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Burla
Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.
Retenção indevida da calção
Encerrei um contrato de arrendamento e a senhoria não quer devolver o valor da calção que foi pago no início do contrato. Todo o processo foi feito pela a century21, na qual busco apoio para resolver essa situação e não consigo ajuda e nem resposta. A vistoria do imóvel foi feita e está tudo correto e todos os meses do arrendamento foi pago, tenho todos os comportamentos. Busco apoio para resolver essa situação já que a Century21 intermediou todo o contrato.
Unprofessional agent
I would like to express my displeasure with the service provided by Pedro Bernardes, one of the Century 21 agents. I had applied to rent a room, and we were discussing the terms of the rental when the agent asked about my nationality. After I answered, the agent simply ignored me, displaying a lack of professionalism and a very xenophobic attitude.Do not forget the type of person you are dealing with if you are interacting with the same agency.
Venda incoerente
Boa tarde Venho por meio desta manifestar a minha insatisfação com o processo de compra de um imóvel conduzido pela vossa agência, Century21, em particular com o atendimento prestado pela senhora Isabela Ribeiro. No dia 01 de Agosto de 2024, realizei uma visita a um imóvel que me interessou bastante e, no mesmo dia apos a visita, confirmei à Sra. Isabela Ribeiro o meu interesse em adquirir a casa pelas seguintes palavras ("Sra Isabela temos negocio, por favor reserve a casa para mim e e caso os donos recusem a proposta eu compro pelo valor anunciado sem problemas"). Durante a conversa, fui orientado a fazer uma proposta aos proprietários, o que fiz prontamente. Questionei a senhora Isabela sobre o valor máximo que havia sido oferecido por outros compradores até o momento, e ela me informou que a oferta mais alta era de 155.000 euros. Com base nessa informação, ofereci 156.000 euros e deixei claro que, caso a proposta fosse recusada, estaria disposto a adquirir o imóvel pelo valor anunciado, sem hesitação. Após fazer a proposta, aguardei o retorno da Sra. Isabela sobre a decisão dos proprietários. Passado alguns dias sem resposta, ao entrar em contato com ela, fui surpreendido com a informação de que o imóvel havia sido vendido a outra pessoa que ofereceu o mesmo valor que eu já havia manifestado interesse em pagar, ignorando completamente a minha prioridade e o meu comprometimento com a compra. Durante o período de espera, fiz esforços significativos para reunir o valor necessário para a entrada do imóvel, inclusive vendendo pertences pessoais para alcançar essa meta. Ao final de todo esse processo, recebi a notícia extremamente desagradável de que minha proposta havia sido ignorada. Sinto-me lesado pela forma como o processo foi conduzido, visto que fui o primeiro a confirmar o interesse na compra pelo valor anunciado, mas não fui considerado na decisão final. Esta situação gerou um grande desgaste emocional e financeiro, que poderia ter sido evitado com uma comunicação mais transparente e um tratamento justo por parte da vossa agência. Diante do exposto, solicito uma resposta formal sobre o ocorrido e as medidas que serão tomadas para evitar que situações semelhantes se repitam. Espero que a Century21 tome as devidas providências para assegurar que outros clientes não passem pela mesma frustração e desrespeito que experimentei.
Problema com Consultores e falta de informação
Estimados,Em 2021 assinei CPCV de um apartamento com o consultor Cláudio Pereira da CENTURY 21 Realty Art M&J. Após o mesmo me ter prometido que escriturava até ao fim do mesmo ano, eis que à data corrente, Outubro de 2023 ainda aguardo a escritura. Todo o processo tem sido sem transparência e com recusa de informação. Ao explicar a situação na agência, colocaram-me em contacto com o Dr. Tiago Prazeres que até à data também não dá qualquer resposta ou feedback do processo. Foi pedida uma reunião com a broker que foi recusada auferindo a indisponibilidade da mesma.É uma situação em que o comprador tem que perseguir o consultor para obter informações e onde o mesmo omite e mente acerca das mesmas.Cumprimentos
Problema com a compra de um imóvel
No dia 3 de Fevereiro deste ano, respondendo a um anúncio da venda de um andar pela Century 21 situado na rua Brigadeiro José André da Silva nº 1- Venteira - Amadora, dirigi-me com a minha esposa a esse prédio e fui atendido pelo Sr.Luis Cardoso que me mostrou 2 andares: 1 andar T3 que estaria condicionado à desistência de um outro comprador e 1 andar T2 no 3º piso que estaria à venda por 280 000€. Nunca me falou em qualquer condicionamento na venda deste 3º andar e pelo contrário coagiu-me a tomar uma decisão rápida e a fazer uma reserva da compra, no que foi secundado pelo Encarregado da obra dizendo que até ao dia 15 de fevereiro queria ver os dois andares vendidos. A pressão foi tal que tomei logo ali a decisão de fazer a reserva e no dia 4 fui à loja situada na Rua Dulce de Aragão em Massamá Norte , Belas, para entregar o cheque de reserva no valor de 2500,00 € , até à data na posse da Century 21.Nessa altura tive que desistir da compra de um outro andar semelhante em Benfica no valor de 330 000,00 € , para o qual também já tinha sinalizado e que felizmente pude reaver esse sinal pois já havia outros compradores interessados.Dado que o comprador deste T2 da Venteira seria o meu filho a viver actualmente em Berlim e porque o Sr Luis disse que havia uma certa pressa na venda do andar, tratei logo do pedido de crédito no meu banco (que veio aprovado no dia 28 de Fevereiro) e de saber o que era necessário para fazer a procuração em meu nome. O Sr Luis Cardoso pediu inicialmente que lhe enviasse a minuta da procuração cedida pelo Banco e apesar das minhas múltiplas Insistências para me dar uma resposta sobre a minuta foi só no dia 24 de Fevereiro que me enviou um email a dizer que não podia vender o andar pois afinal o anterior comprador tinha avançado com um pedido de devolução do sinal à construtora Flat and House e o processo tinha ido para o tribunal pelo que o processo de venda ficava anulado até à resolução do problema que não se previa ser rápido (ver anexo)Já me sentindo prejudicado uma vez que tinha desistido do outro andar em Benfica, solicitei ao Sr. Luis Cardoso da Century 21 que informasse a Construtora Flat and House que estaria disposto a esperar pela conclusão do processo judicial desde que me garantisse a venda do andar ao preço combinado. No dia 9 de Março o Sr. Luis Cardoso mandou-me novo email a informar que afinal o imóvel iria ficar disponivel pelo valor de 320.000,00 € .Em resumo:1) dei um cheque de 2500,00 para aquisição de um imóvel T2 na Venteira da Firma Flat and House, no valor de 280 000,00 €2) Cerca de 20 dias depois e quando já tinha o crédito aprovado pelo Banco a Century 21 informou-me que não podia vender o andar porque o imóvel tinha um processo no tribunal que levaria tempo a resolver.3) Cerca de 10 dias depois o imóvel já pode ser vendido mas por um preço superior (320 000,00€) ao que tinha reservado com o cheque de 2500,00€
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