Reclamações recentes

C. A.
18/02/2026

Burla

Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.

Encerrada
A. M.
10/09/2025

Retenção indevida da calção

Encerrei um contrato de arrendamento e a senhoria não quer devolver o valor da calção que foi pago no início do contrato. Todo o processo foi feito pela a century21, na qual busco apoio para resolver essa situação e não consigo ajuda e nem resposta. A vistoria do imóvel foi feita e está tudo correto e todos os meses do arrendamento foi pago, tenho todos os comportamentos. Busco apoio para resolver essa situação já que a Century21 intermediou todo o contrato.

Encerrada
A. O.
28/11/2024

Unprofessional agent

I would like to express my displeasure with the service provided by Pedro Bernardes, one of the Century 21 agents. I had applied to rent a room, and we were discussing the terms of the rental when the agent asked about my nationality. After I answered, the agent simply ignored me, displaying a lack of professionalism and a very xenophobic attitude.Do not forget the type of person you are dealing with if you are interacting with the same agency.

Encerrada
C. C.
09/08/2024

Venda incoerente

Boa tarde Venho por meio desta manifestar a minha insatisfação com o processo de compra de um imóvel conduzido pela vossa agência, Century21, em particular com o atendimento prestado pela senhora Isabela Ribeiro. No dia 01 de Agosto de 2024, realizei uma visita a um imóvel que me interessou bastante e, no mesmo dia apos a visita, confirmei à Sra. Isabela Ribeiro o meu interesse em adquirir a casa pelas seguintes palavras ("Sra Isabela temos negocio, por favor reserve a casa para mim e e caso os donos recusem a proposta eu compro pelo valor anunciado sem problemas"). Durante a conversa, fui orientado a fazer uma proposta aos proprietários, o que fiz prontamente. Questionei a senhora Isabela sobre o valor máximo que havia sido oferecido por outros compradores até o momento, e ela me informou que a oferta mais alta era de 155.000 euros. Com base nessa informação, ofereci 156.000 euros e deixei claro que, caso a proposta fosse recusada, estaria disposto a adquirir o imóvel pelo valor anunciado, sem hesitação. Após fazer a proposta, aguardei o retorno da Sra. Isabela sobre a decisão dos proprietários. Passado alguns dias sem resposta, ao entrar em contato com ela, fui surpreendido com a informação de que o imóvel havia sido vendido a outra pessoa que ofereceu o mesmo valor que eu já havia manifestado interesse em pagar, ignorando completamente a minha prioridade e o meu comprometimento com a compra. Durante o período de espera, fiz esforços significativos para reunir o valor necessário para a entrada do imóvel, inclusive vendendo pertences pessoais para alcançar essa meta. Ao final de todo esse processo, recebi a notícia extremamente desagradável de que minha proposta havia sido ignorada. Sinto-me lesado pela forma como o processo foi conduzido, visto que fui o primeiro a confirmar o interesse na compra pelo valor anunciado, mas não fui considerado na decisão final. Esta situação gerou um grande desgaste emocional e financeiro, que poderia ter sido evitado com uma comunicação mais transparente e um tratamento justo por parte da vossa agência. Diante do exposto, solicito uma resposta formal sobre o ocorrido e as medidas que serão tomadas para evitar que situações semelhantes se repitam. Espero que a Century21 tome as devidas providências para assegurar que outros clientes não passem pela mesma frustração e desrespeito que experimentei.

Encerrada
D. A.
23/10/2023

Problema com Consultores e falta de informação

Estimados,Em 2021 assinei CPCV de um apartamento com o consultor Cláudio Pereira da CENTURY 21 Realty Art M&J. Após o mesmo me ter prometido que escriturava até ao fim do mesmo ano, eis que à data corrente, Outubro de 2023 ainda aguardo a escritura. Todo o processo tem sido sem transparência e com recusa de informação. Ao explicar a situação na agência, colocaram-me em contacto com o Dr. Tiago Prazeres que até à data também não dá qualquer resposta ou feedback do processo. Foi pedida uma reunião com a broker que foi recusada auferindo a indisponibilidade da mesma.É uma situação em que o comprador tem que perseguir o consultor para obter informações e onde o mesmo omite e mente acerca das mesmas.Cumprimentos

Resolvida

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