Reclamações públicas

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J. S.
07/07/2015

Condições Instalação TV+Net*Voz

Depois de negociadas as condições para aceder ao serviço TV+Net+Voz, muito antes do dia da efetiva instalação, só nesse dia fui confrontado com dificuldades de distribuição do cabo pela instalação já existente. Foi-me sugerida a colocação de três aparelhos PLC's com um custo de 75 euros, de modo a não colocar cabos à vista.Negociei com a Vodafone a adesão ao serviço TV+Net+Voz. Em momento algum, nas duas vezes em que estive na loja da Av. Roma, me colocaram constrangimentos à instalação do serviço. A casa tem em todas as salas tomadas de TV+Dados, instalação usada pela anterior operadora. No dia da instalação os técnicos, sem qualquer experimentação, alegaram dificuldades em fazer passar o cabo da Vodafone. Eles próprios sugeriram, e como era óbvio concordei, de que não fazia sentido colocar os fios pelo exterior das paredes, à vista. Sugeriram-me então a colocação de aparelhos de transmissão de sinal (PLC’s) e a ideia de que o mais certo seria a Vodafone assumir o custo, até pela dimensão do serviço contratado (1Red+5 telemóveis, 3 Box’s e 1 canal pago). Só fui informado do custo (cerca de 75€) nesse momento. Recusei, e a alternativa era a de cancelar de imediato o contrato. No entanto, havia dias antes, como é natural, cancelado o contrato com a anterior operadora o que me deixou numa situação difícil e confrangedora. A área comercial da Vodafone, com quem falei de imediato, inicialmente ainda me propôs a divisão do custo, mas perante a reclamação e a meu pedido, por escrito, acabou por imputar-me o custo total. Devo referir que este custo é devido anualmente. Reclamo porque durante a negociação, de que junto cópias dos documentos, nunca fui colocado perante tal constrangimento, que em minha opinião não existe, e que me deixou, no momento da instalação do serviço perante uma situação de difícil recuo. Estava tudo negociado e tudo cancelado com a anterior operadora. Já reclamei para a Vodafone, sem sucesso (refª 4201115). Recorro assim à DECO com o objetivo de junto daquela operadora se exigir que os contratos sejam precedidos do alerta para os eventuais condicionalismos de instalação do serviço, o que julgo ser legalmente exigível.

Resolvida

Seaside - Reclamação calçado/atendimento

Efetuei a compra do artigo nº2485111, sapato homem azul tamanho 42 no dia 27-06-2015.Uma semana após a compra (dia 05-07-2015) dirigi-me a loja para tentar uma devolução/troca do artigo em questão, uma vez que após ter a utilização de 15 minutos apresentei os seguintes sintomas: bolhas em carne viva na parte traseira do pé, dores constantes no calcanhar e portanto insustentável o seu uso. Perante este facto expliquei o sucedido ao gerente da loja Seaside – shopping Braga Parque, Cláudio Vilas Boas Sousa, que desde logo adotou uma postura arrogante e nada disponível para ajudar a resolução do problema, respondendo sempre em tom irónico e prepotente quando questionado sobre de que forma poderia resolver esta situação. Para meu espanto, sempre que eu propunha uma solução o suposto gerente, digo “suposto” uma vez que este recusou-se identificar-se justificando-se, passo a citar: “Não me identifico porque não quero. Não sou obrigado a faze-lo!”, a pessoa em questão tentava contra-argumentar com frases como esta: “Se o sapato lhe causou tamanhos danos foi porque você não soube escolher o tamanho ideal para si”, dizendo isto mesmo depois de saber que o tamanho foi escolhido com apoio de um colaborador Seaside, colaborador este que teve (ou devia ter tido) formação para acompanhar o cliente ao longo de toda a compra ou então: “Imagine o que seria se toda gente que compra um sapato visse pedir uma troca só porque lhe magoa o pé”. Como se não bastasse eu ter comprado uns sapatos no valor de 32.50€ que me causaram danos físicos levando a gastos extras com cremes e pensos no sentido de atenuar as dores e parar a inflamação na zona da lesão, ainda tive de perder o meu tempo e gastar mais dinheiro para me dirigir a uma loja Seaside na esperança que tudo se resolvesse. Quando a situação é exposta ao gerente de loja, para minha perplexidade, este ao invés de se mostrar preocupado em resolver a situação para mudar a minha opinião sobre a marca ainda “goza” com toda a situação. Assim face a toda esta situação lamentável fui forçado a efetuar uma reclamação por escrito no “livro de reclamações” da loja, foi então que solicitei a identificação do colaborador “Cláudio Vilas Boas Sousa” (suposto gerente) que se recusou a identificar-se fosse de que forma fosse (assim como explicado no texto acima). Foi a primeira e última vez que comprei algo da marca Seaside. Tudo aquilo que pretendia quando me dirigi à loja Seaside do shopping Braga Parque era poder trocar por outro sapato, da mesma marca, mas depois de toda esta situação, posso garantir que se depender de mim nem eu nem ninguém que me seja próximo irá comprar nem que seja um par de cordões em nenhuma loja Seaside do mundo. Nunca fui tão humilhado, maltratado e desprezado enquanto cliente de um serviço. Venho por isso expor outra reclamação via eletrónica onde anexo fotos das lesões causadas pelo sapato em questão, fotos estas tiradas 1 semana após o incidente.

Encerrada
J. P.
06/07/2015

Problema com nota de débito da edp

Recebi na primeira semana de Julho uma nota de débito n°10564560613 de 01 de junho de 2015 no valor de 31,73€ referente a um corte/religacao (fatura n° 20152638426) não efectuado. Essa nota de débito contém o período de facturação de 2014-12-23 a 2015-01-23 e os valores da leitura são referentes a essa data. Dirigi-me ao agente da EDP na Póvoa de Varzim no qual fui atendida por uma assistente muito malcriada que não soube me explicar que está nota de débito se devia a um corte/religacao não efectuado. Simplesmente disse-me que se tratava de um acerto da tarifa social. Como já referi anteriormente esse corte/religacao não foi efectuado e só passado meses é que me foi comunicado. Por esse motivo recuso-me a pagar essa nota de débito.

Resolvida
A. C.
06/07/2015

Penhora e venda por falta de pagamento

Boa tarde,Venho por este meio expor uma situação que me apanhou de surpresa e me faz alguma confusão.Recebi na minha morada fiscal uma carta dos advogados Joana Buco e Armando Rodoflo Silva, em nome da NOS Comunicações, S.A, com uma ameaça de penhora e venda por falta de pagamento.Fiquei bastante surpresa pois não me recordava de alguma vez ter sido cliente da NOS. Após puxar um pouco pela memória, e contactar a linha de contencioso da empresa, foi-me dito que o processo era referente a um serviço Optimus Home. Após tal facto, confirmo que de facto possui esse serviço existiu, serviço esse para o qual solicitei cancelamento, via telefone, em Maio de 2011, visto que em Junho desse mesmo ano já não estaria na morada na qual estava sito o serviço.Para minha surpresa, quase 4 anos depois, recebo esta carta sob tom de ameaça de penhora, relativa a um processo que não fazia a menor ideia estar a decorrer. Foi-me informado também na linha de contencioso que houve uma injunção, no entanto, não recebi qualquer notificação da mesma, situação que a lê prevê que aconteça, conforme citado no n.º 1 do Artº 12º do Decreto-Lei 269/1998: No prazo de 5 dias o requerido deve ser notificado por carta registada com aviso se recepção.Ora, segundo fui informada, a data da injunção foi de 27/10/2011, presumo que tenha sido enviada notificação postal para a morada associada ao serviço, na qual à data eu já não residia. Sendo mandatório por lei, conforme DL acima mencionado, que a mesma seja enviada com aviso de recepção, não tendo a mesma sido recebida por mim, deverá ter sido devolvida à origem, com tal indicação.O passo seguinte seria tentar contactar comigo novamente, noutra morada, nomeadamente a minha morada fiscal. O que me deixa um pouco à toa é o facto de essa comunicação só ter ocorrido a 01/07/2015. Relembro que a data da injunção é de 27/10/2011. Foram preciso 4 anos para novo contacto noutra morada. Para meu espanto este novo contacto foi em tom de ameaça. Ameaça de penhora e venda de bens. O valor de dívida à operadora, de 154 € (conforme informada pela comunicadora do contencioso), ascendeu astronomicamente para 457,15 €, imagino que incluindo juros de mora e custas de um processo do qual eu desconhecia a existência.Tentei contactar a operadora e acabei por enviar um e-mail, solicitando análise da situação, conforme me foi indicado pela linha de contencioso, acontece que, neste compasso de espera, o processo vai andando, e a ameaça de 5 dia para penhora de bens mantém-se.Neste espaço de tempo desde que finalmente recebi a carta dos advogados (4 anos depois!) na minha morada fiscal, resolvi informar-me sobre este assunto de dívidas de telecomunicações. Informei-me online e junto da Drª Fátima Pereira Mouta. Vim a ter conhecimento que, tanto o Decreto-Lei n.º 23/96, bem como os Decretos-Lei n.º 381/97 e n.º 12/2008 indicam que O direito de exigir o pagamento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação..Se não me falha a matemática, de 2011 até 2015 são 4 anos, pelo que o prazo estipulado em lei foi ultrapassado. É certo que houve uma injunção, mas considerando que não fui notificada continuei alheia à situação até à data actual.

Encerrada
A. C.
03/07/2015

Cancelamento de serviço Comfort HOme

No dia 16 de Junho de 2016 enviei uma carta registada com AR para a Galpon a solicitar o cancelamento do serviço Comfort Home.No dia 19 de Junho recepcionei o seguinte e-mail:Estimada Cliente, Recebemos e agradecemos o seu contacto de dia 16 de junho de 2016, referente ao seu pedido de cancelamento do serviço Comfort, o qual mereceu a nossa melhor atenção. No seguimento do seu pedido, permita-nos informar que o cancelamento do serviço Comfort envolverá a atualização da campanha que atualmente tem em vigor com descontos acrescidos, para uma campanha simples com menos vantagens: · Desconto atual com serviço Comfort: 25% de desconto sobre a potência contratada da eletricidade· Desconto sem serviço Comfort: 5% de desconto sobre a potência contratada da eletricidade. Informamos ainda que o cancelamento do serviço Comfort antes do fim do período de vigência do contrato (12 meses) implica a regularização dos valores correspondentes ao número de meses que restam para a sua anuidade, conforme consta no contrato. A denúncia deverá ser efetuada com 60 dias de antecedência do final do período contratual, por escrito (e-mail, carta ou fax). Após análise destas informações, e mantendo a intenção de cancelamento do serviço Comfort, pedimos o favor de nos contactar de forma a confirmar essa indicação e assim concluirmos o seu pedido. Encontramo-nos disponíveis para qualquer questão ou esclarecimento adicional que necessite, por e-mail para galpon@galpenergia.com ou para a Linha de Atendimento Comercial pelo nº 808 50 30 30 (dias úteis das 9h às 21h) Obrigado pela sua atenção. Com os melhores cumprimentos. Luís GuerreiroGalp OnNo mesmo dia enviei o seguinte e-mail:Exmo. Senhor Luís Guerreiro,Agradeço a pronta resposta, uma vez que a minha experiência com a Galpon, em termos de prazos de respostas não tem sido boa.Informo que o prazo de denúncia do contrato, incluindo quaisquer dos seus serviços, que anexo a este e-mail e que tem a data de 31/07/2014, alude no seu artigo 2.1 a uma antecedência de 30 dias, pelo que não entendo a que se refere quando abaixo no seu e-mail refere que há um prazo de 60 dias que terei de respeitar para denunciar o serviço Comfort Home. Em nenhuma parte deste contrato figura um prazo de 60 dias, pelo que agradeço que respeitem as condições contratuais do contrato que assinei.Neste momento, apenas, pretendo cancelar o serviço Comfort Home, que me foi impingido (desculpe a expressão) na altura da sua contratualização e NUNCA me foi referido em momento algum um prazo de 60 dias de denúncia. Caso insistam em não cumprir o acordado, informo que irei também mudar de comercializador de energia de todos os meus contratos convosco.Desta missiva, estou a dar conhecimento ao Senhor Secretário de Estado da Energia e à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, que agradeço se pronunciem relativamente à minha reclamação.Lamento ter de, mais uma vez, incomodar o Senhor Secretário de Estado com este tipo de assuntos, mas sinceramente não consigo aceitar viver num país onde o acesso à energia, que é considerado um bem fundamental, tem sido regulamentado desta forma e deixado aos interesses das empresas e não dos cidadãos.Agradeço a atenção e fico a aguardar feedback.Este e-mail foi enviado com o conhecimento do Senhor Secretário de Estado da Energia e da ERSE e em anexo foi enviado, também, o respectivo contrato.No dia 27 de Junho voltei a reencaminhar para a Galp o e-mail, com o conhecimento de todos os identificados acima.Não tendo recepcionado qualquer resposta, voltei a reencaminhar o e-mail no dia 01 de Julho e continuo sem ter qualquer resposta.

Resolvida
M. F.
01/01/0001

Problema com Roupeiro

No passado dia 15 de Abril eu e a minha esposa deslocamo-nos à loja da empresa na Zona Industrial de Oiã para adquirir um roupeiro. O processo de compra foi acompanhado pelo colaborador Ricardo Martins, que nos ofereceu o transporte e a montagem do artigo por 50 euros cada. Após perguntarmos se seria fácil montarmos nós o roupeiro, sem a ajuda de um profissional, este respondeu É fácil de montar. Depois desta resposta, optámos por aquirir apenas o serviço de transporte e montariamos nós o artigo. Pedimos ao senhor que indicasse à transportadora que teríamos disponibilidade para receber o artigo no dia 22 de Abril, o que ele apontou. Fechada a encomenda, com mais outros artigos para além do roupeiro, ainda nos informou que seria a transportadora a contactar-nos para a entrega desta.No dia 22 de Abril, durante a tarde, telefonamos para a loja (onde efetuamos a compra) para saber o estado da entrega. Foi-nos informado que esta já tinha sido despachada para a transportadora e que teriamos que contactá-la através do número 707 917 070 para poder obter essa informação. Após contacto, a funcionária da TNB revelou que não havia qualquer informação da nossa entrega, sendo que esta poderia ter chegado no dia passado e ainda não teria sido processada. Ainda nos adiantou que, se esse fosse o caso, a partir de segunda-feira, dia 24 de Abril, seriamos contactados assim que tal processo finalizasse.No dia indicado, tentamos várias vezes contactar a TNB, sem qualquer resposta. Voltamos a contactar a vossa loja de Aveiro, para que nos pudessem ajudar, pelo que obtivémos a mesma resposta: dado que a encomenda já tinha sido despachada para a transportadora, a MOVIFLOR já não podia fazer nada. No final do dia conseguimos finalmente contactar a TNB, que já marcou nova data para a entrega: dia 29 de Abril entre as 9h e as 13h.Chegado o dia e a hora, recebemos (finalmente!) o Roupeiro em casa. Um dos funcionários apenas nos advertiu que Montar este armário, para quem não tem experiência, vai demorar um dia inteiro. Durante esse dia foi-nos impossível montar o armário por motivos de força maior.Nos três dias seguintes conseguimos montar práticamente todo o armário. O PROBLEMA foi quando, ao seguir as instruções do manual de instruções (o que sempre fizemos), no processo de montar a segunda porta, esta RACHOU no local onde se encontrava aparafusada uma das peças de encaixe da porta. No momento em que nos apercebemos disto, apenas pousamos a porta por cima de umas mantas e não lhe mexemos mais. Dia 3 de Maio contactamos novamente a loja para saber como nos poderiam resolver a situação. Indicaram que teriamos que enviar um e-mail ao Senhor Bruno para o endereço spv@moviflor.pt (serviço pós-venda) a indicar o PROBLEMA, a URGÊNCIA, dados da fatura e fotos do dano. Ainda nos indicaram que, caso não fôssemos contactados, para voltar a ligar para a loja. Enviamos então e-mail com todos os dados indicados. Contactamos novamente a loja dia 5 de Maio, pois ainda não tinhamos tido nenhum contacto por parte do serviço pós-venda. Comprometeram-se a contactar o Sr. Bruno do serviço pós-venda para acelerar o processo. Dia 6 de Maio, enquanto que colocavamos algumas cruzetas no armário (que estava funcional mas sem uma porta), um dos apoios da vara que segura as cruzetas caiu levando esta e toda a roupa consigo ao chão. Com isto tudo, lembrei-me da fragilidade dos encaixes do roupeiro e comecei a recear que este não fosse seguro e pudesse cair durante os próximos dias. Liguei novamente para a loja a exigir a devolução do dinheiro e que me viessem buscar o armário. A funcionária disse que nada podia fazer, apenas o Sr. Bruno. Além disso, mais uma vez, comprometeu-se a notifica-lo novamente sobre a urgência do assunto. Por esta altura, tivemos que meter a porta debaixo da cama, pois estava a ocupar metade do quarto. Dia 10 de Maio enviei novo e-mail ao Sr. Bruno, reencaminhando o que lhe tinha enviado anteriormente, pedindo que me contactasse até às 12h do dia seguinte, senão iria pedir ajuda à DECO para resolver o assunto. Este contacto, não chegou e por isso estou aqui.Este assunto fez-me gastar mais de 10 euros a ligar para a transportadora, inumeros minutos gastos do plafônt do meu tarifário móvel, dores de cabeça devido ao nervosismo, uma noite sem sono com receio que me caisse o armário e, como me mudei recentemente para esta casa, não posso trazer as minhas coisas na totalidade da casa dos meus pais para aqui.

Encerrada
. N.
01/01/0001

Corrente da Distribuição com Anomalia - Motor N47

Venho por este meio expor um problema que é infelizmente do conhecimento geral e que a BMW não assume.Os motores N47 têm uma anomalia na corrente de distribuição dos motores de 177 CV. Após alguma pesquisa pela Internet e após ler o artigo publicado pela BBC Watchdog, percebi que este problema aconteceu a várias pessoas e pensei que poderia ter alguma esperança em me ser comparticipada a reparação deste problema pois a minha viatura foi sempre assistida em locais BMW autorizados.Após ter notado um ruído no motor, desloquei-me à BMW na Expo para me ser feito um diagnóstico. Neste diagnóstico foi-me dito que na minha viatura de 2010 com apenas 92000Km a corrente de distribuição encontra-se em perigo de partir e aconselham-me a resolver esta situação pois se a corrente partir o motor irá ficar danificado.Aquando da compra da Viatura contactei por email e telefone a BMW Germany e a BMW Portugal a perguntar se existia algum recall ou campanha devido a este problema. Ambas as entidades me responderam que não, que a viatura não tinha nenhum recall a fazer e que este não é um problema crónico, apesar de terem no passado feito uma campanha nas viaturas produzidas entre 2007 e 2009 para resolução deste mesmo problema nos motorores N47.A reparação é imensamente dispendiosa e não entendo como é possível ter a corrente de distribuição desgastada numa viatura com apenas 92000Km.Sendo um BMW, nunca esperei que se desgastasse em tão poucos anos e com tão poucos Quilómetros, pois a corrente e os seus componentes estão a ter uma duração menor que a de uma correia.PS: Online Link sobre com o artigo da BBC:http://www.bbc.co.uk/programmes/articles/23p5j5wzPtYflS7kFvmKVZf/bmw-deny-engine-failures-are-due-to-manufacturing-fault

Encerrada
P. P.
01/01/0001

Voo Cancelado

Exmos. Senhores, Subscrevemos um seguro de viagem com a Heymondo que abrage cancelamento de voos. Tivemos um voo marcado pela Kiwi.com para o dia 1 de Novembro e que foi cancelado no dia 26 de Outubro. Recebemos um mail da Kiwi nessa data com a seguinte informação (em anexo): "Porto Kuala Lumpur A Air India Limited cancelou o seu voo para Nova Deli. Veja quais são as opções existentes NÚMERO DE RESERVA 570 411 622" Adquirimos novas passagens na Qatar Airlines no valor de 2445,10€(em anexo) uma vez que as alternativas apresentadas não eram viaveis e accionamos o seguro com a Heymondo , apólice 851359 (em anexo), na qual estava adicionado o apoio da AirHelp para o caso de cancelamento do voo Os bilhetes foram comprados através da Kiwi que nos creditou em vales a descontar no site Kiwi.com o valor do trajecto completo, pois também fizemos seguro de cancelamento com a Kiwi. Na troca de mails com a Heymondo estão-nos a perguntar qual o valor do reembolso qua a AIR India fez. Nunca tivemos contacto com a Air India. Recebemos a informação do cancelamento através da Kiwi (em anexo). Pergunta: A Air india deve ser também responsabilzada? E devemos informar a Heymondo que quem fez o reembolso foi a Kiwi? e o valor? Nós fizemos seguro com a Heymondo para voo cancelado e um extra dentro da mesma apólice com a Air Help e em anexo estão os ultimos mails trocados com a Heymondo e a AirHelp com quem até agora, e apesar dos seguros efectuados, não obtivemos respostas satisfatórias. Aguardamos a vossa ajuda. Obrigado. Cumprimentos,

Encerrada
A. C.
01/01/0001

paysafecard com saldo utilizado (fraude)

No passado dia 28/07/2016 efetuei a compra de 10 talões de paysafecard, no valor de 100€ cada. Quando fui a utilizar, 3 dos talões não tinham saldo disponível e segundo indicações já tinham sido utilizados. Estes talões no valor total de 300€, desde que mos entregaram na loja onde comprei, nunca saíram da minha posse nem mostrei a ninguém.Já efetuei a reclamação para a paysafecard, que se alheou do facto e aconselhou-me a efetuar queixa na polícia, que também efetuei.No entanto contínuo lesado pelo produto que comprei, o qual a empresa se deveria responsabilizar perante o consumidor.

Encerrada

Envio à Cobrança

Venho por este meio apresentar uma reclamação/queixa referente ao serviço de envio à cobrança pela falta de cumprimento dos procedimentos de segurança na execução do vosso serviço.No dia 24 de Fevereiro dirigi-me à estação dos CTT em Maximinos, Braga, para fazer um envio à cobrança, no valor de 1314,76€. O objeto enviado, com o nº EA134201622PT, confirmado no site dos CTT, terá sido entregue no dia 25 de Fevereiro no Centro Operacional de Loures.O objeto foi enviado para o destinatário Sr. Eng. Jorge Santos Sales, e foi recebido por um senhor chamado Manuel Silva o qual efetuou o pagamento com um cheque e apenas procedeu a uma assinatura digital para acusar a recepção da encomenda.De acordo com os procedimentos de segurança, quando o pagamento é realizado através de cheque o estafeta deve conferir a identidade da pessoa que faz a entrega do cheque registando o número do seu cartão de cidadão, o seu contacto e a morada no verso do cheque. Como se pode verificar em anexo, o cheque entregue ao estafeta, não apresenta qualquer registo dessa informação. No mesmo cheque é possível observar que o mesmo é de um banco que já não existe, o Banco Espírito Santo, é carimbado por uma empresa e assinado por um interveniente que em nada está relacionado com os nomes envolvidos no processo. Também na descrição da quantia por extenso vê-se que não é clara e está inclusive rasurada.O mesmo cheque chegou apenas 2 dias após o objeto ter sido entregue, com o nº ER038440982PT. Dado que não estava ninguém em casa para recebe-lo, fui notificado para o posterior levantamento no C.O. de Celeirós, em Braga. Tomei as providências necessárias para poder levantar o cheque nesse dia (pensando eu que seria um vale CTT), ficando acordado que poderia fazer o levantamento no dia 27 de Fevereiro (sexta feira) por volta das 19h. Dado que nenhum banco se encontra aberto às 19h para poder confirmar a cobertura do cheque, contactei os CTT por estar já a suspeitar do procedimento, uma vez que habitualmente, recebo um vale CTT. Sugeriram-me que aguardasse pelo dia 2 de Março (2ª feira) para fazer o depósito do cheque. Assim o fiz, sendo que 2 dias depois (4 de Março) o cheque foi devolvido pelo banco, por não ter cobertura. Fiquei assim sem o objeto enviado e sem o valor correspondente ao valor da encomenda enviada.Entrei novamente em contato com os CTT e nessa altura a informação foi contraditória à inicial dizendo que não deveria ter depositado o cheque e sim ter revertido o processo de encomenda desde o início.Voltando a contactar novamente os CTT via telefone nenhuma indicação me foi dada no sentido de resolver a situação.Nesta situação é clara e prejudicial a falta de cumprimento de segurança por parte do estafeta ao não pedir a identificação da pessoa que efetua o pagamento através de cheque.Atendendo aos fatos apresentados, exijo:que o estafeta que fez a entrega indique em que condições a efetuou? A pessoa que a recebeu estava no interior do edifício ou aguardava a encomenda fora de casa?que o mesmo estafeta que procedeu à entrega da encomenda volte novamente à morada e identifique a pessoa a quem fez a entregahaja uma responsabilização por parte dos CTT pela falta de cumprimento das normas de segurança para este tipo de serviço.

Encerrada

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