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Sinistro não resolvido e Xenofobia
Tenho 62 anos e sou administradora de um prédio em Alverca e, há mais de seis meses, tenho um sinistro em aberto devido a um vazamento ocorrido no interior da prumada do edifício, o qual causou danos em alguns apartamentos. O problema teve origem em 2024, mas o processo ficou em suspenso porque a seguradora solicitou uma vídeo-inspeção, que foi realizada apenas este ano por uma empresa indicada pelo perito da Fidelidade. Após a vídeo-inspeção, foram enviados os orçamentos correspondentes. O laudo técnico identificou duas microfissuras no interior da prumada, por onde a água se infiltrava. O perito solicitou, então, um orçamento para reparação através de injeção de resina, uma vez que, pelos métodos convencionais, seria necessário abrir duas paredes de apartamentos para aceder às fissuras e substituir o cano danificado. Há cerca de três meses, enviei o orçamento solicitado, no valor aproximado de €5.800, acrescido de €300 relativos à vídeo-inspeção — totalizando €6.100. Cerca de dois meses depois, fui informada de que o valor aprovado seria apenas de €1.300 para o reparo da prumada, valor manifestamente incompatível com a dimensão do problema. Ao questionar, fui informada de que o sinistro teria sido mal classificado, como se se tratasse de um cano comum de cozinha. Passados mais de 30 dias, comunicaram-me que eu teria enviado um orçamento de menor valor e que a seguradora estaria a basear-se nesse orçamento, o que é completamente incorreto. Nunca enviei qualquer outro orçamento, nem solicitei nova vídeo-inspeção — o que, aliás, não faria sentido, tratando-se de uma prumada num prédio particular. Sugeri que talvez pudesse haver confusão com outro edifício, mas foi-me dito que não. Solicitei, então, o envio da cópia do alegado “orçamento alternativo” e a identificação de quem o teria remetido, pois a própria seguradora havia informado, desde o início, que nenhum orçamento seria considerado antes da realização da vídeo-inspeção. Portanto, reafirmo que o único orçamento válido é o que enviei após o laudo técnico, elaborado com base nas instruções do perito designado pela Fidelidade. Na sexta-feira, dia 31 de outubro, dirigi-me à Fidelidade da Rua da Juventude para tentar resolver a questão do tal orçamento e também termos uma conversa a três com a vice-administradora. Neste momento a pessoa que se dizia gerente, intrometeu-se de forma inadequada. Além de insinuar que estaria a tentar burlar a seguro - o que não corresponde à verdade e de novo, a 3 pedimos cópia do orçamento e de quem enviou o orçamento. A gerente, que não é perita, afirmou ainda que as fissuras na prumada seriam por falta de manutenção do prédio - não sei como já prumada é um cano no interior do prédio e se realmente fosso o caso, isto já teria sido mencionado. Indignada, falei para a vice ao telefone que estamos a ser culpados pela fissura, onde a gerente pegou o telefone e começou a insultar-me e ainda me dirigiu comentários ofensivos relacionados ao meu sotaque brasileiro. Fui chamada “pessoa sem cérebro” e ainda ouvi que “deveria saber das coisas, já que no Brasil é igual”. Não compreendo a razão de tais comentários, que considero totalmente inapropriados e discriminatórios. A conversa sobre o Brasil foi introduzida sem qualquer contexto, demonstrando uma atitude de xenofobia que não se espera de uma profissional que representa uma empresa perante o público. Eu exijo que analisem este sinistro, já que somos segurados com a fidelidade desde 1995 e logo após 30 anos quando precisamos do seguro, estamos a ser acusados de burla e ainda ter que aguentar insultos xenófobos.
Encomenda não Recebida
📩 Reclamação Formal – Atraso e Não Entrega de Mudança Internacional De: Luciene Santos Endereço: Kazernestraat 10 bus 302, 3800 Sint-Truiden, Bélgica Telefone: +32 489 59 74 42 E-mail: lucienesilveira001@gmail.com Para: Stanley Transporte – Sr. Fernando Sales (Responsável) Praceta 94, 2865-371 Fernão Ferro, Portugal Assunto: Reclamação formal por atraso e não entrega de mudança internacional (Portugal → Bélgica) --- Prezado Sr. Fernando Sales, Venho, por meio desta, formalizar uma reclamação contra a empresa Stanley Transporte, sob sua responsabilidade, em razão do descumprimento contratual referente ao transporte da minha mudança de Portugal para a Bélgica. Entrei em contacto com a empresa no dia 26 de maio de 2025, ocasião em que me foi solicitado o pagamento imediato para garantir o transporte. Foi-me prometida a entrega da mudança dentro de aproximadamente duas semanas a partir dessa data. No entanto, já se passaram mais de 6 meses, e até o momento a minha mudança não foi entregue. Durante esse período, várias datas foram prometidas e posteriormente adiadas, sem que nenhuma delas tenha sido cumprida. Apesar das minhas diversas tentativas de contacto, as respostas fornecidas foram vagas e sem qualquer comprovação concreta sobre o paradeiro dos meus pertences. Ressalto que o pagamento do serviço foi integralmente efetuado e que o atraso prolongado tem causado graves prejuízos materiais e emocionais. Devido à falta de cumprimento contratual, registei uma queixa junto à polícia e estou a tomar medidas legais para responsabilizar a empresa. Desta forma, solicito formalmente: 1. A entrega imediata da minha mudança no endereço indicado em Sint-Truiden, Bélgica.
Substituição de peça não certificada (sem marcação CE) — iPhone 14 Pro
Bpa noite, No dia 01/11/2025, a empresa IServices (loja de Almada) realizou a substituição da traseira do meu telemóvel iPhone 14 Pro (cor Silver), mediante pagamento de 249,95 € (fatura n.º FRAL 69681). Após a reparação, verifiquei que a nova peça já não apresenta a marcação CE, obrigatória em dispositivos comercializados na União Europeia. Esta ausência indica que a peça poderá ter sido produzida fora da UE ou não cumprir as normas de conformidade europeias. Importa referir que nunca fui informado pela empresa de que seria aplicada uma peça não certificada nem original, o que considero uma omissão grave de informação essencial ao consumidor, em violação da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do Decreto-Lei n.º 84/2021 (Regime de Conformidade dos Bens de Consumo). Além de poder afetar a segurança e conformidade legal do equipamento, esta substituição desvalorizou o telemóvel, uma vez que a retoma foi recusada numa loja oficial (Worten) por falta de marcação CE. A peça usada poderá também violar as normas da Diretiva 2014/53/UE (RED – Radio Equipment Directive) e do Regulamento (UE) 2019/1020, que exigem que apenas produtos conformes com marcação CE sejam disponibilizados no mercado europeu. Desta forma, solicito: O reembolso integral do valor pago (249,95 €); A confirmação formal da origem e certificação da peça aplicada; Que a empresa revise os seus procedimentos, garantindo que os consumidores são informados sobre a origem e conformidade das peças utilizadas. Anexo: Fatura IServices (FRAL 69681) Comprovativo de pagamento CGD Fotografias do telemóvel sem marcação CE Link da minha reclamação pública no Portal da Queixa: https://portaldaqueixa.com/brands/iservices/complaints/iservices-substituicao-de-peca-nao-certificada-sem-marcacao-ce-pedido-de-reembolso-143269125 Cumprimentos, André Rocha
Falha de Emissão de Tax Free
Exmos Senhores, No dia 23 de setembro de 2025 efetuei uma compra online na Worten (encomenda n.º 65584794), referente a um iPhone e um Apple Watch, com levantamento na loja Worten UBBO. No momento da recolha, em 11 de outubro, fui informado de que o sistema Tax Free se encontrava inoperante nessa loja e também na do Colombo, tendo-me sido dito que poderia regressar mais tarde a qualquer loja Worten para emitir o documento. Nos dias seguintes desloquei-me pessoalmente a várias lojas Worten para tentar resolver o problema. No dia 13 de outubro, na loja Worten Arroja, a colaboradora Sra. Tânia tentou processar o Tax Free, inclusive com estorno e reemissão de faturas, sem sucesso. No dia 14 de outubro, na Worten Colombo, o colaborador Sr. André informou que o processo constava como “em andamento” na Arroja e que seria melhor regressar a essa loja. Voltei então à Arroja, onde novamente não conseguiram concluir o processo e me recomendaram voltar ao Colombo, onde finalmente me informaram que o problema só poderia ser resolvido na sede da Worten. Enviei um e-mail à Worten em 19 de outubro e telefonei no dia 20 de outubro para o serviço de apoio ao cliente, onde fui atendido pela Sra. Lara, que confirmou ter recebido o e-mail e garantiu que o assunto estava em tratamento. No entanto, mesmo após um novo contacto a 27 de outubro e outro a 2 de novembro, não recebi qualquer resposta nem solução para o problema. Esta situação resulta de uma falha do sistema da Worten e de falta de resposta do serviço de apoio ao cliente, o que me causou prejuízo financeiro direto (cerca de 250 euros), por impossibilitar a emissão do documento Tax Free e, consequentemente, o reembolso do IVA a que tenho direito. Assim, solicito a Worten a resolução imediata do problema, nomeadamente a emissão do documento Tax Free referente às faturas da encomenda mencionada, ou, em alternativa, o reembolso do valor correspondente ao IVA pago. Solicito também uma explicação formal e o compromisso da Worten em melhorar o atendimento e a gestão deste tipo de ocorrências.
Conta Suspensa
Exmos Senhores do departamento da MILLENNIUM BCP, eu venho expor as minhas indignações por uma por não ter meios nenhum para reutilização da minha conta MILLENNIUM BCP. A minha conta encontra se suspensa ja meses, eu encontro me em um país aonde as taxas por chamadas rede fixas custam preços altísimos e tambem por não ter uma sucursal do mesmo banco aqui no meu país. Por não ter meios suficientes pra reabertura da minha conta, eu sofre descontos todos os meses através do meus estratos. Entretanto a busca da solução busquei utilizar chamadas fixa, na tentativa de solução de problemas a informação que recebe é que eu tenho que estar em portugal para dirigir me a uma sucursal para que possam analisar o meu casa. Triste por essa situação e por nao ter os meios suficientes para ir em portugal, eu venho solicitar ao Banco MILLENNIUM BCP para analisar o meu caso para uma resolução, porque todos os meses eu sofro descontos e la tenho dinheiro e nao só quero fazer o uso da minha conta. Agradeço pela atenção e aguardo a resposta.
Aumento injustificado do prémio e perda de bonificação
Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a Ageas Portugal por aumento injustificado do prémio e atribuição incorreta de responsabilidade em dois sinistros, em violação dos artigos 16.º e 182.º do DL 72/2008 e do dever de boa-fé contratual.
Aumento injustificado do prémio e perda de bonificação
Esta reclamacao refere-se a alteracao do premio e perda de bonificacao na apolice 004520921807 da seguradora Ageas. Existem dois sinistros que foram avaliados de forma incorreta pela seguradora: 1. No dia 31/05/2024 o veiculo encontrava-se estacionado, travado e sem condutor. No dia seguinte foi encontrado encostado a outro carro. Nao houve prova pericial nem participacao policial. Mesmo assim a Ageas registou culpa da segurada, o que viola o Decreto Lei 291 2007 artigo 27 que exige prova objetiva para atribuicao de responsabilidade. 2. O segundo sinistro ocorreu em parque de supermercado, sem data exata recordada. O relatorio policial numero 24SAU0141889 confirma culpa exclusiva do outro condutor. Apesar disso a seguradora manteve aumento de premio e perda de bonificacao, o que viola o Decreto Lei 72 2008 artigos 16 e 182 que obrigam boa fe, transparencia e fundamentacao. O premio passou de 153,23 por ano para 76,73 por trimestre sem justificacao valida e sem aviso previo, constituindo alteracao contratual abusiva. Solicito: 1. Reposicao do premio original anual ou valor equivalente. 2. Devolucao dos valores cobrados em excesso. 3. Restauracao da bonificacao removida injustamente. 4. Correcao imediata dos registos de culpa associados ao sinistro de 31/05/2024. Toda a documentacao, incluindo resposta oficial da Ageas, fotos, documentos e relatorio policial, segue em anexo e comprova os factos descritos. Requeiro intervencao da ASF para reposicao da legalidade e controle da atuacao da seguradora.
Cobrança de valor indevido
Bom dia. No passado dia 07/10 efetuei uma compra na Google Store Portugal no valor de 549 euros. Mais tarde verifiquei no meu extrato bancário o débito de 558,33 euros referentes àquela compra. Contactei telefonicamente os serviços bancários, os quais me informaram que aquele valor tinha sido efetivamente cobrado pela Google Store Portugal, não se tratando de nenhuma taxa aplicada pelo banco. De seguida, contactei telefonicamente os serviços da Google Store Portugal, os quais me informaram que o valor cobrado a mais, 9,33 euros, correspondia a taxas aplicadas pela Google. Questionei da possibilidade de devolução daquele valor, 9,33 euros, que considero indevido, sendo que o seguimento da resposta foi dado já por email. Nesse email, é negada a possibilidade de devoção daquele valor, sendo indicado que «o cancelamento da compra só pode ser efetuado através da devolução do produto e, então, é efetuado um reembolso do valor pago no mesmo com exceção de taxas de frete entre outros encargos.» Eu não tenho interesse em devolver o produto, e foi isso que manifestei ao serviço de apoio ao cliente. Quando efetuei a compra em causa, em momento algum fui informado que a mesma teria encargos financeiros associados. Caso não me seja reembolsado o valor de 9,33 euros, os quais considero que me foram cobrados indevidamente, para o mesmo meio de pagamento utilizado para efetuar a compra, irei prosseguir com uma queixa no Livro de Reclamações. Seguem vários anexos que comprovam a cobrança indevida. Com os melhores cumprimentos, Fábio Pinão
Recusa em substituir TV com defeito de fabrico
Exmos. Senhores, Em 08/10/2025 adquiri uma TV OLED 4K LG 55’’ OLED55C54LA pelo valor de 899,99 €. A referência da encomenda é 65609419. A 08/10/2025 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito de fabrico: a televisão apresenta cortes de áudio na ligação HDMI ARC (porta 2) ao usar dispositivos externos como PS5 e TV Box, apesar de o som funcionar normalmente com aplicações internas e AirPlay. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 29/10/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, no mesmo dia comuniquei-vos que pretendia a substituição do produto por um novo, conforme previsto na lei. No entanto, a Worten recusou-se a proceder à substituição, alegando que, por se tratar de uma compra online, apenas poderia ser feito o reembolso do valor pago — o que é contrário à legislação de defesa do consumidor, que garante ao cliente a escolha entre substituição, reparação ou reembolso em caso de falta de conformidade. Ora, mesmo tendo indicado que seria feito o reembolso, até à presente data não recebi o valor pago pela televisão, e também não obtive qualquer nova comunicação da vossa parte, o que não é admissível. Exijo que procedam à devolução imediata do preço pago (899,99 €), caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance, incluindo denúncia à DECO PROTESTE e às entidades competentes de defesa do consumidor, para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos, Cassio
Candidatura nº66803 ao PAE+2023
Exmos. Senhores, Após muito tempo sem qualquer comunicação da parte do Fundo Ambiental, e vejo o meu email e a caixa de spam quase diariamente, ao aceder ao portal do Fundo Ambiental para verificar o estado da minha candidatura, apercebo-me de que esta foi anulada. O motivo apresentado é : "Incumprimento do ponto 6.3 do Aviso – Situação tributária e/ou contributiva não regularizada" "Candidato não contestou a decisão de não elegibilidade em tempo útil." Tal não corresposponde à verdade, pois sempre tive a minha situação tributária regularizada, como será fácil de comprovar, e não tendo recebido qualquer aviso, não tive hipotese de o contestar. Assim, venho requerer que esta situação seja revista e novamente analisada. Cumprimentos.
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