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falta de descernimento
Venho por este meio mostrar o meu descontentamente face vossa funcionária Susana Silva da GroundLink a qual prestou um péssimo atendimento na porta de embarque do Terminal 2 no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, obrigando-nos a pagar uma mala de porão no valor de 50 EUROS, quando a mala tinha o tamanho ideal de 55cmx40cmx 20cm requerido pela política de bagagem de mão da companhia aérea Ryanair. Resignámo-nos a pagar o custo, mas não podemos deixar passar impune a atitude arrogante e de abuso de autoridade da funcionária, que causou imenso transtorno emocional e humilhou-nos publicamente sem razões para isso, visto usar esta mesma mala nas 96 viagens da Ryanair que já efectuei até ao presente. Agradecia ajuda.
contrato clube interpass
No dia 21 de Junho de 2015, eu primeiro titular do contrato nº 141176-0, fomos contactos pela Interpass e convidados a ir a uma reunião no Hotel Raga Ilha da Madeira, para proceder ao levantamento de um voucher que daria um fim de semana gratuito num dos complexos turísticos associados. Foi-nos transmitido telefonicamente que a reunião não demoraria mais do que 15 minutos e que apenas era para fazer o levantamento do prémio. Ainda nos disseram que era uma forma da empresa fazer publicidade e com o voucher que tínhamos ganho iríamos ficar muito satisfeitos e talvez até convencer familiares a experimentar. Fomos então ao Hotel Raga, para o levantamento do prémio e o que supostamente seria rápido, levou cerca de 2 horas com um promotor da Interpass (Andre Caria),e no final veio um Sr Augusto Silva apresentar a proposta final mas nunca disse que não podíamos desistir,muito pelo contrário, questionamos várias vezes se podíamos desistir a qualquer momento e os mesmo sempre referiram que sim. Nessa reunião o promotor apresentou com grande convicção condições de viagens e alojamento para os associados Interpass, múltiplas vantagens com parceiros comerciais, companhias de seguros, gasolineiras, telecomunicações entre outros. E no fim do discurso apresentou como se fosse o último diamante um seguro de saúde vitalício fazendo a subscrição do cartão “Interpass Family Gold, assim como os nossos ascendentes e descentes poderiam usufruir dele. Este foi o factor decisivo para levar à celebração do contrato porque supostamente os nossos pais e filhos podem usufruir de um seguro de saúde vitalício. Por fim disse o custo mensal do contrato, 95,73 euros em 48 meses e mais as taxas administrativas durante este tempo apenas porque após o pagamento destes 48 meses seríamos membros com contrato vitalício e sem mais custos. No entanto esta situação está salvaguardada no Decreto Lei n.º 446/85, de 25 de outubro, que diz que não podem existir cláusulas contratuais perpétuas e que se as mesmas existirem são consideradas nulas.” Foi questionado várias vezes por mim se poderia desistir a qualquer momento, o qual me foi respondido que sim, que após o primeiro mês tinha 14 dias para o fazer em qualquer altura, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor em contrato. Nunca em altura alguma, foi referido que tínhamos apenas 14 dias para resolução do contrato apenas no primeiro mês. Esta informação foi omitida durante a apresentação. No Decreto lei nº 446/85 refere que a “comunicação de modo adequado e com a antecedência necessária para que, tendo em conta a importância do contrato e a extensão e complexidade das cláusulas, se torne possível o seu conhecimento completo e efetivo, por quem use de comum diligência. Isto nunca foi feito durante a reunião, ou seja, nunca nos foi lido o contrato na integra. Após a apresentação excessivamente longa dos supostos serviços a promotora apresentou alteração do comportamento mostrando alguma inquietude para assinarmos o contrato e começou a pedir os documentos e sob este ambiente pressionado acabamos por assinar e nem nos deixou ler o contrato atentamente. Passou -nos as folhas pelos olhos dizendo que lá estava tudo o que tinha dito. Claro que nós acabamos por acreditar na boa fé do promotor, até porque achamos que uma empresa como a Interpass não nos iria enganar. Foi-nos dito que receberíamos por correio os cartões Family Gold e que a partir dessa altura já estaríamos habilitados a usufruir de todos os serviços apresentados. A verdade é que nunca usufrui dos serviços interpass. Os cartões e a restante informação contratual apenas chegou por correio já passava dos 14 dias após a celebração do contrato e a minha pergunta então é: como poderia rescindir uma coisa que ainda não tinha? Não tive acesso em tempo útil e real a toda a informação necessária para de forma consciente e pensada, sem pressão dos promotores tomasse a decisão de manter ou não o contrato. Desde então tenho cumprido com os pagamentos, mas chegou a um ponto de rutura que não dá mais para continuar porque nunca usufrui dos serviços da Interpass, estou a pagar um valor que não o tenho, ou seja a Interpass nunca me deu/emprestou dinheiro e por isso pergunto-me atualmente o que é que eu estou a pagar? Se nunca me deram nada. Estou a pagar um valor sem usufruir de qualquer bem ou crédito. Após informar que não conseguia pagar o valor inicial, reduziriam a mensalidade para 50 euros mensais sem custos associados, nem prejuízo do valor em falta do contrato. Que princípios são estes que esta empresa aplica?! Considero que o promotor aludiu à celebração do contrato com a Interpass sob falsos pretextos e sem boa-fé. Acho que é uma empresa de publicidade enganosa, que apresenta vantagens e condições falsas, que eu própria já constatei, porque afirmam preços mais baixos, competitivos e promessas de serviços que não cumprem em relação a outras empresas turísticas para conseguir que assinemos um contrato que não corresponde ao que nos é dito. E acrescento ainda que já tentei fazer a rescisão deste contrato mais cedo e fui ameaçada ao telefone por uma senhora chamada Maria José, que me disse que não poderia rescindir contrato que tinha que pagar até ao final,que era a mesmo que pagar uma casa e foi sempre estúpida ao telefone. Como pode ser como a compra de uma casa se nunca me deram nada, nunca usufrui de vantagens e estou a pagar uma coisa que não tenho. Nesta empresa fazem markting agressivo e são pessoas que não têm respeito e atentam contra a integridade moral e psicológica dos consumidores. Peço respeitosamente que me ajudem na resolução deste contrato porque como referi anteriormente nunca usufrui de qualquer vantagem em viagens, complexos turísticos ou benefício monetário e considero que o contrato não foi explicitado de forma clara, transparente, mas foi aplicado em má fé para nos levar a assinarmos e nos tornarem sócios.
Laboratório Fnac Almada Fórum
Hoje dia 22 de Junho de 2017 pelas 10h da manhã, dirigi-me à FNAC no fórum Almada para realizar impressões de fotografia. Sou fotógrafa, e realizo as impressões de fotografias de convidados/clientes com a FNAC, algo recorrente. Sempre gostei do papel matte anti-dedadas e o atendimento costuma ser profissional até hoje. Acontece que quando fui buscar as fotografias encomendadas estas tinham sido CORRIGIDAS, por cima daquela que era a minha edição como profissional de fotografia, quando esta correção não foi de todo pedida, ao que a senhora da bancada respondeu você é que tinha de referir que não queria correcções. Nisto até olhei novamente para a tabela de preços e não diz de todo lá que são feitas correções às fotografias e que no preço está incluido um serviço de edição de fotografia que de todo não era meu objectivo obter! Assim como ter ou não margem e qual o papel são perguntas feitas aos vossos clientes, também lhes deviam perguntar se querem ou não beneficiar de um serviço de correções AUTOMÁTICAS, feitas por MÁQUINAS e não profissionais. Foi-me questionado se queria ou não impressão rápida ou se queria a demorada, escolhi demorada para ser feita à partida por um profissional, o que ainda menos justifica as correções automáticas! feitas, dito pela pessoa que me atendeu. Resultado: as impressões ficaram sem cor, com linhas roxas a contornar as caras das pessoas (a que lhes chamam aberrações cromáticas inexistentes nos ficheiros originais), porque o ficheiro foi alterado e as fotografias impressas não foram as que entreguei, mas as criadas pelo vosso software possivelmente! Aliás, o título da fotografia que costuma vir impresso nas traseiras da fotografia também não é o que eu dei, que neste caso era importante ter-se mantido pois as fotografias são encomendas de clientes e estavam identificadas no nome do ficheiro com o nome do destinatário de cada uma delas. Para rematar, após referir estas falhas à vossa técnica na bancada esta ainda referiu as suas fotografias não estavam muito boas, tinha duas ou três escuras, o que se vê no computador não é o que se vê aqui, porque alguém lhe disse que esta era a primeira que eu obtinha este serviço, que sempre foi bem prestado e desta vez juro para nunca mais! Não se pode deduzir que o cliente quer determinado serviço se não o pediu, que o cliente percebe ou não do assunto, se o laboratório fnac não serve para pessoas que saibam editar e preparar para impressão as suas fotografias então da próxima vez lembrem-se de colocar isso à porta de entrada!
viatura de cortesia
No més de Abril eu dirigime ao caetano Retail de Sintra para me queixar de umas manchas no vidro da frente e de humidade nos faraloins traseiros do carro,foi me dado um papel com um numero para o qual eu teria de ligar para fazer um agendamento ( numero pelo qual se tem de pagar ) liguei e fiz agendamento com carro de cortesia para o dia 23 de Maio, como não era nada de urgente aceitei o tempo de espera, qual foi o meu espanto no dia anterior recebo uma mensagem no meu telemovel a dizer que não haveria carro de cortesia disponivel para mim, pois isso para mim não é resposta pois eu agendei com muito tempo e quando comprei o carro já vinha em contrato o carro de cortesia. Passado 2 dias fui ate a oficina e logo no momento me viram o carro e disseram que agora iria ficar aguardar ordem da nissan para garantia ( eu comprei ali no stand não foi a nissan por isso quem me deveria solucionar são eles ) passado uma semana lá me ligam a agendar para hoje para entrega da viatura para mudança de tudo aquilo que me queixei, salientei oproblema tido antes e disse que eu iria desmarcar todo o meu trabalho para a parte de manha para poder ir deixar o meu carro a arranjar e que não estaria para passar por o mesmo. Mais uma vez no dia anterior recebo novamente a mensagem a dizer que não teriam o carro de cortesia que eu paguei a quando a compra do meu carro novo. passei na mesma na oficina e acabei por fazer uma reclamação no livro.
VOO atrasado, perda de bagagem.
Venho por este meio reclamar pelo facto do voo ter partido uma hora e tal depois do previsto e de ter aterrado em atrsaso, bem como pela demora para sair do avião porque um passageiro fumou no avião teve de vir a policia e so saimos passado 20 minutos da aterrar, e perderam o ovo do meu bebé.Com isto perdi o comboio para casa, tiveram me de ir buscar ao aeroporto, e fui para casa sem ovo a 1 e tal da manha com uma criança nos braços, cedo que o ovo apareceu no dia seguinte, tive de me deslocar novamente ao aeroporto para levantar o ovo e demoraram 45 minutos para entregar o ovo. Quero sber quem assume os prejuízos que isto teve e o tempo perdido que passei em viagens para trás e para a frente a procura do ovo. Cedo que estragaram as alça do ovo, so reparamos quando saímos do aeroporto. Devia chegar a casa a 00h e por vossa culpa chegei era 3 e tal da manha com o bebe de 2 meses ja rabugento e á horas por ai a rebolar.
Extravio de documento
Foi enviado pelo SEF, via CTT, o meu cartão de residente para a minha morada de residência, em Dezembro de 2016.Acontece que aquando da entrega, não me encontrava em casa, nem estava ninguém para receber a correspondência, pelo que a mesma não foi entregue.Não foi também deixado qualquer aviso.A correspondência com o cartão retornou à estação e passado uns dias foi remetido para o SEF.No entanto, quando foi remetido pelos serviços dos CTT para o SEF, houve um extravio de correspondência, pelo que o cartão nunca chegou a ser devolvido ao SEF.Contactei o SEF, que me confirmou o envio do cartão de residente, via CTT, em Dezembro de 2016.Contactei a estação dos CTT, de Arroios, que me confirmaram a devolução da correspondência para o SEF e o extravio durante a devolução.Informaram-me igualmente, que não sabem do paradeiro desta correspondência.
Devolução de máquina de barbear BRAUN SERIES3
No dia 16/06/2017, comprei uma máquina de barbear BRAUN SERIES3 no montante de 94,99€, com a intenção de deixar de usar laminas de barbear.Na altura da compra foi-me aconselhado por um funcionário da Worten a compra desta máquina que iria cumprir aquilo que eu desejava.No mesmo dia tentei desfazer a barba com a maquina nova, qual foi o meu espanto que ao fim de 40 minutos ainda não tinha conseguido terminar, principalmente na parte inferior da face tinha ainda imensos pelos, tentei várias vezes sem sucesso, pelo que tive de utilizar a lamina de barbear para acabar.
Queixas Má Qualidade comida
Venho por este meio manifestar o profundo desagrado e insatisfação com a qualidade dos alimentos fornecidos por parte da Gertal, e respectivos serviços prestados à cantina da Escola Básica Integrada de Bucelas, Agrupamento 4 de Outubro- Loures Apresento o meu profundo descontentamento no que concerne à qualidade dos alimentos utilizados nas refeições, bem como na respectiva confecção e tipologia da ementa seleccionada.Tal facto, torna-se mais evidente nos dias em que a ementa contempla peixe, o que acontece em média 3 vezes por semana.É referido, e constatado, que o peixe cheira e sabe mal, tem pouco para comer e não é adequado pois a maior parte das crianças que comem na cantina tem menos de 9 anos e o tipo de peixe escolhido tem muitas espinhas. São também descritas as características das sopas, que sabem todas ao mesmo, são aguadas e sem consistência. São igualmente recebidas algumas reclamações relativamente à carne, nomeadamente, na inclusão de pratos pouco adequados à faixa etária inclusa nesta escola, bem como feijoada praticamente só com feijão, com pedaços de gordura em vez de carne, pratos com chouriço, etc.Só podem repetir em dias de peixe, pois claro, porque sobra sempre , pois a maior parte das crianças não come nesses dias.Não me estou a referir apenas à ementa, mas sim a forma como são preparados.Para além do descrito lamentamos que coloquem a trabalhar no refeitório pessoal pouco higiénico (algumas queixas referem-se ao aparecimento de cabelos e unhas nos pratos), ao qual é respondido por parte da funcionária que é normal , e que se quiserem , que comam menos...Para além disso são relatadas faltas de educação dos funcionários da Gertal ao receberem as reclamações das crianças.Os encarregados de educação estão a pagar um serviço que não satisfaz e que não corresponde minimamente às exigências alimentares das crianças para fazer face ao desempenho de um dia de trabalho escolar. Relembro o papel social que a escola deve desempenhar ao nível da educação para a saúde alimentar. Pelo exposto, esperamos pela vossa pronta e eficaz intervenção , para pôr termo a esta situação lesiva dos interesses dos contribuintes e do bem-estar das crianças, uma vez que as refeições servidas não correspondem ao publicitado nem traduzem o respectivo valor nutricional. Sem outro assunto de momento, com melhores cumprimentos.
Recusa da oficina de bicicletas em fazer manutenção
Tendo comprado há dois anos uma bicicleta da marca da Worten (BERG) de 29'' (a maior do mercado) chegou a altura de fazer manutenção. Ela necessita de afinação e os raios da roda de trás estão com folga o que pode provocar empenamento da roda. Dirigi-me ontem à loja da sports-zone de Cascais onde a gerente Teresa Fidalgo me recusou ficar com a bicicleta porque tinham 8 para reparar, o que seria a capacidade máxima: pode voltar noutro dia?. Eu expliquei que a marca da bicicleta era deles e que a tinha comprado naquela loja. Pelo tamanho da bicicleta não me cabia no carro pelo que teria de ir a pedalar até casa de novo (5 km), o que não queria fazer porque os raios da roda de trás apresentavam deficiências (o técnico presente confirmou). Reclamei no formulário interno na Sports Zone o facto. Depois de reclamar, fui até ao exterior da loja a ver se via a minha boleia (tendo deixado á bicicleta no interior da loja). Ao sair da loja o segurança Tiago Gonçalves(que tinha estado à conversa com a gerente), abordou-me e pediu-me para levar a bicicleta. A gerente presumiu que eu abandonaria a bicicleta de 300 Euros dentro da loja e falou com o segurança para me vigiar, em suma. Claro que entrei na loja e preenchi, desta vez, o livro de reclamações. Julgo que esta recusa de prestação de serviços viola o DL 371/93. Na loja não há qualquer indicação que podem não aceitar novos serviços, havendo motivo para tal. Por outro lado, a atitude da sra. Teresa Fidalgo foi ofensiva, revelando uma total falta de capacidade para lidar com a situação - enviou o segurança, porque achou que era uma questão de segurança da loja.
Problema com equipamento instalado
A empresa instalou equipamento de aquecimento solar no prédio Praceta Francisco Sepúlveda Fonseca nº 71 - Parede e o mesmo não funciona, obrigando a gastos adicionais em gaz.Já foram feitas várias queixas à empresa, mas a mesma recusa reparar o equipamento que está em garantia.
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