Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Reclamações recentes
Reclamação – Comportamento de funcionário no embarque (Voo FR2028, 17 de abril) João Alves
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao comportamento de um funcionário da Ryanair no aeroporto, no dia 17 de abril, referente ao voo Porto–Alicante, às 7h50, FR2028. Durante o processo de embarque/controlo de bagagem, o funcionário em questão dirigiu-se ao meu grupo de forma agressiva e aos gritos, criando um ambiente de hostilidade e total descontrolo por parte da Ryanair. Encontrávamo-nos no final da fila, não por termos chegado mais tarde, mas porque o processo de embarque foi mais demorado. Quando chegou o nosso momento de embarcar, o funcionário João Alves começou a gritar que tínhamos de embarcar imediatamente, alegando que as portas iam fechar e que não havia tempo. Simultaneamente, e de forma descontrolada, exigiu que colocássemos as carteiras dentro das mochilas, afirmando que não era permitido transportar ambos separadamente. Perante esta situação, as oito pessoas que estavam comigo começaram a fazê-lo, enquanto o funcionário continuava a gritar para nos despacharmos. A duas dessas pessoas, sem qualquer justificação, foi exigido que testassem se as mochilas cabiam na caixa de medição da Ryanair. Enquanto o fazíamos, o funcionário mantinha-se aos gritos, de forma mal-educada, intrusiva e completamente desproporcionada, insistindo que as portas iam fechar. A minha mochila tinha espaço suficiente e coube sem qualquer problema. Já a mochila de uma amiga necessitava apenas de ser reorganizada, mas o funcionário não permitiu que o fizéssemos, nem que ela ajustasse os seus pertences de forma a cumprir as dimensões exigidas. Apesar de a mala cumprir os requisitos e poder caber, foi-lhe imediatamente ordenado, aos gritos, que se dirigisse ao pagamento. Enquanto ela se dirigia ao balcão, reorganizei os itens dentro da mochila, de forma a que esta passasse a cumprir as dimensões. Solicitei então que fosse novamente testada antes do pagamento, mas o funcionário recusou, afirmando que tal já não seria possível e que o pagamento teria de ser efetuado de imediato. Durante todo o processo, todos os membros do grupo mantiveram uma postura calma e colaborante, ao contrário do comportamento do funcionário, que permaneceu sempre aos gritos e visivelmente alterado. A minha amiga foi, assim, pressionada a efetuar o pagamento sem qualquer possibilidade de resolver a situação de outra forma. Considero esta atitude completamente inadequada, desnecessária e desproporcional, especialmente tendo em conta que a situação poderia ter sido resolvida de forma simples e respeitosa. Para além do constrangimento causado, sentimo-nos pressionados a efetuar um pagamento adicional sem termos tido oportunidade de cumprir as regras de forma adequada. Assim, solicito: - A análise desta situação - A identificação do funcionário em causa - Esclarecimentos sobre este procedimento - E, se aplicável, a devolução do valor pago Fico a aguardar uma resposta, bem como informação sobre as medidas que serão tomadas relativamente a este funcionário. Informo ainda que apresentarei também queixa no Livro de Reclamações Online. Com os melhores cumprimentos, Joana Alves
Má conduta de supervisora/incompetência de serviço com consequências graves
Na tentativa de despachar uma mala de 20 kg num balcão de check-in Ryanair para o voo FR 2625 com destino a PDL e partida do terminal 2 de Lisboa, com partida prevista para as 17:40, esta ação foi negada, sendo que a supervisora presente no local afirmou que já passava das 17:00 horas (hora limite para despachar bagagem). Acontece que existiam 7 balcões abertos para check-in de diversos voos Ryanair com horários de partida próximos uns dos outros, tendo chegado ao local pelas 16:15 (45 minutos antes da hora limite). Sem qualquer chamada de atenção e com uma clara confusão e serviço no mínimo com muito pouca qualidade e organização, ainda assim, cheguei ao balcão às 16:50 (10 minutos antes da hora limite, que estava claramente indicada que terminava às 17:00). Nisto, vi a operadora a abandonar o posto antes de nos atender e, quando regressou, recebeu a minha documentação necessária novamente ainda antes de serem 17:00, estava com dificuldades na impressão da etiqueta da mala e realizou uma chamada telefónica para solicitar apoio a quem de direito nesta questão. Não teve sucesso neste contacto, tendo referido à sua supervisora que recebeu resposta negativa da linha de apoio interna para o efeito. Esta última, a supervisora de nome EDITE VIEIRA, insistiu com a sua colega que o contato de apoio estava correto. Após mais tempo de espera, que se estendeu até cerca das 17:05, esta supervisora interpelou-me afirmando que já passava da hora limite para despachar bagagem para o referido voo e que não havia nada a fazer. Ou seja, por problemas técnicos aos quais sou totalmente alheio, impediu-me de despachar bagagem, o que me impossibilitava de regressar a casa neste voo sem a minha bagagem. Quando lhe respondi afirmando que cumpri com os horários estipulados pela companhia e que existiu um atraso ao qual eu era completamente alheio, esta senhora EDITE VIEIRA desresponsabilizou-se totalmente deste assunto, afirmando que cheguei tarde demais ao balcão (o que não é verdade) e demonstrou uma falta de educação e respeito tremenda, sendo que imputou 100% da culpa ao cliente e recusou-se a dialogar, tendo inclusive interrompido várias vezes quando tentei falar com a mesma, e afirmando que era impossível fazer algo e que poderia tentar a minha sorte junto do segurança, para que conseguisse ainda embarcar no voo, mas sem a minha bagagem. Dirigi-me ao posto da Ryanair no referido terminal para apresentar uma reclamação e solicitar a presença de um supervisor que me pudesse auxiliar. A funcionária deste posto efetuou uma chamada novamente para esta senhora EDITE VIEIRA, tendo obtido resposta de que esta já tinha dito tudo o que tinha para dizer a mim, recusando-se a comparecer novamente para tentar dialogar com a mesma, algo que não tinha sido possível no primeiro contacto devido a uma já referida falta de respeito inaceitável da parte da mesma, em que fui interrompido constantemente quando reforcei o aspeto de ter cumprido todos os horários definidos pela Ryanair, e que o atraso de CINCO MINUTOS que se verificou tinha sido por culpa de uma inoperância e falta de profissionalismo das funcionárias presentes. O resultado final foi ter perdido este voo de regresso ao meu local de residência, com todos os transtornos que este tipo de situações implicam. A titulo pessoal, este comportamento é inaceitável por parte de uma pessoa que afirma ser SUPERVISORA e que, no fundo, imputou a responsabilidade do sucedido ao cliente, desrespeitando um dos princípios mais básicos de qualquer tipo de serviço. Solicito por favor o vosso apoio neste tema, reiterando a gravidade do comportamento desrespeitoso e desresponsabilizado vindo de uma pessoa que está a representar uma instituição, cuja atitude estou em crer que vai contra todas as normas e códigos de conduta que possam existir em qualquer empresa, sendo que nunca me deparei com tal comportamento anteriormente da parte desta empresa, ou qualquer outra por sinal. Por fim, tenho a referir que, para além de danos morais provocados por estas atitudes, vi-me forçado a comprar uma nova passagem aérea noutra companhia que teve o custo de 423,92€, para além do gasto já incorrido de 120,87€ desta viagem que não aconteceu. De salientar que não me foi apresentada qualquer tipo de alternativa ou opção quando solicitei falar com outra pessoa responsável, tendo sido praticamente abandonado e entregue à minha sorte, pois fui impedido de regressar ao meu local de residência por culpa de uma falta de profissionalismo e decoro por parte desta funcionária e, consequentemente, da empresa que esta representa na sua atividade.
Má conduta de funcionária - Ryanair
No dia 11/08/2020, eu e o meu namorado íamos apanhar o voo PDL FR2623, de Lisboa com destino a Ponta Delgada, com saída às 10:55h. O meu namorado e eu encontrávamo-nos desde as 10:20h na fila de embarque, uma vez que me comecei a sentir mal porque sofro de problemas de saúde com quebras de tensão fui buscar o pequeno-almoço. Às 10:40h (hora de fecho da porta) estava na porta e o meu namorado já se encontrava anteriormente a falar com a supervisora desse voo, de nome Ana Soares, a qual fechou a porta e não nos deixou entrou, sendo que passageiros entraram à nossa frente nesse mesmo horário. Além do mais, a Supervisora de nome Ana Soares berrou connosco e tratou-nos mal, demonstrando uma total falta de profissionalismo. É de lamentar e vergonhoso terem este tipo de funcionários. Se a porta fecha às 10:40h, é a essa hora inclusive que tem de fechar, não podem deixar entrar uns passageiros na nossa frente e fechar a porta a outros (uma família que estava atrás de nós também não conseguiu embarcar). Note-se que nem 1min estávamos atrasados. E terem uma funcionária que trata mal os passageiros e clientes é vergonhoso.
falta de descernimento
Venho por este meio mostrar o meu descontentamente face vossa funcionária Susana Silva da GroundLink a qual prestou um péssimo atendimento na porta de embarque do Terminal 2 no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, obrigando-nos a pagar uma mala de porão no valor de 50 EUROS, quando a mala tinha o tamanho ideal de 55cmx40cmx 20cm requerido pela política de bagagem de mão da companhia aérea Ryanair. Resignámo-nos a pagar o custo, mas não podemos deixar passar impune a atitude arrogante e de abuso de autoridade da funcionária, que causou imenso transtorno emocional e humilhou-nos publicamente sem razões para isso, visto usar esta mesma mala nas 96 viagens da Ryanair que já efectuei até ao presente. Agradecia ajuda.
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