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Quebra Isolada de Vidros (peças concorrência e má conduta)
Aquando do accionamento da Quebra Isolada de Vidros da minha viatura (situação contemplada na minha apólice nº 0004352514) entre outros problemas e complicações criadas pela Tranquilidade, a mesma não assume a substituição do vidro para-brisas por correspondente modelo do fabricante sugerem sim a substituição por um para-brisas de marca concorrente.Tenho na minha apólice a opção Quebra de Vidros + Sem Franquia tendo sido informado no momento do contrato de que este item significava que, em caso de substituição de vidros, poderia recorrer a oficina da minha escolha para substituição por peça correspondente à que necessita ser substituída.Assim sendo, ao accionar a quebra de vidros por quebra do para-brisas, solicitei à Tranquilidade que fosse feita a substituição do vidro (em causa BMW) por um outro igualmente fabricado pela BMW (uma vez que não estou a solicitar nenhum upgrade mas sim a manutenção das condições do veículo aquando da toma do seguro) isto é, o veículo segurado tinha um vidro para-brisas BMW e, após a reparação, deverá manter exatamente as mesmas condições (apresentando um vidro BMW igual ao anterior).De notar que o valor total da reparação (com ou sem vidro da marca BMW) é de pouco mais de metade do orçamento disponibilizado para a Quebra de Vidros. Referir ainda que a diferença de valor entre o vidro sugerido e o vidro da marca BMW é de 37,84€ + IVA.Associado a esta questão está também o facto de ter ocorrido um atraso de 30h para a realização da peritagem (este atraso não foi maior devido à minha insistência uma vez que a peritagem iria ter um atraso de 5 dias) tendo o veículo ficado imobilizado desde dia 05/07 até 07/07 à espera da peritagem (seria feita apenas no dia 11/07 se eu não tivesse insistido). Este atraso está reportado nos comentários da ocorrência (consultáveis na Área de Cliente do site da Tranquilidade) onde constam erros (os mesmos erros que me comunicaram via telefone) responsabilizando-me a mim pelo atraso. Estes erros indicam que eu falhei em comunicar à Tranquilidade a data de início de disponibilidade do veículo para peritagem (quando a primeira informação que dei à Tranquilidade foi que o veículo estava pronto para peritagem desde dia 04/07).Em todo o processo, a postura da Tranquilidade tem sido no mínimo promíscua tentando sempre que a reparação seja feita numa oficina da sua confiança e não da minha confiança. Quando solicitei viatura de substituição, pela demora que estava a ter este processo e eventuais consequências que esta demora viria a ter na minha vida profissional, disponibilizaram-se a fornecer viatura de substituição e até reboque mas apenas se eu acedesse a fazer a reparação numa oficina da sua escolha obviamente que recusei uma vez que é-me permitido que a reparação seja feita em local à minha escolha.Como se tudo isto não fosse suficiente para revelar a má conduta e atuação de má fé por parte da Tranquilidade, é ainda de referir a indução em erro ao meu mecânico que foi levado a assinar e carimbar um documento autorizando a reparação do veículo com o vidro da marca da concorrência (a informação que lhe deram foi de que mesmo assinando e carimbando o documento, poderia escolher a marca do vidro posteriormente não sendo aquele documento impeditivo).
Armação interna de mala com ferrugem
No dia 8/Setembro/2016 comprei uma mala de viagem da marca MISAKO, do tipo que podem ser transportadas na cabine de um avião comercial (RyanAir), na loja da mesma marca localizada no Centro Comercial Parque Nascente (loja 411 no 1º piso, identificada com o registo comercial 510688918, GRAVITA ESTILO UNIPESSOAL LDA.).Após ter efectuado viagens em apenas 4 aviões diferentes (10/Setembro/2016, Porto-Faro 18/Setembro/2016, Madrid-Porto 9/Maio/2017, Las Palmas-Madrid 10/Maio/2017, Madrid-Porto) e ter estado 6 dias a bordo do Navio-Escola Sagres (Sines a Las Palmas, onde esteve sempre junto à minha pessoa, nas camaratas, longe de qualquer elemento que a pudesse danificar), venho a verificar na chegada a casa (no Porto) que a mesma possui ferrugem na armação metálica interior, completamente incompatível com a utilização dada neste período inferior a 1 ano.Tendo-me deslocado à loja acima identificada logo que me foi possível (dia 9/Junho/2017), expliquei com o melhor detalhe possível o problema e deixei a mala, a qual (supostamente, segundo informações transmitidas mais tarde pela loja), foi enviada para o fabricante, o qual nega qualquer responsabilidade e cobertura do problema ao abrigo da garantia (que dizem ser de 2 anos após a data da compra). No dia 3/Julho voltei à loja, onde me confirmaram a informação prestada pelo fabricante e também onde coloquei em causa essa mesma justificação, tendo levantado também a questão das condições de armazenagem dos produtos na loja para venda e das quais poderia resultar os estragos apresentados na mala, sendo que a loja continua a negar a resolução do problema. Devido a essa falta de resolução, efectuei o registo da reclamação no Livro de Reclamações da loja (onde ainda insinuaram o processo era completamente irrelevante e que não me iriam resolver na mesma o problema).QUESTÃO 1: Uma mala da qualidade MISAKO, com apenas 9 meses de utilização, como pode apresentar tal estrago de ferrugem no interior e negarem ser defeito de fabrico?QUESTÃO 2: Qual a data de fabrico da mala, da sua entrega em loja para venda e as condições de armazenagem em loja?Posso garantir que esta mala esteve sempre arrumada junto a outras enquanto entre viagens (algumas das quais bastante mais antigas) e que não possuem sequer o mínimo de estrago da natureza da mala da MISAKO. Neste momento a utilização da mala não é viável, pois toda a roupa em contato com a armação ficará irremediavelmente estragada.
Encomenda trocada / erro nos artigos
No passado dia 30 de Junho recebi uma encomenda que seria para mim, mas apesar dos dados virem correctos , os artigos eram errados. A minha encomenda foi trocada com a Sra Sara Rabadan Rodriguez de Huelva, com quem mantive contacto e percebi que efectuaria a recolha dos artigos que recebeu, que seriam para mim. Ao longo de todo o processo enviei e-mails para Espanha, nos quais me foi informado que a minha situação estava a ser analisada e tinha sido reencaminhada para o departamento correspondente. Até ao momento, a situação continua por resolver. Sendo que a encomenda foi recolhida em Huelva, a obrigatoriedade ao recepcionar os artigos correctos em armazém é reencaminhar os mesmos para o destinatário correcto. Não consigo perceber o motivo de tal não se verificar. Tentei entretanto contactar a loja de Faro (que dá como tendo stock do artigo, soube através da loja de Albufeira, já que a de Portimao não tem um dos artigos que já não está disponível online), mas desde as 11h30 de hoje até às 13h55 de hoje, ninguém atendeu o telefone. Liguei para a linha de apoio ao cliente, ( que aliás é só visível no verso do talão de compra, porque no site apenas aparece o e-mail) , e a funcionária que atendeu, informou que em época de saldos, a prioridade é dada ao cliente da loja física, e que as funcionárias do grupo Cortefiel, em tempos de saldos, não têm autorização para atender o telefone. Fiquei completamente pasmada. Não me ocorre outro termo. O que pretendo, é simples: artigo devolvido/recolhido recepcionado em armazém devolvido ao destinatário correcto, ou seja, à minha pessoa. Quero todos os artigos pelos quais paguei e acho inadmissível e intoleravel, uma falha destas, e em vez de resolverem a questão da melhor form para o cliente, apresentarem apenas como solução o reembolso. Se a minha preocupação fosse o dinheiro, pois não teria efectuado a encomenda. Caso tal não seja de todo possível, atenção, repito, de todo, porque existem lojas women Secret em várias partes do globo, exijo uma compensação. Eis os dados com os artigos correctos:WS logo01/14399 3 7524 28/06/17 13:55Data: Junho 28, 2017ENVIAR PARA:Maria do Ceu SilvestreCOD: 7050 C.C. AQUA PORTIMAO - Rua De Sao Pedro, 72, Loja 1.34Levantar na loja8500 PORTIMAO (Algarve Portimão) - Portugal961903011Número de encomenda: 01414399Total dos artigos: 3FACTURAR A:Maria do Ceu SilvestreUrbanização Alto das Palmeiras lote 9 5G8500-815 Portimao (Faro) - Portugal961903011Esta compra acumulou WowMoney para o nº de sócio 1900010249185016REFÊRENCIA PRODUTO QUANTIDADE PREÇO/UNIDADE TOTAL55496206604 Calças páreo ,Tamaho: L , Cor: vermelho, Partes de cima e de baixo 1 5,99€ 5,99€55499149704 Casaco jacquard texturizado ,Tamaho: L , Cor: beige, Partes de cima e de baixo 1 19,99€ 19,99€55496639704 Top alças franzido ,Tamaho: L , Cor: beige, Partes de cima e de baixo 1 3,99€ 3,99€Despesas de envio 0,00€29,97€ Impostos incluidos: 5,61€Para trocas ou devoluções, entre em contacto com o nosso em womensecret@womensecret.comVer nossa política de devolução e garantia legal na http://womensecret.comCORTEFIEL S.A.: registered at the Trade Register of Madrid Volume 21.800. Sheet 120 Section 8 Page: 107.817.Avenida Llano Castellano 51 - 28034 Madrid - España - Nif 980155070*752401143993170628*WS social networks1/1CÓPIA
Burla
Venho por este meio denunciar o método de fraude por parte pela empresa Mobibox e a passividade da Vodafone em tolerar este tipo de casos. Sem que tenha feito qualquer subscrição ou clicado em algo para introduzir o meu número de telemóvel, recebi no meu telemóvel várias mensagens (em dias diferentes) a informar que tinha subscrito serviços como Portugal Erotixxxo e Game2Up e consequentemente o débito de 3,99€/semana. Após contacto com a Vodafone, estes dizem-me que nada podem fazer a não ser cancelar o serviço, mas com surpresa minha, ficam o dinheiro que vão ter de pagar à Mobibox. Ligo para a Mobibox e estes nem atendem e com isto fico a arder com dinheiro por serviços que nunca activei... Exijo resposta e devolução do dinheiro.
Reembolso de indemnização devida
Cópia de QUEIXA TAP COD.Reseva: 6MJQZ2 (3 passageiros)Começo por não entender como um A319 com 4 elementos de tripulação de cabine são uma tripulação reduzida para servir a refeição que estava incluída nos nossos bilhetes (tal como 5 elementos no A321 do regresso, já agora).O voo 1824 foi cancelado pelo piloto por avaria técnica às 21:00 na Ilha Terceira. Era de ver que já não haveria outro voo TAP nesse dia. Não se entende como se está até às 23:35 (crianças pequenas/idosos vários entre os passageiros) sem nos comunicarem o que se estava a passar. Não se entende como só perto das 00:00 se comece a enviar os passageiros para um hotel que, embora excelente, não tinha rigorosamente nada para oferecer de alimentação. Seria um passeio de ~15’ a pé (num sítio desconhecido da maioria) até ao centro de Angra, sem certeza alguma de encontrarmos um restaurante aberto devido ao adiantado da hora (e pago, claro está, pelo nosso bolso). Sem refeição e quando finalmente começamos a descansar, telefonam às 2:15 da manhã para o quarto teríamos que estar prontos às 7:15 para voltarmos ao aeroporto (viagem de ~20’), para apanhar um voo que, afinal, era às 10:20. Quando finalmente chego a Lisboa, verifico que a minha bagagem tinha sido danificada durante o voo (estava excelente na Terceira, marca MODS, Valor aproximado 150€, dimensão=155cm).Tenho muita pena que a TAP, que era uma excelente companhia aérea, se esteja a transformar numa desorganizada “low-cost” muito cara.Teremos, segundo a lei, direito a uma indemnização de 3x400€ (3 passageiros), visto que Lajes-Lisboa são> 1501 km e o voo atrasou-se 4 ou+ horas. Espero sinceramente não ter que recorrer à AirHelp para receber o dinheiro que nos é devido e que não compensa, nem de longe, o facto de ter estragado completamente a fantástica semana de férias na Ilha das Flores (uma das muito poucas que terei este ano).Segue cópia desta queixa para a Autoridade Nacional da Aviação Civil e para a DECO.Melhores cumprimentosAna Cristina Alves
Nota de crédito de Gás Natural
A fatura diz respeito ao Plano Galp DECO GN 2016 (Associado DECO), subscrito online após o leilão de energia da DECO em 2016.Na sequência de mudança de casa, terminei este contrato de Gás natural e contratei um novo, também junto da Galp (para a nova morada).A fatura final em questão originou uma nota de crédito que solicitei, em Abril, através do contact center, que a) o crédito fosse transferido para o novo contrato ou b) que a quantia em questão me fosse creditada no IBAN correspondente ao débito direto associado. Acordei na altura, com o contact center, que o estorno iria ser feito através de transferência bancária para a minha conta.Na ausência do estorno da quantia retida indevidamente desde Abril, ontem contactei novamente o contact center que me informou que a GALP não quer realizar esta transferência bancária por, alegadamente, ser um valor muito baixo (32,30 EUR).Esta situação não é aceitável para mim, tanto mais que todo o relacionamento com a Galp tem sido à distância, e todos os pagamentos efetuados por via bancária.Também o argumento de que se trata de um baixo valor me parece irrealista. Nem o valor é baixo nem a prestação de serviços acordada e assinada com a GALP prevê níveis de serviço diferentes consoante o valor da fatura.
falta de descernimento
Venho por este meio mostrar o meu descontentamente face vossa funcionária Susana Silva da GroundLink a qual prestou um péssimo atendimento na porta de embarque do Terminal 2 no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, obrigando-nos a pagar uma mala de porão no valor de 50 EUROS, quando a mala tinha o tamanho ideal de 55cmx40cmx 20cm requerido pela política de bagagem de mão da companhia aérea Ryanair. Resignámo-nos a pagar o custo, mas não podemos deixar passar impune a atitude arrogante e de abuso de autoridade da funcionária, que causou imenso transtorno emocional e humilhou-nos publicamente sem razões para isso, visto usar esta mesma mala nas 96 viagens da Ryanair que já efectuei até ao presente. Agradecia ajuda.
contrato clube interpass
No dia 21 de Junho de 2015, eu primeiro titular do contrato nº 141176-0, fomos contactos pela Interpass e convidados a ir a uma reunião no Hotel Raga Ilha da Madeira, para proceder ao levantamento de um voucher que daria um fim de semana gratuito num dos complexos turísticos associados. Foi-nos transmitido telefonicamente que a reunião não demoraria mais do que 15 minutos e que apenas era para fazer o levantamento do prémio. Ainda nos disseram que era uma forma da empresa fazer publicidade e com o voucher que tínhamos ganho iríamos ficar muito satisfeitos e talvez até convencer familiares a experimentar. Fomos então ao Hotel Raga, para o levantamento do prémio e o que supostamente seria rápido, levou cerca de 2 horas com um promotor da Interpass (Andre Caria),e no final veio um Sr Augusto Silva apresentar a proposta final mas nunca disse que não podíamos desistir,muito pelo contrário, questionamos várias vezes se podíamos desistir a qualquer momento e os mesmo sempre referiram que sim. Nessa reunião o promotor apresentou com grande convicção condições de viagens e alojamento para os associados Interpass, múltiplas vantagens com parceiros comerciais, companhias de seguros, gasolineiras, telecomunicações entre outros. E no fim do discurso apresentou como se fosse o último diamante um seguro de saúde vitalício fazendo a subscrição do cartão “Interpass Family Gold, assim como os nossos ascendentes e descentes poderiam usufruir dele. Este foi o factor decisivo para levar à celebração do contrato porque supostamente os nossos pais e filhos podem usufruir de um seguro de saúde vitalício. Por fim disse o custo mensal do contrato, 95,73 euros em 48 meses e mais as taxas administrativas durante este tempo apenas porque após o pagamento destes 48 meses seríamos membros com contrato vitalício e sem mais custos. No entanto esta situação está salvaguardada no Decreto Lei n.º 446/85, de 25 de outubro, que diz que não podem existir cláusulas contratuais perpétuas e que se as mesmas existirem são consideradas nulas.” Foi questionado várias vezes por mim se poderia desistir a qualquer momento, o qual me foi respondido que sim, que após o primeiro mês tinha 14 dias para o fazer em qualquer altura, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor em contrato. Nunca em altura alguma, foi referido que tínhamos apenas 14 dias para resolução do contrato apenas no primeiro mês. Esta informação foi omitida durante a apresentação. No Decreto lei nº 446/85 refere que a “comunicação de modo adequado e com a antecedência necessária para que, tendo em conta a importância do contrato e a extensão e complexidade das cláusulas, se torne possível o seu conhecimento completo e efetivo, por quem use de comum diligência. Isto nunca foi feito durante a reunião, ou seja, nunca nos foi lido o contrato na integra. Após a apresentação excessivamente longa dos supostos serviços a promotora apresentou alteração do comportamento mostrando alguma inquietude para assinarmos o contrato e começou a pedir os documentos e sob este ambiente pressionado acabamos por assinar e nem nos deixou ler o contrato atentamente. Passou -nos as folhas pelos olhos dizendo que lá estava tudo o que tinha dito. Claro que nós acabamos por acreditar na boa fé do promotor, até porque achamos que uma empresa como a Interpass não nos iria enganar. Foi-nos dito que receberíamos por correio os cartões Family Gold e que a partir dessa altura já estaríamos habilitados a usufruir de todos os serviços apresentados. A verdade é que nunca usufrui dos serviços interpass. Os cartões e a restante informação contratual apenas chegou por correio já passava dos 14 dias após a celebração do contrato e a minha pergunta então é: como poderia rescindir uma coisa que ainda não tinha? Não tive acesso em tempo útil e real a toda a informação necessária para de forma consciente e pensada, sem pressão dos promotores tomasse a decisão de manter ou não o contrato. Desde então tenho cumprido com os pagamentos, mas chegou a um ponto de rutura que não dá mais para continuar porque nunca usufrui dos serviços da Interpass, estou a pagar um valor que não o tenho, ou seja a Interpass nunca me deu/emprestou dinheiro e por isso pergunto-me atualmente o que é que eu estou a pagar? Se nunca me deram nada. Estou a pagar um valor sem usufruir de qualquer bem ou crédito. Após informar que não conseguia pagar o valor inicial, reduziriam a mensalidade para 50 euros mensais sem custos associados, nem prejuízo do valor em falta do contrato. Que princípios são estes que esta empresa aplica?! Considero que o promotor aludiu à celebração do contrato com a Interpass sob falsos pretextos e sem boa-fé. Acho que é uma empresa de publicidade enganosa, que apresenta vantagens e condições falsas, que eu própria já constatei, porque afirmam preços mais baixos, competitivos e promessas de serviços que não cumprem em relação a outras empresas turísticas para conseguir que assinemos um contrato que não corresponde ao que nos é dito. E acrescento ainda que já tentei fazer a rescisão deste contrato mais cedo e fui ameaçada ao telefone por uma senhora chamada Maria José, que me disse que não poderia rescindir contrato que tinha que pagar até ao final,que era a mesmo que pagar uma casa e foi sempre estúpida ao telefone. Como pode ser como a compra de uma casa se nunca me deram nada, nunca usufrui de vantagens e estou a pagar uma coisa que não tenho. Nesta empresa fazem markting agressivo e são pessoas que não têm respeito e atentam contra a integridade moral e psicológica dos consumidores. Peço respeitosamente que me ajudem na resolução deste contrato porque como referi anteriormente nunca usufrui de qualquer vantagem em viagens, complexos turísticos ou benefício monetário e considero que o contrato não foi explicitado de forma clara, transparente, mas foi aplicado em má fé para nos levar a assinarmos e nos tornarem sócios.
Laboratório Fnac Almada Fórum
Hoje dia 22 de Junho de 2017 pelas 10h da manhã, dirigi-me à FNAC no fórum Almada para realizar impressões de fotografia. Sou fotógrafa, e realizo as impressões de fotografias de convidados/clientes com a FNAC, algo recorrente. Sempre gostei do papel matte anti-dedadas e o atendimento costuma ser profissional até hoje. Acontece que quando fui buscar as fotografias encomendadas estas tinham sido CORRIGIDAS, por cima daquela que era a minha edição como profissional de fotografia, quando esta correção não foi de todo pedida, ao que a senhora da bancada respondeu você é que tinha de referir que não queria correcções. Nisto até olhei novamente para a tabela de preços e não diz de todo lá que são feitas correções às fotografias e que no preço está incluido um serviço de edição de fotografia que de todo não era meu objectivo obter! Assim como ter ou não margem e qual o papel são perguntas feitas aos vossos clientes, também lhes deviam perguntar se querem ou não beneficiar de um serviço de correções AUTOMÁTICAS, feitas por MÁQUINAS e não profissionais. Foi-me questionado se queria ou não impressão rápida ou se queria a demorada, escolhi demorada para ser feita à partida por um profissional, o que ainda menos justifica as correções automáticas! feitas, dito pela pessoa que me atendeu. Resultado: as impressões ficaram sem cor, com linhas roxas a contornar as caras das pessoas (a que lhes chamam aberrações cromáticas inexistentes nos ficheiros originais), porque o ficheiro foi alterado e as fotografias impressas não foram as que entreguei, mas as criadas pelo vosso software possivelmente! Aliás, o título da fotografia que costuma vir impresso nas traseiras da fotografia também não é o que eu dei, que neste caso era importante ter-se mantido pois as fotografias são encomendas de clientes e estavam identificadas no nome do ficheiro com o nome do destinatário de cada uma delas. Para rematar, após referir estas falhas à vossa técnica na bancada esta ainda referiu as suas fotografias não estavam muito boas, tinha duas ou três escuras, o que se vê no computador não é o que se vê aqui, porque alguém lhe disse que esta era a primeira que eu obtinha este serviço, que sempre foi bem prestado e desta vez juro para nunca mais! Não se pode deduzir que o cliente quer determinado serviço se não o pediu, que o cliente percebe ou não do assunto, se o laboratório fnac não serve para pessoas que saibam editar e preparar para impressão as suas fotografias então da próxima vez lembrem-se de colocar isso à porta de entrada!
VOO atrasado, perda de bagagem.
Venho por este meio reclamar pelo facto do voo ter partido uma hora e tal depois do previsto e de ter aterrado em atrsaso, bem como pela demora para sair do avião porque um passageiro fumou no avião teve de vir a policia e so saimos passado 20 minutos da aterrar, e perderam o ovo do meu bebé.Com isto perdi o comboio para casa, tiveram me de ir buscar ao aeroporto, e fui para casa sem ovo a 1 e tal da manha com uma criança nos braços, cedo que o ovo apareceu no dia seguinte, tive de me deslocar novamente ao aeroporto para levantar o ovo e demoraram 45 minutos para entregar o ovo. Quero sber quem assume os prejuízos que isto teve e o tempo perdido que passei em viagens para trás e para a frente a procura do ovo. Cedo que estragaram as alça do ovo, so reparamos quando saímos do aeroporto. Devia chegar a casa a 00h e por vossa culpa chegei era 3 e tal da manha com o bebe de 2 meses ja rabugento e á horas por ai a rebolar.
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