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vending machine come moedas
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CABINE DE DUCHE INCOMPLETA
No passado dia 16-05-2017 comprei na loja de São Domingos de Rana, pago a pronto pagamento, uma cabine de duche tipo Daisy refª 05603897054535 no valor de 599,97€. Na semana seguinte conforme acordado, mediante o pagamento do transporte, foi entregue 4 volumes na minha residência na presença da minha esposa, escrevendo o Senhor que entregou na factura a lápis conferido. Mais tarde quando cheguei a casa disse-me que tinham entregue e que verificaram apenas se os vidros não estariam partidos. Eu confiando como sempre confio, não abri os volumes até porque a montagem não iria ser feita nessa altura. 3 dias depois tive de me ausentar do país em trabalho durante 1mês e meio ficando as obras na casa de banho adiadas.Quando regressei combinei com o canalizador e pedreiro para iniciarem as obras e respectiva montagem da cabine para dia 21-08-2017, altura que eles teriam disponibilidade. Dia 31 quando apenas faltava a montagem da cabine recebi ao final do dia uma chamada do canalizador dizendo que faltavam muitos acessórios e parafusos para fazer a montagem não sabendo exactamente dizer ao certo todos os acessórios e parafusos que faltavam visto não ter vindo, também, lista de quantidades com descrição e guia de montagem. Dia seguinte dirigi-me à loja para falar com o Gerente que não estava presente, sendo então, atendido pelo Chefe de Loja Sr. João que quando lhe expliquei tudo disse que iria resolver o meu problema e começou a dar-me acessórios (mangueiras, chuveiros, transformador e etc) e que o meu canalizador poderia se deslocar lá para solicitar sempre que quisesse as peças em falta. Eu respondi que agradecia o facto de mostrar tentar resolver a situação mas como deveria compreender não queria uma cabine remendada com peças de outras cabines mas sim completa com todos os acessórios que paguei e que teria um prejuízo maior se o canalizador andasse para a frente e para trás perdendo tempo desnecessário que eu teria depois de pagar. Pedi que fossem entregar outra cabine fazendo a troca, seria o mais simples e ambas as partes ficariam bem. Recusou dizendo que não tem ordens para aceitar devoluções. Disse-lhe então que voltaria depois para falar com a Gerente sempre na esperança que o bom senso levasse a ver, que pelo mau serviço/erro da loja, a dimensão do meu prejuízo tendo pago o dia ao canalizador para a montagem da cabine ficando a casa de banho sem sitio para tomar banho. Quando falei com a Gerente, a Sra. Benilde, pareceu-me atenciosa dizendo inclusive que têm serviço de montagem mas que teria de falar e pedir opinião ao colega chefe de Loja que (pensei.. é gerente e não é capaz de tomar decisões?!). Regressei novamente à loja e após 3 idas consecutivas e de tanta perda de tempo a atitude mudou completamente, disseram que não iam fazer a troca e que apenas me dariam as peças que eu descrevesse e listasse em falta continuando a quase forçar para eu pagar a montagem que seria à volta de 150 a 170€. Nessa altura percebi que fizeram de tudo para forçar o pagamento também da montagem pois é o caso… falta de peças, falta de guia de montagem e lista de peças. É lamentável! A partir daí a falta de bom senso e profissionalismo foi evidente, eu tentava justificar que não conseguia listar as peças por não haver nada em que me possa basear e parecia que não estava a falar com ninguém. Não me respondiam, falavam quase a gozar comigo e faziam que não entendiam o que dizia, foi então que solicitei o livro de reclamações que entregaram logo imediatamente mas para provocar a Sra. Benilde se colocou à minha frente com uma caneta na mão e quando educadamente perguntei se me emprestava a caneta me disse que para fazer a reclamação não emprestava. Fiz a reclamação com uma caneta emprestada por um cliente. Situação que acho que uma loja com nome como o Bricomarché não deveria se prestar. Claramente a Sra. Benilde não é digna de ser gerente do que quer que seja.Por enquanto estou à espera de resposta e resolução à situação mas se entretanto não houver resposta da parte da loja, tenho do meu lado, o facto de ter como justificar a viagem e consequente adiamento da montagem, ter 3 testemunhas durante a abertura das caixas e o facto de na altura da entrega não solicitarem a assinatura de quem as recebeu em como estava tudo conferido, tudo isto, abona a meu favor para lutar pelos meus direitos.É realmente lamentável que brinquem assim com o dinheiro e tempo dos clientes e que haja pessoas não qualificadas para estar à frente de lojas pondo em causa o seu nome.FACTOS RELEVANTES:A funcionaria Gerente de Loja Sra. Benilde, após eu ter feito a reclamação por escrito entregou-me os originais da reclamação (folhas vermelhas) em vez de ter ficado com elas para poder enviar a reclamação a notificar a ASAE, conforme é a obrigação durante um prazo de 10 dias.Como foi a primeira vez que escrevi num livro de reclamações não sabia se ela me estaria a dar os papeis correctos ou não. Logicamente pensei que deveriam ser os duplicados mas a Sra. Gerente mostrando mais uma vez a sua falta de profissionalismo não quis saber e virou as costas sem me dar resposta. Nesse mesmo dia liguei para a ASAE para me informar e realmente os originais a vermelho são para ficar na posse do vendedor/loja para posteriormente serem enviados a entidade referida.Em complemento da informação, a nível por exemplo de parafusos não veio um único parafuso!
Recusa da companhia de seguros em accionar seguro Multiriscos
Estive ausente no Algarve de 14 a 26 de agosto, ao chegar à minha residência a minha televisão, no valor de 500€, entrava-se caída no chão e partida com perda total do equipamento. Não sei a causa do acontecido e participei à seguradora para que esta através do seguro Multiriscos de que sou titular assumi-se a indemnização correspondente.No entanto a seguradora diz que este equipamento não está coberto pela apólice porque não foi descriminado, eu informei que não o foi porque me disseram não ser necessário. Posteriormente informaram-me que o ocorrido não se enquadra em nenhuma das minhas coberturas. Eu discordei e evoquei a cobertura de DANOS ESTÉTICOS.Esta cobertura garante o pagamento, até ao limite do valor fixado nas Condições Particulares, de despesas adicionais, com a reparação ou substituição dos bens seguros, como consequência direta de qualquer sinistro, salvo se garantido pela cobertura obrigatória de incêndio, abrangido pelas coberturas efetivamente contratadas, que sejam necessárias para os seguintes fins: a) Continuidade e harmonia estética do edifício ou fração seguro b) Coerência e harmonia estética do conjunto de bens móveis do mesmo tipo integrados no conteúdo ou recheio seguro de que o bem danificado faça parte.
um falso hospital veterinário
No passado dia 2 de Setembro recorri aos seus serviços com um dos meus cães que tem cerca de 17 anos.Foi necessário ser feito um internamento.Às 11 horas do dia seguinte (domingo) fui eu que telefonei para saber informação do estado do doente (tinha sido informada que ao meio dia o veterinário de serviço mudaria e quis saber do veterinário que o acompanhou a evolução do seu estado de saúde).À hora aprazada para o efeito (4 da tarde) fui visitar o animal e saber, como, após mais de 12 horas de internamento qual o ponto de situação do animal, nada mais natural, sobretudo depois do diagnóstico alarmista de prognóstico reservado, feito pela médica que o assistiu.Na recepção não se encontrava ninguém, embora estivessem várias pessoas na sala de espera. Rapidamente me apercebi que não estava ninguém a tempo inteiro na recepção, só aparecia alguém quando se tocava à campainha e desaparecia depois. Se por qualquer razão quiséssemos sair para a rua tínhamos que invadir a zona da recepção para destravar a porta (a campainha está colocada do lado exterior da porta).Assim que entrei ouvi o meu cão a ganir e ficou assim durante o tempo em que lá estive. Na recepção foi-me dito que aos domingos só havia serviço de urgência e como tal tinha que aguardar que fosse possível ver o cão e falar com um veterinário que fosse para casa que me telefonariam quando fosse possível visitar o cão e falar com o veterinário.Eu disse que esperaria ali.Até ter decidido retirar o meu cão daquela clínica, estivesse o meu cão como estivesse: - Entrou uma pessoa com um cão em situação de urgência (não conseguia pôr-se em pé. Sem qualquer análise da situação, o recepcionista disse que não havia de momento recursos, que fosse para casa e que aguardasse que lhe telefonassem para regressar e ser atendido - Outra pessoa apareceu com um animal para fazer um penso, aparentemente um tratamento de continuidade. Foi-lhe dito para regressar às 7 da tarde!...Resumindo o pessoal existente no hospital, incluindo o recepcionista só podia dar atenção a uma urgência de cada vez!!!!!Como é óbvio, percebi que se o meu animal necessitasse de alguma intervenção de urgência... também lhe diriam para deixar o número do telemóvel que apareceriam quando fosse possível...Depois de todos estes acontecimentos, exigi ser recebida de imediato pelo veterinário responsável e o recepcionista afirmou: - Que me estavam a fazer um especial favor permitirem que eu visitasse o meu cão, por pouco não disse que era um atrevimento eu querer saber informações sobre o seu estado de saúde do meu cão, mas deve ter pensado!!!! ATÉ para uma clínica este conjunto de situações numa hora já não abonava muito à sua reputação, para um hospital que se intitula como de assistência 24 horas é incompreensível.Como é óbvio, retirei de lá o meu animal e levei-o a um Hospital a sério.Quanto às afirmações que faço:- Informação e propaganda enganosaNão me parece suficiente quatro pessoas, mesmo que fossem super-profissionais, para assegurarem serviço de urgência, serviços de diagnóstico, serviço de hospitalização, serviço de recepção e ainda serviço de tosquia (uma das pessoas que estava na sala de espera estava a aguardar dois cães que estavam a ser tosquiados).- Tratamento displicente (no mínimo)Um hospital particular que exige o pagamento TOTAL e IMEDIATO do programa de tratamentos (a prática em Hospitais veterinários dignos do nome, com infraestruturas e meios profissionais a condizer, só exigem uma percentagem de 30% dos custos estimados), é inadmissível que considere um favor prestar informação sobre o estado de saúde dos doentes e que considere o domingo como uma “eventualidade” que se repete todas as semanas.O tratamento dos seus doentes pode ser displicente mas o suporte legal em que se apoiam não é!Não me queriam deixar sair com o animal sem assinar um termo de responsabilidade, transferindo para mim a responsabilidade da situação. Recusei-me a assinar esse termo de responsabilidade tendo, em alternativa, escrito pelo meu punho uma declaração responsabilizando o hospital por ter sido obrigada a retirar o meu animal pelo facto do hospital não ter condições para exercer nem serviços de hospitalização nem de assistência.Já antes da hospitalização tinha sido obrigada a assinar um documento que dizia que EVENTUALMENTE o horário das visitas poderia não ser cumprido face a urgências momentâneas. Esqueceram que o domingo não é uma eventualidade, acontece todas as semanas. E se me obrigaram a assinar esse documento também me DISSERAM que aos domingos SÓ funcionavam como urgência. Ou seja, mais uma forma enganosa de fugir a uma obrigação mínima para qualquer hospital, prestar informação por especialistas do estado de saúde dos doentes a quem é responsável por eles.- Promoverem práticas de serviços desnecessários e mais onerosos:Sem poder afirmar perentoriamente que se tratou de má-fé a realidade é que às 11h a veterinária do Hospital Veterinário da Bicuda disse que o estado de saúde do meu cão era reservado e reafirmou poder ser necessária uma intervenção cirúrgica (já no dia anterior tinha falado nessa hipóteses apontando para um ponto invisível numa radiografia), às 18h noutro hospital (num hospital a sério), essa necessidade, foi completamente descartada mesmo como eventualidade e depois de ter sido feita uma avaliação do estado do cão, levei-o para casa (sem assinar nenhum termo de responsabilidade, já que o estado de saúde do animal não exigia nem internamento, nem nenhuma cirurgia).Mas mais grave que a eventual promoção de serviços desnecessários e mais onerosos é o facto do meu cão, como já disse, ter quase 17 anos e, até para uma leiga uma intervenção cirúrgica num animal de 17 anos é quase o mesmo que falar em eutanásia. Que veterinário propõe uma operação desnecessária, ou com uma avaliação precipitada, sabendo que pode provocar a morte do animal? Que raio de gente trabalha neste dito “hospital”? Que “hospital” é este?
Avaria leitor MP3 Goodis
Exmos Srs:Venho desta forma apresentar reclamação sobre a seguinte situação, e as respostas que obtive tanto na loja como no apoio ao cliente.No passado dia 16/07/2017 o meu irmão adquiriu para oferta um leitor MP3 da marca GOODIS artigo com o código 5601988228605, tendo para o efeito efetuado o pagamento com recurso ao cartão de crédito worten de sua titularidade.Hoje, dirige-me à loja para apresentar reclamação de que o referido equipamento deixou de funcionar, não ligando e mesmo quando conectado com o computador não ser reconhecido pelo mesmo.Gentilmente atendido pela vossa colaboradora, foi-me informado de que o artigo dava em sistema troca imediata, e não a sua reparação, no entanto só poderia ser efetuada pelo titular do cartão. Importa referir que o meu irmão, o titular do cartão, está fora do pais com data prevista de regresso somente em finais de Dezembro.Contactado o serviço de apoio ao cliente, desta vez já nada gentil, foi-me adiantada a mesma informação, ainda que disparatada e inaceitável por privar um cliente do uso de um equipamento com defeito por um longo período. Questionei então sobre a interrupção da garantia do equipamento, para meu grande espanto sou informado que independentemente do equipamento estar avariado a garantia não seria interrompida porque ao que parece só o titular do cartão pode dizer que está avariado, e, como eu não sou o titular não posso.Tentei então depositar o equipamento em loja contra troca de comprovativo a fim de documentar a interrupção da garantia, e o mesmo foi-me negado porque o sistema diz que dá troca direta, mas troca direta que não posso fazer.Em suma, estou perante uma potencial situação abusiva com dolo para o cliente, a worten ciente de que um equipamento está avariado não o recebe, não o troca, e não assume qualquer tipo de responsabilidade porque o denunciante não é o comprador. Leva-nos a questionar se podemos oferecer algo a alguém das ilhas adquirido numa worten do continente, ou melhor ainda, o meu impedimento de imigrar pois tudo o que cá ficar não pode ser reclamado, dado o fato de se o mesmo se avariar obriga-me a ter de deslocar ao local para poder reclamar. Ou vai o comprador ou vem o artigo até ao mesmo, complicado não é?Pois bem, oficialmente fica a worten informada que o artigo se encontra avariado, que não o recolheu por sua espontânea e única vontade, que o cliente sente-se lesado por não ver a worten a assumir o período de garantia do mesmo e, por não permitir uma resolução desta situação e o privar do uso que poderia dar ao equipamento. No que me diz respeito entendo que o artigo esteve funcional entre 16/07 e 30/08, tendo tentado entregar o mesmo para reparação/troca em 31/08, interrompendo-se nesta data a garantia devida.Aguardo da parte da worten, uma credível, rápida e funcional resposta.
Incumprimento do serviço de baptizado
Eu e o meu marido marcámos o batizado da nossa filha para 30 de Setembro no Solar dos Príncipes e pagamos o sinal no valor de 800€ a 18 Fevereiro de 2017. Depois disso, no mês de Junho reunimos para definir a ementa. Dia 27 de Julho, altura em que o meu marido estava de licença de parentalidade no norte do país, fui contactada pelo dono da empresa, Henrique Pereira, para nos reunirmos para me fazer uma proposta. Reunimos no dia seguinte, dia 28. Foi nesta data que fui informada que tinha havido sobreposição de eventos, e só se deu conta na semana anterior quando apareceu o casal que ia casar no mesmo dia do baptizado. Assim, ele pedia-me que mudasse a data do Baptizado, que recusei de imediato. Em alternativa fazia o baptizado noutro local com o serviço de Catering. Concordei, com a condição que o espaço fosse como aquele, e fiquei a aguardar que me informasse das disponibilidades das quintas. O Palácio dos Antónios estava ocupado nesse dia. Surgiu depois disso a Quinta da Vitória, onde já estive em dois eventos em duas salas diferentes e gostei dessas salas e dos respectivos jardins. Infelizmente, qual não foi o meu espanto e do meu marido quando reunimos com a decoradora, dia 28 de Agosto, e fiquei a saber que nessa quinta, havia uma outra sala, a que nos era atribuída, que eu desconhecia e que não tinha nada a ver com as outras, é pequena e desmazelada tal como o jardim. Liguei de imediato para o Henrique Pereira a reclamar, e ele disse que ia falar com o proprietário para saber se ainda havia outra sala disponível... mas não havia. Disse-me que entre aquele dia (28 Agosto) e o dia seguinte ia fazer um outro contacto. Dei-lhe então até dia 29 como prazo limite. Dia 29 depois de almoço, enviei mensagem a saber do ponto de situação, ao que me respondeu que não havia novidades, estava à espera de resposta. Depois enviei nova sms a perguntar qual estava a tentar. Sem resposta. Até que hoje, dia 30, enviei mensagem a dizer que o prazo tinha terminado e que queríamos a devolução do sinal x 2, devido ao incumprimento dele. Para nossa surpresa, diz que não tem de pagar em duplicado, apenas o sinal, uma vez que não se recusou a prestar o serviço, o que não é verdade. Tanto quanto sei, quando se compensa um cliente por overbooking o local que substitui tem de ser igual ou melhor ao primeiro. Se formos ver falhou o serviço no Solar dos Príncipes, além de nunca nos ter dado a escolher qual das salas da Quinta da Vitória queríamos e sabendo que eu ia de férias em Agosto esperou uma semana, desde que apareceram os tais noivos, para me informar dessa situação, quando o deveria ter feito de imediato. Conclusão à presente data as quintas que nós teríamos como opção estão ocupadas teremos de adiar o baptizado. Perdemos tempo, tivemos despesas com deslocações: três deslocações ao solar dos príncipes, uma deslocação para reunir com a decoradora, uma deslocação para reunir com a pessoa que faz os bolos, roupa que comprámos para meia estação e não sei se depois irá servir. Imprimimos duas vezes os convites. E agora temos de dispender tempo e dinheiro a contactar as pessoas a comunicar que temos de adiar para data a anunciar em breve. Ainda temos de comunicar à igreja.
problemas com encomenda
desde o dia 20 de agosto que fiz uma encomenda neste site vidaXL.pt e no dia 21 agosto fiz o pagamento da mesma no valor 76.99 euros. No dia 22 agosto recebi o ultimo email a confirmar a expedição da encomenda e o envio da fatura. A partir desse dia ate hoje não obtive mais informação e no site não me permite visualizar o seguimento da encomenda como eles prometeram e depois no dia 27 agosto ate hoje dia 28 agosto enviei mais de quatro emails para a empresa a pedir informação e ate agora não obtive nada. Pois agora gostaria de obter o reembolso visto que prometeram a entrega ate cinco dias e ainda não recebi nada. comprimentos
Encomenda não entregue ao destinatário
Dia 27-06-2017 fiz uma encomenda à Gaming Replay com entrega por CTT Expresso no meu local de trabalho. Recebi o nº de tracking para seguir a encomenda, no dia da entrega da mesma recebi um sms a informar do horário de entrega (29-06-2017). Como a minha empresa tem sempre alguém até às 20:00, e sem ter recebido ainda nada à minha hora de saída (18:30), decidi ir consultar o site dos CTT e deparei-me com Objecto Entregue às 17:53 a José Pinto. Não tendo ninguém com esse nome na empresa, ainda assim questionei a recepção que me informou que não tinham recebido qualquer encomenda em meu nome. Entretanto liguei para o nº de atendimento do CTT Expresso (várias vezes durante os dias seguintes), e a informação nunca foi concreta, desde o Sr José Pinto é um colega da DHL a quem lhe foi entregue a encomenda para lhe fazer a entrega a si) como a aguarde o nosso contacto que estamos a averiguar a situação. Esta ultima resposta manteve-se até hoje, seja por telefone, por email ou directamente no Portal da Queixa.
Burla.
Boa tarde. Venho relatar o seguinte , no passado fim de semana fui vítima de burla. Consistiu no aluguer de um alojamento de férias , cujo não existe e a sujeita apartir do momento que fiz o pagamento desapareceu. No entanto fiz queixa á polícia , e comuniquei ao banco a devida entidade e referência para que tal pagamento fosse cancelado. Como não é de espantar tal não foi possível . A entidade é conhecida por ser relacionada a burlas. No entanto a entidade era descrita como hipay .Conforme me foi dito na polícia , para criar uma conta no hipay tem de ser feito com dados verdadeiros como tal , necessito de ajuda para tentar descobrir quem efetuou a burla.Foram feitos dois pagamentos . Envio as entidades e referências de cada um.Entidade : 10241Referência: 968657981Montante : 150Entidade: 10241Referência: 969150227Montante : 125Aguardo urgentemente resposta. Carla Alves
Sinistro
Sinistro registado no dia 20-06-2017 não foi resolvido no prazo legal de 45 dias. teria de obter uma resposta dia 03.08.2017 a qual não aconteceu e como consequência não tive nem tenho viatura para me deslocar. Após aguardar os prazos que foram pedidos venho por este meio pedir um carro de substituição a seguradora pois não foram cumpridos os prazos legais. Contactei várias vezes ambas as seguradoras e o que acontece e que ou não atendem ou passam as culpas de uma para a outra. Obrigado
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