitei telefonicamente), e querem que pague por dois anos de silêncio e inatividade deles 324€.

Encerrada
J. R.
20/11/2018

Indemnização por furto de automóvel

Na sequência do furto do meu automóvel, ocorrido no dia 13-05-2018 e do qual vos dei conhecimento no referido dia, dirigindo-me de imediato ao posto de GNR local, onde foi processado o auto de notícia. Após tomadas todas as medidas legais relativas a um processo de furto aguardei os 60 dias para a eventualidade do veículo aparecer, o que acabou por não se suceder. Findo este prazo foi-me enviado, da vossa parte, no dia 26-07-2018, uma comunicação de responsabilidade, onde se propuseram a indemnizar-me pelo valor do seguro à data do sinistro, após a entrega da documentação para a resolução do processo, que prontamente vos disponibilizei visto ser o maior interessado na resolução deste problema. Contudo, após as visitas da peritagem para esclarecimentos e entrega da documentação e das chaves, nunca mais voltei a ser contactado pela vossa parte, o que me tem levado a entrar em contacto telefónico convosco, de uma forma quase diária, não obtendo da vossa parte nenhuma justificação minimamente satisfatória para a não resolução do meu processo. Não obstante ao facto do dinheiro despendido em deslocações para obtenção de documentação pedida posteriormente à carta enviada, sem nunca me recusar a nada e sempre vos disponibilizando tudo com a maior brevidade possível. Assim sendo, exijo que assumam as vossas responsabilidades no prazo máximo de 8dias, sem o que terei de recorrer a todos os meios ao meu dispor, incluindo o judicial, para defender os meus direitos.

Resolvida
J. M.
14/11/2018

Reclamação sobre o seguro contratado

Évora, 25 de Outubro de 2018Assunto: Reclamação de seguroEu, Joaquim Galão venho por este meio apresentar uma reclamação á companhia liberty seguros.No decorrente ano comprei um carro seminovo e efectuei o seguro com a companhia libertyseguros, através do meu mediador, na mediação MBL. Pedi que fosse incluída a cobertura QIV, PJ,AV, protecção ao condutor e as coberturas obrigatórias de RC.No dia 21 de Julho de 2018, quando me deslocava de férias uma pedra bateu no pára-brisas do meucarro e estalou o para brisas, quando regressei de férias fui ter com o mediador para regularizar ovidro, uma vez que a quebra estava alastrar. Falei com o medidor Sr. Canelas que me disse para ir aum prestador reparar o vidro. Entrei em contacto com a Glassdrive para reparar o vidro do carro, aoque me disseram que só podiam colocar um vidro de marca branca. Os meus problemas começaramaqui. A carrinha foi comprada há menos de 6 meses, tem vidros todos de origem da BMW e não voucolocar um vidro de marca branca num carro que me custou quase 20.000euros, e que ainda estou apagar. Disse á Galssdrive que não autorizava colocação de vidro de marca branca tinha de ser daBMW. A Glassdrive disse que podia encomendar o vidro de origem mas tinha de falar com a minhacompanhia.Voltei ao mediador e disse-lhe que estava fora de questão colocar vidro de marca branca numacarrinha que tinha comprado recentemente. Mediador disse que nesse caso tinha de ir á oficinafazer o orçamento. Fui á oficina Augusto Caixinha, fazer o orçamento encaminhado pelo mediador.Tiraram fotografias e pensava eu que tinha sido feito o orçamento para reparar o vidro e colocarvidro da marca. Na oficina falei com o Sr. Tomás que me disse que não tinham autorização dacompanhia liberty seguros para fazer a substituição do vidro da viatura, para falar com o mediadorporque tinha de ser feita a participação.Voltei ao mediador no dia 17 de Agosto de 2018, e preenchi a declaração amigável de acidenteautomóvel com todos os elementos que tinham sido solicitados o medidor encaminhou para acompanhia. Ao final de três semanas após ter feito a participação e sem reposta entrei em contactocom o mediador que ligou para companhia e disse que estava tudo em análise, tinha de aguardarpela autorização da companhia.Farto de aguardar por uma reposta, pedi que me ligassem para a companhia para tentar perceber,ao final de dois meses de ter tido uma quebra de vidros, e o vidro estar a alastrar, porque é queainda não tinha sido reparado o vidro da carrinha. Durante todo este período apenas recebi uma SMS da companhia Liberty seguros a informar que o processo estava em análise. No dia 3 deOutubro, através da linha de atendimento da companhia liberty seguros, fui informado quereceberam fotos da quebra de vidros por parte da oficina Augusto Caixinha mas não receberamorçamento para a reparação, e para uma tomada de decisão da liberty seguros era necessário oenvio do orçamento para a reparação. Ora a oficina Augusto Caixinha é uma oficina com protocolocom a liberty seguros, foi encaminhado pela liberty seguros através do mediador, se não foi enviadoorçamento por parte da oficina, porque é que me informaram na semana anterior que o processoestava em análise? Se não tinham o orçamento da oficina protocolada, porque é que nãoinformaram a oficina? O que é que fui fazer então á oficina recomendada da companhia libertyseguros? Questionei ainda sobre a demora na regularização dos danos no vidro, pois tenhocobertura para regularizar os danos, fui informado pela primeira vez que a minha apólice temcobertura QIV, mas ao abrigo desta cobertura tinha de colocar o vidro de marca branca na minhacarrinha, porque a cobertura QIV contratada é a cobertura QIV Convencionada.Não sou mediador, não percebo nada de seguros, sou electricista esta sim é a minha área na qualsou entendido. Não fazia a mínima ideia do que era um QIV convencionado, até ter sido informadopela liberty seguros no dia 3 de Outubro 2018. Não fazia a menor ideia que a liberty seguros temmais do que uma cobertura para a cobertura QIV, nunca fui informado, nem me deram apossibilidade de escolher qual a cobertura QIV que queria contratar na minha apólice. Quando fiz oseguro deram-me as condições particulares da apólice onde em lado nenhum refere que souobrigado a colocar um vidro de marca branca na minha carrinha. Se tivesse sido informado nuncateria feito um seguro com estas condições.No dia 4 de Outubro de 2018, voltei ao mediador, bastante insatisfeito com toda a situação, porqueo mediador sabia desde o primeiro momento que incluiu uma cobertura na minha apólice que nãome permitiria colocar um vidro no meu carro exactamente igual ao que tenho, e nunca modisse. Andei durante 2 meses literalmente a perder tempo, mas nunca me informou que não podiapôr um vidro de origem, porque a cobertura que ele colocou no contrato não o permite. Fui pediresclarecimentos ao mediador porque é que tenho uma cobertura QIV convencionada na apólicequando nunca fui informado que a liberty tinha mais do que uma para a cobertura QIV, nem nuncaninguém me questionou qual a que eu queria. Ao que o mediador responde-me: Quem é que lheinformou que a liberty seguros tem mais do que uma cobertura QIV!? O mediador ficou com um armuito indignado, e a própria funcionária da mediação é que disse, que de facto a liberty tem mais doque uma cobertura QIV! Questionei o Mediador porque é que me incluiu uma cobertura QIVconvencionado na apólice sem me perguntar se eu queria? E sem me informar da especificidadedesta cobertura, ao que o mediador me respondeu que faz todas as apólices com a mesmacobertura e só quando lhe dizem que não querem a convencionada é que inclui a outra porque émais cara. Contudo, ninguém me perguntou se queria pagar mais por alguma outra cobertura, ora senão sei, nem fui informado da especificidade da cobertura não posso pedir outra como é lógico.Sinto-me enganado pelo mediador. Confrontado com a situação o mediador disse mesmo que estasituação era um problema meu com a companhia, nada tinha a ver com isso.Dia 8 de Outubro ligou-me a liberty seguros e informou que assume o vidro de marca branca sequiser colocar de origem tenho de pagar a diferença.

Resolvida
A. C.
13/11/2018

Recusa de pagamento

O meu marido no ano passado comprou um Volvo C30 num stand atraves do credito da 321 temos pago as prestacoes apenas nestes 3 ultimos meses devido a problema financeiro nao pagamos, hoje pelas 11h ligou o Sr. Renato da recuperacao de credito falamos calmamente que queremos pagar a totalidade dos 3 meses no final do mes e ele recusa-se a aceitar o pagamento, ameaçando que nos vai tirar o carro porque ja trabalha a muitos anos e diz que nao vamos pagar, mesmo nos dizendo que queremos pagar e vamos pagar, ele recusa o pagamento, como e logico nos queremos pagar e nao ficar sem o carro que e o nosso unico meio de transporte. Queremos resolver a situacao a bem evitando outros meios.

Resolvida

Problema no arranjo de um telemóvel

Boa tarde o meu telemóvel caio ao chão quando estava a andar de bicicleta quando parei o telemóvel estava num estado lastimável fui a worten do Cartaxo onde liguei para a seguradora para ativar o seguro o senhor que me atendeu da companhia estava a tentar enganar me a dizer que o preço para enviar o telemóvel para a seguradora era de 60 euros. O senhor da worten disse que era impossível ser esse preço..... o senhor continuou a dizer que tinha qie pagar 60%do telemóvel enquanto o senhor que me atendeu não wortem dizia que era 18 euros pk era 20 % do valo do mesmo! Desliguei o telemóvel e voltei a ligar para a seguradora e quando me atemderam outra vez já era outra pessoa e quando falei da situação a senhora disse qie só tinha que pagar 18 euros!Praticamente estávam a tentar enganar-nos em 42 euros.Paguei os 18 euros e o equipamento foi enviado passado 2 semanas batem me a porta para o devolver! Quando abro a caixa do telemóvel ele encontrava se como eu o tinha enviado e que a seguradora não se resposabilizava pelos danos no telemóvel visto que estes tinham sido feitos com uma alavanca ! Isto é a gozar com a cara de uma pessoa como e é que uma alavanca da para abrir o telemóvel! Eu paguei 60 euros de seguro contra todos os ricos e não querem arranjar o telemóvel!

Resolvida

Estorno do montante respetivo aos meses de seguro não usufruídos

A 30/08 efetuei o pedido para anulação do seguro automóvel, devido à venda do veículo, para o e-mail balcao.maia@lusitania.pt , que previamente foi cedido telefonicamente pela linha de apoio da Lusitânia. Dia 31/08 enviei todos os documentos para anulação (documento de venda do veículo, a carta verde, a carta de anulação do seguro e também documento de aviso de pagamento de 2018.) A 23/10 (quase 2 meses depois) recebo pelo correio a confirmação que o seguro tinha sido anulado (a 31/08). No entanto na carta de anulação não foi incluído o montante a restituir-me devido aos meses de seguro não usufruídos visto ter efetuado o pagamento do prémio na totalidade na data de contratação/renovação, nem efetuada qualquer transferência de estorno. Esta informação de pedido de estorno, consta na carta de anulação enviada e assinada por mim, e até à data atual, não foi dada qualquer explicação/motivo de não terem realizado qualquer estorno, tendo eu pedido informações via e-mail a 23/10.

Resolvida

Fraude seguro automóvel FIDELIDADE

Eu apresento um seguro da Fidelidade (todos os riscos, sem franquia, Plano Liber 3G Total, nº apólice 754189685). Na sequência de um acidente de viação ocorrido no dia 15/10/18 que resultou num ligeiro choque entre dois automóveis e do qual não tenho culpa, eu fui informada no dia 22/10/18 pelo Gestor de Sinistros da Fidelidade (Sr. João Pedro Caldeira, Nº 1011/18AU264868/001) da decisão de perda total definitiva. Segundo o perito da GEP (Sr. Bruno das Dores Silva, bruno.filipe.gep@gmail.com, 961225268) o orçamento da reparação automóvel na oficina da Audi (nº GPS0599169, JapSport, Faro, vendas@japsport.pt, 289 897 980) é 14 273.16 €, mas este valor é demasiado elevado porque inclui várias peças novas da marca Audi que são desnecessárias (Ex. porta frontal esquerda, jante frontal esquerda, espelho retrovisor esquerdo, porta luvas, escovas limpa-livros, etc.). Além disso este orçamento é suspeito porque foi elaborado com extrema rapidez (no próprio dia) e nem sequer está devidamente assinado pelo responsável. O automóvel apenas apresenta danos na faixa lateral esquerda e sistema de segurança. Trata-se de um carro da Audi (A3, Sportback 1,6 TDI, Diesel, cilindrada 1600, apenas tem 4 anos e 60 000 km). Eu acionei os danos próprios do meu seguro por se tratar de todos os riscos e como sou médica necessito de ter o carro disponível para o trabalho. Enquanto que o outro condutor apenas apresenta um seguro contra terceiros, acionou o meu seguro e segundo ele a decisão da seguradora foi perda total condicional. Eu considero esta situação absurda porque este Sr. tem um veiculo usado (Carrinha Hyndai, 16 anos) cuja reparação é muito superior ao seu valor comercial. Este facto é mais uma prova de que estou a ser alvo de uma burla porque a Fidelidade já me atribuiu a perda total definitiva, mas ao outro condutor ainda não tornou essa decisão oficial. Considero inadmissível a seguradora Fidelidade atribuir a perda total definitiva porque já sou cliente há vários anos, nunca tinha tido um acidente e estou a pagar um seguro de todos os riscos da Fidelidade dispendioso (85 €/mês). Recentemente a apólice do seguro foi renovada para 2019, com o agravamento do montante total, o que constitui uma burla porque a decisão de perda total definitiva anula imediatamente a apólice do seguro. Eu contactei a minha oficina de referência (Oficina Miguel Onofre, S.B. Messines, 282 330405) e o dono referiu que a reparação do automóvel é exequível, o orçamento é mais económico e nunca ultrapassará o valor comercial do automóvel. Eu já contactei um advogado especialista em seguros de automóveis e ele considera que esta decisão não tem fundamentação plausível e portanto trata-se de uma fraude.

Encerrada

FAUDE seguro automóvel FIDELIDADE

Eu apresento um seguro da Fidelidade (todos os riscos, sem franquia, Plano Liber 3G Total, nº apólice 754189685). Na sequência de um acidente de viação ocorrido no dia 15/10/18 que resultou num ligeiro choque entre dois automóveis e do qual não tenho culpa, eu fui informada no dia 22/10/18 pelo Gestor de Sinistros da Fidelidade (Sr. João Pedro Caldeira, Nº 1011/18AU264868/001) da decisão de perda total definitiva. Segundo o perito da GEP (Sr. Bruno das Dores Silva, bruno.filipe.gep@gmail.com, 961225268) o orçamento da reparação automóvel na oficina da Audi (nº GPS0599169, JapSport, Faro, vendas@japsport.pt, 289 897 980) é 14 273.16 €, mas este valor é demasiado elevado porque inclui várias peças novas da marca Audi que são desnecessárias (Ex. porta frontal esquerda, jante frontal esquerda, espelho retrovisor esquerdo, porta luvas, escovas limpa-livros, etc.). Além disso este orçamento é suspeito porque foi elaborado com extrema rapidez (no próprio dia) e nem sequer está devidamente assinado pelo responsável. O automóvel apenas apresenta danos na faixa lateral esquerda e sistema de segurança. Trata-se de um carro da Audi (A3, Sportback 1,6 TDI, Diesel, cilindrada 1600, apenas tem 4 anos e 60 000 km). Eu acionei os danos próprios do meu seguro por se tratar de todos os riscos e como sou médica necessito de ter o carro disponível para o trabalho. Enquanto que o outro condutor apenas apresenta um seguro contra terceiros, acionou o meu seguro e segundo ele a decisão da seguradora foi perda total condicional. Eu considero esta situação absurda porque este Sr. tem um veiculo velho (Hyndai, 16 anos) cuja reparação é muito superior ao seu valor comercial. Este facto é mais uma prova de que estou a ser alvo de uma burla porque a Fidelidade já me atribuiu a perda total definitiva, mas ao outro condutor ainda não tornou essa decisão oficial. Considero inadmissível a seguradora Fidelidade atribuir a perda total definitiva porque já sou cliente há vários anos, nunca tinha tido um acidente e estou a pagar um seguro de todos os riscos da Fidelidade dispendioso (85 €/mês). Recentemente a apólice do seguro foi renovada para 2019, com o agravamento do montante total, o que constitui uma burla porque a decisão de perda total definitiva anula imediatamente a apólice do seguro. Eu contactei a minha oficina de referência (Oficina Miguel Onofre, S.B. Messines, 282 330405) e o dono referiu que a reparação do automóvel é exequível, o orçamento é mais económico e nunca ultrapassará o valor comercial do automóvel. Eu já contactei um advogado especialista em seguros de automóveis e ele considera que esta decisão não tem fundamentação plausível e portanto trata-se de uma fraude.

Encerrada
I. C.
30/10/2018

Demora na peritagem e autorização de reparação de veiculo.

Exmo(s)Senhor(es),Eu, Ivo Miguel Correia Cruz com cartão cidadão nº12578211, com seguro automóvel na Tranquilidade com o número de apólice 0003994714, venho por este meio dirigir à Companhia de Seguros Tranquilidade, uma queixa por mau serviço prestado, falta de esclarecimento e falta de eficácia na peritagem e reparação do meu veiculo, demorando 50 dias o processo total.No dia 8 de Setembro do presente ano, tive um sinistro, com o veículo automóvel de minha propriedade, de matrícula 91-OF-11, o qual se encontra segurado sob a modalidade de danos próprios, envolvendo um 2º veículo. Fui responsável pelo mesmo, pelo que assinamos ambos a declaração amigável de sinistro, dando conhecimento no momento ao meu mediador de seguro. Procedi ao do envio da respetiva declaração amigável, no 1º dia útil, 10/09/18, através de e-mail ao referido mediador de seguro. O acidente decorreu enquanto me encontrava de férias no Algarve, pelo que o carro foi transportado de camião para a oficina próxima da minha residência, oficina Autocambota, na Póvoa de Santo Adrião, chegando no dia 13/09/18. Aquando à chegada do veículo, o mediador solicitou que a peritagem fosse feita. A oficina selecionada foi a Autocambota, uma vez que esta é parceira da companhia de seguros Tranquilidade e foi-me recomendada como sendo facilitadora do processo. Acionei o Veículo de substituição, sendo renovado o aluguer subsequentemente a cada 5 dias, tendo de me dirigir semanalmente a um balcão da Guerin, para renovação de guia de circulação legal. Foi-me referido pelo mediador que a peritagem inicial seria no dia 17/09/18, ficando a aguarda feedback do processo. Como não fui contactado, contactei a oficina via telefone e dirigi-me pessoalmente à mesma no dia 21/09/18, tendo sido informado que o perito tinha estado presente mas não estava concluído o processo/autorização para reparação de danos. Contactei o mediador para saber informações o qual referiu que o processo estaria a decorrer e teria nova visita de peritagem a 24/09/18. Após este dia contactei oficina e mediador e ninguém me deu nova informação de autorização de reparação, sendo ainda mais referido, que estariam a avaliar os danos. Questionei se já existia orçamento de reparação e foi-me negado, sendo referido pelo operador da oficina que o perito teria “calculado um valor aproximado de reparação, fazendo um valor de reparação subjetivo e que existiria possibilidade de perda total” sem estes terem desmontado o carro afim de aferir um valor objetivo e respetivo orçamento. Entrei em contacto com o mediador, novamente, que me referiu que existiria nova peritagem a 21 ou 24/10/18 aconselhando-me a aguardar. No dia 25/10/18 contactei novamente oficina e mediador e fui informado que continua a não existir autorização nem qualquer adiantamento no processo. Interpelei junto do mediador e questionei a demora sendo referido que existiria nova peritagem a 04/10/18. Nesse dia contacto oficina e referem que não têm orçamento ainda, e que o processo se mantem condicionado e não existe mais uma vez previsão e /ou justificação para o atraso. Mais reforço que me foi comunicado, só agora, se concordava, na reparação com peças da concorrência, o que me leva a questionar todo o processo realizado até ao momento.No dia 05/10/18 enviei reclamação por e-mail a companhia (clientes@tranquilidade.pt,linhasinistros@tranquilidade.pt), ao qual nunca obtive resposta. Reforço que não recebi qualquer contacto da companhia, sendo eu sempre a procurar informação.Dia 09/10/18 (1 mês apos acidente) contactei oficina e mantem-se a situação, sem peritagem e sem qualquer orçamento de reparação. Em desespero, referi que ia mudar o carro de oficina uma vez que não estavam a dar resposta. Nesse mesmo dia recebi uma chamada da oficina a referir que já tinham desmontado o carro e já tinham enviado inclusivamente o orçamento ao perito. Dia 11/10/18 contactei oficina e referiram que o perito já tinha dado autorização, no entanto, a autorização de reparação da companhia foi dada apenas no dia 23/10/18, nunca me dando qualquer feedback.Com toda esta demora, no dia 15/10/18 tive de entregar o carro de substituição por imposição da seguradora, nem me tendo dado outra opção ficando sem veículo.O Carro só ficou reparado no dia 29/10/18, dia em que levantei, tendo pago franquia atribuída.Nunca fui contactado pela companhia, a justificar o motivo da demora ou qualquer informação acerca do processo, nem recebi resposta a minha exposição escrita. Considero inadmissível a demora, a falta de informação e consideração para com o tomador de seguro.

Encerrada
A. C.
25/10/2018

Demora na resoluçao de sinistro

Exmos Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao sinistro associado à minha viatura, um Peugeot 208.A participação do sinistro foi efectuada no dia 29 de Setembro e até ao dia 20 de Outubro do presente ano, não obtive qualquer resposta de reparação depois de concluída a peritagem.Fiz uma reclamação por email para a LOGO directamente ( serviço de qualidade ) e a resposta que obtive foi de que se encontravam a fomentar as diligencias regulamentares que se afiguram necessárias a reunir dos elementos decisivos para a instrução do processo , o mais breve possível , e que o prazo legal para definição de responsabilidade seria até dia 25 de Outubro e que ainda tinham uma margem considerável para resposta.Hoje, dia 25 de Outubro , data limite de resposta , ligo para a LOGO ao qual me respondem o mesmo que sempre responderam nas minhas inúmeras chamadas para a companhia , ainda nao temos resposta , ainda estamos a aguardar . Gostaria saber se este é um procedimento natural na LOGO, deixar os lesados dos sinistros sem resposta ou ordem de reparação sempre que um sinistro ocorre, até ao último dia do prazo legal, como me têm dado como resposta por telefone.O cliente, não é obrigado a aguardar o prazo legal máximo com a viatura danificada todas as vezes que tem um sinistro devido à demora das conclusões e/ou respostas e falta de empenho na resoluçao dos problemas dos lesados.A minha viatura foi comprada em Julho, foi feito o seguro com a LOGO no dia da compra. Passaram-se dois meses, e para minha infelicidade, riscaram me o carro estacionado! Felizmente deixaram os dados para poder comunicar. Ao verificar que o culpado, tambem era cliente da LOGO, julguei eu ser mais facilitador todo o processo, visto não ser necessário comunicar ou aguardar resposta de outra seguradora. Pelos vistos, enganei-me redondamente.Passado um mês após a participação de sinistro, com toda a documentação enviada e peritagem feita, ainda não me deram luz verde para avançar com a reparação da minha viatura e com isto, continuo com a mesma riscada e por consertar.Este não é o meu primeiro sinistro sem ter culpa, mas o tempo de resposta é exactamente o mesmo , até ao fim do prazo legal tornando se uma constante nesta empresa. Da última vez, tive de ser eu próprio a deslocar-me à seguradora da outra pessoa envolvida para acelarar o processo, fazer reclamações por escrito e efetuar diversos telefonemas , para ver o meu problema resolvido, pois a LOGO , MINHA SUPOSTA SEGURADORA , não o fez em prol do seu cliente.Pago, anualmente para usufruir da vossa assistência, e não sinto qualquer apoio da vossa parte no que diz respeito à resolução dos meus problemas. Não posso permitir, como lesado, que pela segunda vez, me façam novamente esperar até ao último dia do prazo legal sem reclamar deste péssimo serviço , e deste modo venho comunicar a minha tremenda insatisfação e descontentamento relativamente ao atendimento, à resolução dos problemas e à falta de ajuda prestada para com os lesados.Estou a espera até as 20:30 , do dia de hoje, 25 de Outubro , para receber uma resposta para poder concluir o meu processo visto a linha de apoio a sinistros ser até as 21:00 e amanha ja entram em incumprimento com as datas.Apos a resoluçao deste problema que espero que seja feita , vou CERTAMENTE reflectir em continuar com a LOGO como minha seguradora.

Encerrada

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