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Conta penhorada por Multa, Custas e Honorarios Indevidos
Por dificuldades financeiras atrasei as minhas quotas para com a Ordem dos Contab Certificados (OCC) mas sempre mantive a ordem informada das minhas dificuldades e tentei pagar sempre que conseguia. No entanto, em Janeiro deste ano decidi cancelar a minha inscrição e pedir um perdão da divida. O cancelamento foi aceite a 20 de Janeiro, tendo recebido resposta via email. No dia 28 de Abril para minha surpresa tive a minha conta penhorada em 900 euros. Depois de muito investigar, descobri que era da OCC, uma multa de 500 euros com custas e honorarios da agente executiva. Reclamei com a Ordem pois nunca recebi informação acerca da multa. O advogado da OCC diz-me que tinham enviado uma carta a 9 de Março de 2017 que foi devolvida por nunca ter sido reclamada e em que me falava da multa e permitia o pagamento faseado. Ora, se eu tinha recebido a aprovação do cancelamento em 20 de Janeiro de 2017 por email porque razão a OCC não enviou a resposta com a multa por email também? Porque é que a OCC nunca tentou entrar em contacto comigo via email ou telefone (já que tinham todos os meios disponíveis)? Resultado, vi-me novamente em grandes dificuldades e senti-me extremamente injustiçada pelo tratamento que a Ordem deu a um membro que pagou quotas sempre durante quase 20 anos. Nunca me recusei a pagar fosse o que fosse. Fui tratada como um numero. Fizeram-me pagar indevidamente mais 400 euros do que a multa por causa das custas e honorários de uma agente de execução, já que nunca me deram oportunidade de pagar a multa sozinha. Uma carta devolvida não devia dar origem a penhora sem que fossem feitas outras tentativas tais como o envio da carta por email (como aliás sempre foi toda a comunicação, inclusivamente o cancelamento da inscrição). Eu nunca recebi nenhuma notificação em que estava em divida mais uma multa além das quotas. A OCC tinha todos os contactos disponíveis para poder efectuar a cobrança sem exercer a penhora.
Prazo de entrega
Após ter efectuado a encomenda, em 28-04-2017, procedi de imediato ao respectivo pagamento, via pay pal. Fui informado pelos v/serviços que todo o material encomendado estava disponível em armazém, nessa data.Houve uma duplicação de pagamento da mesma encomenda, o que gerou constrangimentos na finalização da mesma (conforme informação prestada por vocês). Até fui compreensivo nesse ponto, ficando aguardar informação do envio.Em 05-05-2017, às 10h44, recebi um e-mail a informar que a encomenda foi embalada e estava pronta para ser enviada.Conforme informação que se encontra no v/site: https://www.auto-doc.pt/services/entrega , a entrega ao cliente seria entre 1-2 dias úteis, a qual teria que ser feita entre o dia 8 ou 9 de Maio 2017.Consultada a plataforma da UPS, qual o não é o meu espanto que está prevista a entrega só no dia 12-05-2017 até ao final do dia.Pelo supra exposto e uma vez que a pessoa com quem falei online (Sr.ª Elena Coimbra), limitou-se a colocar informações que não constam no site onde fiz a compra, designadamente Depois de receber o pagamento da encomenda, ela esta processada mais ou menos 24-48 horas, e pois enviadaA entrega demora 6 dias uteis maximo-se voce paga pelo Cartao credito ou PAY PAL,se voce paga pelo transferencia bancaria a sua encomenda vai demorar por volta de 8-10 dias uteis,por que o nosso armazem esta na Allemanha., mais dizendo que a informação no site 1-2 dias úteis é o prazo para chegar ao armazém situado na almanhã., arece-me um bocadinho descabido que essa informação seja verdadeira, já que o site é dirigido ao cliente e não para os prazos de armazém ou de logística, que o cliente não sabe nem tem que saber.
Custos administrativos portagens
Venho por este meio reclamar pela exorbitante quantia de custos administrativos que me está a ser cobrada (usurpada) pela vossa empresa, associados ao Nif 231455291 e às matrículas das viaturas 78-PX-87 e 16-QZ-21,Confirmo que efetivamente era o condutor das viaturas na altura em que foram registadas as passagens nas portagens, Dado que as duas viaturas se tratarem de viaturas de aluguer por parte da Empresa para a qual trabalho, não tinha possibilidade de aderir ao serviço de via verde. Como não tinha outra alternativa utilizei as vossas infraestruturas nas minhas deslocações, sabendo que teria de regularizar posteriormente o pagamento apenas nos CTT ou numa Payshop, num prazo altamente limitado de 5 dias úteis, ainda assim fui regularizando os pagamentos deslocando-me aos únicos locais disponíveis sempre que me foi possível e pagando os custos administrativos elevadíssimos cobrados.Infelizmente e por mais incrível que pareça estando nós no século XXI e em plena era digital, a vossa dita empresa que tantos meios automáticos tem para registar as passagens em portagens, não disponibiliza qualquer serviço online para regularização dos valores de portagens, com a agravante de quer nos CTT quer nas Payshops os movimentos só ficarem disponíveis para pagamento um dia ou mais após a passagem nas portagens, quem quiser regularizar no próprio dia para evitar fazer contas de cabeça aos dias úteis que passaram, não o pode fazer.Este sistema quase surreal criado para regularizar as portagens, invariavelmente, como certamente saberão, faz com que as pessoas normais ( com trabalho, famílias, etc) se esqueçam de regularizar os valores das portagens, Num sistema normal/honesto estas pessoas teriam ferramentas que lhes permitissem facilmente regularizar estas portagens mesmo fora de data, no entanto isso não acontece, passado os 5 dias úteis as portagens saem dos registos dos CTT ou Payshop, ficando sem qualquer possibilidade de se regularizar esses valores, por muita vontade que se tenha.Após este prazo resta-nos esperar (muito tempo) que chegue a carta da vossa empresa com informação dos valores em dívida, mais os custos administrativos associados às portagens. Percebo perfeitamente que retirar dados de um computador e enviar uma carta registada tenha um custo muito significativo, quer de tempo dos vossos recursos, quer do ponto de vista de materiais e ferramentas informáticas utilizadas, ainda assim diria que o custo de 4,21€ por cada portagem não regularizada me parece claramente desajustado, ou falando diretamente, um autêntico ROUBO.No meu caso, teria de pagar de taxas de portagem (no total das 4 cartas enviadas) 42,75€, somando todos os custos administrativos e as taxas de portagem a minha dívida atual é de 272,59€,ou seja, um valor cerca de 6 vezes maior do que o serviço prestado, o que é totalmente desajustado e não sei até como é permitido legalmente. Concordo que num sistema de cobranças normal ( coisa que este não é pelos motivos descritos) quando existe algum incumprimento e o cliente tem todos os meios para regularizar os pagamentos e não o faz deve ser penalizado, ainda assim nunca seria nesta proporção. Duas ou três vezes o valor em dívida já é suficientemente penalizador, 6 vezes mais que o valor da dívida é um ROUBO.
RETORNO DE E-MAIL
Mandei um e-mail para o setor de reembolso da TAP (rarefunds.tps@tap.pt) no dia 30/04/2017 e outro em 07/05/2017 e ainda não obtive retorno. Ligo no 0300 210 60 60 e o atendente me fala que não sabe dar nenhuma informação sobre reembolso, que eu tenho mesmo que mandar um e-mail mas eu mando e ninguém responde.Estou precisando saber informações sobre o reembolso para que possa alterar minha passagem. Paguei caríssimo pelos bilhetes e não consigo sequer um atendimento da companhia.Estou perdendo oportunidade de comprar voos baratos em função da demora da resposta.
Comunicações Móveis
Sou cliente da Cabovisão/Nowo desde 2013, com serviço de tv+internet+telefone. No mês de dezembro de 2016 contactei a linha de apoio e solicitei a adição de 4 números móveis. Segundo o operador que me atendeu na altura, por ser cliente teria direito a uma atenção e pagaria apenas 5€ por cada número móvel, sendo que este valor incluiria 2000 min/sms e 2Gb de internet móvel (segundo o anunciado na altura).Os novos números só ficaram activos e prontos a funcionar 2 meses mais tarde, no final do mês de fevereiro de 2017.No mês de Março, recebo a primeira factura em que aparece um consumo extra-mensalidade de 10€ relativo a um dos números móveis. Contactei a linha de apoio, a operadora que me atendeu disse-me que tinha sido um erro e esse valor seria reposto na factura do mês seguinte.Antes do final do mês de Março o mesmo número móvel ao qual tinham sido indevidamente cobrados 10€ foi bloqueado e impedido de realizar qualquer tipo de comunicação. Contactei novamente a linha de apoio, disseram-me que este número tinha esgotado os 1000min (que deviam ser 2000) e como tal as comunicações estavam barradas até ao inicio do mês seguinte. Questionei ainda a operadora sobre a possibilidade de o número poder continuar a fazer contactos e eles serem pagos extra-mensalidade e a resposta que obtive foi que tal não era possível.No mês de Abril, qual não é o meu espanto, quando recebo a factura e para além de os 10€ não terem sido repostos foram cobrados mais 20€ ao mesmo número móvel.Desta vez, no dia 14 de abril, dirigi-me à loja do Centro Comercial Glícinias em Aveiro e pedi esclarecimentos sobre todas estas questões.1. 1000min e 2000sms em vez de 2000min/sms (como anúnciado)2. 10€ indevidamente cobrados que não foram repostos3. 20€ extra-mensalidade quando fui informada pela linha de apoio que o número estava impedido de realizar comunicações porque tinha esgotado os minutos.Relativamente ao primeiro ponto a funcionária da loja não me soube esclarecer. Fiz o pedido de acesso à gravação da chamada (data da chamada 15/12/2016 pelas 14h16) e solicitei o envio para o meu endereço de e-mail. Duas semanas depois fui contactada via telefone por uma operadora que me informou que estava tudo correcto com a chamada. Ora eu pedi acesso à gravação porque quero ouvi-la, não pedi que a ouvissem por mim e me dissessem que está tudo bem.Relativamente ao segundo ponto a funcionária da loja disse-me que o pedido de crédito do valor na factura seguinte foi recusado. Então e qual é o motivo? Por que é que não fui informada? Quando contactei a linha de apoio o que me foi dito foi que o dinheiro seria reposto.Sobre os 20€ extra-mensalidade a mesma funcionária pronta e arrogantemente me informou que quando os minutos terminam existe um plafond de 20€ para cada número móvel e só a partir desse valor é que os contactos são barrados. Ora mais uma vez, quem é que me informou da existência desse plafond? Também nunca fui informada sobre o valor a que são taxadas as chamadas nessas condições. Recordemos também, que quando contactei a linha de apoio sobre o facto do número ter sido impedido de fazer comunicações a resposta foi que se devia ao facto de ter esgotado os minutos relativos ao tarifário e nunca foi mencionado nenhum plafond de 20€ quando pedi uma solução para o número não ficar sem poder comunicar os dias que restavam até ao final do mês.
INCUMPRIMENTO POR PARTE DA MEO
-Em meados de Janeiro foi CONTACTADO VIA TELEMOVÉL pela MEO para renegociar o contrato que terminava no mesmo dia.Na altura tinha M4O com dois cartões e pagava cerca de 65€ mensais com uma internet fixa de 20mb adsl-Foi-me proposto migração grátis para fibra e para o pacote total 100 com upgrade para 200mb, oferta do aluguer da box, oferta dos 200 canais, tudo pelo valor de 28.90€.Os cartões seriam alterados para o tarifário MEO ONE, por 5.99€ cada um durante o primeiro ano e 11.99 durante o segundo ano, tudo na mesma factura. -Aceitei de imediato as condições uma vez que as mesma eram bastantes vantajosas e evitava assim andar em mudanças de operadora, informaram-me que no prazo máximo de 48 horas seria contactado pelo técnico para agendar instalação da fibra.Os telemóveis foram alterados de imediato para o tarifário MEO ONE, daí não resultaram grandes problemas, apenas o facto de na primeira factura após a renegociação do contrato me terem debitado sobre o tarifário antigo M4O (que já tinha os dois cartões incluídos no próprio tarifário) e sobre dois cartões MEO ONE já como novo tarifário...enfim. Falando de problemas mais a sério. 1º Estive MAIS DE UM MÊS e repito, MAIS DE UM MÊS à espera que me contactassem para instalação da fibra.2º Ofereceram-me a primeira mensalidade novo pacote, supostamente deveria estar a usufruir de fibra de 200mb e apenas tinha ADSL 20mb.3º Não sei porque razão após renegociação contratual tanto na AREA DE CLIENTE como na FATURA aparece MEO Fibra Total 30, quando o acordado e confirmado dezenas de vezes por vós foi o pacote FIBRA TOTAL 100MB com upgrade para 200mb.4º Após a instalação da fibra , continuo com 30mb de internet, ou seja, renegociei um serviço no dia 16/17 de JANEIRO, hoje é dia 3 de MAIO e o serviço pelo qual tenho vindo a pagar não é aquele que contratei.5º TODAS as vezes que ligo para o 16200 dizem-me que vão reportar o problema e que serei contactado brevemente ou que o mesmo ficará resolvido brevemente... brevidade essa que já dura desde JANEIRO. 5º TODAS as vezes que ligo para o 16200 dizem-me que devido ao incumprimento por parte da MEO (se ligo é porque o problema ainda existe como é óbvio) essas mesmas chamadas não irão ser debitadas na factura mensal, e depois tenho surpresas do tipo:CRÉDITO de apoio ao cliente 3.69€ e logo abaixo DEBITO de apoio ao cliente 5.59€ Escusado será dizer que liguei mais de 10 vezes para o apoio ao cliente, as respostas são as mesmas.Se o problema não ficar resolvido rapidamente o contrato será rescindido por justa causa uma vez que a MEO, está em INCUMPRIMENTO com o mesmo.
Contrato indevido e ilegal
O meu pai, Sr. Isaque Marques, é o dono da casa, e titular de todos e quaisquer contratos de serviços de energia, água, etc.Desde sempre (anos 80) foram clientes da EDP, para abastecimento de electricidade, nunca pretenderam alterar para nenhum outro. Têm já idade avançada, é-lhes complicado fazer essas mudanças.Sucede que receberam, no final de Fevereiro-2017, uma factura da Goldenergy, para pagamento relativo a uma contagem entre 1-Janeiro-2017 e 1-Fevereiro-2017.Imediatamente, foram a uma loja EDP perguntar o que se passou. Na EDP disseram-lhes que haviam recebido um pedido de mudança de fornecedor, a partir da Goldenergy. Esta informação foi recebida com espanto, pois ninguém contactou a Goldenergy para mudar o fornecimento de energia eléctrica.Nessa mesma deslocação, o Sr. Isaque Marques solicitou e confirmou o retorno à EDP como fornecedor de energia eléctrica.Logo de seguida, tentámos contactar o número da Goldenergy 808 205 005 por diversas vezes, mas sem sucesso, pois ninguém atendeu.A solução foi ir à GNR da área, pedir ajuda. Isto aconteceu no início de Março-2017.Na GNR, o próprio agente ligou para a Goldenergy no número 808 205 005, a fazer-se passar pelo próprio Isaque Marques, e a pedir expeli caçoes para o sucedido, e o porquê da factura e/ou contrato.Da Goldenergy disseram que o contrato havia sido celebrado por telefone, por marketing directo, e em que supostamente o cliente anuiu contratar a Goldenergy.O agente pediu então envio da gravação dessa chamada telefónica para a morada do cliente.Até hoje, dia 22-Abril-2017, nada chegou. Mas entretanto, chegaram mais duas facturas, emitidas pela Goldenergy.O Decreto-Lei 24/2014, de 14 de Fevereiro, no seu artigo 5º, determina no ponto 7:7 - Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços, excepto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efectuado pelo próprio consumidor. Reiteramos, uma vez mais, que ninguém contactou a pedir à Goldenergy para ser fornecedor de energia eléctrica.Portanto, chegados a esta situação, temos a dizer à Goldenergy que o (eventual) contrato feito à distância é inválido perante a lei, pelo que quaisquer facturas referentes ao mesmo não serão pagas, pois o serviço não foi, de todo, pedido, e portanto não contratualizado.
Problema com devolução do valor de câmara com avaria
Motivo da queixa: dia 03/02/2017 enviei uma camera de vigilância que comprei no site online powerplanet para a assistência. dia 06/03/2017 pedi informações sobre o estado da reparação, responderam que estavam a averiguar. Dia 04/04/2017 enviei um e-mail a pedir o reembolso do valor pois já passavam 2 meses desde que a camera estavas no apoio técnico.Na mesma manhã ligou-me uma senhora dos escritórios em espanha a dizer que os colegas do apoio técnico iam enviar uma camera nova ou se eu queria o valor. Respondi que pretendia o valor em uma nota de credito para poder comprar outro item visto que até já tenho uma nota de crédito(um código) de aproximadamente 7 euros e assim poderia adquirir outro item. Até hoje e vários e-mails depois para os diferentes que possuo: sat@powerplanetonline.com e soporte@powerplanetonline.com com a referencia do processo de arranjo 096-201A3C01-03F4, nenhuma resposta, sobre devolução da quantia, nota crédito nada. Parece que as senhoras que até então tinham-me contactado teriam caído da terra.
Problema com telemóvel na garantia e a sua troca
Bom dia, venho por este meio reclamar da compra de um telemóvel da marca “Selecline” na box do Jumbo, em Setúbal.No dia 26 de Março de 2017, a minha mãe comprou um telemóvel desta mesma marca (um smartphone 5’’, 4G) que por sua vez começou a apresentar alguns defeitos desde a sua primeira ligação.A princípio, apenas a bateria aquecia demais, por qualquer utilização que se fizesse. Depois, o telemóvel começou a bloquear de vez em quando (e tirando a bateria, o assunto resolvia-se).Entretanto, as músicas começaram a passar à frente sozinhas.A minha mãe já tinha decidido que assim que tivesse tempo iria à loja para resolver a situação, mas devido ao trabalho não conseguiu.Vale ressaltar que ainda estava (e está) no período de troca/devolução do equipamento adquirido (os tais 30 dias úteis) e que por sua vez, ainda está na garantia de 2 anos.No dia 18 de Abril, onde ainda não tinha completado os tais trinta dias, o ecrã parou de funcionar correctamente, apresentando diversos riscos e cores e uma mancha preta. Também vale apena ressaltar que em momento algum a minha mãe bateu com o telemóvel. Eu estava ao pé dela e o aparelho estava a funcionar. Ela estava a ouvir música e depois pôs o telemóvel no bolso lateral das calças, sendo que o mesmo encontrava-se bloqueado. Depois, quando o foi tirar o smartphone para mudar de música, o ecrã já estava assim.Ora, se ela não bateu em lado nenhum, se não se baixou nem nada do género, pergunto: Porque é que não podem trocar este telemóvel por outro ou restituir o dinheiro de volta?Quando fui à box do Jumbo para apresentar o problema disseram que a garantia não cobre este tipo de danos. No balcão estavam sempre a falar que foi pressão (e daí os cristais terem ficado assim) e também deramexemplos do que possa ter acontecido: como ela ter-se abaixado ou batido nalgum lugar.E eu sempre disse que Não. Ela apenas pôs o bolso nas calças e nada mais. Não se encostou a lado algum, não de abaixou para apanhar alguma coisa…Disseram-me também que o que eu podia fazer era pedir um orçamento de quanto custa a reparação que, por sua vez, tinha de ser feita às custas da minha mãe e que caso quiséssemos levantar telemóvel depois disso, teria um custo de aproximadamente 15 euros. Também me disseram que o valor do arranjo deveria de rondar o preço de um telemóvel novo.Hoje, dia 20 de Abril, voltei a ir lá para fazer uma reclamação mas disseram-me que não valia apena pois todas as marcas têm o mesmo sistema: não cobrem este tipo de danos acidentais.Eu pergunto-me se é assim já que não conheço estes termos.Só que a questão é: isto não foi um dano acidental! A minha mãe não bateu com o telemóvel. Por isso, e estando na garantia só tinham que: ou trocar de telemóvel ou devolver o dinheiro.Este telemóvel custou 74,99€ e a minha mãe fez um esforço enorme para o comprar.Não é justo que não o possa trocar ou que não lhe seja devolvido o dinheiro quando a culpa, de facto, não foi dela. Se o telemóvel ainda está na garantia, e se o período de troca ainda não acabou, era o que devia de ser feito.Mas dado este problema, queremos a devolução total do dinheiro que foi gasto.Como consequência, ela tanto perdeu o dinheiro que gastou e que fazia falta, bem como do telemóvel que precisava urgentemente.
Bagagem Perdida
Ontem, dia 19 de abril de 2017, após uma viagem começada em São Jorge, com destino ao Porto (após paragem em São Miguel e Lisboa) percebi que a minha bagagem não tinha passado pelo tapete de recolha de bagagens. Sem que ninguém se preocupasse em avisar, fui procurar informações. Após chegar ao balcão de perdidos e achados da groundforce foi-me dito que a minha bagagem estaria em Lisboa e que apenas seria entregue no dia seguinte. Expliquei que tinha dentro da mesma objetos que se iriam estragar de um dia para o outro, no valor de 100€ aproximadamente, objetos esses que me eram essenciais para o dia seguinte. Os funcionários não demonstraram o mínimo interesse, limitaram-se a dizer que a groundforce não se responsabiliza.
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