Reclamações públicas

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A. C.
17/11/2017

Reclamação Seguro Gadget- Seguro para telemóveis (iPhone, samsung, htc,etc)

Acionei o seguro gadget da ocidental que cobre quebra acidental após ter sofrido uma queda de bicicleta, devido a 3 cães se colocarem de repente à minha frente e partir o ecrã do meu telemóvel (não é dano estético, é mesmo um dano funcional- ecrã e vidro). Neste momento tenho um telemóvel com uma mancha no ecrã preta que não me permite ver o que estou a fazer, e inclusive me obrigou a ir a marca para me desbloquearem o telemóvel pois não via onde estava a tocar para colocar o pin de desbloqueio. Acontece que a ocidental seguros, que comercializa este seguro através Millennium BCP e do ActivoBank, não se disponibilizou a indemnizar o dano ocorrido pois não se verificou o ponto 2 do artigo nº1 das Condições Especiais do Seguro Multirriscos Equipamento Eletrónico, que diz A presente garantia somente poderá ser acionada caso ocorra a perda completa de funcionalidade do equipamento seguro, em função da verificação de um dos riscos previstos no número anterior. Ora, esta cláusula é extremamente abusiva, pois para já a perda total da funcionalidade de um telemóvel, não significa, nem está escrito em lado nenhum, que é o telemóvel não ligar. Um telemóvel em que o ecrã está todo preto ou parcialmente preto e que não nos permite ver o que fazemos, impossibilitando a realização de chamadas, mensagens, etc não tem qualquer tipo de funcionalidade. Além disso, neste cláusula não está explícito em lado nenhum que a perda de funcionalidade do telemóvel teria que ocorrer no ato da queda pelo que a agravação do problema pode ocorrer com o passar do tempo. Ou seja, a seguradora considera o telemóvel funcional (por isso não procedeu à reparação) pelo que a continuação do uso do mesmo não será um problema. A participação foi feita no dia 9/10/2017, a resposta da Ocidental recebida a 19/10/2017. Foi enviada uma reclamação com novas provas da marca a comprovar o problema e o agravamento do mesmo no dia 4/11 , sendo que o problema de agravamento já tinha sido comunicado ao perito no momento em que fiz a participação do sinistro, e hoje dia 17/11 dizem que continuam sem indemnizar pq as provas não são válidas. Ora se o relatório da marca, que me foi pedido inicialmente com um orçamento e outro com provas que o problema compromete a total funcionalidade do telemóvel com tendências a agravamento e perda total da funcionalidade do telemóvel não é relevante não sei o que pretendem mais. Sei que desde o primeiro momento o problema do meu telemóvel não tem parado de agravar e neste momento nem posso andar com o meu telemóvel porque não vejo o que faço com a mancha preta que tenho no ecrã. Se isto não é a perda da funcionalidade de um telemóvel também não sei de que serve um telemóvel assim. Gostava que experimentassem fazer chamadas e usá-lo para perceberem se funcionava. Se no início foi considerado funcional pela Ocidental, logo a utilização do meu telemóvel funcional não seria um problema , na resposta a reclamação já dizem que é expectável agravamento do problema com a utilização do telemóvel. Querem que faça o quê? deite o telemóvel fora porque não o quiseram arranjar? Além disso, eu não sou obrigada a ter um telemóvel de substituição. A seguradora considerou ainda funcional o telemóvel por isso não procedeu ao pagamento dos danos mas depois quer que não o utilize porque pode agravar o problema. Mais grave ainda é que é o 4º seguro gadget que fiz e confiei no serviço e aconselhei (peço desculpa a quem o aconselhei e aos que estavam a indecisos e á espera da resposta do que me aconteceu, já a têm), mas infelizmente após todo o dinheiro gasto neste seguro abusivo, quando precisei dele não se disponibilizaram a pagar. Se aconselho? De forma nenhuma! Mais vale distribuírem dinheiro pela rua porque este seguro é deitar dinheiro ao lixo.

Encerrada
M. M.
15/11/2017

Cartão de crédito cancelado sem Aviso prévio

Desde 2009 que possuo e utilizo um cartão de crédito SATA IMAGINE, denominação à data da sua criação no ano de 2009, ainda no antigo BANIF.O plafond foi-me aumentado de 2000,00 para 4.800,00 - de forma espontânea sem eu ter solicitado qualquer aumento.A partir da data do aumento de plafond, passei a utilizar o mesmo, aproveitando os seus benefícios e períodos de free float - sem ter falhado com uma única prestação - como ferramenta de trabalho e de uso que tornou-se indispensável no dia-a-dia e a nível profissional para aquisição de bens e serviços.Este cartão foi sempre renovado automaticamente. O último a ser emitido, tinha caducidade em 30/09/2017.Ora, após contactar a minha agência bancária informaram-me que o cartão, por decisão do banco não será emitido novamente.Informo que não recebi qualquer informação escrita do banco até à data referente a este situação e que a mesma provoca os seguintes motivos de reclamação:1) o banco não informou da anulação do cartão. O Banco de Portugal informa da obrigação de 60 dias2) a subscrição deste cartão faz parte de uma das minhas cláusulas do meu crédito habitação como condicionante a manter o spread. Por acção do próprio banco, este coloca-me numa situação de incumprimento contratual por esta decisão unilateral, sem me ter sequer apontado alternativ. Aliás, bem como em todo o processo. Contacto e atenção com o cliente, notas 0 (Zero)3) tanto no crédito ao consumo na minha vida pessoal, como no meu exercício de profissional liberal, redimensionei todas as minhas compras e métodos de pagamento em função da agilidade que tal cartão/crédito me facultava, quanto à escala de investimento e modo de utilização, mesmo que em combinação com outros cartões e/ou outros créditos ao consumo4) Para além das razões e riscos ao qual o banco me expôs, conforme mencionado nos tópicos acima, ainda proporcionou a agravante maior de, ao não ter-me informado atempadamente, a alteração na minha conta netbanco – onde desapareceu a área específica à gestão do cartão – fazendo com que:4.a) eu perdesse o direito à consulta do extrato do mesmo4.b) Provocando o risco de, à data da liquidação na totalidade, o banco debitar a totalidade do crédito, deixando-me o saldo da conta a negativo e sem qualquer meio de subsistência4.c) Eu, sendo um trabalhador independente - com alguma dificuldade de recurso ao crédito tradicional - fiquei por isto em risco de cumprimento com outros cartões que utilizo em combinação, aproveitando os períodos free float4.d) esta atitude unilateral e não comunicada, retirou-me autonomia financeira do uso do cartão como ferramenta de subsistência.Não fosse a minha forma organização de organização e responsabilidade, qualquer uma das alíneas anteriores já poderia ter acontecido.Face ao acima relatado, entendo ser uma ação ilegal por parte do meu banco que já me lesa sobremaneira desde o dia 1 de Outubro de 2017.

Encerrada
A. F.
15/11/2017

Encomenda não recebida

Fiz uma encomenda, nº 36711, a esta empresa no dia 11/10/2017, escolhi a opção de correio normal, paguei o valor de 18,49€, referente aos artigos encomendados, enviei o comprovativo, a empresa informou-me de que tinha recebido o pagamento e a encomenda nunca me chegou. Reclamei e disseram que iriam verificar a situação com os correios, mas que como eu não tinha pedido o envio registado, nada podiam fazer, pois 1% das encomendas perdiam-se pelo correio normal.Escolhi o correio normal para não ter de pagar mais, certa de que a encomenda chegaria, tal como todo o correio chega, sem problemas.O último argumento da empresa foi dizer que os correios a tinham informado que a morada que dei não existe e que o prédio onde vivo não tem 3ª andar e que, então, o problema tinha sido meu.Por fim restituíram-me o valor do IVA, numa última encomenda da qual paguei o valor de 6.95€, referente ao IVA dos 18,49€ e a um vale de 3,...€ que tinha por um dos artigos estar esgotado.Infelizmente não tenho como fazer prova de que não recebi a encomenda, mas a empresa também não pode fazer prova de que enviou. Certo, certo é que paguei 18,49€.

Encerrada
M. D.
14/11/2017

Incumprimento com cartão de crédito

Barreiro 17 de Outubro de 2017Em agosto de 2016 comecei a trabalhar como colaboradora numa das lojas inditex, no qual é nos permtido fazer um cartão (a partir dos 3 meses de contrato) onde podemos usufruir:- 25% de desconto em todas as lojas inditex-nas compras superiores a 50€ podemos pagar até 3x sem juros-plafond de 400€ mensais.Em outubro de 2016 fui informada que o meu contrato não iria ser renovado e a partir de 17 de outubro já não faria mais parte do grupo. Deste modo quis aproveitar o cartão e fazer uma compra de aproximadamente 350€ (onde iria ter um desconto de aproximadamente de 88€).Para tal, liguei para o Affinity Card uma vez que eram uma quantia ligeiramente grande para me informar quando é poderia fazer esta compra uma vez que o extrato do affinity fecha a dia 13 de cada mês , e aí começa ´um novo mês´. Desta forma fui informada que a partir de 14 de outubro já teria o meu plafond de 400€ disponível e que também poderia usufruir do cartão até finais de outubro.Assim sendo, no sábado dia 14 dirigi-me a uma loja da inditex (stradivarius) onde fiz uma compra com o cartão affinity card no valor de 111,70€, pelas minhas contas teria ainda disponível 288€ (400-111.7= 288.3€). No domingo dia 15, dirigi-me a outra loja da inditex (bershka) onde iria fazer uma comprar de 250€ sensívelmente, mas para minha grande surpresa, quando efetuo o pagamento, no visor da máquina de multibanco, aparece-me ´ANULADO´.Sem mais demora, eu liguei directamente para os serviços do affinity card, para saber qual o problema com o meu cartão. Onde expliquei a minha situação ao Sr. Do apoio ao cliente do affinity card, e este diz-me que afinal eu não tinha disponível os 400€, pois enquanto não tivesse pago o extracto do mês de outubro não poderia ter o plafond indicado, e que de momento apenas tinha cerca de 180€ disponíveis. Expliquei ao Sr. Que não fiz qualquer tipo de pagamento, primeiro porque, não fui informada que seria necessário, segundo porque, o pagamento é sempre feito por débito direto, todos os dias 4 de casa mês. (Cheguei à conclusão que fui muito mal informada e que não há coerência na informação dada e, mostrei o meu total descontentamento pelos serviços prestados e o Sr. Disse-me que poderia manifestar a minha insatisfação por escrito. )Depois de tudo isto, tentei efectuar uma compra no valor de 150€, onde a mesma não deu, e continuava aparecer ´anulado´ no visor do multibanco. O próprio Sr. Do affinity card não me soube explicar o porquê de tal estar acontecer, mas para no dia seguinte (dia 16 de outubro) ligar para os mesmo serviços, e mais uma vez eu voltei a perguntar se ainda teria o meu cartão ativo pois no dia a seguir ( 16/ 10) iria ser o meu último dia na empresa inditex, e mais uma vez foi-me dito que o cancelamento dos cartões é feita no final de cada mês / início do mês seguinte. Depois de 2 horas na loja e de tentar o pagamento de 180€, de 120€, 100€, 50€, e continuava apresentar ´anulado´ no visor do multibanco, independentemente do valor, saí da mesma de ´mãos vazias´.Como combinado dia 16 de outubro liguei para os serviços do affinity card, para saber o montante e referência multibanco do valor que tinha para pagar, para assim conseguir obter um plafond de 288€. Contudo não me conseguiram dar os valores que pedi pois a plataforma do affinity card ainda não tinha actualizado face ao fecho de extracto de dia 13 de outubro e, pediram uma vez mais para ligar no dia seguinte. E assim, uma vez mais, liguei para os serviços do affinity card dia 17 de outubro onde facultaram-me as informações para eu proceder ao pagamento ( 98.27€) com as respectiva referência multibanco , onde também me foi explicado que só depois de 48horas é que o pagamento entra na base de dados da empresa. Assim sendo efetuei o pagamento no próprio dia (Comprovativo do pagamento).Sábado dia 21 de outubro, liguei para confirmar se tinham recebido o meu pagamento como também confirmar o meu plafond e, de facto, receberam o meu pagamento e finalmente tinha o plafond que inicialmente pretendia. Aproveitei para perguntar quando é que eles me avisariam que o meu cartão seria cancelado, e pela minha enorme supresa, o Sr. Do affinity diz-me que o meu cartão já tinha sido cancelado.Conclusão:-Depois de 10 chamadas que fiz num espaço de 2 semanas, nunca obtive uma informação correta. Sempre que ligava para os serviços do affinity card, davam-me uma informação totalmente diferente da anterior dada.- Nunca me foi explicado que teria de proceder ao pagamento do extracto actual para que tivesse o plafond total disponível- O meu cartão deixou de funcionar a 15 de outubro, quando só a 16 de outubro deixei de fazer parte da inditex- Foi dito inúmeras vezes que o cancelamento do cartão seria só feito no final do mês do Outubro e que iriam-me avisar quando tal acontecesse.- O cancelamento do cartão foi feito, e só soube pois liguei para os serviços e por acaso perguntei pelo assunto- Apenas em novembro é que recebo uma carta em casa, dos serviços do affinity card com a informação que o meu cartão foi cancelado.-Numa das chamadas efectuadas, coloquei a questão se depois do cartão cancelado teria de fazer o pagamento total da minha divida ou continuava a apagar mensalmente (pois efectuei uma compra superior a 50€ no qual escolhi pagar a mesma em 3x), onde fui informada que os pagamentos continuariam a ser mensais. Todavia na carta que recebi dos serviços affinity card, exigem que eu proceda à liquidação imediata e integral do saldo total emergente da utilização do cartão.- Perdi tempo e não usufrui do desconto que tinha direito do cartão affinity card.

Encerrada
A. C.
14/11/2017

insistência em cobranças ilegais

problemas com a MEO - chamadas ofensivas e ameaçadoras da Intrum Justitia

Encerrada
A. C.
11/11/2017

Rescisão de contrato

Pretende-se rescindir o contrato de prestação de serviços com a empresa. Segundo a empresa o contrato é de 2 anos, renovado automaticamente cuja rescisão só pode ser feita nos últimos 3 meses do fim do novo período de 2 anos.Como a renovação foi automática, há pouco tempo, a empresa Segurihigiene não aceita a rescisão e obriga à permanência nos próximos 2 anos.

Encerrada
J. A.
10/11/2017

Inflaccionamento do Preço Recomendado de Venda ao público

Venho por este meio denunciar uma má prática comercial e possível incumprimento da lei, por parte da empresa BSHP Electrodomésticos, Sociedade Unipessoal, Lda (NIPC 501 861 718).No dia 26/10/2017 desloquei-me à loja Outlet de BSHP Electrodomésticos, à procura de uma máquina de lavar-loiça nova com pequenos danos estéticos, que não afetam a sua funcionalidade, a excelentes preços, conforme é descrito nos websites de marcas líderes em testes comparativos destes equipamentos, como a Bosch ou a Siemens.Fiz uma recolha fotográfica de algumas máquinas de lavar-loiça e respectivos preços que estavam à venda nessa loja Outlet(https://drive.google.com/open?id=0BxlrdGMe8aA1cVhRbWhpS3EtQTA). Como se pode comprovar através das fotografias, qualquer cliente que veja os preços na loja Outlet oficial das marcas Bosch, Siemens, Balay e Ufesa, entende que aí terá um desconto na ordem dos 40% (relação entre Preço de venda Outlet e Preço Recomendado de venda ao público, por comprar um equipamento com Embalagem não conforme. Acontece, que na realidade, este entendimento tem como base o inflaccionamento do Preço Recomendado de Venda ao público, que jamais é praticado no comércio nacional. O Preço Recomendado de Venda ao público indicado na loja Outlet oficial das marcas, é:- superior cerca de 30% do preço máximo encontrado no mercado- superior cerca de 40% do preço médio encontrado no mercado- superior cerca de 44% do preço mínimo encontrado no mercado.Em casa, ao pesquisar na internet os testes comparativos entre estes equipamentos para decidir-me qual seria a melhor opção preço-qualidade, identifiquei este inflaccionamento do Preço Recomendado de Venda ao público, que não consigo entender senão por uma má prática comercial e possível incumprimento da lei.Envio em anexo ficheiro MS Excel, onde estão descritos os valores atrás resumidamente referidos.

Encerrada

Pacote de férias sobrevalorizado para os serviços prestados

Na semana de 11 a 18 de Junho de 2017, estive hospedada (juntamente com o meu marido e filha) no hotel Oasis Salinas Sea, na Ilha do Sal - Cabo Verde.De uma forma geral, a nossa estadia deixou muito a desejar. Não é, de todo, um hotel de 5 estrelas, não só pela qualidade dos serviços prestados mas também no que toca às instalações.Fiz a reserva na agência de viagens habitual via Soltrópico (e para o hotel em questão) com bastante antecedência e aquando do transfer do aeroporto para o mesmo foi informado aos passageiros que por problemas de overbooking os hóspedes do hotel Oasis Belorizonte iriam ser transferidos (sem custos adicionais) para o Oasis Salinas Sea. Até aí nenhum problema, são de facto situações que podem acontecer, se bem que perfeitamente evitáveis.Contudo, na altura do check-in (cerca das 22h), foram-nos atribuídos dois quartos (no 1o andar), um dos quais com o ar condicionado (AC) avariado. Depois de várias idas à recepção e algumas reclamações, foi enviado um técnico ao quarto tentar resolver o problema (de realçar que durante todo este tempo estivemos presos no referido quarto à espera, a uma temperatura de 30oC!). O técnico acabou por concluir que o AC estava de facto com problemas (não resolúveis em tempo útil) e que se tivesse sido feita a devida vistoria do quarto por partedo hotel toda esta situação teria sido evitada.Só por volta das 2h, e depois de muito pedir (quase que foi preciso implorar), é que foi colocada em cima da mesa a hipótese de trocar de quarto. O problema é que só nos trocavam um quarto quando a reserva era de dois (juntos!). Alegaram falta de quartos uma vez que o hotel estava quase lotado. E estava lotado em parte porque os clientes do Oasis Belorizonte tinham sido enviados para o Salinas Sea. Ora uma coisa é estar lotado à custa de hóspedes que de facto reservaram este hotel, outra, muito diferente e bastante grave, é não trocarem de imediato o quarto e obrigarem-me a estar acordada até tarde por uma questão que nunca deveria ter existido. Foi preciso passar para um discurso um pouco mais sério para que nos fossem atribuídos dois quartos próximos um do outro (no 2o andar). As 3 malas (20kg cada) foram levadas à mão e pelas escadas, já que não havia elevador (valeu-nos a amabilidade de um funcionário que nos ajudou). Eram 3h quando finalmente pousamos as malas e nos deitamos.No dia seguinte durante a tarde, tive um acidente na praia, tendo fracturado o tornozelo. Foi accionado o seguro de viagem mas durante uns dias não obtivemos resposta. Ou achávamos nós. Viemos a perceber mais tarde que o telefone do quarto não estava a funcionar e por isso mesmo a seguradora não conseguia entrar em contacto connosco. Ninguém foi capaz de bater à porta a perguntar porque é que estavam constantemente a reencaminhar as chamadas da companhia de seguros que não obtinha qualquer resposta.Durante os restantes dias vi-me obrigada a andar de cadeira de rodas. Ambos os quartos eram no 2o andar e o único elevador disponível era uma caixa onde apenas cabia a cadeira de rodas (e com muita dificuldade), onde fiquei presa por 3 vezes. Ora a única forma de chegar ao restaurante onde eram feitas todas as refeições era pelas escadas ou por essa caixa que chamavam de elevador. Escusado será dizer que não voltei a fazer qualquer refeição no devido local. Era o meu marido e a minha filha que me preparavam um prato para depois atravessar o hotel de tabuleiro na mão para levar até ao quarto (serviço que se fosse feito pelo hotel seriacobrado, como tão prontamente nos foi dito quando questionamos essa possibilidade).Colocada a questão à gerência do hotel (Dra Célia), foi-nos autorizada a utilização do elevador de serviço, onde, por diversas vezes, encontramos sacos de lixo e que dava acesso ao restaurante apenas pelo interior da cozinha. Como é óbvio, não resolveu o problema.Como se não bastasse, uns dias depois, a minha filha acorda com o chão do quarto completamente alagado por avaria do ar condicionado, tendo ficado com o calçado completamente molhado. Mais uma vez, tivemos de nos dirigir à recepção e pedir para trocar um dos quartos.Dada a condição em que me encontrava, foi-nos oferecido pela gerência (Dra Célia) alargamento do check-out até às 19h (hora do transfer para o aeroporto). Para tal teríamos que ir à recepção no dia seguinte com as chaves do quarto para que ela própria fizesse os procedimentos necessários. Explicamos exactamente isso aos funcionários da primeira vez que lá fomos. Disseram-nos que ainda era muito cedo para isso. Tentando manter a boa educação, perguntamos se já não achavam que eram probleminhas a mais e se já não merecíamos teralgum descanso sem qualquer tipo de preocupação. Pedimos mais uma vez para falar com a Dra Célia (que não estava em lado algum), porque queríamos essa questão resolvida até ao final desse dia. Custou, mas lá conseguimos que tratassem do assunto.Vim depois a saber em conversa com alguns hóspedes que reservaram para o Oasis Belorizonte, que lhes tinham sido atribuídos quartos no primeiro andar e virados para a piscina/jardim (logo desde o ínicio da estadia!). A mim, que paguei para o Salinas (e não foi pouco) não foram capazes de, por cortesia, (e tendo em conta a minha situação que praticamente impossibilitava a minha saída do quarto) me atribuírem um.Já viajei muito, já estive em vários hóteis, pensões, hostels...e nunca me senti tão enganada como desta vez. Um hotel destes não pode ser um hotel de 5 estrelas, muito menos fazer preços como tal. É inadmissível hoje em dia um hotel não estar preparado para pessoas com mobilidade reduzida, e não estando, creio que deviam ter feito um esforço para facilitar ao invés de constantemente apresentar obstáculos!Serviço muito pobre, e demasiados problemas para enumerar, contribuíram para umas férias das quais tão cedo não conseguirei recuperar pelas piores razões. Uma situação destas não só mancha completamente o nome da cadeia hoteleira, como faz o próprio destino parecer bem pior do que é na realidade.Foi sem dúvida das piores experiências de sempre... Esta foi a reclamação que a minha mãe (Margarida S. Almeida) fez no passado mês de Julho relativamente ao pacote de férias promovido pela Soltrópico e que adquirimos na Agência Coutinho.Abaixo segue a resposta da agência de viagens e hotel em questão, recebida no dia 13 Outubro 2017. Exmos. Srs.:Em resposta á reclamação apresentada pelos Srs. Bastos, queremos agradecer as suas observações e comentários, os quais são muito importantes para melhorarmos a qualidade dos nossos serviços, e lamentamos desde já que a estadia no hotel Oásis Salinas Sea não tenha ido ao encontro das expectativas dos clientes.Informamos também que as competências relativas à direção, instalações e serviços de hotelaria, assim como a higiene e manutenção dos estabelecimentos hoteleiros, são de responsabilidade direta dos próprios hotéis. Esclarecemos também que a qualidade e conteúdos dos serviços prestados pelo hotel, vêm determinados pela categoria turística oficial atribuída no destino pelas autoridades competentes nesta matéria, segundo os standards de qualidade e requisitos da legislação em vigor em dito pais.No entanto, e pelo motivo de estarmos continuamente a trabalhar para melhorar os nossos serviços, enviámos toda a informação que nos forneceram ao respetivo hotel e ao nosso departamento de produto e contratação. O hotel informa do seguinte:“Antes de mais, aproveitamos para agradecer o facto de nos ter reencaminhado a mensagem dos clientes Bastos.Lamentamos profundamente que a estadia no Hotel Oásis Atlântico Salinas Sea não tenha correspondido àsexpectativas dos clientes em referência, especialmente porque a satisfação do cliente é para nós a principal missão e preocupação.Relativamente ao exposto pelo hóspede, gostaríamos de referir que os mesmos manifestaram o seu descontentamento directamente no hotel durante a sua estadia, e segundo informação do hotel, estes clientes posteriormente manifestaram estar satisfeitos.Por último, aproveitamos para vos enviar o nosso relatório interno sobre os clientes em referência:a) Na realidade estes clientes tiveram alguns contratempos os quais o hotel tratou de forma imediata.b) A utilização do elevador de serviço é habitual nestas situações porque como sabemos os outros não tem espaço suficiente para cadeira de rodas e para acompanhante. Se encontrou sacos de lixo pode ter acontecido pois está a passar por uma área de serviço interna do hotel.c) Mas, das duas vezes que falaram comigo pareceu-me que entenderam as explicações e agradeceram a nossa pronta resolução das questões.d) File 248216: Reserva 2 #s STD Pedido: #s Perto- Deram entrada dia 11/06 nos quartos 1129 e 1127 (lado a lado), proveniente voo da noite (check in no CM às00:50)- Na mesma noite devido a problemas AC quarto 1129 e foram ambos mudados para 2008 e 2009 (#s lado a lado)- dia 12/06:A cliente do #2009 (Soltropico In: 11/06/17, Out: 18/06/17) magoou-se no pé quando estava no mar. Levei a Srapara o quarto na cadeira de rodas e ela foi vista depois pela Dra Sandrine- dia 14/06:A cliente do #2009 (Soltropico In: 11/06/17, Out: 18/06/17) que se encontra numa cadeira de rodas porquemachucou o pé no mar, ficou presa no elevador do Tabanka, mas foi por não saberem utilizar corretamente oelevador. Fui até lá e expliquei que tinham de ficar afastados da porta e o elevador voltou a funcionar. Vieram àrecepção reclamar do acontecido e a Diretora me pediu para mostrar um elevador de serviço que tem mais espaço e que passara a servir de alternativa para a deslocação da cliente. C/c da Diretora Célia- dia 16/06:#2008 de manha o Sr. veio reclamar que o chão do quarto estava cheio de água.A filha mudou para o quarto 2006 (Suite) perto do quarto 2009 (onde estavam os pais), devido a repasse de água AC.- dia 18/06:# 2009 Late check out free até 19h00.Em caso de dúvidas não hesites em contactar.Com os melhores cumprimentos”Por último, pedimos que transmitam aos clientes a nossa resposta e as nossas desculpas pela demora na resposta, na confiança de que entendam a nossa posição a este respeito já que por parte da Soltrópico foram prestados a totalidade dos serviços contratados.Esperamos assim ter a possibilidade de recebê-los novamente e de poder oferecer-lhes a qualidade no serviço que nos caracteriza. Gostaríamos que mantivessem a confiança na SOLTRÓPICO e que nos concedam o privilégio de continuarem a viajar connosco.Agradecendo desde já, toda a colaboração prestada, recebam os nossos melhores cumprimentos.Não me querendo alongar muito, considero a resposta apresentada pelo hotel, no mínimo, uma afronta à minha inteligência e lamento que a Soltrópico se coloque de lado quando os serviços prestados não foram de todo aqueles que esperamos de um hotel de 5*...hotel esse com o qual a agência tem parcerias e que inclui nos seus pacotes (nada baratos!). É fácil fugir às responsabilidades quando o dinheiro já está do lado de lá! Porque embora não estejam directamente relacionados com o que aconteceu, são vocês que fazem a publicidade. Fica a dica (e estarei atenta) para que não voltem a incluir este hotel nos vossos pacotes ou, caso o façam, pratiquem preços mais adequados à qualidade do empreendimento. Nunca se esqueçam que para que os vossos serviços existam é porque nós (consumidores) os compramos. Eu certamente não voltarei a cair nesse erro e farei os possíveis para que quem me é próximo também não o faça. É lamentável e chego a sentir aquela vergonha alheia por exigir aquilo que considero fundamental: ver um pouco mais de respeito e consideração não só na hora de vender, mas principalmente quando as coisas não correm bem.

Encerrada
T. G.
10/11/2017

Recusa de venda medicamento ao valor indicado na receita

No passado dia 01-11-2017, após consulta pediátrica de urgência com o meu filho no hospital da luz, dirigi-me a Farmácia Holon no montijo para levantar a medição constante da receita.No local, e apesar de ter o documento da receita a dizer que uma bomba expansora custava apenas €7.00, foi-me dito que a comparticipação pelo SNS era só valida com uma receita eletrônica, por mais que eu tenha mostrado que a receita em papel que tinha comigo dizia que o artigo medico era comparticipado , a posição da farmácia foi que só podiam vender o artigo a €7 com uma receita eletrônica. Sendo que teria de pagar €35 no momento e através de recurso a uma venda suspensa poderia mais tarde(noutro dia) voltar a farmácia com a dita receita eletrônica para receber o valor de diferença. Dada a urgência do medicamento e do artigo medico(bomba expansora) acabei por pagar os €35 da dita bomba expansora, tendo me sido garantido que bastava deslocar-me a farmácia com uma receita eletrônica e seria feito o acerto e que não havia limite temporal.Ontem, após consulta com a médica de família, foi-me passada nova receita, desta vez a dita receita eletrônica e dirigi-me a farmácia em questão.Ora qual a surpresa que desta vez apesar da receita ser eletrônica, já tem outro problema que impossibilita mais uma vez a comparticipação do dito medicamento/equipamento medico.Para além de já parecer uma verdadeira fraude esta situação com a farmacia, já é o segundo documento oficial do estado/SNS que indica que um determinado artigo é comparticipado e a farmacia recusa a vender ao preço indicado, sendo que paguei 3x mais do que aquilo que é indicado nas receitas.

Encerrada
N. M.
09/11/2017
MEO

Pedido de Alteração de traçado de linhas e postes

Pretendo começar a construção de uma habitação, mas no terreno em questão existem postes e traçado de linhas pertencentes á PT/MEO no local onde será construída a habitação. No dia 28 de Abril de 2017 enviei por correio registado á MEO, o pedido da alteraçãodo referido traçado e postes, informando que as obras de construção iriam iniciar a 1 de Junho de 2017, anexando o formuláriopróprio da PT e documentações camarárias. Após vários contactos telefónicos da minha parte a esta entidade, chegamos a acordo danova localização dos postes. Após estes contactos fiz várias novas reclamações por telefone e foi-me dito que a alteração do traçadode linhas já teria sido entregue a um empreiteiro que em breve seria resolvido. Fiz uma nova reclamação por escrito em livro próprioda MEO (reclamação ao conselho de administração) no dia 5 de Outubro de 2017, à qual tenho recebido várias sms´s de respostadizendo Pedimos desculpa, ainda estamos a analisar a situação que nos reportou. Voltaremos em breve ao contactoconsigo.Obrigado, mas nada mais me foi dito para alem destas sms`s. Os postes permanecem no mesmo sitio e as obras por darinicio, pois, nada mais posso dar seguimento sem a remoção do referido traçado. Tenho prazos a cumprir e licenças de construçãoque irão caducar e terei de as renovar, para além disto, devido a esta situação, tenho causado diversos transtornos ao construtor aoqual adjudiquei a obra.No passado dia 1 de Novembro de 2017 fiz uma reclamação no Livro de Reclamações Online (www.livroreclamacoes.pt), na qual expliquei todo o processo até á data. No dia 3 de Novembro fui contactado pela Meo em que me foi questionado acerca da localização do local para que lá fossem tirar umas fotografias e avaliar a situação. Expliquei que este assunto já teria sido avaliado e que estaria há uns meses á espera que o empreiteiro viesse desviar o referido traçado. O colaborador da Meo desconhecia este processo e não me pareceu muito interessado em resolver o meu problema.

Encerrada

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