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Reclamação – Comportamento de funcionário no embarque (Voo FR2028, 17 de abril) João Alves

Em curso Pública

Problema identificado:

Outro

Reclamação

J. A.

Para: Groundlink III Handling, Unipessoal, Lda

21/04/2026

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao comportamento de um funcionário da Ryanair no aeroporto, no dia 17 de abril, referente ao voo Porto–Alicante, às 7h50, FR2028. Durante o processo de embarque/controlo de bagagem, o funcionário em questão dirigiu-se ao meu grupo de forma agressiva e aos gritos, criando um ambiente de hostilidade e total descontrolo por parte da Ryanair. Encontrávamo-nos no final da fila, não por termos chegado mais tarde, mas porque o processo de embarque foi mais demorado. Quando chegou o nosso momento de embarcar, o funcionário João Alves começou a gritar que tínhamos de embarcar imediatamente, alegando que as portas iam fechar e que não havia tempo. Simultaneamente, e de forma descontrolada, exigiu que colocássemos as carteiras dentro das mochilas, afirmando que não era permitido transportar ambos separadamente. Perante esta situação, as oito pessoas que estavam comigo começaram a fazê-lo, enquanto o funcionário continuava a gritar para nos despacharmos. A duas dessas pessoas, sem qualquer justificação, foi exigido que testassem se as mochilas cabiam na caixa de medição da Ryanair. Enquanto o fazíamos, o funcionário mantinha-se aos gritos, de forma mal-educada, intrusiva e completamente desproporcionada, insistindo que as portas iam fechar. A minha mochila tinha espaço suficiente e coube sem qualquer problema. Já a mochila de uma amiga necessitava apenas de ser reorganizada, mas o funcionário não permitiu que o fizéssemos, nem que ela ajustasse os seus pertences de forma a cumprir as dimensões exigidas. Apesar de a mala cumprir os requisitos e poder caber, foi-lhe imediatamente ordenado, aos gritos, que se dirigisse ao pagamento. Enquanto ela se dirigia ao balcão, reorganizei os itens dentro da mochila, de forma a que esta passasse a cumprir as dimensões. Solicitei então que fosse novamente testada antes do pagamento, mas o funcionário recusou, afirmando que tal já não seria possível e que o pagamento teria de ser efetuado de imediato. Durante todo o processo, todos os membros do grupo mantiveram uma postura calma e colaborante, ao contrário do comportamento do funcionário, que permaneceu sempre aos gritos e visivelmente alterado. A minha amiga foi, assim, pressionada a efetuar o pagamento sem qualquer possibilidade de resolver a situação de outra forma. Considero esta atitude completamente inadequada, desnecessária e desproporcional, especialmente tendo em conta que a situação poderia ter sido resolvida de forma simples e respeitosa. Para além do constrangimento causado, sentimo-nos pressionados a efetuar um pagamento adicional sem termos tido oportunidade de cumprir as regras de forma adequada. Assim, solicito: - A análise desta situação - A identificação do funcionário em causa - Esclarecimentos sobre este procedimento - E, se aplicável, a devolução do valor pago Fico a aguardar uma resposta, bem como informação sobre as medidas que serão tomadas relativamente a este funcionário. Informo ainda que apresentarei também queixa no Livro de Reclamações Online. Com os melhores cumprimentos, Joana Alves


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