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propaganda enganosa
ME FOI OFERECIDO UMA PROMOÇÃO AO GINASIO FITNESS UP NO QUAL SE EU E MINHA ESPOSA(CLIENTES NUMERO: 05520 E 05521) MATRICULASSEMOS JUNTOS E NAQUELE INSTANTE TERIAMOS UM DO PREÇO DE 65,00 PARA ADESAO E TIVEMOS UM DESCONTO DE 50,00 EUROS PARA CADA UM ,PAGAMOS O SEGURO DE 10,00 E 5,00 PARA O CARTÃO DE ENTRADA OU SEJA, 100 EUROS PELOS DOIS DE DESCONTO ,ESTE FOI O MOTIVO PRINCIPAL QUE DECIDIMOS ADERIR . A TAXA INDIVIDUAL POR SEMANA SERIA DE 9,20 SEM FIDELIDADE AO GINASIO E QUALQUER PLANO INFERIOR A ESSE VALOR SE VIESSEMOS A SAIR ANTES DE UM ANO TERÍAMOS DE PAGAR A DIFERENÇA, FOI OFERTADO UM MÊS DE ACADEMIA OUTRO PRÊMIO DADO ESPONTANEAMENTE PELA ACADEMIA E O VALOR COBRADO E PAGO POR NÓS ERA DE 4,80 POR PESSOA,OU SEJA, 9,60 POR SEMANA PARA OS DOIS. FREQUENTAMOS O GINASIO DE 21 DE JUNHO A 28 DE JULHO ,O QUE PODE SER COMPROVADO PELO NOSSO CARTÃO ELETRONICO QUE ESTÁ CONOSCO,POIS PAGAMOS POR ELE. E NO DIA 17 DE AGOSTO PAGAMOS A QUANTIA DE 157,60 POR FALTA DE ENTENDIMENTO E IRIAM CONTINUAR A COBRAR SEMANA APOS SEMANA. VALOR PAGO TOTAL NESTA DATA DE 157,60 ,ONDE TERÍAMOS DE PAGAR SOMENTE 6 SEMANAS x 4,40 DE CADA NUM TOTAL DE 8,80 POR SEMANA X 6 SEMANAS DANDO 52,80 ESTA E O VALOR DEVIDO E REALMENTE PROPORCIONAL AO VALOR UTILIZADO.
Problemas de qualidade no fabrico. Defeito.
Depois de encomendar as sapatilhas Sanjo, chegaram com problemas graves a nível de acabamentos.Defeitos a nível das costuras e sola. Contactei os serviços da SON que me responderam que antigamente o produto era feito no Oriente, mais concretamente na China e que neste momento eram feitas em Portugal, tendo mudado o aspecto da sapatilha em questão que em nada tem a ver com o que podemos ver no site quando encomendamos e pagamos o mesmo.
avaliação incorreta para o concurso de assistente operacional
No dia 1 de Setembro de 2015 abriu o concurso para Assistente Operacional no Agrupamento de escolas Lima de Freitas para a ocupação de 11 postos de trabalho, em regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas a Termo Resolutivo Certo.O método de seleção seguiu dois parâmetros: Avaliação Curricular (AC) e Entrevista (E). A Avaliação Curricular (AC) visa analisar a qualificação dos candidatos, designadamente a habilitação académica (HA), a experiência profissional (EP) e a formação profissional (FP).Eu, Márcia Andrade tenho experiência como assistente operacional e não fui selecionada para a segunda fase do concurso. Como tive conhecimento das avaliações dos outros candidatos venho reclamar por haver pessoas com classificações superiores na experiência profissional no qual nunca trabalharam em estabelecimentos de ensino.Como obtive 0 valores na Formação Profissional (FP), venho também reclamar o facto de saber que os estágios profissionais contribuem para a Formação Profissional (FP) e visto que uma das candidatas admitidas tem o 9º ano de escolaridade realizado no IEFP, teve uma nota alta na Formação Profissional por ter realizado estágios profissionais no IEFP enquanto estudava. Posto isto há mais candidatos com mais anos de experiência que foram excluídos logo na 1º fase de seleção.Hoje, 25 de Setembro de 2015, tendo visto a lista de graduação definitiva há candidatos com valores injustos em relação aos meus, pois em alguns casos os estágios profissionais foram reconhecidos como Formação Profissional, enquanto que os meus estágios não tiveram qualquer reconhecimento. A maior consequência desta triste situação é que não fui selecionada para a 2ª fase (Entrevista - E) que me parece ser uma grande injustiça, se é que existe alguma justiça e veracidade na seleção dos candidatos.
Fato com desgaste anormal
Eu, Francisco José Rosado dos Santos, venho por este meio apresentar a seguinte situação:Em Abril de 2015, adquiri dois fatos na loja Labrador das Amoreiras, na Av. Eng. Duarte Pacheco, em Lisboa que me custaram cerca de € 490,00, cada um.Desde 1995 que compro fatos da Labrador. A marca entretanto, teve vários donos ao longo destes cerca de 20 anos.Tenho ainda hoje, fatos da marca Labrador com mais de 12 anos e que continuam em bom estado e a serem por mim utilizados.Por norma, os meus fatos são utilizados um a cada dia de cada semana, o que significa que um mesmo fato, no máximo será utilizado quatro vezes por mês, ou no máximo, 40 vezes por ano, descontado férias, feriados e outros.No início do Verão de 2016, decorrido pouco mais de um ano, um dos fatos acima mencionados, apareceu com as calças, na parte de trás, com o tecido completamente desfeito.Levei as calças à loja Labrador das Amoreiras, onde o havia adquirido e eles enviaram ao laboratório para análise do tecido.Uns meses depois, chegou a conclusão: A análise apontava para desgaste normal do tecido.Esta conclusão deixou-me bastante surpreso e intrigado.Se tenho fatos da Labrador que terão sido utilizados mais de 350 vezes, ao longo de mais de 12 anos e que continuam com o tecido em bom estado, como poderia este tecido completamente desfeito, ser resultado do desgaste normal, num fato que terei utilizado no máximo, 30 vezes?Mais, se o fato que adquiri no mesmo dia e que foi utilizado o mesmo número de vezes que o que está destruído, está praticamente como novo, como pode ter sido desgaste pelo uso normal?Questionada a gerência da Loja, foi-me dito que este tecido era extraordinariamente sensível e diferente dos outros que eu tenho adquirido.Até percebo que possa ser diferente, mas se fosse tão especial, então deveria ter algum aviso específico para tal e eu, na altura da seleção do fato, deveria ter sido claramente avisado para o facto de estar a adquirir um tecido extrassensível e com muito menor durabilidade que os outros.Nada disto aconteceu no ato da compra e o preço do fato foi o normal e igual ao que pago normalmente pelos fatos da marca Labrador.Propus então à Loja que verificasse se a fábrica ainda teria tecido para fazer umas calças novas, que eu estaria disposto a pagar um valor justo, para repor as calças do fato danificado.Um mês depois, foi-me confirmado que sim, que a fábrica poderia fabricar umas calças naquele tecido, à minha medida, mas que eu teria que pagar cerca de € 50,00 por elas. Apesar de tudo, pareceu-me justo e disse para avançarem, pois de facto, precisava de mais um fato.Heis o meu espanto quando quase mais um mês depois, a gerente da Loja da Labrador nas Amoreiras me ligou a dizer que afinal teria havido um erro na verificação da referência do tecido e que não dispunham de tecido igual necessário para fazer as calças. Com isto, estávamos praticamente no final do ano de 2016.Propus então que me fizessem um desconto de 40/50% na aquisição de um fato novo.Disse inclusive que não necessitava de ser da nova coleção, poderia mesmo ser de uma coleção antiga, que eu aceitaria.A gerente disse que iria propor ao patrão e que me daria a resposta logo que possível e assim se passaram mais uns dias.A resposta veio negativa, mais uma vez.Não me foi feita qualquer contraproposta perante as propostas mais que razoáveis que considero ter feito à empresa de quem era cliente há mais de 20 anos.Acho que mereço ter qualquer tipo de compensação: Ou a reposição do fato como novo, ou o valor equivalente à perda do fato.Agradeço por isso o vosso apoio à minha causa.Em anexo a este e-mail, a cópia da folha preenchida na Loja, do Livro de Reclamações.Desde já agradecendo o tempo dispensado a este tema, sou de V/ Exas., atentamente,Francisco José Rosado dos SantosP.S.:Dados do vendedor contra o qual reclamo –Loja Labrador das Amoreiras, detida pela empresa Greatprobabilities, Lda tem NIF 510629784 e desenvolve a sua atividade com o CAE 47711 - Comércio a retalho de vestuário para adultos, em estabelecimentos especializados.
Extravio de encomenda pelos CTT, valor da indmenização
Enviei uma encomenda (uma cana de pesca no valor de 86€) pelo cttexpresso, foi notificado para saber que queria fazer com a encomenda extraviada, foi-me entregue na morada e eu reclamei do extravio do artigo que foi prontamente declarado negligência/acidente por parte dos ctt. Mais tarde foi-me solicitada uma factura com o valor do objecto enviado, que enviei conforme pedido (fatura no valor de 86€), porem passados 7 dias e alguma insistência junto dos serviços telefónicos, la me foi enviado um e mail onde segundo os ctt iria ser indmenizado pelo valor do peso da encomenda. Deixo abaixo o texto com a descrição do que me irão indeminazar e a justificação: No que concerne ao processo de reclamação por danos no EMS EA145015864PT, vimos por este meio declarar que a indemnização foi processada, encontrando-se neste momento a aguardar emissão e envio do respetivo cheque de indemnização. O seguro contratualizado (gratuitamente disponibilizado no ato de subscrição do serviço EMS), contempla um limite máximo de 10,00€ por kg de mercadoria para extravios, furtos e danos, pelo que foram reunidas condições para desenvolvimento processual de carácter indemnizatório no valor de 17,87€ (peso do objeto 1,787kg), acrescido do montante pago pelo envio (6,19€). Ou seja foi considerado o peso do objecto em vez do seu valor real, apesar de me ter sido solicitada fatura do mesmo, rectifiquei o regulamento dos CTT expresso que diz o seguinte na alinea 12.2 : . A responsabilidade máxima da CTT Expresso por quaisquer prejuízos comprovadamente sofridos em consequência da perda ou danos na Mercadoria será a seguinte:- Por objeto/mercadoria: indemnização monetária nos termos da legislação em vigor para o transporte rodoviário nacional de Mercadorias.Pelo que nada refere que tenha q ser indeminado pelo peso...sinto-me lesado pela falta de cuidado com o objecto que tive o cuidado de referir que era fragil, e ainda pelo facto de que ser restituido um valor irrisorio tendo em conta o prejuizo que tenho, agardecia auxilio na resolução desta situação, os meus mais sinceros agradecimentos estimados cumprimentos
Problema com marcação das aulas de condução
Boa tarde, Venho por este meio expor a minha indignação referente ao serviço prestado pela Escola de Condução A Desportiva, de Soares dos Reis. A minha licença de aprendizagem caduca no dia 5 de Agosto de 2017. No dia 5 de Maio de 2017, dirigi-me à escola, requerendo a marcação do exame de código e das 32 aulas práticas que a lei exige para a categoria B (demonstrando disponibilidade imediata para realizar as aulas, sem qualquer restrição de horários). No entanto, só no dia 01/06/2017, depois de insistir com a escola, obtive a marcação de apenas 8 aulas teóricas, com a professora Sofia Manuela Moreira Alão, para as seguintes datas: 01/06/2017 às 11h e 12h 02/06/2017 às17h 08/06/2017 às 10h 12/06/2017 às 10h 13/06/2017 às 10h 16/06/2017 às 10h e 11h. No entanto, somente tive as primeiras 2 aulas de condução (marcadas para dia 01/06/2017), porque as restantes foram canceladas. Dirigi-me novamente à escola e voltei a insistir pela marcação das aulas, uma vez que o tempo da minha licença se aproximava cada vez mais do fim. A escola remarcou então as restantes 6 aulas de condução, com o professor Manuel Firmiano Lopes Pereira, para os dias: 22/06/2017 às 10h 23/06/2017 às 10h 26/06/2017 às 10h 27/06/2017 às 11h e 12h 28/06/2017 às 18h. Após a oitava aula de condução, dirigi-me à escola para marcação do exame de condução, tendo realizado o mesmo no dia 05/07/2017, com resultado positivo. Voltei então à escola para marcar as restantes aulas de condução a que tenho direito mas disseram que era necessário esperar que o ACP envia-se novamente a licença de aprendizagem até à escola e que só ai poderiam voltar a marcar aulas. Entretanto no dia 11 de Julho voltei a telefonar à escola e referiram que ainda não podiam marcar as aulas de condução, mas que quando marcassem eu iria receber uma mensagem no meu telemóvel. Esperei até dia 17 de Julho, desloquei-me novamente à escola e perguntei pela marcação das restantes aulas de condução. Fui então novamente informada que o ACP ainda não teria enviado a licença de aprendizagem e que ainda não tinha aulas marcadas. O funcionário da escola disse que seria então necessário realizar a renovação da licença para marcarem mais aulas de condução e que era melhor ir ao médico da escola no dia a seguir (não referiu nenhum preço). Fui então ao médico da escola (no dia 19/07/2017) e depois de ter o certificado voltei novamente à escola para me marcarem as aulas. Foi ai que o senhor funcionário da escola referiu que não podia marcar aulas agora e que teria mesmo que renovar a licença de aprendizagem, mas para isso teria que pagar a quantidade de 165 euros. Eu referi que o meu objetivo nunca tinha sido renovar a licença, mas sim fazer as aulas nos 3 meses disponíveis (de Maio a Agosto) para então realizar o exame de condução, dai ter pedido desde Maio a marcação das mesmas. Mas o funcionário disse que não tinha horários para me marcar todas as aulas de condução que queria e que existiam mais alunos que estavam à espera das aulas. Não é correto ser responsabilizada pela falta de disponibilidade da escola em dar as aulas práticas estipuladas no contrato, porque se pago o serviço tenho direito a recebe-lo. Mostrei sempre disponibilidade e vontade em realizar as aulas, mas a escola não me deu as condições e agora pretendem que eu pague uma renovação da licença de aprendizagem para poder receber as aulas que estou a tentar marcar desde Maio?! De Maio até Agosto teria tido a oportunidade de ter as 32 aulas práticas estipuladas, se a escola me tivesse prestado o serviço a que se comprometeu aquando da minha inscrição na escola. Mas em contrapartida, só tive direito a ter 8 aulas de condução e agora um pedido de pagamento de mais 165 euros para poder receber as restantes aulas. Acho isto inadmissível. Para além disso, já me informei e há mais estudantes da escola na mesma situação, prestes a caducar a licença, não por falta de vontade, mas porque a escola demora meses (sim, meses!), para marcar uma ou outra aula de condução. Como tal, hoje, dia 20/07/2017, dirigi-me novamente à escola de condução às 11h e pedi para me resolverem a situação e me marcarem as aulas em falta. Contudo, o funcionário continua a dizer que não há horário disponível para marcar as aulas e que a culpa não é da escola. Desta forma, pedi o livro de reclamações, só que o funcionário disse que desde a semana passada que já não há livro de reclamações, que as queixas são feitas somente de forma online, imprimiu uma folha e disse para enviar a reclamação que queria para os emails constantes na folha. Ora, os emails são somente os da direção da própria escola A Desportiva, mas o meu objetivo não era realizar uma queixa somente a nível da escola. Voltei a perguntar pelo livro e repetiu que era tudo online agora. Como estranhei, liguei para a polícia de Vila Nova de Gaia, a qual me disse que nenhum estabelecimento pode negar o livro de reclamações a um cliente e que iriam deslocar-se até à escola. Esperei pela polícia, mas só chegaram às 13h10 aproximadamente e a escola já tinha encerrado para almoço, pelo que os agentes somente executaram o registo e pediram-me para ir novamente à tarde à escola para pedir novamente o livro de reclamações. Assim, às 14h30 do dia 20/07/2017 fui novamente à escola, pedi para falar com a Direção da escola (mas informaram que me teria de deslocar até à escola do Porto para o fazer ou enviar email) e exigi novamente o livro de reclamações, mas o funcionário voltou a salientar que era tudo online. Insisti e perguntei se não tinha nenhuma versão em papel e o mesmo disse que não. Liguei então novamente à policia, que veio comigo à escola. Perante a polícia, o funcionário deu-me o livro de reclamação (que há uma hora atrás não existia), pelo que pude finalmente realizar a queixa no mesmo, com o nº 23808354. Em suma, desta forma demonstro aqui o meu desagrado pela forma como a escola A Desportiva me tem tratado. Pretendo que a escola se responsabilize por não me marcar as aulas de condução que pedi desde Maio e se negar a marcar até ao fim do tempo da minha licença de aprendizagem. A única solução que me deram é renovar a licença, mas isso tem o custo de 165 euros e recuso-me a pagar mais pela incompetência da escola em se organizar e proporcionar o serviço que paguei. Aguardo uma resposta. Desde já agradeço a atenção prestada.Com os melhores cumprimentos, Stephanie Fernanda da Costa Alvarado (cartão cidadão nº 14376861, NIF nº 266130763, Licença de Aprendizagem nº 40 15.217 0145/B)
Devolução
Boa tarde,Preciso de uma opinião vossa.No dia 8 de Julho de 2015 comprei uma mesa na AREA das Amoreiras e pedi para fazerem ENTREGA (e nunca me referiram que havia montagem). E no documento de pagamento só diz ENTREGA.Eles foram entregar (eu não estava em casa e por isso foi a minha empregada que recebeu) e os empregados da AREA decidiram montar a mesa (quando eu nunca tinha dado autorização) e levaram as caixas da mesa com eles.No dia útil seguinte fui novamente à loja e vi outra mesa que tinha acabado de chagar muito mais gira (e mais cara que a que tinha comprado) e pedi para a trocarem por aquela que tinham entregue em minha casa. E disseram-me que na loja não podiam responder e que eu tinha que ligar para um contacto da AREA. E assim fiz. Qual não foi o meu espanto quando me informaram que não podia fazer a troca porque não tinha as caixas. E eu disse que eu não tinha dado autorização para montar e levar as caixas e que isso tinha sido da inteira responsabilidade dos empregados da AREA. E responderam-me que sem caixas não podia trocar e que não havia nada a fazer.Isto é inadmissível! Eu só pedi para entregarem (e em todo o lado está escrito ENTREGA e nunca ENTREGA e MONTAGEM).Decidi também enviar email para eles (sav@areastore.com) dia 25 de Julho para ver se voltavam atrás com a decisão mas até à data não tive qualquer resposta. Por isso o que pretendo é que me venham buscar a mesa e me devolvam o dinheiro. Porque caso não o façam estou disposta a ir até às útimas consequências legais. Fico a aguardar a vossa resposta.Caso precisem de mais esclarecimentos por favor contactem-me para 91 377 20 39. ObrigadaMaria jose Ribeiro nº sócio 1452495-17
Reclamação_avaria no período de garantia
No final de Março foram efectuados contactos com os serviços assistência técnica da LG de forma a solicitar a reparação de uma avaria no televisor LED LG 43UF690V que adquirido à Rádio Popular em Novembro de 2015. Tratava-se de uma avaria na entrada HDMI 1 do televisor, que não funcionava.A reparação aconteceu no final do mês de Março, poucos dias depois do nosso contacto, tendo as peças em causa sido substituídas sem qualquer problema.Aproximadamente duas semanas depois o televisor voltou a avariar. Foi feito um segundo contacto com a assistência técnica. Poucos dias depois, o técnico deslocou-se à nossa habitação, mas desta feita informou-nos que se tratava do mesmo problema, pelo que não poderia ser incluído na garantia. Informou-nos também que provavelmente esta avaria seria provocada por uma descarga eléctrica. Pedimos confirmação inequívoca dessa informação por escrito de forma sermos ressarcidos das despesas inerentes à reparação. No entanto estranhamos ser o mesmo problema pois a nesta segunda avaria o televisor nem sequer ligava. Optamos pela reparação imediata uma vez que segundo o técnico, caso optássemos pela reparação à posteriori teríamos o acréscimo dos custos de deslocação e mão-de-obra. Efectuamos o pagamento, deixando para depois os esclarecimentos devidos.Posteriormente, através de contacto via e-mail com o centro de informação ao consumidor, mostramos o nosso desagrado relativamente à situação e voltamos a ser informados de que a avaria teria sido provavelmente (sublinhe-se) causada por um aparelho externo - possível descarga via hdmi.Note-se que não houve qualquer confirmação inequívoca de qual a real causa das avarias o que nos deixou de mãos atadas para reclamar junto de outra entidade.Voltamos a questionar via e-mail qual o motivo de os custos de uma avaria que não conseguem confirmar a causa serem-nos imputados mais ainda quando seguramente não se tratou de má utilização ou dano provocado por nós, consumidores.Neste momento podemos afirmar que temos receio em utilizar a televisão e diariamente desligamos todos os cabos, o que é no mínimo ridículo e difere totalmente do uso habitual feito a este tipo de equipamento.No meio de todo este desagradável processo não procuramos culpados mas sim soluções, cientes de que a haver responsáveis, nós não o somos certamente.Após termos sido privados do uso de um equipamento de uma marca conceituada e após ter-nos sido imputado um custo avultado para reparação de uma avaria à qual somos completamente alheios, com a agravante de se tratar de um equipamento em plena garantia, julgamos ser compreensível este sentimento de perda de confiança no aparelho, na marca e na garantias. Sentimo-nos verdadeiramente injustiçados.
Problemas com a compra e entrega de viatura.
No dia 17 de maio de 2015 comprei uma viatura usada mercedes B150 de matrícula 59-AS-72 pelo preço de € 8490,00 na Carplus. Dei de sinal € 250,00. Assinamos um contrato de compra e venda com a indicação de entrega em 8 dias. O meu marido ao expetimentar o carro, ouviu um barulho e disse ao vendedor. Ele respondeu que o carro ia para a Mercedes/Baviera na Madalena/Gaia fazer a revisão. A partir desse dia e de 2 em 2 dias telefonei ao vendedor Sr. Bruno Ornelas q me respondia q o carro estava na Baviera e nada mais sabia. No dia 27 de maio disseram-me q o carro tinha uma avaria na distribuição e q a peça tinha q vir da Alemanha. Nesse dia pusrram à minha disposição um carro de substituição (opel 53-DZ-49). No dia 3 de junho tenho uma mensagem no telemóvel do vensedor a dizer q a Mercedes entregará o carro nessa semana. Dia 4 telefonei e o responsável da oficina Carplus disse q seria no dia 6. Nessa sexta-feira às 18 h voltei a telefonar e responderam q só podiam entregar na segunda dia 8!!!Dia 8 e já desconfiados e inquietos, fomos à. Baviera/ Mercedes, e o chefe da oficina informou-nos q o carro nao estava reparado e q o orçamento q tinha sido fornecudo à Carplus s tinha sido aprovado e dada ordem de reparação no dia 4 de junho. A peça só deveria chegar no dia 17 e com 2 dias de montagem entregariam a 19 de junho!!!Fomos à Carplus e negaram toda esta informação, e garantiram-nos q o carro seria entregue até ao dia 12, pois nós informamos q iríamos partir de férias e queríamos levar esse carro. Infelizmente no dia 8 à tardinha, um outro carro bateu no carro de substituição. Chamei os Srs. da Carplus q preencheram a declaração e tiraram fotos e a outra condutora deu-se logo como culpada. No dia seguinte devolvi o carro de substituição à Carplus e não quis mais nenhum outro, pois o que me diziam era q até ao dia 12 eu teria o meu.Entretanto nesse dia, 9 de junho, enviei um email ao cuidado do chefe de vendas Sr. Odair Nunes, expressando toda a minha desilusão e frustação. No dia seguinte este Sr. ligou-me a pedir desculpas e q ia ver o q se passava. Voltei a ligar e o Sr. Nunes diz-me q o carro não está pronto. Assim dia 13 tivemos de pedir numa outra oficina q fizessem uma revisão urgente ao nosso outro carro, pois teriamos q ir com esse de férias. A revisão q não estava prevista e a urgência do pedido custou-nos mais de 100 euros. O Sr. Nunes prometeu mais uma vez, entregar o mercedes no dia 22 de junho e nós q tinhamos 3 semanas de férias sinalizadas, face a estas peripécias, resolvemos perder uma parte das férias e do valor ja pago e regressamos no dia 21. Dia 22 o Sr. Nunes telefonou as 12 h a dizer q queria falar connosco e q o carro nao estava pronto!!!Mais uma vez dirigimo-nos à Baviera e disseram-nos q estavam a aguardar ordens da Carplus para fazer a reparação e q a peça ja tinha chegado da Alemanha. Na Carplus o Sr. Nunes desmentiu esta informação e disse q tinha sido detetado um outro problema no carro, desta vez a bomba de óleo. Iriam tentar adquiri-la no mercado nacional, mas q se nao estivessemos interessados, nos devolviam o sinal. Prazo de entrega 8 dias!!!Dia 30 boltei a ligar ao Sr. Nunes q não sabia ainda de nada, mas ia-se informar e depois ligaria. Ligou no dia a seguir e informou q nos entregaria o carro no dia 3 de julho, sexta-feira depois das 18 h.Dia 3 fizemos o resto do pagamento e levantamos o carro na Carplus às 20 h.Nós moramos a cerca de 2 km da Carplus. Até chegar a casa o meu marido notou um ruído estranho, q foi aumentando. Àquela hora nada se podia fazer e deixamos o carro parado até segunda-feira. Na segunda-feira dia 6 julho o meu marido foi a 2 oficinas e pediu a 2 mecânicos distintos q fossem andar um bocadinho com o carro. Ambos afirmaram q a viatura tinha um problema grave que era a caixa de velocidades gripada.Dia 7 de julho a Carplus tínhamos pedido q comparecessemos a uma reunião com um dos seus diretores, Sr. Vítor e na qual tambem esteve presente o Sr. Nunes, pois eu tinha-lhes dito q perante todos estes atrasos e peripécias, seria justo e correto nos fazerem uma atenção no preço da viatura, o qual foi recusado.O Sr. Vitor pediu desculpas e disse q não faziam descontos e q não se sentiam responsáveis pelos atrasos havidos. Quando lhes dissemos q o mercedes tinha outra avaria e q era inconcebível e inacreditavel q quer a Carplus quer a Mercedes/ Baviera tivessem deixado sair um carro das suas oficinas naquele estado, ficaram engasgados, mas nada sabiam. Iriam levar o carro de novo para a Baviera. No dia seguinte fui levantar um carro por eles emprestado, Peugeot 33-OQ-25, pois neste momento é imperioso para as minhas deslocações. Desde esse dia nunca mais deram notícias. Dia 13 o Sr. Nunes teve o telemóvel desligado e no dia 14 consegui falar com ele e mais uma vez, nada sabia do carro e me ligaria mais tarde. Até hoje!!! Não temos o nosso carro, que está facturado em meu nomedesde 28 de maio, estou há já. 2 neses a pagar seguro e a pagar empréstimo bancário, perdemos férias e dinheiro. E nao temos nenhuma informação . Pedia o favor de intercederem para q reparassem e entregassem o mercedes o mais rapido possivel, com data marcada, e peço q me resssarciem de todo o prejuízo q esta situação que se arrasta há. 2 meses e sem fim à vista, me tem causado.Agradeço a atenção dispensada e fico à v/ disposição para quaisquer outros esclarecimentos.Atentamente Luísa Santos
Processo executivo 2232201601116460
Nunca frequentou qualquer cadeira, nem realizou qualquer exame, nem submeteu (ou realizou) qualquer trabalho para essa universidade, em conclusão, não fruiu de qualquer serviço de ensino.
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