Reclamações públicas

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Incompatibilidade na recolha dos resíduos domésticos

Na cidade de Braga estão estipulados os horários de recolha dos resíduos domésticos pela empresa supracitada, AGERE, sendo que , no caso da rua onde resido é das 20h às 22h. A colocação dos resíduos fora do horário apropriado é punível com coima. Acontece que eu sou médica, trabalho em horário noturno (anexo declaração do Hospital de Braga onde trabalho que atesta isso mesmo), vivo sozinha e portanto não tenho disponibilidade para colocar os resíduos no horário definido. Em Outubro, na sequência de denúncia, recebi uma coima por ter colocado os resíduos em horário inapropriado que, apesar de extremamente injusto, prontamente a paguei para não ter qualquer valor em atraso. Sou uma cidadão exemplar, nunca recebi qualquer coima ou multa, de qualquer natureza. Acontece que em Novembro, voltei a receber novamente outra coima pela mesma situação, após denúncia. Logo no primeiro episódio, a 9 de Outubro, enviei email à AGERE a explicar a situação e a questionar que documentos seriam necessários apresentar para que eu não voltasse a ficar sujeita à mesma situação. Nunca me responderam. Contactei telefonicamente e desloquei-me às instalações na Loja do Cidadão dos Granjinhos, informando-me, em ambos os meios, que teria que enviar email e que este é o único meio de analisarem a minha situação. Voltei a enviar email a 28/11, 29/11 1 01/12, a reiterar a necessidade de resposta urgente e nunca me responderam.

Encerrada
A. C.
08/12/2017

Problema com veículo

Comprei um carro neste stand em junho de 2017, um Chevrolet Kalos de 2007, matrícula 15-EH-30 pelo valor de 2950 euros. Durante o processo de compra o stand confirmou a garantia de 12 meses do motor e caixa do mesmo. Para além de que esperei quase 3 semanas para que o stand realiza-se uma revisão ao carro e o pintasse.Poucos dias após a compra, o carro começou a fazer alguns barulhos e entrei, de imediato em contacto com o vendedor e este indicou-me o mecânico que cooperava com eles para que me deslocasse lá para descobrir a fonte do problema.Poucas horas depois de ter deixado o carro na oficina o mecânico contactou-me indicando que este não teria nenhum problema.Desloquei-me lá e convenci-o a circular no carro comigo e, mal saímos do local o tal barulho voltou a surgir e o mecânico aí identificou que devia ser os cabeçotes da suspensão mas que não garantia que o barulho desaparecesse sem a mudança dos amortecedores.Contactei, então o dono do stand e este mandou-me procurar um mecânico da minha confiança.O meu mecânico disse que o carro estava com problemas nos casquilhos dos braços, os cabeçotes da suspensão e os amortecedores e ligou para o stand a explicar a situação e estes disseram que pagavam o material mas não a mão de obra.Posteriormente, fui ao stand buscar as peças necessárias para a reparação do carro contudo, não me foram entregues os amortecedores e disseram que o mecânico não os tinha pedido mas, pediu pois eu estava presente durante o telefonema e ouvi.Quando o mecânico começou a desmontar o carro para montar os casquilhos teve que tirar os amortecedores e detetou que estes estavam estragados, tal não se deveria verificar se a revisão inicialmente referida tivesse sido bem concretizada. Tornou-se a ligar ao stand e explicou-se a situação e o responsável acusou a minha filha e a minha esposa de terem sido as responsáveis pela danificação dos amortecedores e recusou-se a pagar os amortecedores.Para além dos problemas anteriormente referidos no veículo, o motor do carro falhava frequentemente. O mecânico do stand negou-se a pegar no veículo e, a empresa permitiu que o meu mecânico resolvesse o problema. Na sequência desta situação foi necessário desmontar o carro e verificou-se que não tinha existido qualquer revisão pois tinha tubos de ar colados com cola e as velas e o filtro de gasolina ainda eram de origem.O stand recusa-se a arcar com as despesas e quando me desloquei para reclamar a situação fui tratado com agressividade e difamado já que o responsável me acusou de o querer enganar com os problemas do veículo. Para além disso não teve qualquer ética pois não respeitou o cliente e ainda fui confrontado fisicamente por um dos seus funcionários.

Encerrada
A. C.
08/12/2017

Reparação de caldeira e som ambiente

Na última semana de Agosto de 2017, depois de um mau tempo de chuva e trovoada, quando chego a casa, deparo-me com a falta de luz, que, depois de verificar o quadro electrifico, verifico que este foi a baixo.Depois de o ligar, verifico que o sistema de som ambiente, que está incluído integralmente na minha habitação, e no projecto da minha habitação, deixou de funcionar. Pelo que me foi informado por um técnico de electricidade que chamei uns dias depois a casa, que tinha sido o transformador que tinha queimado, devido a algum pico de corrente, sendo que, não seria normal isso acontecer devido ao aparelho em questão ser recente, pois o prédio onde habito foi construído em 2009.À noite, quando tomava banho, deparei-me que deixei de ter água quente para tomar banho, tanto eu como a minha família, sendo que, se trata de um bem essencial.Deparei-me que a caldeira que fornece agua quem para os banhos, ao fim de alguns minutos, aquecia e deixava de funcionar.Chamei um técnico representante da marca da caldeira (chaffoteaux) e este verificou que a placa da caldeira tinha avariado.Levou-a para a tentar arranjar, mas verificou que não tinha reparação e que teria de ser substituída por uma nova.A reparação teve o valor de 403,4$ euros do qual tive de pagar do meu bolso.Enviei o recibo da reparação da caldeira e expliquei o sucedido.Pedi a um técnico amigo, representante oficial da Junkers que me fosse ver a caldeira, e este disse que não é normal uma caldeira tão recente e com as manutenções todas em dia, como apresenta o relatório do técnico que reparou a minha caldeira, avariar assim sem mais nem menos.Depois de enviada toda a informação para a seguradora Liberty Seguros, esta enviou um técnico fazer a peritagem da caldeira.O técnico nem se deslocou à minha habitação para ver a caldeira.Afirma a seguradora que o perito apenas foi ver a peça danificada à loja onde pertencia o técnico que me fez a reparação da caldeira.Nem se quer fez a peritagem do meu sistema de som ambiente.Só mais de um mês depois, e depois de eu ter reclamado, é que foi um perito da seguradora foi a minha casa para fazer apenas a peritagem do sistema de som. Mais uma vez ninguém viu a caldeira.Resultado do relatório do perito foi que o sistema de som tinha sobreaquecido ao longo do tempo de utilização do transformador, sendo este praticamente novo, e que a caldeira não tinha qualquer componente avariado devido a descarga eléctrica.Como pode um perito fazer um relatório sem ver os aparelhos ou testa-los????E a seguradora diz que não cobra o sistema de som.Como se faz parte integral da casa? Toda a informação foi-me dada porque eu insisti com a seguradora para que me dessem informação sobre o meu processo, e depois de eu ter ligado e gasto dinheiro em chamadas para a seguradora para resolver o meu problema, por caso contrário, ainda hoje estaria à espera de resposta

Encerrada

valor exacto que está em divida, pois a divida é de 2001

Divida do meu ex-marido.Como na altura estava casada assinei a documentação.A divida tem muitos anos gostaria de saber o valor exacto, porque os juros já caducaram e estão a pedir o montante da divida e a considerar os juros.

Resolvida
A. C.
07/12/2017

Tempo de resposta

Exmos. Senhores,A minha mãe, Maria de Fátima Simões da Cunha A. Vieira, a 14-08-2015 adquiriu duas máquinas (lavar loiça e lavar roupa), na CONFORAMA, da marca CONFORTEC, tendo também comprado as extensões de garantia para ambos – apólice OPT130CO002505729, certificados n.º 0PT130CO002505729-4493 e 0PT130CO002505729-4494.A máquina de lavar loiça não trabalhava porque não ligava, a máquina de lavar roupa já só trabalhava às vezes, devido ao mesmo problema.Depois de contactarmos a CONFORAMA pedindo para ativar os certificados de seguro, recebemos a visita do técnico da CASA – Claim Accident Service Assistance, a 16/11/2017. Estranhamente foram cobradas duas deslocações no valor total de 73.80 euros (IVA incluído) aquando da visita de um só técnico (Sr. Filipe Guimarães), que se deslocou por uma vez. Junto envio respetivo documento de cobrança. Em relação a este documento, para além de reclamar cobrarem duas deslocações quando apenas se deslocaram uma vez, e notem que não foi cobrada qualquer mão de obra já que não foi necessária qualquer desmontagem das máquinas, o que, isso sim, justificaria cobranças em duplicado, pergunto também que tipo de documento é este – fatura, nota de despesa, recibo??? – uma vez que é cobrado IVA, não contém o número de contribuinte do segurado, comprovativo de que está autorizado pelas Finanças e que será reportado à mesma – que documento é este?? Peço que esclareçam. Mais informo, que mesmo sendo o dinheiro para devolver a posteriori, garantia que o técnico não deu mesmo caso o orçamento fosse aprovado, uma vez que houve um pagamento tem de haver um documento fatura que comprove essa compra, mesmo que depois tenha de ser anulado, por exemplo, por nota de crédito. E caso, não devolvessem, seria mesmo garantido que entregariam depois a respetiva fatura? Não me parece… ou iriam cobrar nova deslocação para entregar a fatura?!...Não bastando, desde 16/11/2017 que aguardamos uma resposta . Estranhamente a 28/11/2017 (passados 12 dias) quando telefono para o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa, é quando precisamente naquele momento o orçamento de reparação chega e é aprovado... A 28/11, é-me então dito que a o técnico entraria agora em contacto para a reparação.A 05/12/2017 (mais 7 dias), na ausência de qualquer contacto, volto a ligar o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa. Desta feita a Sr.ª Ana Luísa diz-me que a autorização já tinha seguido, e que iria fazer o ponto da situação com a CASA. De acordo com a informação da Sr.ª Ana Luísa, a CASA informa, então nesse dia, de que o atraso foi devido às peças que tiveram de ser pedidas ao fabricante, mas que já tinham chegado e que no mesmo dia, ou no dia seguinte, seriamos contactado pelo técnico para proceder à reparação.A 07/12/2017 (mais 2 dias), na ausência de qualquer contacto, volto a ligar o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa. Desta feita a Sr.ª Ana Luísa, volta a ligar para a CASA e a informação que tem para me dar é de que as peças ainda não chegaram??, pelo que teremos de aguardar, não sabe por quanto tempo. Informo a Sr.ª Ana Luísa que li as condições da apólice que dizem que no caso de não ser possível a reparação, o equipamento é trocado por novo equivalente. Pergunto quanto tempo teremos que esperar pelas peças, até que seja declarada impossível a reparação. Diz-me que não será ad eternum, mas que se quiser saber prazos vá consultar a legislação!!Desligo, e ligo para a CASA para o 800 91 70 70. Confirmam a informação que tinham dado há momentos à Mapfre, e eu digo que até entendo que a Mapfre demorou 12 dias a responder positivamente ao orçamento, mas que já tinha recebido há dois dias a informação de que as peças tinham chegado, e agora voltaram a dizer que aguardavam as peças. Por quanto tempo? – pergunto. A CASA ficou de ir averiguar e ligar-me de volta. Mais uma vez, coincidentemente e por obra do acaso, ligam-me em pouco tempo de volta e dizem que as peças acabaram de chegar nessa tarde (a de hoje, dia 7) e que agora o técnico iria entrar em contacto para, em princípio, na próxima 3ª feira, dia 12 (mais 5 dias) ir levantar as máquinas (ainda não é a reparação!!) para as reparar. Quanto tempo levará a reparar, desconheço.Em resumo, há 21 dias cobraram 73.80 euros à minha mãe, que não recebeu qualquer documento legal comprovativo desse pagamento, e passarão mais de 26 dias até que seja fornecido um serviço que já pagaram quando efetuaram a extensão da garantia. Passará cercar de 1 mês em que lavam toda a loiça à mão. Eu própria despendi já imenso tempo em contactos e agora com este e-mail, e meus senhores, tal como as V/ deslocações, para mim tempo também é dinheiro. Reclamo agora junto da Mapfre e da CASA. Reclamarei também junto da CONFORAMA que vendeu o produto extensão da garantia e que o anuncia no seu site, conforme anexo – com quem já falei para por em cópia neste e-mail, mas que infelizmente terá que ser via formulário do website. Pedirei ainda esclarecimentos às finanças em relação ao documento emitido contra um pagamento e finalmente reclamarei no Livro de Reclamações eletrónico.Dia 12 de Dezembro, próxima terça-feira, os meus pais têm consultas médicas marcadas em Coimbra pelo que não estarão em casa. No entanto, faltam 5 dias até dia 12, pelo que o V/ técnico provavelmente encontrará espaço para resolver o problema antes disso.

Encerrada
I. S.
07/12/2017

Estorno de seguros associados ao crédito de habitação

Em Agosto de 2017, solicitamos, ao balção do BPI em Ílhavo, o estorno do seguro de vida e do seguro multirriscos associados ao empréstimo de seguro habitação que temos no banco BPI, o qual nos foi cobrado indevidamente no mês de Julho de 2017, na sequência de teremos transferido os seguros da seguradora do BPI Allianz para a Zurich, voltei a reiterar este pedido via email a 7 novembro e até agora nenhuma resposta da parte do BPI

Resolvida

não cumprimento do horário de entrega - CTT Expresso

solicitei um envio em CTT Expresso no dia 28/11 por volta das 09h nos Correios de Olhão. Foi pedido a entrega da carta no horário das 08h às 10h do dia seguinte. para tal foi nos cobrado um valor extra. A carta chegou ao Porto no dia 29/11 entre as 11h15/11h30. já contactei os CTT. Contactei a linha de apoio dos CTT por volta das 10h30, estando 20 min em espera, acabei por deixar mensagem com os dados da encomenda a pedir para ser contactada pois gostaria de saber do estado da minha entrega. No seguimento desta mensagem fui contactada hoje dia 6/12.

Encerrada
H. H.
06/12/2017

CUSTO ANUAL DA ASSINATURA - ORÇAMENTO DE REFORMADO

A 22 DE NOVEMBRO ENVIEI UMA MENSAGEM EXPRIMINDO MEU DESCONTENTAMENTO COM A POUCA DISPONIBILIDADE DE ACEDER AO MEU PEDIDO RENOVADO DE REDUÇÃO DO CUSTO ANUAL, APÓS TER TIDO UMA REDUÇÃO DE PRATICAMENTE 50% DURANTE OS ÚLTIMOS 2 ANOS ...VEJA A CÓPIA DA MINHA RESPETIVA MENSAGEM EM ANEXO.TERIA ESPERADO MAIS COMPREENSÃO E, SOBRETUDO, UMA ATITUDE IGUAL AOS ANOS PRECEDENTES, POR PARTE DA DECO.

Resolvida
A. C.
06/12/2017

recusa em substituir bateria de Iphone ao abrigo da garantia

Em 13/01/2016, comprei na worten um telemóvel que custou a módica quantia de 759.99€, no mês passado, dirigi-me a uma loja worten para que o telemóvel fosse enviado para a garantia pois a bateria do mesmo desaparece, tendo em alguns dias ter que ser carregado 3 vezes. Para meu espanto enviam-me um orçamento para reparação da mesma de apenas 149€ (este telemóvel vale actualmente 300 e qq coisa €) com a justificação que a reparação não está abrangida pela garantia. A GARANTIA DA BATERIA É A MESMA DO TELEMÓVEL !! FAÇAM O FAVOR DE ME RESOLVER O PROBLEMA. Bem sei que actualmente há versões mais modernas do produto mas, não quero adquirir mais nenhum e muito menos à worten. E quando mandam alguém ligar ao cliente façam o favor de se assegurar que a pessoa sabe elucidar o mesmo, dizer que não sabe não é resposta, se a bateria tem umas células não sei o quê, não é problema do cliente, é problema do produto e volto a repetir, ESTÁ NA GARANTIA ! PROCESSO DE REPARAÇÃO: 0975/078255

Resolvida

Atendimento

Gostaria de aqui expor e reclamar uma situação com uma das funcionárias do Hospital da Universidade de Coimbra, Sra. Da Ana Velez, dita como chefe de equipa do referido Hospital.Hoje cerca das 21:00 da noite, liguei para o HUC, por ter a minha filha na sala de urgências, sem acompanhante e com um quadro clínico grave, tendo ela vindo diretamente do Centro de Saúde Norton de Matos, com carta da médica, para ser observada com a maior urgência neste Hospital, e assim ser encaminhada para a area de ginecologia, com episódios de infecção, de há já mais de 2 meses. Sendo que hoje se revelou num episódio bem mais agravado, e com estado febril. Deste meu contacto telefónico, após umas horas de espera, e de outras tentativas, finalmente foi-me possível falar com um funcionário supervisor, deste hospital, a referida Sra. Ana Velez, à qual lhe pedi informações, por me encontrar ausente de Coimbra, estando em Lisboa por razões profissionais, e querendo saber se a minha filha estava já a receber os devidos cuidados médicos, ao que me foi dito por esta mesma senhora, que a minha filha teria de esperar tal como os restantes pacientes, e que o meu telefonema, era descabido, acrescentando e sugerindo ainda por diversas vezes, para fazer reclamação. Fiquei estupefacta com tal aconselhamento, já que o meu intuito era de perceber o que se estaria a passar com a minha filha, e ter a certeza de que estava a receber a devida assistência médica. Para minha grande surpresa, esta mesma senhora,no momento em que eu ainda estava a pedir informações, desliga-me o telefone.Claro que tal sucedido acentuou ainda mais a minha preocupação, até porque das vezes anteriores, tendo eu acompanhado a minha filha a este Hospital, surgiram muitas complicações, derivadas de lhe terem administrado medicamentos que lhe causaram reacções alérgicas, entre muitas horas de espera, tendo ela pulseira amarela.Decerto que este procedimento deverá merecer a melhor atenção por parte da direcção deste Hospital, e até da DGS.

Encerrada

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