Reclamações públicas
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Seguro cancelado sem motivo aparente ou aviso prévio.
Tenho um seguro Petis com a Ocidental Seguros desde 2013, em 2014 tivemos um sinistro com o nosso segurado (cadela), onde foi detectado e revelado ser de pele atópica. Durante o último ano (Maio de 2014 até agora) tivemos a realizar a medicação proposta pelo veterinário, que conta de 1 comprimido diário (embalagens de 30) durante 6 meses, passando para 1 comprimido de dois em dois dias (estes com metade da dosagem) de forma a se conseguir fazer um desmame do antibiótico. Estas embalagens têm um custo de 28€/mês ou de 27€/mês e meio, mas que na verdade fizeram o seu efeito e fizeram um excelente trabalho, conseguindo tratar os hematomas anteriores. Para além deste sinistro não tivemos de usar o seguro, nem mesmo alcançámos o plafon da anuidade a que temos direito. Como tenho o pagamento do seguro feito por débito directo e não recebendo nenhuma carta por parte da seguradora, fiquei convencida de que o seguro estava activo, sendo de facto uma conclusão normal. Quando esta manhã me dirigi ao balcão do Millennium BCP do Lg. de Camões em Lisboa, o colaborador do mesmo comunicou-me que o seguro estava num estado de CANCELADO. Indignada expliquei a situação ao senhor e ele próprio ligou para a seguradora, que não soube explicar o porquê mas que o seguro não tinha sido renovado, aparentemente sem motivo relevante pois não fui comunicada. Visto este cancelamento ser feito sem aviso prévio ou sem qualquer motivo aparente que justifique a não renovação do contracto, neste momento sinto-me roubada por esta empresa que não cumpre com o que oferece na sua apólice, nem mesmo se pode associar à imagem que pretende passar para o exterior junto das redes sociais.
Cessação de contrato dia 21 de agosto. E dia 1 de setembro foi tirado por débito directo o valor .
Foi efectuado contrato de seguro de um telefone comprado numa loja phonehouse.No dia 21 de agosto de 2015 foi enviado mail para o cancelamento do mesmo.Recebi um mail da empresa . Dizendo que apartir daquele dia seria cancelado o mesmo.Para meu espanto dia 1 de setembro foi me retirado o valor de 24.99 €.Hoje dia 6 de setembro liguei para a empresa. Fui informado que seria recercido noninicio do mês de Outubro sem qualquer aviso.Tenho prova dos e-mails trocados.
Devolução
Boa tarde,Preciso de uma opinião vossa.No dia 8 de Julho de 2015 comprei uma mesa na AREA das Amoreiras e pedi para fazerem ENTREGA (e nunca me referiram que havia montagem). E no documento de pagamento só diz ENTREGA.Eles foram entregar (eu não estava em casa e por isso foi a minha empregada que recebeu) e os empregados da AREA decidiram montar a mesa (quando eu nunca tinha dado autorização) e levaram as caixas da mesa com eles.No dia útil seguinte fui novamente à loja e vi outra mesa que tinha acabado de chagar muito mais gira (e mais cara que a que tinha comprado) e pedi para a trocarem por aquela que tinham entregue em minha casa. E disseram-me que na loja não podiam responder e que eu tinha que ligar para um contacto da AREA. E assim fiz. Qual não foi o meu espanto quando me informaram que não podia fazer a troca porque não tinha as caixas. E eu disse que eu não tinha dado autorização para montar e levar as caixas e que isso tinha sido da inteira responsabilidade dos empregados da AREA. E responderam-me que sem caixas não podia trocar e que não havia nada a fazer.Isto é inadmissível! Eu só pedi para entregarem (e em todo o lado está escrito ENTREGA e nunca ENTREGA e MONTAGEM).Decidi também enviar email para eles (sav@areastore.com) dia 25 de Julho para ver se voltavam atrás com a decisão mas até à data não tive qualquer resposta. Por isso o que pretendo é que me venham buscar a mesa e me devolvam o dinheiro. Porque caso não o façam estou disposta a ir até às útimas consequências legais. Fico a aguardar a vossa resposta.Caso precisem de mais esclarecimentos por favor contactem-me para 91 377 20 39. ObrigadaMaria jose Ribeiro nº sócio 1452495-17
Reclamação_avaria no período de garantia
No final de Março foram efectuados contactos com os serviços assistência técnica da LG de forma a solicitar a reparação de uma avaria no televisor LED LG 43UF690V que adquirido à Rádio Popular em Novembro de 2015. Tratava-se de uma avaria na entrada HDMI 1 do televisor, que não funcionava.A reparação aconteceu no final do mês de Março, poucos dias depois do nosso contacto, tendo as peças em causa sido substituídas sem qualquer problema.Aproximadamente duas semanas depois o televisor voltou a avariar. Foi feito um segundo contacto com a assistência técnica. Poucos dias depois, o técnico deslocou-se à nossa habitação, mas desta feita informou-nos que se tratava do mesmo problema, pelo que não poderia ser incluído na garantia. Informou-nos também que provavelmente esta avaria seria provocada por uma descarga eléctrica. Pedimos confirmação inequívoca dessa informação por escrito de forma sermos ressarcidos das despesas inerentes à reparação. No entanto estranhamos ser o mesmo problema pois a nesta segunda avaria o televisor nem sequer ligava. Optamos pela reparação imediata uma vez que segundo o técnico, caso optássemos pela reparação à posteriori teríamos o acréscimo dos custos de deslocação e mão-de-obra. Efectuamos o pagamento, deixando para depois os esclarecimentos devidos.Posteriormente, através de contacto via e-mail com o centro de informação ao consumidor, mostramos o nosso desagrado relativamente à situação e voltamos a ser informados de que a avaria teria sido provavelmente (sublinhe-se) causada por um aparelho externo - possível descarga via hdmi.Note-se que não houve qualquer confirmação inequívoca de qual a real causa das avarias o que nos deixou de mãos atadas para reclamar junto de outra entidade.Voltamos a questionar via e-mail qual o motivo de os custos de uma avaria que não conseguem confirmar a causa serem-nos imputados mais ainda quando seguramente não se tratou de má utilização ou dano provocado por nós, consumidores.Neste momento podemos afirmar que temos receio em utilizar a televisão e diariamente desligamos todos os cabos, o que é no mínimo ridículo e difere totalmente do uso habitual feito a este tipo de equipamento.No meio de todo este desagradável processo não procuramos culpados mas sim soluções, cientes de que a haver responsáveis, nós não o somos certamente.Após termos sido privados do uso de um equipamento de uma marca conceituada e após ter-nos sido imputado um custo avultado para reparação de uma avaria à qual somos completamente alheios, com a agravante de se tratar de um equipamento em plena garantia, julgamos ser compreensível este sentimento de perda de confiança no aparelho, na marca e na garantias. Sentimo-nos verdadeiramente injustiçados.
Reclamação por incumprimento do contrato de arrendamento pelo Senhorio
- Compromisso de pequenas obras a realizar aquando da contratação e não realizadas.- Problemas detetados nos quartos, os quais foram reportados por telefone, assumindo o compromisso de realizar obras de fundo mas até a presente data- não realizadas.- Contactados por email informando que até as obras não serem efetuadas não seria realizado mais nenhuma liquidação de renda, foi-nos informado por telefone, que teríamos que aguardar pelo tempo bom e aguentar com o frio e continuar a pagar a renda mesmo vivendo precariamente, com bolor e problemas respiratórios vários, muito frio e humidade. Ou então procurar outra casa, porque na falta de pagamento nos iriam levantar uma ação de despejo.Pretendo ajuda, uma vez que não possuo recursos, eu e meu filho fomos abandonados pelo pai, estou a pagar dividas dele e não posso pagar o aconselhamento de um advogado.
Burla neste ginásio.
No passado dia 27 e Junho, desloquei-me ás instalações do ginásio Factor Físico de nome comercial Fit One para iniciar e usufruir de serviços de saúde e bem-estar daquele espaço.Ao fazer a inscrição, junto do que julguei, sem questionar, serem profissionais sérios e de excelência, fui comercialmente aliciado e incentivado a fazer o pagamento de um trimestre de serviços no valor de 95,21€ beneficiando assim da vantagem comercial do Não Débito Direto em que se recusaram colocar o meu NIF.Realizei unicamente 2 treinos em 2 deslocações que fiz ás instalações onde me inscrevi.Na 3ª deslocação, para o meu 3º treino no dia 3 de Julho, fui informado por uma nova funcionaria de nome Raquel, que eu não podia realizar treino por não estar inscrito naquela empresa (nova por sinal, de nome elite4u) como se estivesse a visitar pela 1ª vez. A mesma funcionária disse, à data, que havia cerca de 50 queixas semelhantes. A página da antiga gerência no Facebook foi eliminada, o telemóvel que consta na factura vai para o voicemail e não há mais nenhum tipo de resposta, nem forma de contacto possível. Fui ainda aliciado com uma nova proposta comercial da nova empresa se tomasse nova decisão por impulso (descontos na inscrição, cartão, seguro, debito directo), que naturalmente recusei.Efetuei queixa na semana passada à arbitragem de consumo contudo não obtive qualquer resposta até agora.
Discrepância do valor do contrato e a divida existente no Banco de Portugal
Exmos. SenhoresOs meus melhores cumprimentosVou começar por explicar que este assunto remonta ao ano 2010, quando pedi insolvência de uma loja de roupa com o nome de Cartesa.A empresa tinha uma carrinha Opel Safira, a qual com a insolvência devolvi ao Administrador da insolvência Dr. Rui Manuel Conde Morais Silva, para abater nas dívidas existentes da loja.Como eu e o meu marido éramos fiadores da carrinha, assinamos um contrato com a Sofinloc para pagar o restante que faltava (em anexo).Acontece que nestes últimos anos a nossa vida teve uma grande reviravolta, a empresa para onde trabalhamos fechou e ficamos no desemprego, e só a dois anos é que com o dinheiro do desemprego montamos o nosso próprio negocio (uma empresa de limpeza que felizmente está a correr bem e queríamos limpar o nosso nome no Banco de Portugal).Voltando à Sofinloc, deixamos de cumprir com o acordo em Novembro de 2015 e enviamos emails (em anexo) a solicitar ajuda, os quais nunca nos responderam.Estamos bastante preocupados com a ausência de noticias por parte da Sofinloc, temos medo do que possa vir de lá.Estranhamos que no nosso mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, existe sim uma dívida com o Banco Finantia, SA = Sofinloc (mesma morada) no valor de 981,00€ (não compreendo a disparidade do valor)Será que o Administrador da insolvência abateu o valor na divida e a Sofinloc está a cobrar-me uma exorbitância?Preciso da V/ ajuda para interceder por mim, não sei o que fazer, uma vez que assinei um contrato de uma valor de 17.900,00€.O meu nome: Teresa Maria Oliveira de Carvalho Vigário e Carlos Manuel Cardoso Vigário - telefones 910070030 (Teresa) e 967553581 (Carlos).Morada: R. Várzea da Lapa, Lote 41 - Nº 12 2665-620 Venda do PinheiroNota: Envio também os emails que enviei à Sofinloc a pedir ajuda.Aguardo resposta sff. e muito obrigada pela atenção.ObrigadaTeresa Vigário - Sócia 4460452-04Nota: Em anexo não consegui enviar mais ficheiros de comprovativos de pagamento: Dez/14 Jan./15Fev/15 Março/15 Abril/15 Maio/15 Junho/15 e Nov./15.Mas tenho gravado.
Prolongamento para poder pagar a prestação
Venho por este meio citar que a qualiforma formação &consultaria entrou com um processo de arremesso sobre os meus bens matérias por não ter pago os restante valor em dívida sobre a formação que estava a frequentar em 2015 de auxiliar dentário. já fui notificado pela agência de penhoras não dando qualquer alternativa sobre os valores a pagar , de momento encontro me desempregado e com baixos rendimentos . Quero também mencionar que o meu pai faleceu por isso não tive forma financeira para prosseguir no curso .
Água Marca Continente Imprópria para consumo
Venho deste modo reclamar/alertar que a Água de Nascente, marca Continente em garrafa de 1,5l, com o lote LT17016 se encontra com sabor e cheiro desagradável, que impossibilita o seu consumo.Após contacto com a loja onde foi feita a compra, foi - me indicado que não posso efectuar a devolução da mesma, pois foram ultrapassados os 15 dias disponíveis para devolução de artigos.Considero grave a situação, pois falamos de um produto de primeira necessidade que se encontra improprio para consumo e dentro da validade (Jun 2018). Mais estranho a falta de responsabilidade da marca, após alerta enviado com indicação do lote em causa.
Valores indevidos junto Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal
-29.06.2004 -celebrei com o então Interbanco, SA (actualmente Banco Santander Consumer Portugal, SA) um Contrato De Financiamento para Aquisição a Crédito (Nº 2004.021629.01) de uma viatura ligeira de mercadorias (ficheiro em anexo).-Dezembro de 2014 - liquidei integralmente o referido contrato (ficheiro em anexo).-Janeiro de 2016 – após consulta de Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (BSCP) apercebo-me da existência de valores vencidos comunicados pelo Banco Santander Consumer Portugal, SA.-07 Janeiro de 2016 – envio email ao Banco Santander Consumer Portugal SA solicitando esclarecimentos (ficheiro em anexo).-13 de Janeiro de 2016 – o BSCP informa-me que tais valores se referem ao contrato de seguro automóvel subscrito com a Império Bonança Companhia de Seguros SA (Apólice:AU15010500), tendo como objeto a “viatura locada” e que se mantinha em vigor. Os valores dizem respeito ao período após Dezembro de 2014.O referido contrato de seguro estava associado ao contrato de financiamento acima referido e que se encontra liquidado desde dezembro de 2014.A cláusula décima primeira do contrato é bastante clara: ” O cliente obriga-se a subscrever,…, até ao termo do contrato as apólices de seguro a que está obrigado por força da lei, comprometendo-se ao integral e pontual pagamento dos prémios”.Assim torna-se evidente que a minha obrigação de subscrição do referido seguro terminou em Dezembro de 2014. Acrescento que, durante este período- de dezembro 2014 até à data- nunca recebi qualquer documentação (carta verde, avisos de pagamento…) relativo a esse seguro. O próprio veículo foi vendido em Junho de 2015.13.01.2016 – envio novo email ao BSCP solicitando a anulação do registo dos valores junto do Banco de Portugal e o envio de declaração de inexistência de dívida. Lamentavelmente e até à data não só não obtive qualquer resposta por parte do BSCP como o valor registado no Banco de Portugal aumentou.
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